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março 2018

  • Trump libera Brasil, UE e mais cinco países de tarifas de importação de aço, diz representante comercial

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu a aplicação de tarifas de importações de aço e alumínio para produtos do Brasil, da União Europeia e cinco outros países, enquanto negociam isenção das sobretaxas, informou nesta quinta-feira o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer.
    “A ideia que o presidente tem é baseada em um certo critério, de que alguns países devem ser excluídos”, disse Lighthizer durante uma audiência em comitê no Senado norte-americano.

    “Há países com os quais estamos negociando… O que ele decidiu é pausar a imposição das tarifas com relação a estes países.”

    Lighthizer então citou Canadá e México, “Europa… Austrália… Argentina… Brasil e… Coreia (do Sul)”.

    Fonte: Reuters

  • Comercialização de Paraquate passa a ser controlada por novo sistema

    A partir desta quinta-feira (22/04), toda comercialização do defensivo agrícola Paraquate deverá ser registrada em um sistema informatizado. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o objetivo é garantir as restrições impostas ao produto com a publicação da resolução RDC 177/2017. “Essa norma condiciona a venda do Paraquate ao termo de responsabilidade assinado pelos usuários e ao esclarecimento de riscos”, diz a Anvisa em comunicado.

    Controle do Paraquate

    O sistema também vai permitir que sejam identificados locais prioritários para a realização de treinamentos presenciais com os agricultores que utilizam o Parquete. O sistema foi proposto pelas próprias empresas do setor como forma de cumprir com a exigência de controle da Anvisa. A mesma ferramenta já vinha sendo utilizada para o controle da venda de outro defensivo, o Acefato, que também sofreu sanções semelhantes.   A Anvisa orienta que para que o controle funcione corretamente, é necessário que todos os entes da cadeia produtiva de defensivos adotem o novo sistema. Isso inclui os profissionais que emitem a receita agronômica, produtores, comerciantes, empregadores, prestadores de serviços e usuários.

    Como acessar o sistema

    Para utilizar a nova ferramenta, basta acessar o portal clicando aqui e seguir os passos para cadastro e uso.   Privacidade dos dados De acordo com a Política de Privacidade do Sistema AcessoAgro” a Indústria Agroquímica só poderá visualizar dados relativos a seus próprios produtos, as revendas de produtos agrícolas poderão visualizar dados relativos a suas próprias vendas e a Anvisa poderá visualizar todas as informações e dados do sistema”. Acesse aqui a Política de Privacidade do Sistema clicando aqui.

    Paraquate banido

    Em setembro de 2017, após um longo processo de avaliação, a Anvisa optou pelo banimento do produto a partir de 2020. Para esses três anos, foi estabelecido um processo de transição que define culturas específicas onde o produto pode ser utilizado e tornou obrigatória a assinatura do termo de responsabilidade e esclarecimentos sobre o risco de uso do produto.

    Fonte: SF Agro

  • Soja: Mercado em Chicago dá continuidade ao movimento positivo e trabalha em alta nesta 4ª

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago dão continuidade às altas registradas no pregão anterior e trabalham do lado positivo da tabela na manhã desta quarta-feira (21). Os vencimentos principais subiam, por volta de 7h40 (horário de Brasília), entre 5 e 5,25 pontos, com o maio/18 sendo cotado a US$ 10,33 por bushel. O julho e o agosto/18 já superavam, mais uma vez, os US$ 10,40.

    De acordo com informações de agências internacionais, o mercado ainda busca definir uma direção, principalmente, depois que boas chuvas chegaram à Argentina nos últimos dias. Embora bem-vindas e tendo pressionado as cotações severamente no início da semana, as precipitações chegam tarde demais para reverter as perdas sofridas pelas lavouras.

