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janeiro 2018

  • Soja: Mercado segue com ajuste técnico em Chicago, mas clima na Argentina continua no radar

    As cotações da soja negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) permanecem em campo negativo ao longo do pregão desta quarta-feira (31). Os vencimentos da commodity reduziram as perdas e, por volta das 11h44 (horário de Brasília), testavam desvalorizações de mais de 5 pontos. O março/18 operava a US$ 9,95 por bushel, enquanto o maio/18 trabalhava a US$ 10,06 por bushel.

    Os participantes do mercado ainda realizam ajustes técnicos após as altas registradas recentemente. O março/18 rompeu o importante patamar de US$ 10,00 por bushel e as posições mais longas o nível de US$ 10,20 por bushel, conforme explicam os analistas.

    E embora o mercado passe por uma correção, o clima seco na Argentina ainda continua a ser uma fator de suporte aos preços da commodity em Chicago. E, segundo as previsões climáticas, as chuvas ainda deverão ficar abaixo da normalidade e as temperaturas acima da média nos próximos 10 dias.

    Como reportou Tobin Gorey, da CBA, ao Agrimoney.com, “os meteorologistas continuam a esperar temperaturas muito altas e pouca chuva em muitas regiões de soja da Argentina”, um importante suporte aos preços.

    Além disso, as previsões de chuvas na faixa central do Brasil também seguem no radar dos investidores. A preocupação dos participantes do mercado é com o andamento da colheita da soja no país.

    “O mercado também tem uma preocupação secundária sobre o Brasil. Algumas das regiões de soja enfrentam o problema oposto: as chuvas contínuas. A preocupação é que o cenário afetaria o fluxo da soja do país para o mercado”, ainda segundo explica Tobin Gorey.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • BB vai liberar R$ 12,5 bilhões para pré-custeio

    Recurso da safra 2017/18 é 16% maior do que o da safra atual. O prazo de amortização é de 14 meses e os juros vão variar de 7,5% a 8,5% ao ano.

    O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, informou na manhã desta terça-feira, 30 de janeiro, que o Banco do Brasil (BB) liberará R$ 12,5 bilhões em pré-custeio para o financiamento da aquisição antecipada de insumos para a safra 2018/2019.

    O valor foi confirmado pela instituição financeira. O total de recursos é 4,2% maior que os R$ 12 bilhões anunciados e 16% superior aos R$ 10,8 bilhões liberados em 29.000 contratos na safra atual, que segue até junho de 2018, segundo o BB.

    O prazo de amortização é de 14 meses e os juros vão variar de 7,5% a 8,5% ao ano, ante 8,5% ao ano a 9,5% ao ano em 2017/2018.

    As linhas têm recursos controlados, oriundos das captações próprias da poupança rural e dos depósitos à vista.

    Fonte: Estadão Conteúdo

  • Exportações do agronegócio batem novo recorde

    As exportações agrícolas brasileiras bateram novo recorde em 2017 depois do difícil ano de 2016, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP. A maior participação nos embarques foram de milho e soja, que tiveram a maior produção da história. As exportações de carne bovina também tiveram muito aporte para o desempenho positivo.

    O aumento das exportações brasileiras de produtos agrícolas foi de 14% em volume com uma valorização de 3,8% em dólares. O faturamento em dólar cresceu 12%, chegando a US$ 96 bilhões. Na moeda brasileira, o faturamento subiu 4%.

    O principal parceiro comercial do país continua sendo a China. Segundo os dados do Cepea, a participação chinesa nas exportações agrícola subiu para 28,2%, sendo que os chineses compram 79% da soja exportada pelo Brasil. O segundo destino mais importante para a soja brasileira é a Europa e a Zona do Euro compra 16% dos produtos agrícolas brasileiros. Já os Estados Unidos ficam no terceiro lugar com uma participação de 7% neste tipo de produto.

    As exportações do agro correspondem a 44% do valor das exportações do país, o que baixou em relação a 2016. Por outro lado, o saldo comercial de outros setores foi negativo em US$ 15 bilhões em 2017. Já o superávit do agronegócio foi superior a US$ 81 bilhões no ano. Com isso, a balança comercial brasileira ficou com um saldo positivo de US$ 66 bilhões com a compensação das exportações agrícolas, de acordo com levantamento do Cepea feito no ano passado.

    Fonte: Agrolink

  • Reuniões dos Núcleos da Cotrijuc iniciam dia 5 de fevereiro

    A Cotrijuc dá início no dia 5 de fevereiro a rodada de reuniões nos núcleos em que leva de forma antecipada aos associados o resultado do balanço de 2017. Até o dia 26 de fevereiro, a direção vai percorrer os 25 núcleos de produtores, totalizando 9 encontros. A Assembleia Geral Ordinária está marcada para o dia 28 de fevereiro, às 9h 30min a última chamada, na sede da cooperativa.

    A expectativa é de que haja grande participação do quadro social, já que os números da Cotrijuc no último ano serão apresentados durante os encontros. “É importante que os produtores participem das reuniões para que conheçam detalhadamente os números deste ano e decidam, em conjunto, a destinação das sobras”, comenta o presidente da Cotrijuc, Caio Vianna.

    Na avaliação do vice-presidente da Cotrijuc, Eduardo Linck Waihrich, as reuniões são de extrema importância não só para a cooperativa, mas também para todo o quadro social. “É uma forma do produtor mostrar a força da cooperação e ver como a Cotrijuc trabalhou em 2017, conhecer os resultados e projetar as ações para 2018”, destaca.

    ELEIÇÕES – Além da apresentação do balanço, fazem parte da pauta das reuniões de núcleo a indicação dos nomes dos candidatos para comporem os Conselhos de Administração e Fiscal, que irão à votação na assembleia.

    CRONOGRAMA DAS REUNIÕES

    Dia 5/02 – Núcleos: Pinhal Grande, São José do Pinhal e Rincão da Várzea, às 19h, no Clube Avenida.

    Dia 6/02 – Núcleos: Colônia Pereira de Souza, Linha Cinco, Boca da Picada, Três Mártires, Colônias Novas, Itaara, Val de Serra e São Martinho da Serra, às 19h, na localidade de Três Mártires.

    Dia 7/02 – Núcleos: Sede e Ramada, às 19h, na Afuntrijuc;

    Dia 8/02 – Núcleos: Ivorá, Linha Lôndero, Piruva, Barreiro e Linha Um, às 19h, na Linha Lôndero;

    Dia 20/02 – Núcleos: Passo do Jacuí, Rincão do Appel e Medianeira, às 19h, na Medianeira;

    Dia 21/02 – Núcleos: Céu Azul e Ivaí, às 19h, no Esporte Clube Palmeiras;

    Dia 22/02 – Núcleos: São João dos Mellos, Santo Antão e Santa Terezinha, 19h, na localidade de Santo Antão;

    Dia 26/02 – Núcleo de Quevedos, às 19h, no Salão Paroquial;

    Assembleia Geral Ordinária (AGO) – Dia 28/02, última chamada às 9h 30min.

    Fonte: Assessoria de Comunicação (Ascom) da Cotrijuc

  • Importação de químicos agro sobe 13% em 2017

    O Brasil importou US$ 10,835 bilhões (FOB, Free On Board – contrato de exportação com custos de transporte interno incluso até o carregamento do navio) de produtos químicos para o agronegócio no ano passado, incluindo fertilizantes, seus intermediários e defensivos agrícolas. Os dados foram divulgados pela Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), com base em informações do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços).

    Houve aumento de 13% do montante adquirido pelo País no exterior na comparação com os US$ 9,592 bilhões registrados no mesmo levantamento realizado no ano de 2016. Os dados constam no Relatório de Estatísticas de Comércio Exterior (RECE), conforme dados do Sistema Alice (Análise das Informações de Comércio Exterior), mantido pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

    Os fertilizantes e intermediários seguem liderando a pauta de importação brasileira de produtos químicos. O País comprou US$ 7.460 bilhões acumulados entre janeiro e dezembro de 2017, o que representa um expressivo aumento de 21,2% na comparação com os doze meses do ano imediatamente anterior, quando haviam sido adquiridos US$ 6.156 bilhões.

    Já nos defensivos agrícolas (entre princípios ativos e produtos formulados) houve uma leve redução: o Brasil importou US$ 3.375 milhões neste mesmo período analisado. Esse acumulado significa decréscimo de 1,8% sobre os US$ 3.436 milhões comprados no exterior de janeiro a dezembro de 2016. Essa queda, porém, foi muito menor que a registrada no primeiro semestre de 2017 (15,5%), mostrando que esse segmento voltou a aquecer nos seis últimos meses do ano.

