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19 de novembro de 2018

  • Promoção: “Fim de ano premiado Superjuc”

    REGULAMENTO

    Promotora:

    Razão Social: Cooperativa Agropecuária de Júlio de Castilhos – COTRIJUC

    Endereço: Rua Coronel Severo Barros, 247 – Bairro Santa Isabel – Júlio de Castilhos – RS – Brasil – CEP: 98130-000.

    CNPJ: 91.023.168/0002-59          Telefone: (55) 3278-1047             Site: www.cotrijuc.com.br

     

    DISPOSIÇÕES GERAIS:

    Art 1° – Prêmios do sorteio:

    1º Prêmio – Um Rancho no valor de R$ 300,00;

    2º Prêmio – Um Rancho no valor de R$ 200,00;

    3º Prêmio – Um Micro-ondas

    4º Prêmio – Um Forno Elétrico

    5º Prêmio – Uma Batedeira

    6º Prêmio – Um Liquidificador

    7º Prêmio – Uma Panela elétrica

    8º Prêmio – Uma Torradeira

    9º Prêmio – Um Ventilador

    10º Prêmio – Uma térmica 1,8L

    + Prêmios surpresas

     

    Art 2° – Data de início: 29 de outubro de 2018; data de término: 31 de dezembro de 2018.

    Art 3° – O sorteio será realizado no Superjuc dia 31 de dezembro de 2018, às 18 horas.

    Art 4° – Caso o ganhador não esteja presente no momento do sorteio, será comunicado por telefone, descrito no cupom sorteado.

     

    PARTICIPAÇÃO:

    Art 5°– A cada R$ 50,00 (cinquenta reais) em compras no Superjuc o cliente/cooperado recebe um cupom para participar da promoção.

    Art 6°- O cliente/cooperado não pode juntar cupons ou notas fiscais para trocar pelos cupons da promoção, respeitando os artigos 3º e 5º.

    Art 7° – É de responsabilidade do cliente/cooperado preencher o cupom (com nome completo, endereço e telefone de contato) e depositá-lo na urna da promoção.

    Art 8° – É de responsabilidade do cliente/cooperado as informações contidas no cupom.

    Art 9° – A urna ficará disponível no Superjuc.

    Art. 10° – Será escolhido um representante da cooperativa para o sorteio do cupom.

    Art. 11° – Será verificada a validade do cupom após o sorteio, serão considerados válidos os cupons que constarem: carimbo do Superjuc, nome legível e telefone para contato.

    Art 12° – Cupom não validado será desclassificado no momento em que porventura seja sorteado, e não fará jus ao prêmio, sendo sorteado um novo cupom.

    Art 13° – Não é exigida a presença do ganhador no local de apuração, tendo em vista o que prevê o artigo 4° do presente regulamento.

    Art 14° – Não será permitida a troca do prêmio por moeda corrente e o mesmo deverá ser usado integralmente de uma única vez.

    Art 15°- O regulamento completo da presente promoção estará exposto nos murais, na rede social (facebook) e no site da Cooperativa (www.cotrijuc.com.br).

    Art 16°- A Comissão Organizadora em conjunto com o Comitê de Administração da Cotrijuc decidirão sobre impasses eventualmente ocorridos durante todo o processo do sorteio.

  • Soja: Com safra adiantada, país pode ter maior custo com ferrugem

    O Brasil tem visto focos do fungo da ferrugem asiática da soja em maior número e mais cedo neste ano, na esteira do plantio da oleaginosa mais rápido da história, o que indica a possibilidade de maiores custos para produtores controlarem a doença na safra 2018/19. Além disso, diante de uma maior presença da doença, o setor pode ficar mais sujeito a perdas pela ferrugem, caso erre nas aplicações, disse a pesquisadora Claudine Seixas, da unidade especializada em soja da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Londrina (PR).

    A ferrugem da soja é a doença que mais exige investimentos dos agricultores. Ao todo, o custo com o fungo gira em torno de 2 bilhões de dólares por ano, sendo a maior parte em gastos com aplicações de fungicidas e uma fatia menor de perdas de produtividade.

    “Este talvez seja um ano em que o gasto seja maior. Com a doença chegando mais cedo, corre-se o risco de ter um pouco mais de perda, mas são só hipóteses”, declarou Claudine à Reuters, por telefone.

    Até o momento, o chamado consórcio antiferrugem, uma parceria público-privada que envolve pesquisadores, já registrou 17 focos da ferrugem em áreas de cultivo comerciais, enquanto no mesmo período do ano passado havia somente uma ocorrência.

    A maior pressão da ferrugem no Brasil, maior exportador mundial, acontece em uma safra em que os Estados do Sul estão sendo atingidos por mais chuvas, em meio indicações de desenvolvimento do fenômeno climático El Niño, que traz mais umidade para tais regiões.

    O fungo avança com mais facilidade em anos mais chuvosos e quentes. No ano passado, ao contrário, a semeadura foi mais lenta especialmente no Paraná, segundo Estado produtor brasileiro, por conta de uma seca em setembro.

    Este ano, ao contrário, choveu bem mais cedo e depois as chuvas foram muito acima da média também em outubro. Foi tanta umidade que houve até uma reversão no ritmo de plantio, que passou a ficar mais lento.

    “Tivemos bastantes chuvas, o que favorece o fungo. Iniciamos a safra chuvosa, e quem conseguiu semear no intervalo das chuvas, conseguiu semear bem cedo… Se pensar em época do ano, em termos de data, foi a ferrugem que tivemos mais cedo. Nunca tivemos ocorrência (do fungo) em área comercial tão cedo no Paraná”, destacou Claudine.

    Ela explicou que, com o plantio de soja precoce este ano, de maneira geral a ferrugem apareceu em fases mais adiantadas das lavouras, quando ela costuma mesmo surgir.

