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30 de janeiro de 2018

  • Reuniões dos Núcleos da Cotrijuc iniciam dia 5 de fevereiro

    A Cotrijuc dá início no dia 5 de fevereiro a rodada de reuniões nos núcleos em que leva de forma antecipada aos associados o resultado do balanço de 2017. Até o dia 26 de fevereiro, a direção vai percorrer os 25 núcleos de produtores, totalizando 9 encontros. A Assembleia Geral Ordinária está marcada para o dia 28 de fevereiro, às 9h 30min a última chamada, na sede da cooperativa.

    A expectativa é de que haja grande participação do quadro social, já que os números da Cotrijuc no último ano serão apresentados durante os encontros. “É importante que os produtores participem das reuniões para que conheçam detalhadamente os números deste ano e decidam, em conjunto, a destinação das sobras”, comenta o presidente da Cotrijuc, Caio Vianna.

    Na avaliação do vice-presidente da Cotrijuc, Eduardo Linck Waihrich, as reuniões são de extrema importância não só para a cooperativa, mas também para todo o quadro social. “É uma forma do produtor mostrar a força da cooperação e ver como a Cotrijuc trabalhou em 2017, conhecer os resultados e projetar as ações para 2018”, destaca.

    ELEIÇÕES – Além da apresentação do balanço, fazem parte da pauta das reuniões de núcleo a indicação dos nomes dos candidatos para comporem os Conselhos de Administração e Fiscal, que irão à votação na assembleia.

    CRONOGRAMA DAS REUNIÕES

    Dia 5/02 – Núcleos: Pinhal Grande, São José do Pinhal e Rincão da Várzea, às 19h, no Clube Avenida.

    Dia 6/02 – Núcleos: Colônia Pereira de Souza, Linha Cinco, Boca da Picada, Três Mártires, Colônias Novas, Itaara, Val de Serra e São Martinho da Serra, às 19h, na localidade de Três Mártires.

    Dia 7/02 – Núcleos: Sede e Ramada, às 19h, na Afuntrijuc;

    Dia 8/02 – Núcleos: Ivorá, Linha Lôndero, Piruva, Barreiro e Linha Um, às 19h, na Linha Lôndero;

    Dia 20/02 – Núcleos: Passo do Jacuí, Rincão do Appel e Medianeira, às 19h, na Medianeira;

    Dia 21/02 – Núcleos: Céu Azul e Ivaí, às 19h, no Esporte Clube Palmeiras;

    Dia 22/02 – Núcleos: São João dos Mellos, Santo Antão e Santa Terezinha, 19h, na localidade de Santo Antão;

    Dia 26/02 – Núcleo de Quevedos, às 19h, no Salão Paroquial;

    Assembleia Geral Ordinária (AGO) – Dia 28/02, última chamada às 9h 30min.

    Fonte: Assessoria de Comunicação (Ascom) da Cotrijuc

  • Importação de químicos agro sobe 13% em 2017

    O Brasil importou US$ 10,835 bilhões (FOB, Free On Board – contrato de exportação com custos de transporte interno incluso até o carregamento do navio) de produtos químicos para o agronegócio no ano passado, incluindo fertilizantes, seus intermediários e defensivos agrícolas. Os dados foram divulgados pela Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), com base em informações do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços).

    Houve aumento de 13% do montante adquirido pelo País no exterior na comparação com os US$ 9,592 bilhões registrados no mesmo levantamento realizado no ano de 2016. Os dados constam no Relatório de Estatísticas de Comércio Exterior (RECE), conforme dados do Sistema Alice (Análise das Informações de Comércio Exterior), mantido pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

    Os fertilizantes e intermediários seguem liderando a pauta de importação brasileira de produtos químicos. O País comprou US$ 7.460 bilhões acumulados entre janeiro e dezembro de 2017, o que representa um expressivo aumento de 21,2% na comparação com os doze meses do ano imediatamente anterior, quando haviam sido adquiridos US$ 6.156 bilhões.

    Já nos defensivos agrícolas (entre princípios ativos e produtos formulados) houve uma leve redução: o Brasil importou US$ 3.375 milhões neste mesmo período analisado. Esse acumulado significa decréscimo de 1,8% sobre os US$ 3.436 milhões comprados no exterior de janeiro a dezembro de 2016. Essa queda, porém, foi muito menor que a registrada no primeiro semestre de 2017 (15,5%), mostrando que esse segmento voltou a aquecer nos seis últimos meses do ano.

    Fonte: Agrolink

  • Saldo da agropecuária saltou 51 mil vagas em 2017

    Após fechar 2016 com saldo negativo na geração de empregos, o setor agropecuário não só voltou para o azul no ano passado, como se destacou entre as áreas da economia que mais criaram postos de trabalhos.

    Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho (MTE) nesta sexta-feira (26), mostram que o segmento fechou 2017 com saldo de 37 mil postos de trabalho, contra os 14,2 mil negativos dos 12 meses anteriores. Do vermelho para o azul, evolução representa um saldo de 51,2 mil vagas.

    O resultado ficou atrás, apenas, do obtido pelo comércio, cuja diferença entre contratações e demissões foi de aproximadamente 40 mil vagas.

    “Em 2016 a safra foi pior, tivemos uma quebra. E também foi o ano em que tudo desandou, com turbulência política e muitos empresários perdendo a confiança para fazer investimentos”, explica Maiko Zanella, engenheiro agrônomo e analista técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). “Em 2017 o clima ajudou com uma boa safra de grãos, a demanda por trabalho na colheita aumentou. E isso também impactou na queda da inflação, na balança comercial, no reequilíbrio da parte econômica. É uma fase de retomada, com o pessoal voltando a ter confiança para investir.”

    O Paraná seguiu a tendência do país e fechou o ano com saldo positivo de 478 empregos na agropecuária. Em 2016, o índice também havia fechado no vermelho, com 1,5 mil demissões a mais do que contratações.

    Para 2018, a perspectiva é positiva para o setor no Paraná. A Frimesa deve concluir ainda neste ano a construção de um frigorífico de suínos em Assis Chateaubriand, na região Oeste, que será o maior da América Latina. “Vão ser 3 mil empregos diretos e mais de 4 mil quando estiver completo. Isso devido aos investimentos na parte de agroinduústria e agregação de valor”, completa o analista da Ocepar.

    Fonte: Agrolink