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17 de setembro de 2018

  • Aumenta registro de clorotalonil

    De acordo com o engenheiro agrônomo, MBA e consultor da AllierBrasil, Flavio Hirata, está em franco crescimento o registro de produtos à base do ingrediente ativo clorotalonil na América Latina. Em artigo para o Portal chinês Agropages.com, o especialista aponta que a explicação para essa expansão vem do objetivo maior desses ‘players’ – que é acessar os principais mercados consumidores de agroquímicos: Brasil e Estados Unidos.

    Hirata explica que o clorotalonil é um fungicida muito importante utilizado em legumes, porém mais recentemente vem sendo mais empregado no controle de doenças da soja no Brasil. “Considerando que a soja é a principal cultura no país, o volume também é proporcionalmente grande”, afirma o consultor da AllierBrasil.

    Ele lembra que até dez anos atrás, apenas dois ‘players’ eram os principais fornecedores de clorotalonil: Syngenta e Oxon. Desde então várias novas marcas foram lançadas tendo como fonte de matéria-prima diferentes fábricas chinesas. Hoje existem 47 marcas registradas: Syngenta, com 10; Oxon, também 10; Ihara, com 7; e Sipcam detendo 5 são as expoentes.

    “As importações de clorotalonil em agosto no Brasil foram apenas da China. Isso mostra a alta dependência deste produto de poucos fabricantes com produção limitada. Por outro lado, as restrições de produção deste produto na China podem ser um incentivo para sintetizar o clorotalonil em outros países, mais provável na América Latina, visando o Brasil e os EUA. A AllierBrasil, como empresa de consultoria, já foi contatada por diferentes grupos de investidores interessados em se registrar para os países da América Latina”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Preço segue em alta e alcança maior patamar real desde julho/16

    A demanda externa pela soja brasileira segue firme, principalmente por parte da China. E agora que os estoques domésticos estão menores, os prêmios de exportação voltaram a subir. Além disso, a taxa de câmbio dólar/Real é a maior desde a implementação do Plano Real. Com isso, os preços domésticos da soja seguem em alta, voltando aos maiores patamares desde julho/16, em termos reais (IGP-DI ago/18). O interesse de venda é maior para exportação, visto que o valor está acima do oferecido pelas indústrias domésticas. Desta forma, enquanto vendedores consideram o cenário atual positivo, compradores domésticos estão com dificuldades na aquisição da matéria-prima. Mesmo com os preços elevados, a liquidez interna tem sido limitada pelos altos valores de frete, que subiram significativamente nas últimas semanas.

    Fonte: Cepea

  • Soja convencional ainda é cultivada no Brasil, mas área plantada diminui

    A soja transgênica domina a produção brasileira, mas ainda existem compradores que preferem a convencional. O principal destino dela é a exportação para a Europa e a Ásia. Esse nicho de mercado, porém, vem diminuindo ano a ano.

    Na safra passada, o grão convencional ocupou 17,3% da área total de cultivo e, neste ano, deve ficar entre 10% e 12%, segundo estimativa do Instituto Soja Livre.

    “Estou falando de 10% a 12% de um total de 9,5 milhões de hectares”, pondera Eduardo Vaz, analista do instituto. Ele fez a projeção com base nos volumes de comercialização de sementes.

    Fonte: Globo Rural

  • Soja começa a semana em baixa na Bolsa de Chicago com pressão da guerra comercial EUA x China

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago trabalham em baixa no pregão desta segunda-feira (17). O mercado internacional dá início à esta nova semana com perdas de pouco mais de 4 pontos entre os principais vencimentos, com o novembro/19 valendo US$ 8,25 por bushel, por volta de 7h50 (horário de Brasília).

    Os traders começam a semana de olho nas tensões comerciais dos Estados Unidos não só com a China, mas com outros países também, inclusive as negociações em torno do Nafta. Nesta semana, o presidente Donald Trump pode anunciar novas tarifas sobre a nação asiática na casa de US$ 200 bilhões e volta a assustar os players.

    Diante dessa possibilidade, o índice acionário de Xangai caiu ao seu menor nível em quase quatro anos nesta segunda-feira. De acordo com informações da Reuters, Trump pode fazer o anúncio das novas tarifações ainda nesta segunda.

     

     O mercado segue ainda pressionado por seus próprios fundamentos, como o avanço da colheita norte-americana e a chegada da nova safra dos EUA ao mercado.

    No boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no fim do dia de hoje, após o fechamento do pregão, poderia mostrar os trabalhos de colheita concluídos no Corn Belt entre 2% e 3% da área.

    Fonte: Notícias Agrícolas