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outubro 2018

  • Aprovado primeiro adjuvante para agricultura orgânica

    O IBD, órgão certificador de insumos para cultivo orgânico no País, aprovou recentemente o primeiro adjuvante para aplicação na agricultura orgânica brasileira. De acordo com Marcos Belle, gerente de Marketing de Agricultura da Momentive na América Latina, desenvolvedora do produto, o Silwet* ECO consegue maximizar a cobertura de pulverização em até 10 vezes.

    “Com isso, é possível eliminar até 70% do volume de água aplicado em razão da maior cobertura proporcionada pelo adjuvante em toda a superfície, contribuindo para a sustentabilidade do Meio Ambiente”, comenta ele, comparando com a atuação de adjuvantes convencionais.

    Desta forma, Belle explica que o novo lançamento é um superespalhante e consegue trazer muitas vantagens para os produtores, como por exemplo maior rendimento e facilidade no manejo do produto, redução dos custos operacionais, além da economia de água e resistência à chuva. Nesse cenário, a economia de água consegue melhorar a performance do tratamento e diminuir os custos e os impactos ambientais da pulverização agrícola, já que quase não produz espuma.

    O Silwet* ECO foi produzido à base de um silicone modificado, que reduz significativamente a tensão superficial e possibilita grande cobertura foliar e rápida penetração vegetal. “Como resultado, o agricultor alcança a máxima eficiência dos componentes ativos da mistura aplicada e, ao mesmo tempo, economiza tempo e obtém ganhos operacionais”, explica.

    Para executivo Paulo Vianna, gerente geral da Momentive na América Latina, o surgimento de novas tecnologias colabora com o desenvolvimento da agricultura moderna. “A introdução de novos produtos, como o Silwet* ECO, traz para a região soluções que atendem requisitos importantes de nossos clientes na área agrícola”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Soja trabalha estável em Chicago nesta 2ª se ajustando ao início de um novo mês e trimestre

    O mês de outubro começa com os preços operando com estabilidade na Bolsa de Chicago. No pregão desta segunda-feira (1), os futuros da oleaginosa recuavam entre 0,50 e 1 ponto entre os principais vencimentos, com o novembro/18 sendo cotado a US$ 8,45 e o março/19 a US$ 8,71 por bushel.

    Segundo explicam analistas e consultores internacionais, os traders ainda trabalham com os mesmos fundamentos, porém, atentos ao comportamento dos fundos diante dessas informações já conhecidas. “O novo mês, o novo trimestre, vão impactar na direção dos preços?”, questiona a consultoria Allendale, Inc. em seu boletim diário.

    O mercado ainda sente alguma pressão dos altos estoques trimestrais norte-americanos reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na última sexta-feira (28) de mais de 11 milhões de toneladas.

    Ao mesmo tempo, se atenta à guerra comercial entre China e EUA, ao avanço da colheita nos EUA – que será também atualizado pelo USDA hoje, após o fechamento de Chicago – e ao desenvolvimento do plantio no Brasil.

    Ainda nesta segunda, os traders estarão atentos também aos números dos embarques semanais norte-americanos de grãos que o USDA traz em seu tradicional relatório de segundas-feiras.

    Para o mercado brasileiro, as atenções estão voltadas, principalmente, à questão financeira e cambial, uma vez que chegou, enfim, o final de semana das eleições presidenciais. Assim, como explica o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, “o dólar pode flutuar mais nesta semana”, diz.

    Os negócios com soja e milho no país estão mais escassos nestes últimos dias, ainda de acordo com o consultor, com os produtores atento à essa situação política e econômica do país. Ainda assim, para a soja da safra velha, a estimativa de Brandalizze é de que o Brasil vá, mais uma vez, bater recorde na exportação nesta semana mais uma vez.

    Fonte: Notícias Agrícolas