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junho 2018

  • Expointer 2018 tem programação técnica definida

    A programação técnica da próxima Expointer já está definida, e as inscrições dos animais se encerram no dia 30 de julho. Estes foram os encaminhamentos da reunião realizada pela Comissão Permanente de Exposições e Feiras da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação nesta quinta-feira (14), no auditório do Parque de Exposições Assis Brasil.

    A programação de julgamentos, leilões e provas foi elaborada, e a data-limite de 30 de julho foi estipulada para que as associações encaminhem as inscrições dos animais à Secretaria. Os valores das inscrições, que ficam a cargo de cada associação, também foram definidos.

    Fonte: Agricultura RS

  • Governo reajusta preços mínimos das culturas de verão

    O Governo federal reajustou os preços mínimos para as culturas de verão, regionais e para sementes. O reajuste médio foi de 6,5% para as culturas de verão, com variação entre 1,09% e 26,96%. O arroz longo fino em casca (RS e SC) teve correção de 1,19%, algodão em caroço e em pluma, de 14,59%; feijão cores, de 3,06%; mandioca e derivados, entre 4,12% e 8,82%, leite, de 10,5%; soja, de 2,36%; milho, entre 7% e 11,04% e do café arábica, 2,46%.

    Os novos valores, válidos para a safra 2018/2019 e safras 2019, foram publicados por meio da portaria nº 935 no Diário Oficial da União desta quarta-feira (20).

    Os valores foram fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no último dia 25 de maio e fazem parte das medidas anunciadas no Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, no dia 6 deste mês.

    A Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) é um seguro de preço ao produtor a custo zero e “torna-se uma ferramenta relevante na decisão de plantio. Exerce papel de destaque como mecanismo de garantia de parte da receita do produtor, sobretudo, em caso de crise de preços que comprometa a economia da atividade”, salienta o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wilson Vaz de Araújo. O preço mínimo é o valor de referência para operação dessa política.

    Os preços mínimos foram definidos, principalmente, com base nos custos variáveis de produção das lavouras, além de considerar outros indicadores de mercado. “Os valores da PGPM refletem os custos na produção agrícola, em um ambiente de baixa inflação”, complementa o secretário.

    Fonte: Agricultura RS

  • Sem fenômeno La Niña, inverno terá condições de normalidade própria da estação

    Com o enfraquecimento, desde abril, do fenômeno La Niña – caracterizado pela temperatura abaixo da média nas águas do Oceano Pacífico Equatorial -, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o inverno, que começa nesta quinta-feira (21), é de que prevalecerão no período condições de normalidade próprias da estação.

    De acordo com relatório do instituto, há indicativo de possível fenômeno El Niño (aquecimento das águas do oceano) a partir, somente do fim da primavera e início do verão, o que ainda precisa ser confirmado nas próximas previsões. Outra observação do Inmet é de que fatores, como a temperatura na superfície do oceano Atlântico Tropical e na área oceânica próxima à costa do Uruguai e da Região Sul, poderão influenciar o regime de chuvas no Brasil.

    Região Norte

    A previsão climática indica que a região deve permanecer com chuvas variando de normal a acima da climatologia, com exceção do centro amazonense e centro-sul do Pará, onde existe uma tendência de as chuvas ficarem de normal a abaixo da média. A previsão de temperatura indica que durante os próximos meses de julho a setembro as mesmas devem ficar de normal a acima da média.

    Região Nordeste

    A indicação para a região Nordeste é de predomínio de áreas com maior probabilidade de chuvas dentro da faixa normal ou ligeiramente abaixo durante esta estação, exceto sobre a costa leste, onde os meses de maio e junho correspondem aos mais chuvosos no ano.

    Região Centro-Oeste

    No inverno do centro-Oeste há alta probabilidade das chuvas ocorrerem de normal a ligeiramente abaixo do normal em grande parte da região, com temperaturas médias acima da normal climatológica, devido à permanência de massa de ar seco e quente, principalmente nos meses de agosto e setembro, favorecendo a ocorrência de queimadas e de incêndios florestais.

