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20 de fevereiro de 2018

  • Soja sobe mais de 1% em Chicago nesta 3ª e tem máximas em 11 meses com seca na Argentina

    Os negócios com a soja na Bolsa de Chicago foram retomados nesta terça-feira (20), pós feriado nos Estados Unidos, com força total e os preços alcançando suas máximas em 11 meses. Os futuros da commodity, por volta de 7h20 (horário de Brasília), subiam entre 12,25 e 13,50 pontos nos principais contratos, ou seja, mais de 1%.

    O tempo seco nas áreas-chave de produção da Argentina se mantém como principal rally para as cotações neste momento. Com isso, o vencimento maio/18 já batia em US$ 10,45 e o julho e agosto nos US$ 10,55 por bushel.

    As chuvas do último final de semana foram ‘desapontadoras’ nos campos argentinos e levou os traders a voltarem em apostar em novos ganhos não só para a soja, mas para o complexo de uma forma geral. No pregão desta segunda, sobem também os futuros do farelo – que estão em seus mais elevados patamares em 19 meses na CBOT – e do óleo de soja.

    “Choveu em algumas partes da Argentina, porém, não o suficiente em áreas importantes e que precisavam das chuvas”, diz ao Agrimoney o analista internacional Mike Mawdsley, da First Choice Commodities. E para esta semana, mais volumes limitados e esparsos são esperados, de acordo com as últimas previsões climáticas.

    Olho ainda no dólar. A moeda americana vem recuando e o index, que atua frente a uma cesta de principais moedas, mostra suas mínimas em anos. Nesta terça, porém, o índice tenta uma ligeira retomada e sobe 0,53% para 89,55 pontos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Baixa movimentação no mercado de adubos

    O preço da ureia agrícola ficou praticamente estável em fevereiro (alta de 0,1%), em relação a janeiro deste ano.

    Segundo levantamento da Scot Consultoria, a tonelada do adubo está cotada, em média, em R$1.247,14 em São Paulo, sem o frete.

    Na comparação com fevereiro do ano passado o insumo está custando 4,8% mais este ano.

    O cenário é de demanda fraca por fertilizantes no país neste momento. Do lado do câmbio, porém, houve grandes oscilações nos dois primeiros meses de 2018, o que impacta diretamente no mercado de adubos. No mercado internacional, o quadro é de uma oferta mais ajustada e preços firmes desde meados de 2017.

    Em curto e médio prazos, a expectativa é de baixa movimentação no mercado brasileiro de adubos, com a demanda aumentando a partir de abril, com as compras para o plantio da safra de verão 2018/2019.

    Até lá não estão descartadas quedas nas cotações dos fertilizantes no mercado interno. Vai depender do dólar.

    Fonte: Scot Consultoria