    “Os acumulados ficaram entre 25,4 e 50,8 mm, mas a cobertura dessas chuvas ficou confinada entre o sudeste de Córdoba, extremo sul de Santa Fé e norte de Buenos Aires”, disse o especialista em agricultura da América do Sul, Michael Cordonnier, que reduziu sua estimativa para a safra de soja da Argentina em 1 milhão de toneladas para 42 milhões.

    Assim, com o sentimento de que as chuvas chegaram muio tarde, o mercado passa a buscar uma cobertura de parte de suas posições depois das últimas baixas. A demanda intensa – com a China podendo adquirir mais de 100 milhões de toneladas nesta temporada – é um dos fatores que motiva este momvimento, segundo traz o boletim diário da consultoria internacional Allendale, Inc.

    Ao mesmo tempo, a tentativa dos traders de estarem bem posicionados antes de novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que chegam nos próximos dias também contribui. Na próxima quinta-feira (29), chegam os boletins de intenção de plantio nos EUA e dos estoques trimestrais e, principalmente o primeiro poderia ajudar a movimentar as cotações, com uma especulação maior sobre a nova safra dos Estados Unidos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Agricultores iniciam planos para a próxima safra e antecipam seguro rural

    Os produtores rurais do Rio Grande do Sul já estão atentos a proxima safra e já estão incluindo o seguro rural nos custos. Nos últimos tempos o seguro rural vem ganhando posição de destaque na mente dos agricultores do país, tanto que a área segurada no Brasil passou de 5,65 milhões de hectares em 2016 para 8,64 milhões de hectares no ano passado, conforme dados do Relatório do Programa de Seguro Rural do Ministério da Agricultura.

    “O produtor precisa contratar o seguro para se proteger de problemas que possam acontecer nas lavouras, mas não apenas nos períodos de El Niño ou La Niña”, explica o diretor da Tovese Corretora de Seguros, Otavio Simch. Os números revelam que há um crescimento do setor no país, mas ainda longe do ideal. Enquanto nos Estados Unidos mais de 90% da área rural está coberta pelo seguro rural, no Brasil este índice é de apenas 12%. No fim, o seguro rural representa o menor custo da planilha do orçamento da lavoura. O especialista lembra que o produtor deve ter atenção na hora da contratação do seguro e buscar empresas com tradição no mercado local.

    O diretor da Tovese ainda alerta que é importante o produtor se agilizar na contratação do seguro, pois o Ministério da Agricultura recentemente anunciou o cronograma de liberação de recursos da Subvenção Federal, tanto para inverno como para verão. A sistemática do benefício da subvenção é pela ordem de contratação das apólices pelo produtor.

    Fonte: Agrolink

  • Bayer recebe aprovação para aquisição da Monsanto

    Nesta quarta-feira (21.03), a Bayer recebeu a aprovação antitruste da União Europeia para a aquisição da Monsanto por 62,5 bilhões de dólares.

    A Comissão Europeia disse que a Bayer mitigou as preocupações ao ofertar uma série de ativos para impulsionar a rival Basf, “Nossa decisão garante que haverá competição efetiva e inovação nos mercados de sementes, pesticidas e agricultura digital também após essa fusão”, disse Margrethe Vestager, comissária europeia da Competição, em comunicado.

    A China já deu aprovação condicional ao acordo da Bayer e da Monsanto, que também ganhou luz verde no Brasil. Atualmente, o negócio está sendo revisado pelas autoridades antitruste dos Estados Unidos e da Rússia.

    Conforme nota oficial divulgada pela Bayer, as condições cobrem, em particular, o desinvestimento de certos negócios da Bayer, incluindo o negócio global de sementes de culturas como canola, algodão e soja (com pequenas exceções restritas à região da Ásia), a plataforma de P & D para trigo híbrido, o negócio global de sementes de hortaliças. , o negócio global de glufosinato de amônio, bem como certos herbicidas à base de glifosato na Europa, predominantemente para uso industrial. Além disso, os negócios globais da Monsanto com o nematicida NemaStrike devem ser alienados. As condições também estipulam a transferência de três projetos de pesquisa da Bayer na área de herbicidas não seletivos e a concessão de uma licença para o portfólio de agricultura digital da Bayer.

