Monthly Archives

março 2018

  • USDA traz área menor de soja para os EUA e preços reagem com forte alta na CBOT

    O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou, no início da tarde desta quinta-feira (29), seu relatório de inteção de plantio e surpreendeu o mercado ao trazer, para a soja, 36,02 milhões de hectares (89 milhões de acres).

    O número é menor do que a média das expectativas do mercado de 36,79 milhões de hectares, e fica abaixo ainda do intervalo das projeções dos traders, que variavam de 36,38 a 37,27 milhões de hectares.

    Além disso, é menor também do que o número trazido pelo departamento, em fevereiro, de 36,42 milhões de hectares, durante o Agricultural Outlook Forum.

    Os preços da oleaginosa já reagem na Bolsa de Chicago e sobem mais de 2,4% na tarde de hoje, com o maio/18 de volta aos US$ 10,42 por bushel.

    O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou, no início da tarde desta quinta-feira (29), seu relatório de inteção de plantio e surpreendeu o mercado ao trazer, para a soja, 36,02 milhões de hectares (89 milhões de acres).

    O número é menor do que a média das expectativas do mercado de 36,79 milhões de hectares, e fica abaixo ainda do intervalo das projeções dos traders, que variavam de 36,38 a 37,27 milhões de hectares.

    Além disso, é menor também do que o número trazido pelo departamento, em fevereiro, de 36,42 milhões de hectares, durante o Agricultural Outlook Forum.

    Os preços da oleaginosa já reagem na Bolsa de Chicago e sobem mais de 2,4% na tarde de hoje, com o maio/18 de volta aos US$ 10,42 por bushel.

    Milho

    A área de milho também foi revisada para baixo em relação a 2017 em 2%, estimada em 35,61 milhões de hectares (88 milhões de acres). O número ficou bem abaixo da média das expectativas – de 36,14 milhões – e próximo à mínima do intervalo esperado, de 35,77 a 36,83 milhões de hectares.

    No ano passado, foram cultivados 36,5 milhões de hectares com o cereal e, no USDA Agricultural Outlook Forum, a primeira projeção veio em 36,42 milhões.

    Trigo

    Para o trigo, apesar de uma rentabilidade mais ajustada, o USDA espera um aumento de 3% na área total plantada com o cereal para 19,14 milhões de hectares (47,3 milhões de acres). Ao ser confirmada, essa será a segunda maior área com todo o trigo americano desde 1919.

    Os números também surpreenderam o mercado, que esperava uma área menor para o grão, com a média esperada em 18,8 milhões de hectares. As projeções variavam de 18,62 a 19,1 milhões.

    Algodão

    No caso do algodão, um dos destaques desse reporte, os números vieram em linha com o esperado pelos traders e se espera uma alta de 7% na área para a nova temporada. O número veio em 5,46 milhões de hectares, frente as expectativas de 5,26 a 5,56 milhões, com média de 5,39 milhões de hectares.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • CNA sedia reunião do Grupo de Trabalho de manejo de Pastagens

    Membros do Grupo de Trabalho de Manejo das Pastagens da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Carne Bovina se reuniram na CNA, na quarta (28), para definir estratégias de um projeto que irá fomentar o manejo sustentável de pastagens.

    De acordo com o técnico Thiago Rodrigues, o Programa Pecuária Mais Sustentável será apresentado para apreciação na próxima reunião da Câmara Setorial de Bovinos de Corte.

    “Inicialmente recomendamos a inclusão do manejo de pastagens de ações no Plano ABC para a redução da emissão de gases de efeito estufa na agricultura. Agora, estamos definindo estratégias de atuação conjunta para a implantação de um programa nacional de fomento ao manejo de pastagens”, declarou.

    Entre as ações previstas estão a adoção de tecnologias para áreas onde são desenvolvidas a pecuária visando a recuperação de áreas de pastagens, capacitação continuada de técnicos e multiplicadores para no manejo sustentável de pastagens para a bovinoculturae a implantação de uma metodologia gerencial nas propriedades.

    Representantes da Embrapa e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também participaram da reunião.

    Fonte: CNA

  • Promoção Postos Cotrijuc “Um tanque por mês”

    REGULAMENTO

    Promotora:

    Razão Social: COTRIJUC – Cooperativa Agropecuária de Júlio de Castilhos

    Endereço: Rua Coronel Severo Barros, 247 – Bairro Santa Isabel – Júlio de Castilhos – RS – Brasil – CEP: 98130-000.

    CNPJ: 91.023.168/0015-73          Telefone: (55) 3271-9325 Site: www.cotrijuc.com.br

     

    DISPOSIÇÕES GERAIS:

    Art 1° – Prêmio do sorteio: 01 (um) tanque de 45 litros de gasolina comum ou 50 litros de óleo diesel por mês.

