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setembro 2018

  • Soja trabalha com leves baixas em Chicago nesta 5ª e se ajusta à espera de novos números do USDA

    O mercado internacional da soja, nesta quinta-feira (27), trabalha com ligeiras baixas na Bolsa de Chicago, em um movimento de correção técnica após as últimas sessões de alta desta semana. As cotações, por volta de 7h40 (horário de Brasília), recuavam entre tímidos 1,50 e 1,75 ponto nos principais contratos. Com isso, o novembro/18 tinha US$ 8,48 por bushel.

    Como explicam os consultores e analistas de mercado, os traders seguem buscando definir uma direção para os preços, uma vez que os fundamentos que regem os negócios neste momento já são conhecidos.

    As atenções se dividem entre a demanda – crescente pela soja americana dos países extra China e a movimentação da nação asiática na América do Sul – a colheita da nova safra americana, o plantio no Brasil, as condições de clima para ambas as realidades de trabalho de campo e as consequências da guera comercial entre China e EUA que segue em curso.

    “Os fundamentos que regem os preços da soja continuam focando nas variáveis domésticas dos Estados Unidos, entretanto esta tendência poderá tomar diferentes proporções, uma vez que as ofertas do farelo da soja disponível na China se mostram em constante ascensão, já atingindo os maiores níveis dos últimos 5 meses”, explicam os analistas de mercado da AgResource Mercosul (ARC). “Este fator poderá impulsionar a compra chinesa da soja estadunidense num futuro próximo, mesmo com a vigência das tarifas aduaneiras de 25% sobre esta origem. Estoques de farelo na China são os mais baixos desde maio deste ano, em 938 mil toneladas”, acredita a consultoria internacional.

    Além disso, o mercado em Chicago se ajusta ainda às vésperas da divulgação do novo boletim de estoques trimestrais de grãos que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta sexta-feira (28). O mercado espera por um volume 33% maior do que no mesmo período do ano passado no caso da soja.

    Ainda nesta quinta-feira, atenção também ao novo reporte semanal de vendas para exportação que o USDA traz. Os traders esperam um intervalo de 600 mil a 1 milhão de toneladas comprometidas pelos EUA na próxima semana.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Guerra comercial prejudicará sojicultores dos EUA

    Informações divulgadas pela Associação Americana de Sojicultores (ASA) indicou que a disputa comercial travada entre a China e os Estados Unidos pode acabar prejudicando os produtores de soja norte-americanos. De acordo com Davie Stephens, sojicultor de Clinton, Kentucky, e vice-presidente da ASA, o país precisa iniciar negociações ao invés de promover mais retaliações.

    “Se esta guerra comercial não for resolvida em breve, veremos consequências irreversíveis. Além das preocupações muito reais sobre uma contínua queda nos preços de nossos grãos, estamos falando sobre a viabilidade de nosso relacionamento de longo prazo com o mercado chinês. Precisamos de negociações agora, em vez de respostas que machuquem os dois países”, comenta.

    Desde junho, o preço da soja norte-americana nos terminais de exportação de Nova Orleans caiu 20%, de US$ 10,89 para US$ 8,68 por bushel, enquanto o prêmio pago pela soja brasileira aumentou de praticamente zero para US$ 2,18 por bushel, ou US$ 80 por tonelada métrica. Nesse cenário, é mais vantajoso para a China abandonar os EUA e iniciar negociações com o Brasil.

    “Com o agravamento da situação, essas decisões podem se tornar políticas de longo prazo. Mesmo que a administração atinja seu objetivo de mudar as políticas da China sobre transferência forçada de tecnologia e roubo de propriedade intelectual, o que poderia acabar com a guerra tarifária, essa tendência poderia ser irreversível. Os produtores de soja dos EUA podem se tornar o último recurso para o que tem sido, de longe, nosso mercado externo mais importante”, explicou.