    A BASF é o comprador pretendido desses ativos. A transação permanece sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo o recebimento das aprovações regulatórias exigidas. A Bayer e a Monsanto estão trabalhando em estreita colaboração com as autoridades – incluindo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos – com o objetivo de fechar a transação no segundo trimestre de 2018.

    O acordo deverá criar uma empresa com o controle de mais de um quarto do mercado mundial de sementes e pesticidas.

    Fonte: Agrolink

  • Exclusão de atestado na emissão de GTA para equídeos agrada médicos veterinários

    O Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS) considera positiva a medida da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) que retira a possibilidade de apresentação de atestado de sanidade equina para a retirada da Guia de Trânsito Animal (GTA). Instrução Normativa de março deste ano determina que a partir de 26 de agosto próximo entra em vigor a obrigatoriedade de vacinação contra Influenza Equina para a movimentação de equídeos com idade superior a seis meses para eventos com aglomeração de animais.

    Conforme o diretor do Simvet/RS, João Júnior, a entrega do atestado de sanidade traz alguns problemas já que nem sempre o médico veterinário tem condições de examinar todos os animais ou estar presente diariamente na propriedade para ter certeza que nos 30 dias que antecedem o atestado nenhum animal apresentou sintomas de doença infecto-contagiosa. “Alertamos, no entanto, que a Secretaria exige uma dose de vacina com carência de 21 dias para entrega do GTA aos animais que estiverem sendo imunizados pela primeira vez (primovacinados), o que não é a forma técnica mais adequada”, observa.

    Júnior destaca que a maneira mais correta para iniciar a imunização de um animal com vacinas mortas, como é o caso da vacina da Influenza Equina, é usar duas doses com intervalo de 21 a 30 dias, e a partir da segunda dose, uma carência de 15 dias. “Desta forma o animal estará imunizado, lembrando que fica à critério do médico veterinário fazer outras vacinas e estipular um calendário adequado para o seu cliente”, afirma.

    Conforme a Instrução Normativa 03/2018 da Seapi, a vacinação de Influenza Equina terá prazo de validade de 1 ano a partir da data de sua aplicação para fins de movimentação do animal. Para a emissão do GTA nesse caso bastará apresentar cópia do atestado de vacinação desde que seja autenticada em cartório ou pelo serviço veterinário oficial, ou seja, as Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Com chuvas na Argentina, mercado amplia perdas no pregão desta 2ª e recua mais de 20 pts

    Durante o pregão desta segunda-feira (19), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) ampliaram as desvalorizações. Às 12h37 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam quedas de mais de 20 pontos. O maio/18 operava a US$ 10,27 por bushel, enquanto o julho/18 era cotado a US$ 10,38 por bushel.

    Segundo dados das agências internacionais, os fundos de investimento permanecem liquidando suas posições depois das recentes valorizações. Além disso, chuvas foram registradas no final de semana em algumas regiões da Argentina.

    “Embora a umidade não seja suficiente para reverter a situação de perdas nas lavouras de soja, a psicologia do mercado vê a chuva como fator baixista”, informou o Agriculture.com. Os mapas meteorológicos voltaram a indicar algumas chuvas nos próximos 10 dias no país, conforme dados do site WxRisk.com.

    “No caso da soja, as atenções estão voltadas para a quantidade de chuva que atingirá a Argentina e quais regiões beneficiadas essa semana”, informou a Kluis Commodities, em nota aos clientes.

    Paralelamente, a evolução da colheita da soja no Brasil também permanece no radar dos participantes do mercado. “A expectativa é de que o mercado se volte para a grande produção brasileira e, na sequência, para o plantio que pode ser recorde nos Estados Unidos”, diz o boletim diário da Benson Quinn Commodities.

