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agosto 2018

  • Milho: Mercado acompanha as perdas da soja e do trigo e inicia semana em queda na CBOT

    As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta segunda-feira (27) em campo negativo. As principais posições da commodity exibiam quedas de mais de 3 pontos, por volta das 7h46 (horário de Brasília). O vencimento setembro/18 era cotado a US$ 3,45 por bushel, enquanto o dezembro/18 operava a US$ 3,59 por bushel.

    Os preços da commodity acompanham as perdas registradas nos futuros da soja e do trigo. Além disso, as cotações do cereal também voltaram a recuar depois das ligeiras altas observadas na última sexta-feira no mercado internacional.

    As atenções dos participantes do mercado permanecem voltadas ao comportamento do clima e à safra americana. Na semana anterior, o crop tour Pro Farmer indicou a safra em 368,35 milhões de toneladas e a produtividade em 187,65 sacas por hectare.

    Ainda nesta segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu boletim de acompanhamento de safras, com atualizações sobre a safra. O órgão também divulga o relatório de embarques semanais, importante indicador de demanda e que pode influenciar o andamento das negociações.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Método garante controle de pragas em produtos armazenados

    A Sociedade Nacional da Agricultura (SNA) informou que um novo método de controle de pragas que garante a segurança de produtos armazenados será disponibilizado no Brasil. De acordo com a SNA, a fosfina líquida é um fumigante que pode ser utilizado em navios graneleiros, contêineres, barcaças e silos e está disponível em vários países.

    O método já está sendo analisado e se encontra em fase final de aprovação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente (Mapa). Ele poderá ser utilizado por todos os membros da cadeia produtiva do agronegócio, desde o produtor até o exportador e tem eficácia sobre produtos como grãos de soja, farelo, milho, trigo, madeira, frutas, entre outros.

    Segundo Sergio Sampaio, diretor da DDP Fumigação, a fosfina líquida consegue combater com eficácia insetos em todos os períodos de desenvolvimento e é mais abrangente do que a sua versão sólida, que é usada desde 1934. Nesse sentido, ele comenta que o produto tem inúmeras outras vantagens.

    “Não existem riscos de flash ou explosão, uma vez que a concentração de fosfina injetada não excede 10.000 ppm (partes por milhão), que é muito menor do que seu limite de autoignição de 18.000 ppm. Não é necessário aplicar o produto em vários pontos, o que elimina a necessidade de recolher o lixo”, comenta.

    Além disso, ele fala que o produto não depende da temperatura ou umidade para ser aplicado. “A aplicação da fosfina não depende da temperatura ou da umidade do ar; apenas a fosfina pura, que se decompõe com a luz solar, é usada; o gás de fosfina é fácil de distribuir e a fumigação é feita de fora das instalações, minimizando a exposição dos funcionários ao gás”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Previsão de safra recorde nos EUA pressiona e soja perde mais de 1% nesta 2ª feira em Chicago

    Os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com expressiva baixa nesta manhã de segunda-feira (27), tocando em suas mínimas em seis semanas, pressionados pelas expectativas de uma safra recorde nesta nova temporada nos EUA.

    Por volta de 7h40 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 13,75 e 14,7 pontos – mais de 1,5% – nos contratos mais negociados, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,41 pot bushel. Na sequência, o janeiro/19 tinha US$ 8,54.

    “Os preços da soja estão sob pressão na medida em que os números do Pro Farmer trazem indicadores de produtividade ainda mais elevados dos que os altos números projetados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)”, diz o analista internacional Phin Ziebell, agroeconomista do National Australia Bank.

    A projeção do crop tour é de que os EUA colham impressionantes 127,45 milhões de toneladas, enquanto o USDA estimou a nova safra, no boletim mensal de agosto, em pouco mais de 124 milhões.

    No paralelo, o mercado segue ainda pressionado pelo andamento da guerra comercial entre chineses e americanos, pelo clima favorável para a conclusão da nova safra americana e segue de olho também no andamento do dólar frente ao real.

    “O mercado precisa urgentemente de alguma notícia sobre um possivel acordo na guerra comercial EUA/China para voltar a reagir”, diz o diretor da Cerealpar e consultor do Kordin Grain Terminal, de Malta, Steve Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Caged: agronegócio lidera emprego com atividades relacionadas à soja e laranja

    Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que a contratação de 17.455 novos empregados pelo agronegócio foi liderada por atividades relacionadas à soja e laranja. Segundo dados do Ministério do Trabalho, o segmento da soja contratou 2.946 pessoas, sendo 1.722 empregados em Mato Grosso e 771 em Goiás. Já a laranja terminou o mês com 1.380 novos cargos, sendo a maioria absoluta em São Paulo (1.347 postos).

    Em outro recorte, o Caged informa que as atividades de apoio à agricultura terminaram com 7.328 novos empregados em julho, especialmente em São Paulo (5.474) e Minas Gerais (859). Entre as outras atividades do setor agropecuário, o cultivo em lavouras temporárias registrou 5.780 postos de trabalho, especialmente São Paulo (2.529) e Minas Gerais (1.571).