    Fonte: Agrolink

  • Inteligência artificial promete inovar agricultura

    Uma nova tecnologia que utiliza os recursos mais avançados em inteligência artificial, análise, internet das coisas (IoT), nuvem e clima será lançada pela IBM para criar um conjunto de soluções que abrangem o ecossistema farm-to-fork. Com isso, a desenvolvedora pretende auxiliar tanto os agricultores quanto as empresas a tomarem melhores decisões relacionadas com a produção de alimentos.

    De acordo com a IBM, com a explosão de dados de equipamentos agrícolas, sensores ambientais e entrada remota, é impraticável confiar na intuição ou na tecnologia tradicional para entender o que impulsiona a variação no rendimento ou fornece orientação aos produtores. A empresa ainda afirma que a agricultura sempre foi um empreendimento complexo que exige que os produtores gerenciem uma rede interconectada de decisões de pré-temporada e durante a temporada enquanto estão à mercê da mãe natureza.

    A tecnologia permite que o agricultor possa filmar um campo de milho a partir de um drone e usar a análise de reconhecimento visual para identificar uma doença ou uma infestação de pragas. Para o produtor Roric Paulman, trazer a IA para dentro da agricultura pode trazer o que chamou de “novos poderes surpreendentes”.

    “Até agora, ninguém tratou de colocar todas essas informações em um só lugar. Eu tenho 40 apps agrícolas diferentes no meu celular, com a nova tecnologia isso não vai mais ser necessário. Isso significa que posso reagir em tempo real e a lavoura não perderá a produtividade esperando pelo agrônomo”, comemora.

    A empresa finalizou dizendo que a plataforma pode ajudar uma gama completa de participantes da cadeia produtiva, como agrônomos, provedores de insumos, fabricantes de equipamentos, comerciantes, financiadores, seguradoras de colheitas e governos a tomar decisões mais confiantes e específicas de seus próprios papéis.

    Fonte: Agrolink

  • Câmbio será determinante para formação do preço da soja brasileira

    Diferentemente de riscos climáticos ou de mercado, onde o produtor pode prever, se planejar e se proteger, as incertezas no país, como o cenário eleitoral, a guerra comercial entre China e Estados Unidos e a polêmica da tabela do frete, criam um cenário dos mais difíceis dos últimos tempos para o produtor. A avaliação é do consultor da Agroconsult, André Pessoa, que participou nesta quarta-feira, 26 de setembro, do Fórum de Mercados e Tendências – O Agronegócio e o Cooperativismo, promovido pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) com o apoio do Sescoop/RS, em Lajeado (RS).

    O especialista comparou este início de safra com uma estrada, que não está das piores, mas que a viagem começará com muita neblina. Sobre as eleições, disse que a polarização entre dois extremos ainda trará uma tensão na expectativa até a definição do resultado final. Já em relação à tabela do frete, Pessoa salientou que até a colheita se chegará a uma solução, mas não se sabe ainda se terá um tabelamento valendo e qual vai ser. Já da guerra comercial Estados Unidos e China, o consultor ressaltou que “esta briga pode acabar amanhã ou daqui a dez anos. Mas quando mudar pode causar um terremoto no mercado”.

    Com números da consultoria, Pessoa lembrou que na safra passada o Brasil exportou 49 milhões de toneladas para os chineses ante os 37 milhões de toneladas dos Estados Unidos. Se calculados os últimos 12 meses, o quadro é de 58 milhões de toneladas dos brasileiros e 30 milhões de toneladas dos americanos. A perspectiva, de acordo com o especialista da Agroconsult, é de que o Brasil pode alcançar até 80 milhões de toneladas devido a decisão do governo chinês de taxar em 25% a importação da soja dos americanos.

    Em relação aos preços, Pessoa avaliou que os brasileiros poderão vender soja a valores competitivos e acima das expectativas, já que o principal mercado está com esta restrição de embarques dos Estados Unidos aos chineses, mas que os norte-americanos já estão abrindo margem em outros mercados para escoar o excedente da oleaginosa. “Aos poucos eles encontram o mercado para colocar o excedente de soja que têm. A indústria está tendo a maior margem para esmagamento e exportação de farelo de soja”, observou.

