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14 de novembro de 2018

  • Agricultura de precisão ajuda no preparo do solo?

    Cultivar não é uma tarefa fácil. O produtor além de sua lavoura precisa monitorar centenas de variáveis que podem interferir no sucesso lá no fim da safra. Para este processo complexo, é preciso o auxílio de ferramentas que facilitem o seu trabalho com dados e números que serão fundamentais nas tomadas de decisões. A tendência nos últimos anos é o surgimento de soluções em agricultura de precisão. Podemos dizer que a agricultura de precisão é uma filosofia de manejo da fertilidade do solo utilizando-se de informações exatas e precisas sobre faixas ou porções menores do terreno, tendo por objetivo aumentar a eficiência do uso de corretivos e fertilizantes nas culturas agrícolas. E o que podemos dizer dessas novas ferramentas para a importância de um bom preparo de solo?

    Primeiro vamos destacar algumas dessas novas “armas” à disposição dos produtores. Podemos elencar os sistemas de posicionamento global (GPS), sistema de informações geográficas (SIG ou GIS), tecnologias de aplicação em taxa variável, monitoramento das áreas, sensoriamento remoto, monitores de colheita, amostradores de solo e balizadores de aplicação (aérea e tratorizada). Além disso, sensores de matéria orgânica, de plantas daninhas, de umidade de solo, de pH, de NO3 no solo, de compactação, pulverizadores de precisão, fotografias aéreas e outros.

    Já ficou claro para o agricultor que é fundamental o preparo do solo, bem feito, isso resulta em lavouras de alta produtividade. Nessa fase inicial é fundamental a mecanização e uso dessas novas tecnologias. O preparo do solo e, principalmente, as práticas corretivas como o uso correto do calcário, do gesso, e até mesmo do fósforo para corrigir o solo estão na lista obrigatória de sucesso.

    A Piccin Tecnologia Agrícola, por exemplo, é uma empresa especialista em desenvolver equipamentos voltados ao preparo do solo, em seu portfólio, conta com soluções tecnológicas com padrão ISOBUS para todo o ciclo produtivo. Ou seja, implementos que garantem comunicação total entre máquinas e tratores ISOBUS, resultando em transparência e liberdade aos produtores. Além disso, há a possibilidade também de utilizar os equipamentos com sistema de desligamento linha a linha para semeadoras, desligamento bico a bico para autopropelidos e taxa variável nas mais diversas operações.

    A empresa também tem parceria com a americana Ag Leader, que disponibiliza para a linha de distribuidores de adubo e materiais como calcário terminais do tipo InCommand 1200/800, com a plataforma, chamada de AgFinit. Essa opção é uma mão na roda e gerencia dados agronômicos, com taxa variável e transferência de informações para “Nuvem”, onde o agricultor pode ter acesso de qualquer lugar e em qualquer momento. Os dados ficam disponíveis em um local virtual, além disso, a sincronização de mapas e relatórios é realizada entre a nuvem e o dispositivo, utilizado pelo agricultor para gerenciar a safra.

    O uso dessas e de tantas outras ferramentas da agricultura de precisão é a redução dos custos de produção, principalmente dos agroquímicos, fertilizantes e/ou corretivos. Conforme aponta Rossato (2010), em média, é possível obter uma redução de 20-30% no custo de insumos como calcário, fósforo e potássio. Com a aplicação diferenciada de insumos consegue-se maior homogeneidade da lavoura e aumento de sua produtividade. É questão de avaliar quais ferramentas melhor se adaptam ao bolso e a necessidade da propriedade.

    Fonte: Grupo /Cultivar

  • Mosca Branca tem nova ação para combate

    Para garantir a produtividade da lavoura, os agricultores precisam adotar técnicas e tecnologias para que os altos índices sejam alcançados. O cuidado com as pragas, doenças e plantas daninhas precisam estar diariamente sob controle do produtor rural. A mosca branca é um dos grandes problemas enfrentados, um pequeno inseto que, somente nos tomateiros, pode representar perdas de 40% a 70% na condição de vetor de vírus, segundo dados da Embrapa.

    Atenta ao problema a ADAMA, obteve o registro para uma nova solução, voltada para o combate da mosca branca: o inseticida Trivor. O produto controla o desenvolvimento do inseto em todas as suas fases, tornando seus ovos inférteis e quebrando o seu ciclo de atividade nas plantas.