    No radar dos traders, também segue a insegurança dos efeitos reais da guerra comercial entre China e Estados Unidos e quais serão os efetivos para o mercado da soja.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Investigar a sensibilidade de raízes aos solos ácidos pode aumentar a produtividade

    Sob condições de acidez, o crescimento de raízes, principalmente em culturas como milho ou soja são fortemente reprimidos.

    Um estudo desenvolvido no Programa de Pós-graduação em Fisiologia e Bioquímica de Plantas, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP/ESALQ), identificou componentes das células de raízes sensíveis à acidez no solo. “No Brasil ocorrem cerca de 500 milhões de hectares de solos ácidos. Sob condições de acidez, o crescimento de raízes, principalmente em culturas como milho ou soja, são fortemente reprimidos”, aponta o autor da tese, Jonathas Pereira das Graças.

    Segundo o pesquisador, uma estratégia agrícola utilizada nesses solos é a aplicação de cálcio, que visa reduzir a acidez, tornando o solo favorável ao cultivo de plantas. “Todavia, além dos custos envolvidos, tal estratégia é limitada apenas a uma camada superficial de solo e pode não ser uniforme, restando gradientes de acidez nos solos para plantio. Um menor crescimento radicular, além de reduzir a produtividade, pode ocasionar maior susceptibilidade à seca. Tal fato é relevante especialmente para cultivos sem irrigação, os quais representam uma prática comum em nossa agricultura”, explica Jonathas.

    Solos ácidos
    Para controle das condições de observações científicas, a pesquisa foi conduzida em laboratório simulando condições de solos ácidos e utilizando-se Arabidopsis, uma planta modelo para estudos no sistema radicular. “O foco foi identificar componentes das células de raízes sensíveis à acidez e que provavelmente estariam ligados no desencadear da morte das células sob condições de acidez”. Além disso, elaboraram-se técnicas para examinar o papel de compostos como hormônios que podem prevenir essa morte celular, auxiliando a compreensão de como as células tornam-se sensíveis à acidez.

    O trabalho tem orientação conjunta dos professores Lázaro Peres, do departamento de Ciências Biológicas e Victor Vitorello, do CENA-USP. Identificou-se que a parede celular, isto é, o envoltório externo das células vegetais composto por celulose além de outros compostos, é rapidamente afetada pela acidez e isso desencadeia a morte das células.

    Etileno em raízes
    Durante o intercâmbio na Université Toulouse III Paul Sabatier (França), Jonathas caracterizou o comportamento de proteínas responsáveis por formar e modificar a parede celular durante o estresse e que demonstraram estar positivamente relacionadas à morte das células. “Outro fato marcante foi que a aplicação do hormônio vegetal etileno em raízes gerou tolerância das células à acidez, reduzindo a morte celular das mesmas. Muito do que se sabe sobre esse hormônio se deve a sua ampla utilização na agricultura em função de sua ação na parede celular de frutos exercendo controle sobre o amadurecimento. Assim, informações correlacionadas foram úteis para se obter esses resultados inéditos”.

    A Esalq divulgou em comunicado que a compreensão biológica do fenômeno representa um avanço científico, pois já há algumas décadas se busca conhecer melhor como a acidez interfere no crescimento das plantas. “Além disso, informações básicas sobre o problema são necessárias para que posteriormente se adotem estratégias aplicadas e direcionadas para melhoria do desempenho das culturas no campo. Ressaltamos ainda que esse tema de solos ácidos é relevante para nossa agricultura, mas ainda pouco abordado pela comunidade científica no Brasil”.

    Fonte: SF Agro

  • Produtor rural é quem mais se preocupa com preservação da água, afirma presidente da CNA

    “Estamos aqui para mostrar que o produtor rural produz com sustentabilidade e preserva o meio ambiente. Porém, mais do que isso, o produtor é quem mais se preocupa e produz cuidando da terra e da água”, afirmou o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, durante o lançamento do Programa Nacional de Irrigação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

    O evento aconteceu no espaço do Sistema CNA no 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília. Segundo Martins, a intenção da CNA no fórum é mostrar com conteúdo técnico que o setor não gasta água em excesso.