    Região Sul

    O prognóstico indica chuvas abaixo da média em grande parte da Região Sul, com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul, onde a tendência é de ocorrer precipitação ligeiramente acima do padrão. A maior frequência das frentes frias contribuirá para maiores variações nas temperaturas ao longo deste trimestre, porém as temperaturas médias devem permanecer de normal a acima da normal climatológica no Paraná, oeste de Santa Catarina e norte do Rio Grande do Sul.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Preços voltam a recuar na Bolsa de Chicago nesta 4ª feira, mas ainda busca manter fôlego

    Os preços da soja voltaram a recuar na Bolsa de Chicago na sessão desta quarta-feira (20), deixando para trás a estabilidade e os leves ganhos registrados mais cedo. Por volta de 13h10 (horário de Brasília), os futuros da commodity perdiam entre 7,50 e 8 pontos, com o julho/18 sendo cotado a US$ 8,81 por bushel.

    A volatilidade, porém, continua, uma vez que o mercado segue bastante especulativo e à espera de algumas informações que possam definir melhor o andamento das cotações a partir dos últimos ocorridos, principalmente o anúncio do presidente americano de aumentar a tarifação dos EUA sobre os produtos da China e a retaliação dos chineses na soja, entre outros produtos.

    Na sessão anterior, a soja chegou a registrar suas mínimas em quase 10 anos e agora busca recuperar parte dessas baixas, que chegaram a 50 pontos ao longo do dia de ontem.

    “O mercado dos grãos está tomando fôlego depois da volatilidade extrema pela qual passou nas últimas duas sessões. Faz três semanas que foram observadas máximas no contrato dezembro do milho e julho da soja”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, inc.

    As baixas são reflexo ainda das boas condições de clima nos Estados Unidos, o que tem permitido um desenvolvimento bastante satisfatório das lavouras. Além disso, o mercado se atenta também ao novo reporte de área que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que chega no próximo dia 29.

    “Quando observamos o gráfico da soja-julho, é claro a presença da tendência de queda desde o início de tais embates entre chineses e americanos. Alguns indicadores técnicos das cotações sugerem a reversão desta direção dos preços, no entanto, a ARC lembra que nenhum fundamento ou ponto técnico do mercado tem sido levado em consideração. No atual momento, a Guerra Comercial é o único sinalizador especulativo dos preços”, diz o boletim diário da AgResource Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Valor da Produção Agropecuária deve ser de R$ 552 bi em 2018

    O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2018 está estimado em R$ 552 bilhões, 2,3% abaixo do montante de 2017. As lavouras participam com R$ 377 bilhões e a pecuária, com R$ 174,9 bilhões. As lavouras tiveram queda de 0,5% e, a pecuária, de 6 %. O valor da pecuária (31,7% do VBP) é o menor dos últimos seis anos, e as lavouras (68,3% do VBP) apresentam o segundo maior valor desde 1989.

    Entre vinte produtos das lavouras, os que apresentam os maiores aumentos do valor da produção em relação ao ano passado são: algodão (32,3%); cacau (27,6%); café (9,1%); e soja (8,9%), Nesse grupo, o algodão é um destaque pelo aumento de produção e também pelos preços recebidos pelos produtores. O café tem desempenho determinado especialmente pelo aumento de 24,2% (café arábica) na safra deste ano.

    Os maiores decréscimos do valor da produção vêm ocorrendo no arroz (-21,1%); feijão (-26,3%); laranja (-20,8%); e uva (-31,3%). Para o feijão, arroz e laranja, as quedas de preços são a principal causa do decréscimo no faturamento neste ano, observa José Garcia Gasques, Coordenador Geral de Estudos e Análises do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

    Todas as atividades que fazem parte da pecuária apresentam valor menor que em 2017. Suínos e aves apresentam as maiores quedas, de 13% e 11,3%, respectivamente.

    Fonte: Mapa | Portal DBO

  • Soja perde mais de 20 pts em Chicago e bate nas mínimas em dois anos com novas tarifações de Trump

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago estão derretendo nesta manhã de terça-feira (19). Por volta de 7h45 (horário de Brasília), as cotações perdiam mais de 20 pontos e junto o patamar dos US$ 9,00 por bushel. A despencada dos preços é reflexo de mais um movimento do presidente americano Donald Trump de ameaçar a China com a possibilidade de novas tarifas sobre cerca de US$ 200 bilhões. O total tarifado poderia chegar, portanto, a US$ 400 bilhões.