    “A mosca branca prejudica a saúde das lavouras em larga escala, pois, além de extrair os nutrientes das plantas, causa fumagina nas folhas inibindo a fotossíntese. Em determinadas culturas de hortifrúti, chega a transmitir viroses por meio do processo de sucção”, destaca Fabrício Pacheco, gerente de Produtos da ADAMA Brasil. “Para oferecer um controle efetivo do inseto, Trivor une praticidade e eficácia em sua ação de choque e residual, além de ser facilmente aplicável pelo fato de ser composto por uma mistura pronta”.

    Trivor chega com a força necessária no manejo do inseto por conta do grande alcance de culturas em que pode ser aplicado. Além de uma grande variedade de culturas de hortifrúti, como batata, tomate, cebola e outras, o inseticida também pode ser aplicado nas lavouras de soja e algodão, que sofrem constantes problemas com as toxinas liberadas pela mosca branca.

    Fonte: Agrolink

  • Seguro agrícola ameniza perdas da 2ª safra de milho

    As perdas na safra 2017/2018 causadas pela seca prolongada que castigou lavouras inteiras no sul do país estão sendo reparadas aos produtores que adquiriram o seguro agrícola.

    Segundo o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, que detém 70% do mercado de seguros rurais do país, a produção de milho safrinha no estado do Paraná foi uma das mais prejudicadas, representando 42% dos sinistros comunicados e 26% dos prejuízos apurados até o momento.

    “O cultivo de milho de segunda safra já estava menor em relação ao ano anterior e a falta de chuva afetou o desenvolvimento do cereal, o que comprometeu o processo de produção. Mais de 92% dos produtores rurais que tiveram perdas em suas plantações foram impactados pela estiagem, muito mais severa este ano”, explica Paulo Hora, diretor técnico de seguros rurais do GRUPO.

    A área indenizada chegou a 111 mil hectares e mais de R$ 56 milhões serão pagos aos produtores afetados no estado.

    A segunda safra de milho é a principal do país, uma vez que produtores têm apostado mais na soja na primeira safra.

    “Muitos agricultores têm acionado o seguro, uma vez que, em algumas propriedades, os prejuízos chegam a 100%. As vistorias já foram realizadas, os prejuízos apurados e estamos finalizando o pagamento dos sinistros aos produtores”, explica o diretor.

    Atualmente, o GRUPO disponibiliza aos produtores o produto BB Seguro Agrícola, que protege a lavoura de problemas com o clima como chuvas excessivas, incêndio, queda de raio, tromba d’água, ventos fortes, friagem, granizo, seca, geada e variações excessivas de temperatura.

    “As indenizações reforçam a importância do seguro, que é uma ferramenta estratégica para quem produz no campo. É um aliado do produtor, permitindo que ele recupere parte do capital investido em caso de intempéries climáticas”, ressalta.

    Fonte: Agrolink

  • Soja segue caminhando de lado em Chicago nesta 4ª feira e atenta ao encontro China x EUA

    Os preços da soja seguem trabalhando com leves altas na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (14), dando continuidade às pequenas altas observadas ontem. As cotações subiam, por volta de 8h05 (horário de Brasília), subiam entre 2,25 e 2,75 pontos, com o janeiro/19 valendo US$ 8,80 por bushel.

    O mercado, porém segue caminhando de lado, diante da falta de novidades que possa movimentar os preços de forma mais substancial. As expectativas maiores seguem sobe o novo encontro do G20 que acontece no fim deste mês.

    Donald Trump e Xi Jinping voltam a se encontrar na Argentina para discutir as taxações impostas por ambos em suas exportações de importações e a possibilidade de um acordo chama a atenção dos traders. Já a proximidade do mesmo não parece tão certa.

    Atenção ainda ao dólar frente ao real e também aos prêmios pagos pela soja brasileira, que começam a perder força neste momento diante dessa possibilidade de consenso entre chineses e americanos.

    “A ARC lembra que a redução dos preços da oleaginosa brasileira disponível para exportação irá elevar o interesse da demanda
    chinesa, que possui cobertura limitada até meados de dezembro”, explicam os analistas de mercado da ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas