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27 de junho de 2018

  • Soja sobe em Chicago nesta 4ª com traders ajustando posições antes de relatórios do USDA

    Quarta-feira (27) de preços em alta para a soja na Bolsa de Chicago. O mercado internacional da oleaginosa busca recuperar parte das perdas da sessão anterior e trabalha em campo positivo na manhã de hoje. Perto de 8h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 4,75 e 6 pontos, com o julho/18 recuperando o patamar dos US$ 8,70 e sendo cotado a US$ 8,73 por bushel.

    Essa tentativa de retomar um pouco do fôlego acontece antes da chegada de novos boletins do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no final desta semana e que poderiam ajudar a direcionar o mercado de forma diferente.

    “O final do mês e o posicionamento do mercado pré-USDA deverão afetar os movimentos dos preços nas próximas sessões”, diz o boletim diário da consultoria internacional Allendale, inc. Os reportes do USDA trarão uma atualização da área plantada e dos estoques trimestrais em 1º de junho nos EUA.

    No entanto, analistas internacionais continuam alertando para a continuidade da pressão da guerra comercial entre China e Estados Unidos – já que a tensão entre os dois países não diminuiu e um acordo não está no horizonte dos traders.

    Também pesando sobre as cotações segue o bom cenário de clima nos Corn Belt. “As condições climáticas e as previsões para a primeira semana de julho por todo o Meio-Oeste deverão ser ideiais para a produção norte-americana”, complementa a Allendale.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Valor do mercado de saúde animal deve chegar a US$ 44,2 bi

    Um relatório da Informa’s Agribusiness Intelligence apontou que o valor do mercado de saúde animal deve chegar a US $ 44,2 bilhões até 2020, apesar dos esforços para reduzir o uso de antibióticos. Outra edição do levantamento mostra que no ano de 2014 esse número era inferior a US$ 30 bilhões.

    De acordo com o relatório, os produtores estão procurando reduzir os custos com antibióticos e optando por uma melhor gestão e por novas tecnologias. Isso se deve ao fato desses medicamentos serem taxados como um problema em alguns países, como a China por exemplo, onde a demanda de carne aumentou muito com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país nos últimos anos.

    Os antibióticos podem ser usados de três maneiras distintas nos animais, como promotores de crescimento, preventores de doenças ou para curar alguma enfermidade que já afeta o rebanho. Nesse cenário, os preventores de doenças foram proibidos em toda a União Europeia e a tendência, dizem os especialistas da Informa’s, é de que sejam vetados no mundo todo.

    Para Allan Bullion, diretor de relatórios especiais da Informa’s Agribusiness Intelligence, o uso generalizado desses medicamentos pode trazer uma série de problemas como a contaminação do ser humano e a resistência criada por organismos patogênicos perigosos. “O mercado de saúde animal crescerá impulsionado pela medicina animal, vacinas e alternativas de antibióticos, com estes desempenhando um papel menor”, explica.

    O estudo afirma ainda que em países em desenvolvimento como o Brasil o ritmo de crescimento é menor. Isso acontece porque o PIB dos emergentes não cresce na mesma proporção do que em países já desenvolvidos.

    Fonte: Agrolink

    Foto: Arquivo Cotrijuc

  • China deve diminuir compra de soja dos EUA e apostar no Brasil

    Os compradores chineses vêm reduzindo suas importações de soja norte-americana desde o início de 2018, mas a potência asiática vai se esforçar para suprir todas as suas necessidades negociando com outros países, aponta a Capital Economics em uma nota.

    O documento acrescenta que a queda nas compras chinesas de soja dos EUA pode ser por causa da perspectiva de tarifas comerciais, regulamentos mais rígidos sobre as importações dos EUA, “ou simplesmente o fato de o Brasil ter uma colheita abundante”.

    A Capital Economics observa, no entanto, que os preços da soja, assim como do algodão e dos grãos, enfraqueceram diante da perspectiva de tarifas comerciais.

    Fonte: Estadão Conteúdo