    E alerta para possível maior pressão do fungo, com a “desuniformidade” na semeadura. Enquanto alguns produtores começaram muito cedo, em setembro, outros ainda estão plantando.

    “Isso acaba não sendo muito favorável, ela (ferrugem) já está produzindo inóculo do fungo para as regiões que semeiam mais tarde”, comentou a pesquisadora.

    Esse cenário de mais focos também dependerá das condições climáticas ao longo da safra. “Depende muito do clima, se houver um veranico (tempo mais seco), se não favorece a soja, desfavorece a ferrugem também.”

    Para a segunda quinzena de novembro, as condições climáticas devem seguir favoráveis para o disseminação do fungo na maior parte do país, cujas principais áreas agrícolas devem receber chuvas acima da média.

    No Paraná, que concentra os casos de ferrugem, com 13 focos, as precipitações ficarão praticamente dentro da média em parte do Estado e acima do histórico em outros, até o final do mês, de acordo com dados do Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon.

    A pesquisadora disse ainda que os produtores deverão ficar atentos ao aparecimento da doença, para realizar as aplicações logo que surgir.

    “Uma safra como esta, em que ela apareceu mais cedo, pode ter pego o agricultor desprevenido. A primeira aplicação é de fato muito importante, e não é fácil acertar o momento.”

    Dessa forma, ela comentou que é importante que o produtor não queira “calenderizar” as aplicações, quando faz o trabalho apenas com base na fase da lavoura ou do período do ano.

    “O fungo é muito agressivo, o ciclo da doença é muito rápido, o ideal é pegar bem no comecinho…”

    Com o plantio já caminhando para a parte final dos trabalhos no Brasil, o mercado em geral aposta em uma safra recorde superior a 120 milhões de toneladas, um volume levemente acima do esperado pelo governo.

    O plantio da soja 2018/19 no Brasil chegou a 82 por cento da área total até quinta-feira, avanço de 11 pontos percentuais ante a semana passada, mantendo o ritmo como o mais rápido já registrado, disse a AgRural na sexta-feira (16/11).

    A safra está à frente dos 73 por cento no ano passado e dos 67 por cento na média de cinco anos, segundo a consultoria.

    Fonte: Reuters

  • Milho: À espera de novas informações, mercado inicia a semana próximo da estabilidade em Chicago

    As cotações do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a semana com ligeiras altas, próximas da estabilidade. Na manhã desta segunda-feira (19), os principais vencimentos da commodity testavam ganhos entre 0,25 e 0,75 pontos. O dezembro/18 era cotado a US$ 3,65 por bushel, enquanto o março/19 operava a US$ 3,76 por bushel.

    De acordo com informações das agências internacionais, o mercado segue sem novidades, operando de maneira técnica. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reporta seu novo boletim de embarques semanais. O número é um importante indicador de demanda e pode influenciar o andamento das negociações.

    O departamento ainda atualiza as informações sobre a safra dos Estados Unidos nesta segunda-feira. Até a semana anterior, cerca de 84% da área semeada já havia sido colhida.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Queda nos preços dos fertilizantes no mercado brasileiro

    A menor demanda por adubos neste período e o dólar em um patamar menor tiraram a sustentação dos preços dos fertilizantes no mercado interno em novembro. Segundo levantamento da Scot Consultoria, na primeira quinzena, a tonelada da ureia agrícola ficou cotada, em média, em R$1.826,86 em São Paulo, sem o frete.

    Houve queda de 2,6% em relação ao fechamento de outubro, mas, ainda assim, o insumo está custando 41,1% mais em relação a novembro do ano passado. Para os adubos potássicos e fosfatados, os recuos médios foram de 1,0% e 0,2%, respectivamente.

    Em curto prazo, a expectativa é de menor movimentação no mercado de adubos. Além disso, os estoques de passagem das empresas deverão manter os preços mais frouxos. Por fim, continuamos monitorando o câmbio, que na primeira quinzena deste mês apresentou um cenário mais firme, frente a outubro.

    Fonte: SCOT CONSULTORIA 

  • Soja: Mantendo foco na disputa entre chineses e americanos, Chicago recua nesta 2ª feira

    A guerra comercial entre China e Estados Unidos permanece no foco dos participantes do mercado internacional da soja e até que um novo acordo seja firmado para mudar o atual cenário, as especulações continuam, assim como continua a caminhada lenta e de lado dos preços da commodity na Bolsa de Chicago.

    No pregão desta segunda-feira (19), o mercado devolvia parte dos ganhos registrados na última sexta (16) e, por volta de 7h50 (horário de Brasília), recuava entre 3,75 e 4,75 pontos nos principais contratos.

    As expectativas um pouco mais otimistas nos últimos dias parecem ter perdido um pouco de força com o vice-presidente americano Mike Pence dizendo que o país não irá recuar das tarifas até que os chineses anunciem mudanças. A China, porém, também tem se mostrado bastante resiliente.

    “Nós tomamos ação decisiva para lidar com o nosso desequilíbrio com a China. Colocamos tarifas sobre 250 bilhões de dólares em bens chineses, e podemos mais do que dobrar esse número”, disse durante a cúpula da Apec (Associação de Países da Ásia e do Pacífico para a Cooperação Econômica).

     

    Os traders permanecem bastante atentos também ao andamento do dólar, à conclusão da colheita americana e o bom avanço do plantio no Brasil. Esses fundamentos do mercado, porém, têm perdido peso nestes meses em que a guerra comercial, mesmo sem grandes novidades, domina as discussões nos bastidores do mercado.

    Afinal, a demanda pela soja norte-americana está bastante fraca, com um dos menores ritmos de exportações dos últimos anos.

    Fonte: Notícias Agrícolas