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19 de janeiro de 2018

  • Soja segue testando leves altas em Chicago com olho no clima e no dólar nesta 6ª feira

    No pregão desta sexta-feira (19), os preços da soja dão continuidade às altas observadas ontem e seguem trabalhando em campo positivo na Bolsa de Chicago. As cotações, por volta de 8h (horário de Brasília), subiam entre 2 e 2,50 pontos, levando o março a US$ 9,75 e o maio/18 a US$ 9,86 por bushel.

    Segue o foco sobre a América do Sul, porém, com os traders esperando por um clareza maior sobre seu tamanho. Há problemas sendo pontuados no Brasil, porém, as perdas ainda não foram quantificadas. Na Argentina, a preocuopação com o clima seco continua, todavia, essas são informações já absorvidas pelo mercado e as estimativas têm divergido muito sobre o tamanho da colheita no país.

    Os fundos investidores se mostram atentos ainda ao comportamento do dólar, que segue recuando diante de uma série de outras moedas, ajudando a ampliar o espaço para a recuperação da commodity no mercado futuro norte-americano.

    Nesta sexta ainda, atenção aos números das vendas semanais para exportação norte-americanas que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza nesta sexta-feira. Tradicionalmente, o reporte chega às quintas-feiras, porém, em função do feriado da última segunda foi adiado para hoje.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja: Preços sobem em Chicago com possibilidade de atraso na chegada da oferta da América do Sul

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago operou por boa parte do dia, mais uma vez, com estabilidade na sessão desta quinta-feira (18), mas ganhou alguma força no fim do dia e encerrou os negócios de forma positiva. Os ganhos entre as principais posições foram de pouco mais de 4 pontos, mantendo o maio/18 acima dos US$ 9,80 por bushel.

    Esse movimento, como explica o analista de mercado Marlos Correa, da Insoy Commodities, se deu, principalmente sobre as expectativas dos investidores depois das últimas movimentações, especialmente depois do último relatório mensal de oferta e demanda trazido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na sexta-feira passada (12).

    E essas expectativas se dão diante da espera dos traders por uma clareza sobre a nova safra da América do Sul e seu real potencial. Afinal, apesar dos problemas que vêm sendo registrados, com mais força na Argentina, os números das produções ainda estão dentro do que espera o mercado, ainda segundo Correa.

    Na contramão, entretanto, esses problemas pontuais – de excesso de chuvas em algumas regiões, falta em outras, doenças e pragas, e um atraso do ciclo em alguns pontos – pode trazer ocasionar também um atraso da entrada dessa oferta no mercado.
    Confirmado, poderia  haver uma maior demanda pela soja norte-americana – que está com as vendas para exportação mais lentas este ano – criando algum espaço de sustentação para as cotações em Chicago.

    O movimento positivo das cotações, porém, ainda é frágil e ainda é prematuro dizer que pode continuar e levar as cotações acima dos US$ 10,00 por bushel de forma sustentável, como explica o analista.

    Enquanto isso, o quadro climático sul-americano continua a ser acompanhado mapa a mapa, no entanto, bem menos divergentes do que antes.

    “Os modelos estão praticamente em sintonia com as previsões para a Argentina, com o modelo americano colocando apenas um pouco mais de chuvas para Entre Rios que o Europeu”, explica o diretor da Labhoro Corretora, Ginaldo Sousa.

    Fonte: Notícias Agrícolas