    Art 2° – Data de início: 26 de março de 2018; data de término: 31 de março de 2019.

    Art 3° – O sorteio será realizado no Posto Cotrijuc Sede todo o dia 25 de cada mês, respectivamente: Abril de 2018 à março de 2019, às 17h 30min.

    Art 4° – Caso o ganhador não esteja presente no momento do sorteio, será comunicado por telefone, descrito no cupom sorteado.

     

    PARTICIPAÇÃO:

    Art 5°– A cada R$ 100,00 (cem reais) ou mais abastecidos com gasolina ou R$ 200,00 ou mais abastecidos com óleo diesel nos postos COTRIJUC o cliente/cooperado recebe um cupom para participar da promoção.

    Art 6°- O cliente/cooperado pode juntar cupons ou notas fiscais para trocar pelos cupons da promoção, respeitando os artigos 3º e 5º.

    Art 7° – É de responsabilidade do cliente/cooperado preencher o cupom (com nome completo, endereço e telefone de contato) e depositá-lo em uma das urnas da promoção.

    Art 8° – É de responsabilidade do cliente/cooperado as informações contidas no cupom.

    Art 9° – As urnas ficarão disponíveis nos Postos Cotrijuc – Sede, Quevedos e Itaúba.

    Art. 10° – Será escolhido um representante da cooperativa para o sorteio do cupom.

    Art. 11° – Será verificada a validade do cupom após o sorteio, serão considerados válidos os cupons que constarem: carimbo da Cooperativa, nome legível e telefone para contato.

    Art 12° – Cupom não validado será desclassificado no momento em que porventura seja sorteado, e não fará jus ao prêmio, sendo sorteado um novo cupom.

    Art 13° – Não é exigida a presença do ganhador no local de apuração, tendo em vista o que prevê o artigo 4° do presente regulamento.

    Art 14° – Não será permitida a troca do prêmio por moeda corrente e o mesmo deverá ser usado integralmente de uma única vez.

    Art 15°- Promoção válida somente para veículos abastecidos nas bombas dos Postos Cotrijuc.

    Art 16°- Produtos das lancherias e rampas de lavagem dos Postos Cotrijuc não fazem parte desta promoção.

    Art 17°- O regulamento completo da presente promoção estará exposto nos murais, na página da Cotrijuc no facebook e no site da Cooperativa (www.cotrijuc.com.br)

    Art 18°- A Comissão Organizadora em conjunto com o Comitê de Administração da Cotrijuc decidirão sobre impasses eventualmente ocorridos durante todo o processo do sorteio.

    Art 19°- A simples participação nesta promoção implica total conhecimento e aceitação deste regulamento, bem como de seus termos e condições, pelos participantes, incluindo o direito de imagem da foto dos vencedores com seus respectivos prêmios.

    Art 20°- O presente regulamento poderá ser alterado e/ou a promoção suspensa e/ou cancelada, sem aviso prévio, por motivo de força maior ou qualquer outro fator ou motivo imprevisto, que esteja fora do controle do Postos Cotrijuc e que comprometa a promoção.

  • À espera dos números do USDA, em Chicago, mercado da soja se mantém estável nesta 3ª feira

    Segue a estabilidade no mercado internacional da soja no início da tarde desta terça-feira (27). Os futuros da commodity, por volta de 12h15 (horário de Brasília), subiam 0,25 ponto nos principais contratos, levando o maio/18 aos US$ 10,25 por bushel. O agosto/18 busca retomar os US$ 10,40.

    Como explicam analistas e consultores, os negócios seguem mostrando o compasso de espera em que se mantém o mercado diante da espera pelos novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final desta semana, que á mais curta.

    Em função do feriado da Sexta-Feira Santa, as bolsas americanas não funcionam e os negócios serão retomados somente na segunda-feira (2).

    Os números de estoques trimestrais norte-americanos são ansiosamente aguardados pelos participantes do mercado, porém, as atenções estão ainda mais voltadas para os dados das áreas de plantio nos EUA. Segundo explicam analistas, a área de soja deverá ser maior do que a de milho nesta temporada e, confirmada, poderia vir a pesar sobre as cotações.

    No quadro paralelo, o mercado se atenta também aos desdobramentos da guerra comercial entre China e Estados Unidos – que ainda não viu a soja americana se tornar um alvo oficial do governo chinês, mas segue especulando sobre o caso – e à conclusão da safra na América do Sul.

