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abril 2018

  • Rotação em adubação verde aumenta retorno econômico

    Utilizada há séculos na agricultura, a adubação verde vem ganhando força nas principais lavouras brasileiras. O produtor que opta pela prática reduz consideravelmente os custos com fertilizantes químicos nitrogenados e com o controle de pragas e doenças, além de garantir a recuperação do solo por mais tempo. Segundo levantamento feito por pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira do Pesquisa Agropecuária) Agrossilvipastoril e Imea (Instituo Mato-grossensse de Economia Agropecuária), o valor presente líquido (retorno econômico acumulado), pode ser até 567% maior por ano para produtores de grãos que investem em rotação com adubação verde.

    Para os cálculos, os pesquisadores consideraram uma fazenda padrão no município de Sorriso (MT), que planta 1500 hectares de soja, com uma produtividade média de 56 sacas/ha e 900 hectares de milho, com rendimento de 100 sacas/ha, sem rotação de cultura entre as safras de soja e milho. Compararam com uma propriedade de mesmas características, porém com rotação de cultura em um ciclo de quatro anos, utilizando soja precoce, crotalária, feijão guadu anão, feijão caupi e braquiária, entre a safra principal e a segunda temporada. Conforme os pesquisadores, o valor presente líquido (VPL) acumulado durante o período de 10 anos foi de R$ 556,82/ha, o que equivale a um valor de R$ 83/ha/ano para a fazenda padrão. Já para a propriedade que faz a rotação com adubação verde, o VPL foi de R$ 3.716,60/ha, equivalente a R$ 554,03/ha/ano, ou seja, um aumento de 567%.

    A adubação verde pode ser utilizada em praticamente todas as culturas, semeadas em rotação, sucessão ou consorciação, dependendo do tipo de solo, plantação e benefícios buscados.

    O diretor comercial da Piraí Sementes, José Aparecido Donizeti ressalta que se trata de uma excelente oportunidade para quem ainda não conhece na prática os benefícios da adubação verde, feita com sementes selecionadas e de qualidade, de começar a investir nessa forma de fertilização e controle integrado de pragas e doenças. “Temos produtos em pronta-entrega para todo o Brasil e ainda oferecemos orientação técnica de plantio e manejo de nossas sementes.”

    Fonte: Agrolink

  • Semana deve ser de tempo seco

    A semana deve ser de tempo seco e temperaturas um pouco mais altas. De acordo com o meteorologista Gustavo Verardo, os próximos dias prometem ser estáveis, com presença de sol entre nuvens.

    Conforme Verardo, as manhãs continuarão com temperaturas mais amenas, em torno dos 17ºC – típicas da estação -, mas as tardes serão de calor, com os termômetros podendo chegar aos 32ºC. Apenas para o fim de semana há previsão de chuva, com risco de temporais isolados.

    Confira, abaixo, como vai ser a semana:

    TERÇA
    Mín: 16ºC
    Máx: 28ºC

    QUARTA
    Mín: 17ºC
    Máx: 28ºC

    QUINTA
    Mín: 18ºC
    Máx: 30ºC

    SEXTA
    Mín: 18ºC
    Máx: 32ºC

    SÁBADO
    Mín: 20ºC
    Máx: 27ºC

    Fonte: Diário de Santa Maria

  • Soja fecha com baixas de dois dígitos em Chicago nesta 2ª com realização de lucros e pressão do trigo

    Nesta segunda-feira (16), o mercado da soja começou o dia com estabilidade, porém, começou a perder força ao longo da tarde e fechou o pregão na Bolsa de Chicago com perdas de mais de 10 pontos entre os principais vencimentos.

    Segundo explicaram analistas internacionais, parte da baixa sentida pelas cotações da oleaginosa veio das perdas registradas entre os futuros do trigo, que marcaram na CBOT suas mínimas em 10 dias. A previsão de chuvas chegando à areas produtoras americanas que vêm sofrendo com a seca têm pesado sobre o mercado do grão.

    Dessa forma, o vencimento maio/18 da soja foi a US$ 10,42 por bushel, enquanto o julho e o agosto/18 terminaram o dia abaixo dos US$ 10,60, que era uma posição que vinha tentando ser mantida pelos traders.

    Além disso, ainda como explicam analistas ouvidos pela Reuters Internacional, uma onda de venda de posições também pesou sobre as cotações da soja, com os investidores aproveitando o início da semana para realizar lucros depois de os preços terem alcançado, na última sexta-feira (13), suas máximas em mais de um mês.

    Ainda nesta segunda-feira, como explicou o analista de mercado da Cerealpar e diretor do Kordin Grain Terminal, de Malta, Steve Cachia, o mercado também sentiu uma pressão dos conflitos geopolíticos mais intensa, após os ataques americanos à Síria.

