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10 de julho de 2018

  • Trigo: Após recordes nominais, preços se enfraquecem

    Neste início de julho, as cotações do trigo têm se enfraquecido em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea – vale lembrar que, em junho, os valores registraram patamares recordes nominais. Os motivos para as baixas são o crescimento das importações em junho e as expectativas de boas produtividade e produção no Brasil. Dados da Secex apontam que, de maio para junho, as importações do trigo aumentaram expressivos 47,1%, somando 584,93 mil toneladas no último mês. Além disso, segundo pesquisadores do Cepea, alguns produtores elevaram o volume ofertado, devido à necessidade de liberar espaço nos armazéns.

    Fonte: Cepea

  • Frente fria persiste e região Sul pode registrar geadas e até neve

    Novas instabilidades chegam ao Sul do Brasil e isso ajudará para que o frio não seja tão intenso. Ainda assim, não está descartada a possibilidade de geadas em alguns municípios e até neve nos pontos mais altos da serra gaúcha. No Centro-Oeste e Sudeste o frio também chega com força. As mínimas serão de 6ºC e as máximas de 16ºC na região Centro-Sul.

    SUL

    Durante esta terça-feira, a formação de um ciclone extratropical na costa da região Sul do país, mantém as pancadas de chuva em todo o leste da região, desde o Rio Grande do Sul até o Paraná. No entanto, os maiores acumulados ficam concentrados entre o norte gaúcho e o sul catarinense. Já na maior parte da região, é uma massa de ar seco e fria que predomina e mantém o tempo firme ao longo do dia. O destaque fica por conta do frio, com os ventos soprando de sul que transportam o ar polar, as temperaturas são baixas e sustentam a sensação de gelada em toda a região. Aliás, na serra gaúcha até a serra catarinense não se descartam a possibilidade para chuva congelada e/ou neve, até o finalzinho desta madrugada. Sendo que a probabilidade de queda de neve é maior nas cidades de São Joaquim, Urupema e Bom Jardim da Serra, no estado de Santa Catarina.

    SUDESTE

    Uma frente fria ligada a formação de um ciclone extratropical mais afastado no oceano, favorece a entrada de ventos úmidos pela costa do Sudeste, e é por isso que as nuvens mais carregadas se formam desde o litoral sul paulista, passando pela zona da mata mineira e indo até o sul do Espírito Santo. Na maior parte da Região, é uma massa de ar seco que predomina e deixa o tempo firme e ensolarado. Com relação às temperaturas, a sensação de frio aumenta, inclusive na capital paulista. Devido a uma massa de ar polar que vai do sul do Brasil até o sul de Minas. Há risco para baixa visibilidade no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, onde as atividades podem ser até paralisadas por um tempo.

    CENTRO-OESTE

    Durante esta terça-feira, nada de chuva no centro do país. Uma massa de ar seco ainda predomina sobre o Brasil Central e inibe a formação de nuvens carregadas. A umidade relativa do ar na Região já ficou abaixo de 30%, à tarde, por dias consecutivos e não tem previsão de melhora pelo menos pelos próximos dias, durante este mesmo período. O destaque fica por conta do frio, onde as temperaturas caem com o avanço de uma massa de ar polar, especialmente no Mato Grosso do Sul.

    NORDESTE

    A massa de ar seco segue avançando pelo Nordeste e deixa o tempo na maior parte da Região. É somente no litoral que a chuva ainda persiste devido aos ventos úmidos que sopram do oceano em direção ao continente. A umidade do ar segue baixa, especialmente no interior baiano, sul do Maranhão e sul do Piauí, onde não chove há pelo menos 70 dias. Ainda faz calor em praticamente toda a região.

    NORTE

    As instabilidades tropicais mantêm as nuvens carregadas nas áreas mais ao norte da Região, com acumulados mais expressivos entre o noroeste do Amazonas e Roraima. Enquanto isso, na metade sul, desde o Tocantins até o Acre, é a uma massa de ar seco que predomina e mantém o tempo firme ao longo do dia. O destaque fica por conta da queda na temperatura em áreas de Rondônia, Acre e sul do Amazonas, devido a uma friagem onde os ventos sopram de sul e transportam ar frio para a região.