    Fonte: Agrolink

  • Saldo da agropecuária saltou 51 mil vagas em 2017

    Após fechar 2016 com saldo negativo na geração de empregos, o setor agropecuário não só voltou para o azul no ano passado, como se destacou entre as áreas da economia que mais criaram postos de trabalhos.

    Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho (MTE) nesta sexta-feira (26), mostram que o segmento fechou 2017 com saldo de 37 mil postos de trabalho, contra os 14,2 mil negativos dos 12 meses anteriores. Do vermelho para o azul, evolução representa um saldo de 51,2 mil vagas.

    O resultado ficou atrás, apenas, do obtido pelo comércio, cuja diferença entre contratações e demissões foi de aproximadamente 40 mil vagas.

    “Em 2016 a safra foi pior, tivemos uma quebra. E também foi o ano em que tudo desandou, com turbulência política e muitos empresários perdendo a confiança para fazer investimentos”, explica Maiko Zanella, engenheiro agrônomo e analista técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). “Em 2017 o clima ajudou com uma boa safra de grãos, a demanda por trabalho na colheita aumentou. E isso também impactou na queda da inflação, na balança comercial, no reequilíbrio da parte econômica. É uma fase de retomada, com o pessoal voltando a ter confiança para investir.”

    O Paraná seguiu a tendência do país e fechou o ano com saldo positivo de 478 empregos na agropecuária. Em 2016, o índice também havia fechado no vermelho, com 1,5 mil demissões a mais do que contratações.

    Para 2018, a perspectiva é positiva para o setor no Paraná. A Frimesa deve concluir ainda neste ano a construção de um frigorífico de suínos em Assis Chateaubriand, na região Oeste, que será o maior da América Latina. “Vão ser 3 mil empregos diretos e mais de 4 mil quando estiver completo. Isso devido aos investimentos na parte de agroinduústria e agregação de valor”, completa o analista da Ocepar.

    Fonte: Agrolink

  • Soja tem oscilações limitadas em Chicago nesta 6ª feira, mas testa os dois lados da tabela

    Nesta manhã de sexta-feira (26), os futuros da soja voltaram a subir, mesmo que timidamente, na Bolsa de Chicago. O mercado internacional recupera parte do leve recuo registrado no pregão anterior, o qual chegou depois que os preços bateram nos US$ 10,00 por bushel. Na sequência, porém, as cotações voltaram a exibir um ligeiro recuo.

    Assim, as cotações registravam pequenas baixas de 0,50 a 1,25 ponto nos vencimentos mais negociados, com o maio/18 valendo US$ 10,02 e o julho/18 sendo cotado a US$ 10,12 por bushel.

    As condições de clima na Argentina permanecem no radar dos traders e preocupando os traders, principalmente em função do papel do país nos mercados de farelo e óleo de soja, já que os argentinos são os maiores exportadores mundiais de ambos os produtos.

    O que limita os ganhos, porém, segundo explicam analistas internacionais, são os bons estoques globais e o caminhar do Brasil para colher uma boa safra. De outro lado, essas menor oferta esperada para vir da Argentina, poderia aumentar a disputa pela soja americana e o movimento trazer força aos preços em Chicago.

    Segue no radar dos traders também o movimento do dólar que, batendo em suas mínimas em três anos, favorece o movimento de alta das commodities ao deixar os produtos americanos mais atrativos para os importadores.

    Ainda nesta sexta, atenção ao boletim semanal de vendas para exportação que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta sexta-feira. O boletim foi adiado de ontem para hoje com parte do governo americano fechada nos últimos dias.

  • Colheita de soja da safra 2017/18 avança a 12,35% da área em Mato Grosso

    A colheita de soja da safra 2017/18 em Mato Grosso, maior produtor do Brasil, avançou 9,06 pontos percentuais em uma semana e atingiu 12,35 por cento da área até esta sexta-feira, de acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

    Mesmo assim, a colheita segue aquém da observada em igual período do ano passado (16,25 por cento), embora ligeiramente acima da média de cinco anos (11,39 por cento).

    O Imea estima a área plantada com soja no Estado neste ciclo em 9,42 milhões de hectares.