    Em um quadro de incertezas, principalmente, sobre os impactos de uma movimentação como esta nas economias envolvidas nos conflitos – incluindo os EUA e a Rússia – os investidores deixam as commodities, especialmente as agrícolas, que contam com maior índice de risco – para buscarem ativos mais seguros, como o dólar.

    E ainda na questão geopolítica, o mercado se atenta ainda aos desdobramentos da disputa comercial entre China e Estados Unidos, especialmente em função da taxação dos chineses sobre a soja americana. Embora a nação asiática já tenha sinalizado que irá tarifar a oleaginosa dos EUA, ainda não deu detalhes da medida, o que segue dando espaço para especulações e negociações em torno dessa pauta.

    Também nesta segunda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seus números dos embarques semanais com dados que ficaram dentro das expectativas do mercado. Na semana encerrada em 12 de abril, os EUA embarcaram 444,987 mil toneladas da oleaginosa, contra expectativas que variavam de 300 mil a 600 mil toneladas.

    Mercado Brasileiro

    No Brasil, as cotações recuaram neste início de semana. As baixas acompanharam as perdas mais intensas na Bolsa de Chicago e um recuo que foi observado também no dólar frente ao real. A moeda america, porém, ainda se mantém na casa dos R$ 3,40 e segue como importante fator de suporte para as referências internas.

    E apesar das baixas, os preços da soja nacional permanecem ainda fortes e em patamares, segundo especialistas, atrativos para os sojicultores brasileiros. O ritmo dos negócios, no entanto, se mostra um pouco mais lento, dado os melhores momentos observados nos últimos dias e na tentativa do produtor de aguardar por preços melhores.

    “(O momento) depende muito de cada vendedor, de cada produtor, como está sua comercialização. O fato é que vale a pena correr um pouco de risco, mas também temos que levar em conta que estamos trabalhando em patamares relativamente elevados. Na minha opinião, temos que participar com esses patamares”, diz Steve Cachia.

    Nesta segunda, as baixas no interior do Brasil – que não foram generalizadas – ficaram entre 0,67% e 4,17%. Algumas praças, porém, ainda registraram alguma valorização, como Jataí e Rio Verde, em Goiás, para R$ 68,00 por saca.

    Nos portos, Paranaguá terminou o dia com R$ 87,00 por saca, estável no disponível. Já em Rio Grande, R$ 85,50 no disponível e R$ 86,00 para a referência maio, com os indicativos perdendo 0,35% em ambos os casos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com leves altas em Chicago nesta 6ª e se aproxima das máximas em 15 meses

    O mercado da soja trabalha com leves altas nesta sexta-feira (13) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta das 8h (horário de Brasília), subiam pouco mais de 3 pontos, com o maio/18 valendo US$ 10,64 e o julho/18 já chegando aos US$ 10,75 por bushel.

    De acordo com analistas internacionais ouvidos pelo portal britânico Agrimoney, as cotações se aproximam de suas máximas em 15 meses, mostrando uma rápida recuperação após as baixas intensas da última semana.

    Para o analista de mercado Tobin Gorey, do Commonwealth Bank da Australia, as conversas entre China e Estados Unidos sobre as retaliações que estão em discussão entre as duas maiores economias do mundo deverão ter um final favorável para o comércio da soja, o que ajuda nessa movimentação das cotações.

    Apesar disso, ainda acredita que, ao menos nesse momento, os chineses seguirão favorecendo as compras de soja brasileira – o que sazonalmente acontece em todos os anos comerciais – e, na sequência, deverão se voltar novamente à oferta americana.

    Ademais, as vendas dos EUA para exportação parecem ter recuperado parte do seu ritmo e também contribuem para essa escalada da commodity na CBOT. Ao lado desse fator, pesam ainda mais sobre o andamento dos negócios as incertezas sobre a nova safra dos Estados Unidos.

    “O mercado de grãos está balanceando as informações de uma retomada da demana com o clima ainda incerto para a safra 2018/19 dos EUA, informações que vão contra a pressão ainda exercida pelo desenvolvimento da guerra comercial entre chineses e americanos”, diz o boletim diário da consultoria Allendale, Inc.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Para compensar tarifas, USDA deve comprar produtos agrícolas

    Com a ameaça da China em colocar tarifas de 25% nos produtos americanos, o presidente Donald Trump afirmou que fará com que os produtores “sejam muito mais fortes do que são agora” e que as medidas chinesas não lhe afetarão. O secretário adjunto de agricultura, Steve Censky, anunciou separadamente que o Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) está considerando opções que incluem compras de commodities.