    “Queremos aproveitar esse momento para desmistificar essas questões e mostrar que o produtor rural mais do que ninguém cuida da água e da terra, afinal, se ele destruir os mananciais, estará destruindo seu próprio patrimônio.”

    O Programa de Irrigação do Senar vai capacitar o produtor e dar a ele condições de manejar os sistemas de irrigação de forma correta para ser mais eficiente no uso da água na propriedade.

    “Esse programa é fruto da demanda do setor, que sentiu a necessidade de atualizar seu conhecimento em técnicas e tecnologias voltadas à gestão do uso da água. Esse é o primeiro passo de muitos que virão, para que o produtor possa usar a água de forma responsável para produzir alimentos,” afirmou o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara.

    O programa tem 116 horas/aula e cada curso pode ser feito separadamente, de acordo com o interesse do produtor e com certificação. O Senar também está elaborando o material didático das capacitações em parceria com empresas como a Netafim, líder em sistemas de gotejamento.

    “Irrigação não é importante só para a produtividade e oferta de alimentos. É importante para a segurança alimentar e nutricional da população mundial, sem contar que a sociedade é beneficiada pela irrigação porque gera empregos e traz mais diversidade de alimentos para às prateleiras”, afirma o coordenador do programa no Senar, Rafael Nascimento da Costa.

    Para a produtora rural e presidente da Associação dos Produtores Rurais e Irrigantes do Noroeste de Minas Gerais (Irriganor), Ana Maria Valentini, o programa do Senar é muito importante para garantir a produção com sustentabilidade nas propriedades. Segundo ela, a gestão compartilhada dos recursos hídricos e a conscientização de que o produtor precisa ampliar a gestão na microbacia na qual está inserido, e não somente na sua propriedade, são fundamentais.

    “Como o produtor vai fazer uma boa gestão se ele não tiver capacidade de usar as tecnologias que nós temos disponíveis. Esse programa é muito importante e ele chega em boa hora, pois a sociedade está cobrando do produtor rural o uso mais racional e sustentável da água”.

    A meta neste primeiro ano do programa é capacitar mil produtores rurais nos temas Manejo da Irrigação, Sistemas de Irrigação por Aspersão, Irrigação Localizada, Irrigação por Superfície, Fertirrigação e Gestão de Energia Elétrica na Irrigação.

    Estavam presentes no lançamento do programa os presidentes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB), Humberto Miranda, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC), Flávio Saboya, e da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (FAEPE), Pio Guerra.

    Fonte: CNA

  • Preços de agropecuários no atacado sobem com força e IGP-10 acelera alta a 0,45% em março, diz FGV

    Os preços dos produtos agropecuários no atacado passaram a subir com força e o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou a alta 0,45 por cento em março, de 0,23 por cento em fevereiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. A expectativa em pesquisa da Reuters com economistas era de alta de 0,4 por cento no mês.

    Os dados de março mostram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo-10 (IPA-10), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral, subiu 0,63 por cento em março, contra variação positiva de 0,09 por cento antes.

    No IPA, os produtos agropecuários tiveram alta de 2,03 por cento em março, deixando para trás o recuo de 1 por cento de fevereiro. Já os produtos industriais desaceleraram a alta a 0,18 por cento, ante 0,45 por cento na leitura anterior. Para o consumidor os preços mostraram menor pressão, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor-10 (IPC-10), que responde por 30 por cento do índice geral, desacelerou a alta a 0,10 por cento, de 0,57 por cento no mês anterior.

    A FGV destacou o comportamento de hortaliças e legumes, para o resultado do mês, o que ajudou o grupo Alimentação a registrar deflação de 0,31 por cento, ante alta de 0,78 por cento em fevereiro. Já o Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) avançou 0,12 por cento em março, após alta de 0,32 por cento antes. O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

    Fonte: Reuters