    Pessoa afirmou esperar acima de US$ 9,00 o bushel em Chicago. A expectativa é de que o prêmio de exportação suba caso o dólar volte a um patamar de R$ 3,85. mas se o câmbio disparar e chegar a passar dos R$ 4,50, o produtor terá um preço irresistível. “O câmbio é a variável mais importante da definição dos preços nas próximas semanas”, avaliou.

    No milho, o especialista reforçou que existe um problema estrutural de falta de milho no Sul do Brasil, mesmo com safra boa, sendo necessário abastecer o mercado ainda no primeiro semestre. “Teremos uma redução de exportação. No ano passado tivemos 27 milhões de toneladas e este ano deveremos chegar a no máximo 24 milhões de toneladas”, afirmou, acrescentando que também teve queda no consumo e que não há uma pressão sobre os preços do grão e só poderá ter variação de cotação se houver alta no câmbio.

    Mesmo assim, a análise é de que a precificação do milho para a safra 2018/2019 é boa neste momento, com possibilidade de aumento de área especialmente na chamada segunda safra. “Se tenho preço futuro remunerador e possibilidade de plantar mais cedo, posso plantar a safrinha mais cedo também”, destacou.

    Pela manhã, a especialista em tecnologias e influenciadora digital Martha Gabriel falou sobre a Transformação Digital no Agronegócio. Com exemplos do mercado, trouxe uma reflexão sobre as transformações que as tecnologias vêm trazendo para a sociedade e, especialmente, para o mundo dos negócios. Lembrou aos participantes que a tecnologia nunca é neutra e sempre traz coisas boas e coisas ruins, quer o público use ou não. Reforçou também que o digital está transformando a sociedade, o nosso corpo, o nosso cérebro. “O ser humano é o que é, devido a estas transformações. A tecnologia vai mudando a gente”, salientou.

    Na ocasião, foram entregues também os resultados das devolutivas para 27 cooperativas participantes do programa de autogestão, realizado pela FecoAgro/RS em parceria com o sistema Ocergs/Sescoop-RS.

    Fonte: Agrolink com Inf. de Acessoria

  • Soja segue trabalhando em alta em Chicago com boas expectativas de demanda nos EUA

    Os preços da soja seguem trabalhando em alta na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (26). As expectativas de demanda forte pelo produto norte-americano continuam dando estímulo as cotações, segundo explica o diretor da Cerealpar, Steve Cachia.

    Por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 7,50 e 8 pontos nos principais vencimentos, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,53 e o março/19 a US$ 8,79 por bushel.

    O mercado se ajusta também a novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ainda esta semana, buscando consolidar uma recuperação após tocar, nas últimas semanas, em suas mínimas de 10 anos.

    “Vai haver ajuste de posições a espera do relatório trimestral de estoques americanos na sexta-feira. Interessante ver se o USDA vai admitir estoques inferiores a ultima estimativa como a gente acredita”, diz Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Umidade do solo beneficia lavoura do milho

    Os corredores de umidade continuam voltados para o Sul do Brasil nesta terça-feira (25), com isso, há previsão de que ocorra chuva forte em grande parte das áreas produtoras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e até mesmo no extremo sul do Paraná. Todos os trabalhos de campo irão ser prejudicados, principalmente as atividades de plantio e colheita. Por outro lado, a instabilidade irá manter o solo com níveis elevados de umidade e favorecer o desenvolvimento das lavouras de milho, arroz e trigo que estão em fase de desenvolvimento Vale salientar que os sistemas de frente fria irão passar de forma rápida e afastada da costa do Sul do país. Já nesta quarta-feira (26), boa parte do Rio Grande do Sul irá apresentar tempo aberto e sem chuva, sendo que há previsão para o retorno das precipitações na próxima semana.

    A parte central e norte do país continuam com um padrão de chuva irregular. Como consequência, os produtores do Mato Grosso podem ter uma certa apreensão, tendo em vista que o plantio da soja se iniciou e ainda há muitas áreas com baixos volumes de chuva acumulada. Como não há previsão de precipitações generalizadas para toda esta semana no Centro-oeste, Sudeste e no Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, as condições ainda não serão totalmente favorecidas ao plantio.

