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2 de maio de 2018

  • Primeira etapa da vacinação contra febre aftosa inicia hoje

    A primeira etapa da vacinação contra a febre aftosa inicia nesta terça-feira (1º) e se estende até dia 31 de maio. A homologação da vacina por parte dos proprietários deverá ser informada nas inspetorias de defesa agropecuária até o dia 07 de junho, 5 dias úteis após o término.

    O ato oficial que marca a campanha de imunização do rebanho gaúcho contra a febre aftosa acontecerá na quarta-feira (02), no Município de Barra do Ribeiro e contará com a presença do secretário estadual da agricultura, pecuária e irrigação, Odacir Klein, sendo realizado às 11h, na fazenda de propriedade de Selito Carboni, junto à BR 116, cerca de 800 metros após o trevo de entrada ao município.

    Os produtores devem adquirir as doses nas agropecuárias credenciadas, atentando para as condições de conservação (que deve ser entre 2 e 8 graus) e a aplicação da mesma.

    A expectativa para 2018, de acordo com a área técnica da Secretaria da Agricultura, é de vacinar 13.736 milhões de animais, entre bovinos e bubalinos. A meta de imunização é de ao menos 90% deste total. Em maio de 2017, a cobertura foi de 98,93% e, em novembro, de 97,48%.

  • Soja: Mercado devolve parte dos ganhos e realiza lucros na Bolsa de Chicago nesta 4ª feira

    Quarta-feira (2) de preços em baixa para a soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h20 (horário de Brasília), cediam entre 5 e 8 pontos nas posições mais negociadas, com o mercado devolvendo boa parte das últimas altas.

    O recuo das cotações, segundo explicam analistas internacionais, se trata de uma nova realização de lucros, uma vez que, até esse momento, faltam forças entre as informações já conhecidas para dar um suporte consistente à commodity.

    Com os fundos registrando, há semanas, boas posições compradas, agora partem para as vendas, buscando um reposicionamento, trazendo pressão aos preços. O mesmo acontece com os outros dois produtos do complexo soja, principalmente o farelo.

    Entre os fundamentos, o mercado internacional permanece atento à conclusão da safra 2017/18 da Argentina – onde a chuva provoca um atraso da colheita da soja – e do desenvolvimento da nova safra norte-americana.

    “As previsões atuais mostram que mais umidadade pode chegar ao Meio-Oeste no final de semana. Porém, ainda não acredito que o atraso no plantio (a soja já tem 5% da área plantada nos EUA) causado pelas chuvas será muito significativo”, diz a Benson Quinn Commodities.

    Ademanda, ainda segundo executivos internacionais, “os futuros da soja também continuam encontrando forte resistência para as altas diante das incertezas causadas disputa comercial entre China e Estados Unidos”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Vendas de grãos devem ser agressivas em 2018

    Para o analista Bryan Doherty, da consultoria Stewart-Peterson, radicada em Wisconsin, a recente recuperação de 15 cents nos futuros de milho, 30 cents na soja e 20 cents de trigo em Chicago, demonstraram duas importantes possibilidades.

    Se de um lado isso pode significar que os preços alcançaram um pico, em linha com a mentalidade baixista dos últimos anos. De outro, a oferta está menos “onerosa” tanto em milho quanto em soja, o que sugere um aumento da volatilidade dos preços com forte tendência de alta.

    Segundo Doherty, os preços das commodities estão em recuperação desde o piso alcançado no início de 2016. “Os problemas de preço na maioria dos mercados tem se provado uma oportunidade para maioria dos compradores. O dinheiro especulativo no milho superou em números transacionados tanto 2015 quanto 2016”, disse o analista em sua coluna no site da revista Successful Farming.

    Na visão de Doherty, o que os preços baixos das commodities têm feito é aumentar a demanda, especialmente no caso do milho, e isso deve se repetir. “Em 2018, esperávamos que o milho consumiria mais milho do que se produziria. Ralis nos últimos dois anos ocorreram, ainda que de curta duração. Os produtores estão prontos para vender agressivamente neste ano”, constatou o analista de Wisconsin.

    A sugestão de Brian Doherty para o produtor é que neste ano os produtores não tenham dúvida em vender quando haja um rali de preços. “Os compradores vão querem comprar grão quando esteja barato. A definição de barato é quando esteja próximo do custo de produção. A grande lição para os produtores é que os ralis sempre terminam muito rápido”, sugeriu o analista americano.

    Fonte: Agrolink