     

    Dessa forma, a commodity já registrava suas mínimas em dois anos na CBOT, com o julho/18 sendo negociado a US$ 8,86 e o agosto/18 valendo US$ 8,93 por bushel.

    A possibilidade de uma redução expressiva da demanda da China pela soja dos EUA pesa severamente sobre as cotações já há alguns meses e o cenário, segundo explicam analistas internacionais, pode se agravar com as novas ações anunciadas por Trump. A tarifação chinesa sobre a oleaginosa norte-americana deve começar em 6 de julho, de acordo com informações da Reuters internacional.

    “Após os anúncios de implementações tarifárias dos Estados Unidos e da China, o Mercado retirou grande parte das posições abertas no lado da compra, aqui na CBOT. O risco tem sido evitado, agora a especulação es- pera por novos diálogos que devem ser abertos entre as nações envolvidas nesta Guerra Comercial. Assim como a AgResource (ARC) vem alertando desde o início desta saga, definir uma tendência para os preços com a in- tervenção política imprevisível de qualquer país, é uma tarefa impossível”, dizem os analistas da consultoria internacional.

    Além da pressão da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, os preços da soja na Bolsa de Chicago sentem ainda a pressão do bom desenvolvimento da nova safra norte-americana e da falta de uma ameaça climática sobre as lavouras até esse ponto.

    De acordo com o reporte semanal de acompanhamento de safras trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no final da tarde de ontem, são 97% do plantio da soja já concluídos, contra 93% da semana anterior, 95% de 2017% e acima ainda dos 91% da média dos últimos cinco anos.

    73% das lavouras se mostram em boas ou excelentes condições – índice dentro das expectativas do mercado, 22% em situação regular e 5% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, esses números vieram em 74%, 22% e 4%, respectivamente.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Exportação de soja pelo Brasil soma 5,66 mi t em 11 dias de junho, diz Secex

    SÃO PAULO (Reuters) – A exportação de soja do Brasil em 11 dias úteis de junho somou 5,66 milhões de toneladas, ou uma média de 514,6 mil toneladas por dia, informou nesta segunda-feira a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

    O dado aponta um recuo na comparação com a média diária fechada de maio, de 588,3 mil toneladas, quando o Brasil exportou um recorde mensal absoluto de 12,35 milhões de toneladas, segundo dados da Secex.

    Mas os embarques no acumulado de junho se mostram superiores ao total do mesmo mês do ano passado, quando a média diária somou 438 mil toneladas.

    O Brasil, líder global no mercado da oleaginosa, está exportando uma safra recorde de soja em 2018, mas agentes do mercado têm comentado que incertezas relacionadas ao tabelamento do frete, após a greve dos caminhoneiros, estão reduzindo o movimento de transporte e os negócios.

    “Para os próximos meses, é normal que as exportações comecem a apresentar recuo. No entanto, o impacto pode ser maior devido à resolução que determina a tabela de preços mínimos para o frete rodoviário estar limitando as negociações e o escoamento de grãos nesta primeira quinzena de junho”, afirmou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), nesta segunda–feira.

    Fonte: Reuters

  • USDA: Embarques semanais de soja ficam bem acima das expectativas

    Os embarques semanais de soja dos Estados Unidos vieram fortes na última semana, superando as expectativas do mercado. De acordo com o boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), foram 818,396 mil toneladas, contra projeções de 330 mil a 630 mil toneladas. O volume superou também o total da semana anterior e elevou o acumulado na temporada a 48.307,353 milhões de toneladas, enquanto no ano passado eram pouco mais de 51 milhões.

    De milho, os EUA embarcaram 1.668,835 milhão de toneladas, contra expectativas variando de 1,09 a 1,6 milhão de toneladas. Assim, no acumulado do ano comercial, os embarques do cereal já totalizam 42.640,062 milhões de toneladas, contra mais de 46 milhões do ano anterior.