    “Nós temos amplos poderes lá”, disse Censky aos Jornalistas Agrícolas Norte-Americanos. Trump instruiu o USDA na semana passada a montar um plano para defender os produtores do impacto das tarifas chinesas. “Estamos olhando para todas as opções, mas o USDA não resolveu nenhuma questão particular”.

    Os produtores podem ser ajudados de várias formas pelo USDA. Grãos, soja e algodão são beneficiados com subsídios rurais, que geralmente são gerados com preços de commodities em queda. Os pecuaristas já não são agraciados com programas similares que trazem assistência. A chamada sessão 32 compra excessos de commodities para doação. O USDA também compra produtos para distribuição em programas escolares de nutrição. E o departamento possui uma ampla autoridade para criar programas e gastar dinheiro através do Commodity Credit Corp, às vezes chamado do banco do USDA.

    Trump em uma reunião de gabinete chamou os produtores rurais de “grandes patriotas” e disse “que vamos acompanhá-los e fazê-los muito mais fortes do que são agora”.

    Fonte: Agrolink

  • Mofo branco ameaça soja no Sul

    O mofo branco foi uma das doenças que mais contribuiu para a redução da produtividade nas lavouras de soja na safra 2017/2018, atingindo, principalmente, a região Nordeste do Rio Grande do Sul. O fungo é um problema para grande parte dos agricultores já que pode atingir mais de 400 espécies diferentes, incluindo soja, feijão e batata, que são muito cultivadas no Sul do País.

    A doença é causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum e pode se manifestar com severidade em áreas acima de 600 metros de altitude, onde a umidade é alta e as temperaturas variam entre 10°C e 21°C. Carlos R. Dellavalle Filho, consultor técnico e Engenheiro Agrônomo, explica essas condições fazem do Rio Grande do Sul um local favorável para a proliferação do fungo. “Existem diversos relatos de perdas de produtividade na região nesse ano de 2018. Isso pode representar um grande prejuízo para o agricultor”, afirma.

    De acordo com o agrônomo, muitos sojicultores gaúchos consideram que essa é uma doença nova, mas na verdade, a área de abrangência do mofo branco está aumentando de maneira gradativa ao longo dos quatro últimos anos. Para Dellavalle, temperaturas amenas e umidade durante a noite são uma das principais condições que favorecem a proliferação e germinação do patógeno. “Não podemos esquecer também dos escleródios, os quais já estão no solo dos anos anteriores, o que nos faz pensar como vamos controlar esse fungo”, comenta.

    Dellavalle também alerta que não existe um só produto que solucionará o mofo branco e que a doença deve ser controlada com um programa de manejo integrado. “Isso inclui rotação de culturas, boa palhada (barreira física), uso de controle biológico (Trichoderma spp.), controle químico, genética no que se refere a arquitetura de planta, semente de boa qualidade e aumentar espaçamento entre linhas para melhorar aeração”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Mercado sobe em Chicago nesta 4ª feira ainda refletindo os últimos números do USDA

    Após encerrar a sessão anterior com estabilidade, os preços da soja voltam a subir na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (11). Os futuros da commodity, por volta de 7h50 (horário de Brasília), registravam altas de 5,50 a 7,50 pontos, com o maio/18 sendo cotado aos US$ 10,57 por bushel.

    Segundo explicam analistas internacionais, o mercado ainda reage aos últimos números trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu boletim mensal de oferta e demanda trazido ontem.

    A redução dos estoques finais norte-americanos de soja, bem como os globais, dá espaço para esse avanço das cotações, tal qual um corte de 7 milhões de toneladas na produção da Argentina e de 6 milhões na safra mundial.

    Assim, como explicam os especialistas, diante destes números menores e de uma demanda que segue crescendo, as preocupações com a nova safra norte-americana, portanto, são maiores e já estimulam mais especulações entre os traders da CBOT.

    Ao mesmo tempo, a disputa comercial que segue entre China e Estados Unidos continua atuando sobre a formação das cotações, o que acaba tirando parte de força de números como os trazidos pelo USDA ontem.

    “Os mercados de grãos estão procurando por pelo novo catalisador que irá direcionar os preços. Será clima, política, demanda ou preocupação com os estoques?”, diz o boletim diário da consultoria Allendale, Inc. “Com os dados do USDA já conhecidos, os futuros dos grãos e da oleaginosa terão de se focar em outros fatores. Afinal, os rallies de preços serão o que fará os produtores americanos semeares mais acres de soja ou de milho a partir de agora”, completa o reporte.

