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22 de janeiro de 2018

  • Plantio de soja na Argentina deve ser reduzido

    A Bolsa de Cereais de Buenos Aires deve reduzir outra vez a área do plantio de soja estimada devido aos atrasos de semeadura causados pelo clima seco em importantes regiões produtoras. Na semana passada, a bolsa baixou a projeção de área plantada par 18 milhões de hectares dos 18,1 milhões hectares previstos previamente, citando a seca no Noroeste da província de Buenos Aires. Cerca de 30% dos um milhão de hectares projetados para soja nessa parte do país ainda precisam ser plantados, segundo um anúncio da Bolsa de Cereais da semana passada.

    “Ainda há risco de não poder finalizar os planos de plantio em partes do Sul das províncias de Salta e de Tucumán, onde alguns produtores podem mudar soja para feijão,” afirmou a Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

    A janela para semeadura está rapidamente fechando porque a soja plantada muito tarde em Janeiro começa a correr o risco de morrer por geadas durante o Outono do Hemisfério do Sul entre Maio e Junho. O plantio de soja da Argentina começa a meados de Outubro e usualmente se estende somente a primeira semana de Janeiro.

    Ainda de acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os produtores argentina já plantaram 96,7% da área total estimada para a temporada 2017/2018 de grãos. Além de perder superfície para o feijão, a área da oleaginosa também começou a disputar espaço com amendoim, segundo reportado pelo Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) recentemente. No caso do amendoim, as áreas se concentram na província de Córdoba.

    Fonte: Agrolink

  • Rio Grande do Sul terá muitas chuvas em fevereiro

    Segundo a meteorologia até lá, a expectativa é de tempo firme nesta semana e chuvas na próxima semana.

    Produtores de soja do Rio Grande do Sul estão preocupados com o desenvolvimento das lavouras, afinal as chuvas têm sido muito irregulares desde o inicio do plantio. Segundo dados meteorológicos as precipitações devem vir com maior regularidade a partir de fevereiro.

    A partir do dia 24 até 30 de janeiro essa situação muda e o Rio Grande do Sul já recebe precipitações de 55 milímetros. No mesmo período, Sudeste e Centro-Oeste recebem 80 milímetros acumulados.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja: Mercado responde ao clima na América do Sul e preços têm bom avanço em Chicago nesta 2ª

    A semana começa positiva para os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. A commodity subia na sessão desta segunda-feira (22), por volta de 7h20 (horário de Brasília), pouco mais de 6 pontos, levando os vencimentos julho e agosto de volta ao patamar dos US$ 10,00 por bushel. O maio/18 era cotado a US$ 9,95.

    Com esse avanço, segundo a Reuters internacional, os preços alcançam suas máximas em seis semanas ainda diante das preocupações que o clima na América do Sul traz. Na Argentina, o tempo seco ainda chama a atenção dos traders, tal qual as condições que atrasam a colheita no Brasil. Há muitos pontos em que as chuvas passam a ser um problema em função de seu excesso, travando o andamento dos trabalhos de campo.

    “O mercado da soja respondeu ao quadro climático adicionando alguns prêmios de risco aos preços, e o prêmio climático, agora, é grande o suficiente para levar o contrato março a superar a média do média do mês passado”, diz o analista do Commonwealth Bank da Austrália, Tobin Gorey.

    Sobre o clima na Argentina, a consultoria internacional AgResource explica que “os totais pluviométricos são bem mais escassos do que o previsto e as chuvas projetadas não são de fato confirmadas, ocasionando a redução expressiva dos níveis de umidade do solo”.

    Neste início de semana ainda, atenção dos investidores voltados também para a movimentação do dólar frente às principais moedas mundo a fora, bem como para a atualização de dados da demanda, com o boletim semanal dos embarques norte-americanos de grãos.

    Fonte: Notícias Agrícolas