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29 de maio de 2018

  • Chuvas retornam ao Estado já a partir desta quinta-feira

    Conforme boletim do Instituto Climatempo, elaborado especialmente para o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), a massa de ar polar que ainda continua atuando sobre grande parte da região Centro-Sul mantém o tempo seco e sem previsões para chuvas em praticamente todo o Brasil. No entanto, esse ar seco que impede a formação de nuvens de chuvas já começa a perder forças e com isso, nessa próxima quinta-feira (31), uma frente fria estará avançando sobre o Rio Grande do Sul e levando chuvas a grande parte do estado.

    Não há indícios de temperaturas extremamente baixas ao longo destes próximos dez dias que possam acarretar formações de geadas ou perdas para as lavouras. E mesmo com a ocorrência de algumas geadas pontuais essas não afetarão em nada as lavouras. Pelo contrário, até beneficiarão os produtores, uma vez que ajudarão no controle de pragas, doenças e ervas daninhas.

    Fonte: IRGA

  • Soja volta do feriado nos EUA com estabilidade na CBOT e de olho na paralisação no Brasil nesta 3ª

    O mercado da soja na Bolsa de Chicago voltou do feriado do Memorial Day, comemorado nesta segunda-feira (28) nos EUA, trabalhando com estabilidade e oscilações bastante tímidas. Por volta de 9h40 (horário de Brasília) do pregão desta terça-feira (29), as cotações recuavam pouco mais de 1 ponto nos vencimentos principais. O julho/18, dessa forma, era cotado a US$ 10,40 por bushel.

    A semana começa com o mercado ainda trabalhando com muitas especulações, entre elas sobre o potencial da nova safra norte-americana – em função de pontuais adversidades climáticas que têm sido observadas no Corn Belt – e nas relações comerciais entre China e Estados Unidos, que seguem na trégua e buscando refazer alguns de seus acordos.

    Com a suspensão da disputa comercial, as autoridades chinesas já sinalizaram que os compradores se voltem, novamente, à soja dos EUA, o que foi efetivado na semana passada. O USDA (Departamento de Agricultura do Estados Unidos) anunciou novas vendas da oleaginosa para a nação asiática e animou o mercado.

    Na outra ponta, os traders acompanham também a paralisação dos caminhonheiros no Brasil, que entra em seu nono dia nesta terça-feira. Segundo analistas internacionais, problemas de oferta de soja no país em função da impossibilidade de movimentação poderiam dar algum suporte aos preços na CBOT.

    Como relata a analista Rita De Baco, da De Baco Corretora de Mercadorias, o mercado interno de soja já está todo travado no Brasil e os negócios efetivos são cada vez mais escassos. “Não temos conseguido mexer nada da soja no curto prazo por aqui. Todo dia tínhamos lotes com pagamentos próximos, agora não há como fazer esses negócios”, disse, direto de Viamão, no Rio Grande do Sul. “Temos uma grande indústria como cliente que nos indicava preços diariamente e já disse, pela manhã, que não indicará mais referências até que tudo se reorganize”, completa.

    Ainda nesta terça, o mercado em Chicago também acompanha a atualização dos embarques semanais norte-americanos e a evolução dos trabalhos de campo nos EUA, informações que chegarão pelos reportes semanais do USDA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • EUA continuarão com ações comerciais contra a China, diz Casa Branca

    WASHINGTON (Reuters) – Os Estados Unidos disseram nesta terça-feira que seguirão buscando medidas comerciais contra a China, dias depois de os governos dos dois países anunciarem uma tentativa de solução para sua disputa e sugerirem que as tensões haviam arrefecido.

    Até 15 de junho, o governo norte-americano divulgará uma lista de cerca de 50 bilhões de dólares em mercadorias chinesas que estarão sujeitas a uma tarifa de 25 por cento, informou a Casa Branca em comunicado. Os Estados Unidos também continuarão a buscar processos contra a China na Organização Mundial do Comércio (OMC).

    Além disso, até o final de junho, os Estados Unidos anunciarão restrições de investimento e “controles de exportação aprimorados” para indivíduos e entidades chineses “relacionados à aquisição de tecnologia com significância industrial”, afirmou.

    Em meados de maio, a China concordou em aumentar as compras de produtos agrícolas e energéticos dos EUA, e na semana passada, o Departamento de Comércio norte-americano disse aos legisladores que tinha chegado a um acordo para manter a empresa de telecomunicações chinesa ZTE <0763.HK> <000063.SZ> operando.

    Embora os anúncios tenham aliviado as preocupações sobre a possibilidade de uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, o presidente dos EUA, Donald Trump, também disse na semana passada que qualquer acordo entre Washington e Pequim precisaria de “uma estrutura diferente”, alimentando a incerteza sobre as negociações.

    Fonte: Reuters