    Porém, como não haverá uma total ausência de chuva, alguns produtores podem ser favorecidos, principalmente aqueles que já receberam chuva nos últimos dias. Entretanto, vale ressaltar que até o meio de outubro, as condições para o Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e São Paulo, ainda serão de chuva irregular, o que pode resultar em uma maior apreensão juntos aos produtores, já que não serão todos que irão avançar com o plantio.

    Fonte: Agrolink

  • Setor precisa avançar na venda antecipada da safra

    O diretor de Abastecimento e Comercialização, José Maria dos Anjos, do Ministério da Agricultura, afirmou hoje que o setor de trigo precisa avançar no fechamento de contratos antecipados da safra, como estratégia de garantia de renda, algo que já ocorre em outras cadeias produtivas, como soja, milho e algodão. “Falta liquidez no mercado interno”, ressaltou durante a abertura do 25º Congresso Internacional da Indústria do Trigo, em Foz do Iguaçu (PR), na posição de representante do ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

    Sobre outros entraves do segmento tritícola, ele destacou que os problemas com infraestrutura de escoamento e tributação encarecem o processo de venda aos moinhos e, muitas vezes, torna o cereal importado mais competitivo do que o produzido no País. “O trigo é o único produto importante que o Brasil produz menos do que consome”, acrescentou.

    A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) sugeriu aos candidatos para a Presidência da República um conjunto de propostas para a criação de uma política nacional do trigo que permita a ampliação da produção no longo prazo. Segundo o representante do ministério, a medida tem o apoio da Pasta agrícola.

    “Acreditamos que medidas adicionais para uma política do trigo são de suma importância para ampliar a produção e contam com o apoio do Ministério da Agricultura”, ressaltou.

    Fonte: Broadcast Agro

  • China registra redução na importação de grãos

    Dados divulgados pela Administração Geral das Alfândegas da China indicam que o país asiático registrou uma redução significativa nas importações de grãos após impor tarifas aos embarques dos Estados Unidos. De acordo com as informações, a China comprou apenas 60 mil toneladas de sorgo em agosto, 79% abaixo das 259.892 toneladas importadas no ano anterior.

    Nesse cenário, a Administração Geral das Alfândegas indicou que foram adquiridas apenas 330 mil toneladas de milho em agosto, uma queda de 13,5% em relação às 377,5 mil toneladas de agosto do ano passado. Além disso, as importações de trigo também caíram 51,6%, com 140 mil toneladas recebidas.

    Embora a instituição não ter listado os dados totais de importação de países específicos, como os Estados Unidos que são os mais influenciados pela medida, a China tipicamente importa cerca de um terço de seu milho e trigo e quase todo o seu sorgo dos norte-americanos. Em julho, os Estados Unidos impuseram tarifas de 25% sobre todo o alumínio e o aço provenientes da China, e os chineses responderam cobrando tarifas de vários produtos norte-americanos, incluindo soja, sorgo e milho.

    Os volumes totais de importação de soja para agosto não foram listados no relatório, mas o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou recentemente que as importações chinesas para o ano comercial de 2018-2019 deverão cair em 1 milhão de toneladas. Sendo assim, o alvo dos orientais passa a ser o mercado sul-americano da oleaginosa, com destaque para Brasil e Argentina, que já exportaram uma quantidade significativa de soja para a China na última safra.

    Fonte: Agrolink

  • Agribrasil vê importação de 1 mi t de soja dos EUA pelo país no ano

    O Brasil deverá exportar um recorde de cerca de 80 milhões de toneladas de soja em 2018, contando com uma forte demanda da China, mas também terá de realizar atípicas importações da oleaginosa dos Estados Unidos para atender suas próprias necessidades, avaliou nesta terça-feira a Agribrasil, empresa que atua na originação de grãos.