    Ainda no detalhamento por setor, os serviços geraram saldo líquido de 14.548 postos de trabalho. Nesse caso, destaque positivo para o segmento de comercialização de imóveis e valores mobiliários, serviços médicos, transportes e telecomunicações. A construção civil também terminou o mês com mais de 10 mil novos empregos, especialmente na construção de edifícios e obras para energia elétrica, telecomunicações e rodovias. Por outro lado, o comércio fechou 249 empregos. Em 2018, o varejo demitiu em seis dos sete meses.

    Fonte: Broadcast Agro

  • Cientistas descobrem chave para produção de terpenóides

    Cientistas da Universidade de Purdue descobriram uma mudança nas plantas que desativam a produção de terpenóides, compostos que desempenham um papel na fisiologia das plantas e que os humanos utilizam em vários aspectos. Com isso, os pesquisadores conseguiriam induzir as plantas a produzirem esses compostos para a fabricação de produtos que vai desde fragrâncias e aromatizantes a biocombustíveis e produtos farmacêuticos.

    De acordo com Natalia Dudareva, Departamento de Bioquímica e pesquisadora do Centro de Purdue para Biologia Vegetal da Universidade de Purdue, os terpenóides podem ser usados para desenvolver suplementos nutricionais, inseticidas naturais e drogas que tratam a malária e o câncer. Nesse cenário, a pesquisa poderia fornecer oportunidades para desenvolver não somente a indústria agrícola, mas também de saúde.

    “Este é um importante conhecimento básico que abre novas metas para engenharia das vias metabólicas de terpenóides. As plantas já produzem esses compostos, mas a quantidade é pequena. Poderia ter levado centenas ou milhares de plantas para obter composto suficiente para usá-lo como um produto farmacêutico. Isso levará a formas mais rápidas e eficientes de obter quantidades suficientes desses produtos”, explica.

    Além disso, os pesquisadores estão trabalhando em métodos para modificar e projetar as vias metabólicas das plantas para aumentar a produção de terpenóides. “Pode ser que tenhamos alguns compostos que não estão naturalmente em uma planta, mas podemos colocar um gene de interesse neles para criar os compostos que queremos ou aumentar significativamente sua produção”, finaliza.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Ainda com safra dos EUA no radar, mercado inicia pregão desta 5ª feira próximo da estabilidade na CBOT

    As cotações futuras do milho iniciaram a sessão desta quinta-feira (23) com ligeiras quedas, próximas da estabilidade na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity testavam perdas entre 0,25 e 0,50 pontos, por volta das 8h30 (horário de Brasília). O vencimento setembro/18 operava a US$ 3,52 por bushel, enquanto o dezembro/18 trabalhava a US$ 3,66 por bushel.

    No foco dos participantes do mercado ainda está a condição da safra norte-americana. Ao longo dessa semana, o crop tour Pro Farmer tem trazido projeções para a safra de milho e soja nos principais estados produtores no país.

    “A excursão de quatro dias projetou até agora rendimentos de milho acima da média para Nebraska, Dakota do Sul, Indiana e Ohio. O potencial de produção de milho no oeste de Iowa também estava acima da média”, informou a Reuters internacional.

    Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu novo boletim de vendas semanais. A expectativa é que as vendas da safra velha fiquem entre 200 mil a 500 mil toneladas.

    Da safra nova, as apostas dos participantes do mercado estão entre 700 mil a 1 milhão de toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue pressionada em Chicago nesta 5ª com novo capítulo da guerra comercial ChinaxEUA

    A pressão sobre os preços da soja continua no pregão desta quinta-feira (23) na Bolsa de Chicago. O mercado ainda reflete as boas perspectivas para a nova safra dos Estados Unidos, bem como o andamento da guerra comercial entre chineses e americanos, que se intensificou hoje.

    Nesta quinta, passaram a valer novas tarifas americanas de US$ 16 bilhões em produtos chineses e as atenções, mais uma vez, se voltam aos desdobramentos dessa disputa.

    “A China se opõe firmemente a isso, e continuará a adotar contramedidas necessárias”, disse o ministério em comunicado, acrescentando que Pequim entrará com uma reclamação junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), segundo informou a Reuters.

    Dessa forma, perto de 8h20 (horário de Brasília), as cotações perdiam pouco mais de 4 pontos, com o contrato novembro/18 sendo negociado a US$ 8,66 por bushel.

    “Tensões na guerra comercial “EUA contra o mundo” afastam a possibilidade de acordo com a China tão cedo e o mercado recua com reportes do crop tour da ProFramer confirmando produtividade excelente no centro-oeste americano”, explica o diretor da Cerealpar, Steve Cachia.

    Ainda nesta quinta, o mercado espera pelo novo reporte semanal de vendas para exportação a ser trazido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas são de números entre 100 mil e 300 mil toneladas para a safra velha e de 400 mil a 650 mil para a safra nova.