    No Brasil, já há quase 70% da área colhida até este momento, segundo a última estimativa da consultoria Datagro, com uma projeção de colheita acima dos 116 milhões de toneladas. Na Argentina, algumas chuvas têm chegado às regiões produtoras que vinham sofrendo com uma das piores secas dos últimos 30 anos, porém, tarde e ainda limitadas para trazer um alívio expressivo após as perdas causadas pelo clima.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Exportação de soja brasileira para China sobe 154%

    As exportações de soja brasileira para a China subiram 154% no último mês de fevereiro, de acordo com dados divulgados pelo Departamento de Alfândega do país asiático. A disparada nas compras ocorre na esteira da chamada “guerra fria comercial” que os chineses vem travando com o governo norte-americano de Donald Trump.

    “Este aumento expressivo e repentino das exportações brasileiras de soja se seguiu ao debate entre os Estados Unidos e a China, no qual os chineses estão dando preferência para a compra de soja brasileira em retaliação às sanções impostas pelos americanos. Ao mesmo tempo, os prêmios pagos pela soja brasileira estão situados em níveis recordes, os mais altos dos últimos 12 anos”, afirma o analista Luiz Fernando Pacheco, da T&F Consultoria Agroeconômica.

    O especialista lembra que, em retaliação a um segundo anúncio de sanções de US$ 60 bilhões contra diversos produtos, a China impôs US$ 3 bilhões em sanções aos produtos americanos. No entanto, observa, deixou a soja de fora porque o país não consegue se abastecer integralmente no mercado internacional sem a participação dos EUA.

    “Contudo, Traders chineses estão procurando produtos alternativos para a ração animal, para compensar a redução das importações de soja americana”, aponta Pacheco.

    Em números gerais, as exportações semanais de soja brasileira acumularam 7.052,57 mil toneladas. O resultado ficou 204,2% acima do mês anterior, embora tenham ficado 3% abaixo do mesmo mês do ano passado. A projeção do mercado era de 8.712 mil toneladas.

    Fonte: Agrolink

  • Valor de R$ 188 bi deverá ser mantido para 2018/2019

    Em debate com produtores rurais, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, afirmou que o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019 deverá manter, no mínimo, os R$ 188 bilhões aprovados para a colheita passada. A principal reivindicação foi a redução da taxa de juros para o próximo Plano Safra. A logística e a melhoria da infraestrutura de transporte fora, outras reivindicações importantes: a conclusão da pavimentação da BR 163 e a implantação de ferrovia ligando a região Centro-Oeste ao terminal de Miritituba, no Pará, e aos demais portos do Arco Norte.

    O diretor de Crédito do Mapa, Wilson Vaz Araújo, alerta que “a agricultura não pode prescindir de níveis adequados de recursos ao produtor, pela sua importância no controle da inflação, na balança comercial e na retomada do crescimento econômico”. O diretor disse ainda que o plano poderá ser apresentado um pouco mais cedo este ano. Em 2017 o PAP foi anunciado em 7 de junho.

    Entre as novidades do Mapa para o Plano Safra 2018/2019 estão a implantação de um sistema de seguro que seja feito por meio de leilão direto para o produtor, e não pelo agente financeiro. “Eu reconheço que nós precisamos avançar. Por isso, façam encaminhamentos práticos, e a gente altera o que seja factível”, completou Geller.Os juros poderão recuar a partir de julho quando começarem os preparativos para o novo ciclo de produção. O corte será feito para seguir as reduções que estão ocorrendo na taxa básica de juros, a Selic, fixada em 6,5% ao ano, contra os 8,5% anuais cobrados sobre as operações de custeio. O saldo de aplicação de 2017/2018 deverá ser de R$ 150 a 155 bilhões até 30 de junho.

    Fonte: Agrolink

  • Argentina reduz soja para 39,5 milhões de toneladas

    A produção argentina de soja na temporada 2017/2018 deve ficar nos 39.500.000 toneladas, de acordo com o último relatório semanal de acompanhamento das culturas da BCBA (Bolsa de Cereais de Buenos Aires), divulgado quinta-feira (22.03). O boletim registra que a região Nordeste (NEA) totaliza perdas de rendimento por déficit hídrico, provocando maior redução da projeção da produção, além de temperaturas próximas a zero grau, que acrescentam riscos de aumentas as perdas.

    A colheita dos primeiros lotes começou no centro da região agrícola do país, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica. Pontualmente, na região Centro-Norte de Córdoba foram encontrados rendimentos entre 1.500 e 2.500 kg/há, enquanto que para o Sul desta mesma província os rendimentos encontrados ficaram entre 1.000 e 2.300 kg/há.

    No Núcleo Norte a colheita ainda avança mais lentamente, encontrando-se por enquanto rendimentos entre 1.500 kg/ha a 4.000 kg/ha e, talvez por uma maior influência do lençol freático, as médias melhoram até o Núcleo Sul, onde são encontrados rendimentos de 2.000 a 4.500 kg/há. O mesmo cenário se encontra no Oeste da província de Buenos Aires e Norte de La pampa, com colheitas que variam entre 2.400 a 4.200 kg/há.