    Fonte: Reuters

  • Em Chicago, soja amplia ganhos com foco no clima na Argentina e mar/18 se aproxima dos US$ 10/bu

    Ao longo da sessão desta quinta-feira (25), os futuros da soja ampliaram os ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da oleaginosa testavam altas entre 4,00 e 4,25 pontos, perto das 11h37 (horário de Brasília). O março/18 se aproxima do patamar de US$ 10,00 por bushel, cotado a US$ 9,96 por bushel. Já o maio/18 trabalhava a US$ 10,08 por bushel.

    As agências internacionais reforçam que os preços operam em alta pelo nono pregão consecutivo. “Esse é o maior rally ininterrupto em quase seis anos, com o clima seco na América do Sul e um dólar americano mais fraco, que pode contribuir para a demanda”, informou a Reuters internacional.

    Para a Argentina, a grande preocupação dos participantes do mercado é em relação ao impacto do clima irregular no rendimento das lavouras de soja. Por enquanto, as previsões climáticas indicam chuvas entre 2 a 15 mm nos próximos três dias em algumas regiões de produção, inclusive em Buenos Aires.

    Por outro lado, o comportamento do dólar americano está no centro das atenções dos investidores. “Os compradores estrangeiros têm mais poder de compra e tendem a comprar mais dos EUA quando o dólar é fraco”, reportou o Agriculture.com. O USDA deverá reportar nesta sexta-feira (26) seu boletim semanal de vendas para exportação.

    Em entrevista à agência Reuters, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse que “um dólar mais fraco beneficia a balança comercial norte-americana no curto prazo, mas acredita na força de longo prazo da moeda”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Febre aftosa: nova dose deve ser aplicada a partir do segundo semestre

    Segundo o Mapa, pecuaristas podem ficar tranquilos em relação ao novo produto que será ofertado no mercado.

    A aplicação da vacina contra febre aftosa em dose reduzida de 2 mililitros, prevista na Instrução Normativa nº 11 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), deverá valer neste ano, mas a partir da segunda fase de aplicação, que sempre acontece no segundo semestre, explicou nesta quarta-feira (24) o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel. “É importante ressaltar que o pecuarista não procure, agora, em maio, as vacinas com a nova formulação”, alertou.

    Um dos principais objetivos na mudança da vacina será a injeção de menor volume de óleo mineral, com consequente redução de reações alérgicas nos animais. “Trabalhamos muitos anos com a dose de 5mls. A transição precisa ser feita de maneira adequada com todas as vigilâncias necessárias por parte do Ministério da Agricultura para que, com a redução da dose, se mantenham as mesmas garantias. Por isso, esse cuidado”, afirmou.

    De acordo com comunicado do Mapa, o secretário lembrou que “cem por cento dessas vacinas, que são produzidas no Brasil para vacinação de febre aftosa, são testadas pelos Lanagros, os laboratórios oficiais agropecuários do Ministério da Agricultura. Também se mantém vigilância no mercado para garantir a eficiência da vacina”.

    Vacina contra febre aftosa
    Rangel disse que o produtor pode ter tranquilidade em relação ao novo produto que será ofertado, “pois estará atestado pelo ministério e com a segurança necessária”. Mas lembrou que o mesmo cuidado em relação ao produto deve haver também com o manejo. A aplicação da vacina é fundamental para eficiência da imunização, observou. É importante que o pecuarista seja capacitado para aplicar a nova dose. “Para fazer isso e assegurar a transição saudável, que vá além do cuidado com o insumo, fizemos parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e o Senar”.

    Rangel enfatizou ainda: “O mais importante para nós é fazer com que a imunização tenha todas as características de segurança e eficiência para manter o status sanitário que temos hoje. Nós viemos já de 50 anos trabalhando com a erradicação dessa doença no Brasil e a vacinação foi ferramenta fundamental para atingirmos o status atual”. O país está livre da febre aftosa com vacinação, o que deverá ser referendado, em maio próximo, pela OIE (Organização Mundial de saúde Animal). Santa Catarina é o único estado livre sem vacinação.

    Conjunto de normas previstas no Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) traz as ações que serão desenvolvidas nos próximos dez anos para o Brasil tornar-se área livre da febre aftosa sem vacinação a partir de 2023, informou o Mapa.

    Fonte: SF Agro