    Foram embarcadas também 372,843 mil toneladas de trigo, enquanto os traders apostavam em um intervalo de 300 mil a 490 mil toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja reduz perdas em Chicago nesta 6ª feira, mas tensões entre EUA e China seguem em foco

    Durante o pregão desta sexta-feira (15), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) reduziram as perdas. Perto das 12h09 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam quedas entre 4 pontos, com o vencimento julho/18 a US$ 9,22 por bushel. O agosto/18 operava a US$ 9,29 por bushel e o novembro/18 trabalhava a US$ 9,46 por bushel.

    Apesar de ter diminuído as perdas, as cotações ainda refletem as tarifas dos EUA de 25% sobre US$ 50 bilhões em bens importados da China. A medida entra em vigor a partir de 6 de julho. Ao longo da semana, o mercado já havia recuado diante da possibilidade da tarifação.

    Em contrapartida, a China já informou que irá impor medidas tarifárias contra os EUA de tamanho e intensidade similares às novas tarifas norte-americanas, conforme destacou a agência Reuters. Em entrevista ao Notícias Agrícolas, o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, afirmou que a situação está longe de um desfecho, que só deve ocorrer após o feriado de 4 de julho nos EUA.

    Contudo, a expectativa é que a partir da próxima semana as atenções dos investidores se voltem à safra americana. As previsões climáticas para o Meio-Oeste têm indicado clima favorável ao desenvolvimento inicial das lavouras americanas.

    Cerca de 74% das lavouras ainda apresentavam boas ou excelentes condições até o início dessa semana. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza as informações na próxima segunda-feira.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Conab estima colheita de 230 milhões de toneladas de grãos

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou na terça-feira (12) nova estimativa da colheita de grãos de 2017/2018, que deverá ser a segunda maior da história, depois do recorde do ano passado, situando-se em 229,7 milhões de toneladas. A área plantada se destaca na série histórica, com total de 61,6 milhões de hectares.

    Apesar da redução de 3,4% em comparação à safra passada de 237,7 milhões de toneladas, a previsão de resultado está acima da média de produção, levando em conta um período de condições atmosféricas normais. Com referência ao levantamento divulgado em maio, a estimativa mostra diminuição de 2,9 milhões de toneladas. Fato atribuído a impactos climáticos no milho segunda safra. Mas se destaca a produtividade alcançada pela soja e pelo milho primeira safra, cuja colheita está perto do fim.

    “No caso do milho, nós estamos relativamente confortáveis, porque temos um estoque elevado. Mesmo com essa queda de 12 milhões de toneladas, prevista por enquanto, o estoque nos garante tranquilidade do ponto de vista do suprimento. Com os outros produtos estamos, também, bem posicionados”, avaliou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wilson Vaz de Araujo, durante a divulgação do levantamento da Conab.

    No pico de volume, estão o milho total e a soja, cujo avanço na colheita vem confirmando produtividade de 3.359 kg/ha, próxima do recorde anterior de 3.364 kg/ha. A leguminosa chega a 118 milhões de toneladas e o cereal a 85 milhões de toneladas. O milho segunda safra responde por 70% do total, com 58,2 milhões de toneladas, e, a primeira safra, por 26,8 milhões de toneladas.

    Na ordem de aumento da produção, vem o algodão em pluma, com volume de 1,9 milhão de toneladas, 28,1% a mais que na safra anterior. O feijão segunda safra também mostra bom desempenho, com aumento de 10,9% e colheita de 1,3 milhão de toneladas.

    Área plantada

    A estimativa é de que seja a safra de maior área cultivada no país, com 61,6 milhões de hectares. O aumento é de 1,1% ou de 693,2 mil ha em relação à safra passada. A área destinada ao feijão e às culturas de inverno respondem por esta pontuação. Na ordem crescente de ganho da área plantada, vem a soja, que sai de 33,9 para 35,1 milhões de ha e ganho absoluto de 1,2 milhão de hectares, o maior entre todas as culturas. Na sequência, vem o algodão que alcançou 1,2 milhão de ha, com acréscimo de 236,9 mil ha, e o feijão segunda safra, com 1,5 milhão de ha, graças ao aumento de 121,5 mil ha.

    Fonte: MAPA