    Até o momento, o maior impacto ocorre no Centro-Leste de Entre Rios, onde os rendimentos são de 800 a 1000 kg/hectare. Sobre a previsão do tempo para os próximos dias, a Consultoria AgResource aponta que os mapas climáticos indicam que, para a Argentina, nada mudou: “Chuvas concentradas exclusivamente sobre o Norte e Nord­este do país, com as principais regiões produtoras ainda sem precipitações”.

    Fonte: Agrolink

  • Altas nos preços dos grãos estimulam aquisição de máquinas

    Segundo presidente da John Deere, aumento da rentabilidade incentiva produtores a renovarem a frota.

    A queda das reservas globais de grãos, provocada pela quebra da safra na Argentina, tem levado a um aumento das cotações das commodities agrícolas, o que vem incentivando produtores de todo o mundo a renovar sua frota de máquinas agrícolas, disse nesta tarde de terça-feira, 20, o CEO global da John Deere, Samuel Allen. O executivo veio ao Brasil para participar da cerimônia de inauguração da ampliação da fábrica de Construção da montadora, em Indaiatuba, SP, que passará a produzir três modelos de tratores de esteira no País.

    “Pela primeira vez em quatro anos vemos uma potencial redução da produção de grãos no mundo, em virtude da quebra de safra na Argentina. As reservas globais de grãos estão diminuindo, o que traz sustentação às cotações das commodities; com o aumento da rentabilidade dos produtores, sobe também a venda de máquinas agrícolas”, disse Allen a jornalistas. A procura de agricultores por maquinário para substituir versões antigas tem aumentado, mas caso os preços futuros de produtos agrícolas continuem subindo, a perspectiva é de que as vendas cresçam mais. “Com os preços em alta, a tendência é de que os produtores comprem mais máquinas não apenas para substituir as antigas, como também para renovar sua frota com modelos mais modernos”, explicou Allen.

    No longo prazo, as projeções também são positivas. O CEO global da John Deere aposta que o crescimento constante da população global e a mudança na dieta em certos países – que têm consumido mais carnes e puxado para cima a demanda de grãos para produção de ração animal – vão continuar sustentando o crescimento das vendas de maquinário agrícola. Ele também considera o histórico do consumo global de grãos para sustentar esta projeção. “Nos últimos 50 anos, essa demanda só diminuiu três vezes.”

    O presidente da John Deere no Brasil, Paulo Herrmann, reforçou a previsão, lembrando que a população rural vem caindo ao longo das décadas, tornando mais necessária a mecanização da atividade agropecuária. “O último censo do Brasil apontou que 86% da população brasileira vive nas cidades. Como há cada vez menos pessoas produzindo alimentos para mais pessoas na cidade, é preciso mecanizar a agricultura”, afirmou. “Em 2020, 70% da população global viverá em áreas urbanas, contra 60% em 2010”, complementou Allen.

    Fonte: Estadão Conteúdo

  • Rio Grande do Sul terá mais chuvas em grande parte do estado na próxima semana

    Entre o sábado (24) e o domingo (25), a propagação de uma frente fria provocará chuva em todo estado, com possibilidade de temporais isolados.

    Mais chuvas chegam ao Rio Grande do Sul na próxima semana, de acordo com o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação referente ao período de 23 a 29 de março, divulgado na quinta-feira (22/03). A previsão do tempo indica que, entre 22 e 28 de março, novamente haverá chuva significativa em grande parte do Rio Grande do Sul. Na sexta-feira (23/03), a presença de uma massa de ar seco garantirá o tempo firme.

    Previsão do tempo para o Rio Grande do Sul
    Entre o sábado (24/03) e o domingo (25/03), a propagação de uma frente fria provocará chuva em todo Rio Grande do Sul, com possibilidade de temporais isolados, rajadas de vento e eventual queda de granizo, principalmente entre a Campanha, Fronteira Oeste, Missões e no Vale do Uruguai. Na segunda (26/03), o ingresso de uma massa de ar seco manterá o tempo firme na maioria das localidades; porém, nos municípios da faixa Norte do Rio Grande do Sul, a nebulosidade ainda persistirá e ocorrerão chuvas fracas e isoladas.

    Tendência para a última semana de março
    A partir da terça-feira (27/03), a cobertura de nuvens aumenta e possibilidade de pancadas isoladas de chuva em todo o Rio Grande do Sul. Somente no decorrer da quinta-feira (29/03) o ingresso de uma massa de ar seco afastará as instabilidades. Os totais acumulados previstos deverão superar os 50 mm na maioria das localidades em parte da Campanha, Fronteira Oeste, Missões e no Vale do Uruguai. No restante do estado, os valores oscilarão entre 30 e 50 m, informou o Boletim Meteorológico Semanal da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul.

    Fonte: Farming Brasil