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26 de abril de 2018

  • Soja dá continuidade às leves altas em Chicago nesta 5ª feira e espera novos números do USDA

    OS futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem trabalhando em alta nesta quinta-feira (26), dando continuidade à movimentação positiva observada o pregão anterior. Assim, perto de 7h40 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 3,50 e 5 pontos, com o maio/18 sendo cotado a US$ 10,32 por bushel.

    De acordo com analistas internacionais, os ganhos recentes foram reflexo de um reposicionamento dos fundos especulativos que, após as baixas das últimas sessões, vieram às compras, buscando por oportunidades.

    Ademais, entre os fundamentos, os traders seguem acompanhando o desenvolvimento dos trabalhos de campo nos Estados Unidos, com o plantio ainda exibindo algum atraso em função do tempo ainda muito frio e com falta de chuvas.

    E ainda nesta quinta, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz um novo boletim semanal de vendas para exportação e os números também podem mexer com os ânimos do mercado.

    As expectativas para as vendas de soja são de 400 mil a 700 mil toneladas para a safra velha e o mesmo intervalo para a safra nova. Para o farelo, se espera algo entre 100 mil e 300 mil toneladas, e de óleo, de 8 mil a 30 mil toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Inmet esclarece boatos sobre inverno de 2018 ser o mais rigoroso em 100 anos

    Circularam nos últimos dias informações de que o inverno no Brasil neste ano seria o mais frio dos últimos 100 anos. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), instituição oficialmente responsável pelas informações meteorológicas e climatológicas do país, no entanto, esclarece que essas notícias não passam de boatos.

    Informações disponíveis sobre a próxima estação, inclusive, não mostram anomalias. “Comunicamos que a grande maioria dos modelos de previsão de temperaturas para o inverno de 2018 indicam que teremos condições dentro da normalidade, com algumas ondas de frio que devem atingir até a parte sul da Região Norte do Brasil”, disse o Inmet em nota.

    O órgão aponta ainda que a informação divulgada, principalmente, através das redes sociais “não possui qualquer fundamento técnico/científico, nenhuma base de estudo de pesquisa climatológica ou de previsão climática”. O Inmet tem um amplo banco de registro histórico climatológico e traz os invernos mais severos que atingiram as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte:

    18 DE JULHO DE 1975 (A MAIS INTENSA: -10,0°C, em Guarapuava/PR),

    31 DE MAIO DE 1979 (-0,7°C, em Orleans/SC),

    21 DE JULHO DE 1981 (-8,4ºC, em Maria da Fé/MG),

    JULHO DE 1985 (-4,8ºC, dia 11/07, em Campos Novos/SC),

    26 DE JUNHO DE 1994 a 10 DE JULHO DE 1994 (-6,2ºC, dia 26/06, em Bom Jesus/RS),

    JULHO DE 1999 (-1,5ºC, dias 05/07 e 31/07, em Bom Jesus/RS),

    JULHO DE 2000 (-9,0ºC, dia 14/07, em São Joaquim/SC) e

    JULHO DE 2017 (-4,0ºC, dia 19/07, em Irati/PR).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Avanços do melhoramento genético do trigo no mundo

    Os avanços nas pesquisas com trigo no cenário mundial fazem parte da programação da 12ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale, que acontece de 3 a 5 de julho, na UPF, em Passo Fundo, RS.

    Estratégias de genética e manejo têm sido avaliadas nos principais centros de pesquisa com trigo no mundo em busca de soluções para problemas de fitossanidade e adversidades do clima. Desafios como giberela, brusone, seca no desenvolvimento ou excesso de chuva na colheita estão presentes em diversas regiões tritícolas do planeta. Porém, um País de clima subtropical como o Brasil, impõe um ambiente desafiador à produção de cereais de inverno, onde os resultados de pesquisa servem de referência para a comunidade científica mundial.

    A Embrapa tem desenvolvido pesquisas em parceria com diversas instituições do Reino Unido voltadas a resolver problemas na triticultura mundial num programa chamado “Desenhando o trigo do futuro”, financiado pelo BBSRC (Biotechnology and Biological Sciences Research Council). É o caso do Rothamsted Research, principal centro de pesquisa agrícola do Reino Unido, localizado em Harpenden, na Inglaterra, com estudos centenários sobre fitossanidade em cereais inverno. Diversos brasileiros estiveram no Rothamsted nos últimos anos, trabalhando junto com grupos de pesquisa que contam com tecnologia em laboratórios de ponta para buscar soluções em problemas com pragas e doenças. As experiências resultantes desta rede, que reúne as maiores competências internacionais na cultura do trigo, serão apresentadas pelo pesquisador do Rothamsted, Michael Hammond-kosak, que vai explicar como é desenvolvido o projeto “Wheat Genetic Improvement Network” (rede de melhoramento genético do trigo), no primeiro dia de palestras na Reunião do Trigo.

    Também da Inglaterra, o pesquisador do John Innes Centre, Cristobal Uauy, vem à Reunião do Trigo apresentar a evolução das pesquisas em busca da resistência genética do trigo à germinação pré-colheita, a partir da manipulação de genes que definem a composição do grão de trigo, melhorando a resiliência ou adaptação dos sistemas de produção de trigo aos estresses bióticos.

    A programação completa da 12ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale está no site http://www.reuniaodetrigo2018.com.br.

    Fonte: Embrapa

  • Syngenta desenvolve inseticida contra a malária

    A Syngenta anunciou nesta semana que um novo ingrediente ativo de inseticida para atuar contra a resistência dos vetores da malária começou a ser desenvolvido. O ingrediente ativo tem novo modo de ação e é resultado da colaboração da Syngenta e a Innovative Vector Control Consortium (IVCC) para identificar e desenvolver novas áreas de química inovadora, feitas para o controle de mosquitos vetores. O trabalho colaborativo começou em 2009.

    A Organização Mundial da Saúde estimou que em 2016 havia 216 milhões de casos de malária em mais de 90 países no mundo. A doença mata cerca de 445 mil pessoas anualmente e muitos são pequenos agricultores. A África Subsaariana é a região mais afetada com 91% das mortes. Segundo pesquisas, quando um pequeno agricultor é infectado durante uma colheira, a produtividade baixar praticamente 50%.

    A Syngenta com o IVCC contaram com o financiamento de muitas entidades para desenvolver o ACTELLIC 300CS. O inseticida é usado em 32 países africanos por recomendação da OMS e ajuda a proteger 40 milhões de pessoas. A estimativa é de que a transmissão da malária já se tenha reduzido em 40% no leste do Zimbábue e 60% no Norte do Gana.

    “Com o Actellic® 300CS estamos alcançando ótimos resultados, mas estamos cientes de que novas soluções são necessárias para o controle sustentável destes vetores. Nosso trabalho, em conjunto com o IVCC, é descobrir e desenvolver essas soluções, que podem transformar radicalmente a saúde pública em regiões onde as pessoas vivem com a ameaça diária da malária, e erradicar a doença até 2040”, afirma Erik Fyrwald, CEO da Syngenta.

    Fonte: Agrolink