    Fonte: Projeto Soja Brasil | Canal Rural

  • Safra de grãos deve ultrapassar 228 milhões de toneladas

    A estimativa da safra de grãos do Brasil, a segunda maior da história, deve ser de 228,5 milhões de toneladas, com uma redução de 3,9% ou 9,2 milhões de toneladas a menos que a da safra passada, quando chegou a 237,7 milhões de t. Por sua vez, a expectativa para a área é de 61,6 milhões de hectares, a maior já registrada. Os números são do 10º levantamento divulgado nesta terça-feira (10), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Em comparação com o último levantamento, realizado no mês passado, a produção diminuiu 1,2 milhão de toneladas. O resultado da queda se deve aos impactos climáticos que refletiram numa nova estimativa de produtividade para o milho segunda safra. Mesmo com um menor desempenho neste índice, o cereal terá uma produção total de 82,9 milhões de toneladas, sendo grande parte desse volume devido à colheita da segunda safra, algo próximo a 56 milhões de toneladas.
    Com boa produtividade, a soja é destaque positivo com uma produção que pode chegar a 118,9 milhões de toneladas. Registraram aumento o algodão em pluma, o feijão segunda safra e o trigo, quando comparados com a safra anterior. O primeiro subiu 28,5%, alcançando 1,9 milhão de toneladas, o segundo, 7,7%, chegando a 1,3 milhão de t, e por último o trigo, com aumento de 15% e alcance de 4,9milhões de toneladas.

    Área – Entre as culturas avaliadas, a soja registrou o maior volume de área semeada, com um aumento de 33,9 para 35,1 milhões de hectares e ganho absoluto de 1,2 milhão de ha. Outros ganhos absolutos ocorreram com o algodão que chegou a 1,2 milhão de hectares, graças ao aumento de 236,9 mil ha, e com o feijão segunda safra que obteve 1,5 milhão de hectares, com o ganho de 108,3 mil ha. Neste caso, contribuiu muito o feijão caupi que, pelo acréscimo de 158,5 mil ha, obteve 1 milhão de hectares.

    O desempenho poderia ser melhor, se não houvesse redução de área do milho primeira e segunda safras, em razão de expectativas de mercado. O primeiro caiu de 5,5 para 5,1 milhões de hectares e o segundo, de 12,1 para 11,6 milhões de ha.

    Fonte: Conab

  • Uma nova tecnologia para o controle químico dos ácaros

    As infestações por ácaros podem reduzir consideravelmente a produtividade das lavouras. Ataques severos no cultivo de soja, por exemplo, podem ser responsáveis por danos que variam de 4 a 8 sacas por hectare.

    Uma das espécies, o ácaro-rajado, constitui uma praga de relevância para o produtor de várias culturas, como a do algodão: especialistas e autores de trabalhos acadêmicos enfatizam que se não controlada adequadamente, a praga é capaz de provocar perdas de produtividade superiores a 50%.

    Os produtores de tomate também têm amargado prejuízos entre 20 e 30% com os ataques do ácaro-rajado. Na cultura do morango não é diferente: se não controlada de forma correta, a praga pode reduzir a produção de frutos em até 80%, e quando em altas densidades, tem poder, inclusive, para abreviar o ciclo de cultivo do morangueiro.

    Desenhado este cenário, a Cropchem trouxe ao mercado nacional o Abadin 72EC (Abamectina). O acaricida e inseticida é indicado para controle químico de ácaros em diversas culturas. Sua formulação é absolutamente inédita no Brasil e quatro vezes mais concentrada que a da principal fórmula concorrente.

    Fonte: Agrolink

  • China diz que usará tarifas sobre produtos dos EUA para reduzir impactos de guerra comercial

    O Ministério do Comércio da China disse nesta segunda-feira que usará fundos coletados a partir de tarifas cobradas sobre as importações dos Estados Unidos para ajudar a aliviar o impacto das ações comerciais dos EUA sobre as empresas chinesas e seus funcionários.

    O Ministério do Comércio também afirmou, em comunicado, que incentivará as empresas a aumentar as importações de produtos como soja.

    China e EUA aplicaram na sexta-feira tarifas de importação mútuas, no que está se tornando uma longa batalha comercial.

    Fonte: Reuters