    A conta da Agribrasil para a exportação do país considera o total já embarcado, a programação de navios e a expectativa de exportações entre outubro e dezembro.

    Contudo, o Brasil teria de importar cerca de 1 milhão de toneladas de soja dos EUA, que não estão vendendo quase nada para a China desde que Pequim, em guerra comercial com Washington, implantou em julho uma tarifa de 25 por cento sobre a oleaginosa norte-americana.

    Com uma safra recorde de soja sendo colhida nos Estados Unidos e o Brasil com estoques pequenos após exportações recordes, principalmente para a China, o mercado tem especulado já há algum tempo sobre compras brasileiras nos EUA.

    “Soja americana virá em breve pro Brasil”, afirmou à Reuters o presidente da Agribrasil, Frederico Humberg, que atua no setor há quase 30 anos, tendo trabalhado anteriormente em várias multinacionais.

    Ainda não há confirmação de negócios do Brasil com os EUA, os maiores produtores globais da oleaginosa. Anteriormente, a possibilidade de compras de soja norte-americana já havia sido comentada pela associação de exportadores do país, a Anec.

    Compras de soja pelo Brasil ajudariam os EUA a lidar com seu excedente, em momento em que os norte-americanos já buscam vender mais para a Europa, como forma de escoar uma parte da produção antes comprada pela China.

    As importações totais do Brasil somariam 1,25 milhão de toneladas, com parte vindo também do Paraguai, ante compras totais de 250 mil no ano passado.

    Enquanto os prêmios pagos pelos chineses pela soja brasileira elevam as cotações no país e apertam as margens da indústria nacional, nos Estados Unidos os preços da oleaginosa estão oscilando perto de mínimas em dez anos, o que ajudaria na efetivação de importações pelo Brasil.

    Humberg destacou que considerando as exportações do Brasil no ano até agosto (65,9 milhões de toneladas), mais cerca de 4 milhões já carregados em setembro e outros 3,6 milhões de toneladas previstos nos line-ups dos navios, o país já teria exportações garantidas de cerca de 73,5 milhões de toneladas.

    “Estimo que podemos ter mais 6-7 milhões de toneladas de exportação nos meses de outubro, novembro e dezembro, e com isso chegaríamos ao recorde de 80 milhões de toneladas de exportação”, explicou.

    Essa previsão de exportação do Brasil, maior exportador global do produto, supera a projeção da associação da indústria de soja (Abiove) divulgada no início de setembro, que apontou 76,1 milhões de toneladas, o que já representaria um crescimento de quase 12 por cento ante 2017.

    O CEO da AgriBrasil, uma empresa relativamente nova no país, mas com planos de triplicar a originação de grãos este ano, para 500 mil toneladas, ainda estima uma revisão para baixo do processamento de soja pelo país, para 41,5 milhões de toneladas, enquanto a Abiove vê 43,6 milhões de toneladas, versus 41,8 milhões no ano passado.

    O executivo ainda aposta em uma revisão para cima da safra brasileira, para 121 milhões de toneladas, versus aproximadamente 119 milhões vistos pela Abiove e governo.

    Mesmo com uma safra recorde, os estoques brasileiros terminarão em mínimas históricas em meio às fortes exportações, com a China respondendo por cerca de 80 por cento dos embarques do Brasil.

    Fonte: Reuters

  • TRIGO/CEPEA: Preços oscilam no mercado brasileiro

    De acordo com pesquisas do Cepea, os preços do trigo estão oscilando no mercado brasileiro. Nos momentos de baixa, a pressão vem do fraco ritmo de negociação envolvendo a nova safra nacional. Já os momentos de alta se devem à posição firme de vendedores que ainda detêm lotes remanescentes.

    No balanço da semana, no entanto, os valores registraram queda. Em relação às cotações do farelo e da farinha, conforme levantamento do Cepea, subiram. No caso do farelo, a demanda por parte da pecuária segue sustentando os valores, enquanto para as farinhas, as valorizações se devem ao ligeiro aumento no ritmo de negócios.

    Fonte: CEPEA/ESALQ