    Os traders permanecem atentos também aos números do Pro Farmer que têm sido divulgados nesta semana, no aguardo dos resultados finais que chegam nesta sexta-feira, 24.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Guerra comercial entre EUA e China se intensifica com novas tarifas

    Os Estados Unidos e a China intensificaram sua guerra comercial nesta quinta-feira com a adoção de tarifas de 25 por cento sobre 16 bilhões de dólares em mercadorias um do outro, mesmo que autoridades de ambos os lados tenham retomado negociações em Washington.

    As duas maiores economias do mundo adotaram agora tarifas sobre um total combinado de 100 bilhões de dólares em produtos desde o início de julho, com mais por vir, ampliando os riscos ao crescimento econômico global.

    O Ministério do Comércio da China disse que Washington “permanece obstinado” em implementar as mais recentes tarifas, que entraram em vigor por ambos os lados como previstos à 01h01 (horário de Brasília).

    “A China se opõe firmemente a isso, e continuará a adotar contramedidas necessárias”, disse o ministério em comunicado, acrescentando que Pequim entrará com uma reclamação junto à Organização Mundial do Comércio (OMC).

    O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou colocar tarifas sobre quase todos os mais de 500 bilhões de dólares em bens chineses exportados aos EUA anualmente a menos que Pequim concorde com mudanças a suas práticas de propriedade intelectual, programas de subsídio à indústria e estruturas tarifárias, e compre mais produtos norte-americanos.

    Esse número representaria bem mais do que a China importa dos EUA, levantando preocupações de que Pequim poderia avaliar outras formas de retaliação.

    Fonte: Reuters

  • Mosca-da-haste-da-soja está presente e já avança

    Um artigo publicado na Revista Cultivar por grupo de pesquisadores liderados por Cecilia Czepak, da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás (UFG) indicou que Mosca-da-haste-da-soja (M. Sojae) já está presente e teve um avanço detectado. De acordo com a publicação, esta praga vem causando inúmeros prejuízos em países como a Rússia, Austrália e Espanha, mais recentemente no Paraguai e na Bolívia, e vem sendo detectada no Brasil desde 2015.

    “Em 2015 na segunda safra de soja, a ocorrência de M. sojae foi confirmada pela equipe do Laboratório de Manejo Integrado de Pragas (Lab MIP) da Universidade de Santa Maria/Rio Grande do Sul em cultivos de soja de diversas localidades do Sul e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi oficialmente notificado da sua presença”, diz o texto.

    No entanto, o estudo identificou que a praga vem avançando e se espalhando por regiões do País onde ainda não tinha sido identificada, como o cerrado, por exemplo. Assim, a Mosca-da-haste-da-soja foi incluída na lista de pragas disseminadas no Brasil, por afetar várias regiões.

    “Quanto ao Cerrado brasileiro, M. sojae ainda não tinha sido relatada, sendo considerada por algumas Instituições até pouco tempo atrás, como uma praga não disseminada no país. Mas infelizmente esta afirmação não procedia e, para surpresa de muitos, foi encontrada neste ano em diversas áreas do Cerrado Goiano”, informa o relatório.

    Por ser considerada uma espécie exótica e causar problemas econômicos e ambientais, a Mosca-da-haste-da-soja está preocupando os cientistas. “Espécies exóticas invasoras são aquelas pelas quais a introdução e/ou dispersão ameaçam a diversidade biológica dos ecossistemas, pois passam a ocasionar impactos econômicos e ecológicos de difícil detecção e quantificação”, conclui a publicação.

    Fonte: Agrolink

  • Chuva e frio marcam início da semana no Estado

    A semana inicia no Rio Grande do Sul com o predomínio da chuva e do frio. Nesta segunda-feira (20), áreas de instabilidade intensas atuam no norte do Estado e na Região Metropolitana. Na costa e no Noroeste do RS as rajadas de vento podem atingir 60 km/h. No extremo Oeste, próximo a Quaraí e Uruguaiana, o tempo deve ficar nublado no decorrer do dia, com temperaturas baixas.

    Porto Alegre pode registrar chuva a qualquer hora, com probabilidade de maior intensidade no final da segunda-feira. De acordo com a Somar Meteorologia, a temperatura não deve passar dos 14°C. Bagé pode ter geada com mínima de 0°C e máxima de 14°C. Santa Maria começa o dia com 4°C e alcança os 16°C ao longo da tarde.

    A chuva perde intensidade em grande parte do Estado na terça-feira (21), exceto nas áreas ao noroeste, na fronteira com Santa Catarina, onde a chuva persiste com possíveis temporais e grandes acumulados. A semana deve seguir com temperaturas baixas por conta da massa de ar frio. Na fronteira com o Uruguai, há condição de céu aberto, ventos fracos e frio intenso, com chance para geada na madrugada de terça-feira.

    Fonte: ZH