    O mercado já sabe também que a questão climática no Corn Belt nos próximos meses será o acelerador da volatilidade dos negócios em Chicago, principalmente as especulações sobre um possível atraso do início do plantio que já começa a ser discutido.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Safra de grãos está estimada em 229,5 milhões de toneladas, diz Conab

    A estimativa atual da safra de grãos no Brasil deverá manter o recorde de segunda maior safra da história, com uma produção de 229,5 milhões de toneladas. Os números estão no 7º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018 divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na terça-feira (10/04).

    Apesar do decréscimo de 3,4% em comparação à safra de grãos passada, que chegou a 237,7 milhões de toneladas, o número é ainda bastante elevado, se considerada a média de produção no Brasil em condições atmosféricas normais. Em relação ao mês de março, por exemplo, a estimativa de safra este mês mostrou uma elevação de 3,5 milhões de toneladas (1,5%).

    Fonte: SF Agro

  • Argentina não mudará uso de agroquímicos

    O Ministro da Agroindustria da Argentina, Luis Miguel Etchevehere, e a Sociedade Argentina de Apicultores protagonizaram uma forte discussão na semana passada em função da morte massiva de abelhas que foi registrada em Córdoba. A discussão aconteceu durante a reunião do Conselho Nacional Apícola, que se realizou no dia 27 de março em Buenos Aires. Na ocasião, um membro da Sociedade afirmou a Etchevehere que a situação do setor é “crítica” e que se perde anualmente apicultores e colmeias em função da “deterioração ambiental por perda da biodiversidade como resultado da política agrícola intensiva vinculada ao uso de agroquímicos”.

    “Como pensam em conviver com isso? Porque o modelo não vai mudar”, disse o ministro argentino. Dias mais tarde, a associação decidiu emitir um comunicado afirmando que as abelhas estão desparecendo por “o campo se tornou marrom e se submergiu em venenos, que hoje em dia com a hipocrisia de muitos que chamam de produtos fitossanitários”.

    Além disso, a nota considera que Etchevehere tem desprezo e desconhecimento sobre a atividade apícola. Para os apicultores argentinos, a culpa pela desaparição de abelhas e o difícil momento do setor é totalmente do uso de agroquímicos na agricultura.

    “As variedades de sementes que fazem a identidade da terra e fortaleza dos seus ecossistemas, desaparecem em mãos da engenharia genética e dos químicos, que eliminam aquela que o mercado não pode visualizar como ganância. Isso se chama perda da diversidade ecológica. As abelhas não têm comida saudável, a que é pouca, sem variedade e na maioria dos casos contaminada com ‘fitossanitários’”, conclui a nota.

    Fonte: Agrolink

  • Soja volta a operar com estabilidade em Chicago na tarde desta 6ª, vendas americanas contribuem

    Depois de começar o dia atuando com baixas de quase 20 pontos na Bolsa de Chicago, o mercado da soja voltou a operar com estabilidade no início da tarde desta sexta-feira (6). Perto de 13h (horário de Brasília), as posições mais negociadas recuavam tímidos de 1,25 a 2,25 pontos.

    Com isso, o contrato maio/18 vinha sendo negociado a US$ 10,29 por bushel, enquanto o julho e o agosto/18 buscavam manter-se acima dos US$ 10,40.

    Apesar de ainda muito confusos, os traders buscam definir uma direção para as cotações neste momento em que se intensificam as tensões em torno de uma guerra comercial entre China e Estados Unidos; de conclusão da safra da América do Sul e frente ao início de uma nova temporada norte-americana.

    Assim, como explicam analistas internacionais, as baixas mais intensas sentidas no início do dia vieram de mais uma ação dentro da guerra comercial entre China e Estados Unidos, com o presidente Donald Trump ampliando em mais US$ 100 bilhões as retaliações contra produtos importados chinseses.

    O risco de uma severidade maior nessa disputa, segundo explicam analistas e consultores, segue crescendo e preocupando os mercados de forma generalizada. Acompanhando as baixas da soja, recuam também o milho e o trigo em Chicago, além das soft commodities negociadas na Bolsa de Nova York.

    Em contrapartida, o mercado viu a Bolsa de Cereais de Buenos Aires fazer mais um corte em sua estimativa para a safra de soja da Argentina para 38 milhões de toneladas e, nesta sexta, um novo anúncio de venda de soja pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de mais de 580 mil toneladas.

    O México comprou 130,632 mil toneladas de soja, sendo 65,316 mil da safra 2017/18 e mais 65,316 mil da 201/19. Já para destinos não revelados foram 458 mil toneladas. Do total, 327 mil da safra velha e mais 131 mil da nova.

    O departamento informou também as vendas de 20 mil toneladas de óleo de soja para destinos não revelados.

    Fonte: Notícias Agrícolas