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Soja Intacta beneficiou América do Sul

Um estudo da PG Economics, publicado na revista GM Crops and Food indicou que o plantio da soja Intacta com tolerância a herbicidas e resistência a insetos beneficiou os agricultores da América do Sul, com aumento de receita de US $ 7,64 bilhões nos primeiros cinco anos de adoção. Intitulado “A contribuição econômica e ambiental da soja Intacta na América do Sul: os primeiros cinco anos”, o estudo avaliou os cinco anos de uso do produto.

“Um total de 73,6 milhões de hectares foram plantados para soja contendo essas características desde 2013/14, com os agricultores se beneficiando de um aumento na renda de US $ 7,64 bilhões. Para cada US$ 1 extra gasto com esta semente em relação à semente convencional, os agricultores ganharam um adicional de US$ 3,88 em renda extra”, diz o estudo.

Além disso, a soja Intacta se mostrou um aliado na preservação ambiental, reduzindo a necessidade de pulverização, que, automaticamente, reduz também o uso de maquinários que auxiliam na poluição. Em 2017/2018, por exemplo, foi o ciclo que mais se notou avanços nesse sentido.

“A tecnologia também facilitou cortes importantes no uso de combustível e mudanças de lavoura, resultando em uma redução significativa na liberação de emissões de gases do efeito estufa da área de cultivo da Intacta. Em 2017/18, isso equivalia a remover 3,3 milhões de carros das estradas”, informa o texto.

Nesse cenário, o impacto ambiental causado pelo uso de pesticidas foi reduzido de forma bastante significativa, segundo os pesquisadores. Isso porque, o Quociente de Impacto Ambiental (EIQ) acabou sendo reduzido em quase um terço com a adoção da soja biotecnológica.

“A tecnologia de sementes reduziu a pulverização de pesticidas em 10,44 milhões de kg (-15,1%) e, como resultado, diminuiu o impacto ambiental associado ao uso de herbicidas e inseticidas nessas culturas (conforme medido pelo indicador, o Quociente de Impacto Ambiental (EIQ) foi reduzido em 30,6%”, conclui o relatório

Fonte: Agrolink