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28 de novembro de 2018

  • Demanda por milho deverá crescer em 2019

    A expectativa é de aumento da produção de milho no Brasil entre 11,4% e 12,6% na comparação com a safra passada, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    No entanto, do lado da demanda interna, a Conab estima um incremento de 4,4% em 2019, frente a 2018, com o consumo doméstico saindo de 59,84 milhões de toneladas este ano para as 62,50 milhões de toneladas no ano que vem.

    Para as exportações, a previsão é de um forte aumento, de 34,8% na comparação anual. O país deverá embarcar 31 milhões de toneladas em 2018/2019, frente as 23 milhões de toneladas exportadas em 2017/2018.

    Fonte: Scot Consultoria

  • Planejamento e acompanhamento de safra: o que fazer para ampliar o rendimento de sua produção

    Passado o mês de novembro, muitos produtores já finalizam a fase de plantio ou, pelo menos, entram na etapa final dessa fase. Com isso, chega o momento de acompanhar a lavoura e se atentar a eventuais necessidades de “correções de rota” para que a safra 2018/19 não tome rumos indesejáveis. Além disso, é importante já colocar em prática o planejamento para a safrinha, que começa em janeiro.

    A produção brasileira de grãos na safra 2018/19, de acordo com o 2º Levantamento de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), está estimada entre 233,7 e 238,3 milhões de toneladas. Já a área plantada pode variar entre 61,9 e 63,1 milhões de hectares, representando uma safra entre 2,5% a 4,5% superior à registrada no período passado. Com as condições climáticas favoráveis até o momento, especialmente para a soja, muitos produtores avançaram rapidamente no plantio, o que favorecerá o milho safrinha lá na frente, uma vez que o plantio ocorrerá em uma janela mais propícia.

    Apesar desse contexto, é sempre importante tomar algumas precauções para ajudar a potencializar o rendimento da lavoura, como, ter um vasto conhecimento sobre tudo que acontece dentro da fazenda. Para isso, organização é fundamental. O planejamento detalhado de toda a safra e a simulação da viabilidade financeira e mercadológica da produção são medidas importantes.

    Os dados financeiros são poderosas ferramentas e podem ser utilizados para controlar despesas, projetar investimentos e provisionar o lucro, por exemplo. Lembre-se de considerar o estoque – estoques grandes podem significar recurso financeiro imobilizado e pequenos estoques podem significar risco para a produção – e, também, os gastos com a mão de obra.

    Apesar dos híbridos, nesse momento de pré-safrinha, já terem sido escolhidos, é importante escolher sempre sementes certificadas. Quando o produtor compra sementes certificadas, ele tem a segurança que elas cumprem com todas as condições fisiológicas, sanitárias e físicas pré-estabelecidas. Outro ponto relevante é dispor do conhecimento e do suporte de um engenheiro agrônomo na propriedade para auxiliar na tomada de decisão. Por isso, conte sempre com fornecedores confiáveis e capazes de acompanhar o desenvolvimento de sua lavoura.

    Durante a semeadura, além das condições ideias de clima – evitando períodos chuvosos -, é importante observar as condições do solo, profundidade da semeadura, população de plantas e a posição da semente e do adubo. Além disso, para extrair o máximo potencial produtivo da lavoura, é de extrema importância adotar Boas Práticas Agrícolas, como a prática do refúgio, o Monitoramento Integrado de Pragas (MIP) e o Monitoramento Integrado de Doenças (MID), ambos até a fase reprodutiva, o manejo adequado de ervas daninhas antes do plantio, durante a produção e pós-colheita, entre outros mecanismos de controle.

    Todas as dicas abordadas são de extrema importância, em longo prazo, para auxiliar o agricultor a atingir o máximo potencial produtivo em sua lavoura e, também, contribuir na manutenção dos benefícios trazidos pela tecnologia. É essencial que o produtor plante área de refúgio, pois ela permitirá fazer o manejo da resistência, postergando, assim, o surgimento de insetos-praga capazes de causar danos expressivos ao milho Bt.

    Fonte: Grupo Cultivar

  • Milho: Chicago inicia pregão de quarta-feira mantendo tendência de leve alta

    Os valores do milho futuro negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quarta-feira (28) registrando leve alta seguindo a tendência do dia anterior. As principais posições apontam ganhos entre 0,50 e 0,75 pontos por volta das 08h03 (horário de Brasília). O vencimento de dezembro/18 era cotado a US$ 3,57 por buschel e março/19 apontava US$ 3,69 por buschel.

    As cotações mantém o ritmo lento de crescimento após fechar o pregão de terça-feira (27) com altas menores do que 1 ponto. De acordo com informações da Reuters Internacional essa estabilidade nos preços deve seguir nos próximos dias com o mercado esperando o encontro dos presidentes de Estados Unidos e China na reunião de cúpula do G20 na Argentina que acontece nesta sexta-feira (30) e sábado (01).

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com estabilidade em Chicago nesta 4ª feira após início de semana volátil

    Segue a espera pela definição do encontro entre Donald Trump e Xi Jinping na reunião do G20 no final deste mês e, nesse compasso, o mercado da soja na Bolsa de Chicago segue se ajustando. A semana começou agitada para os preços, com baixas de mais de 2% na segunda-feira (26) e altas de mais de 1,5% nesta terça (27).

    Assim, nesta quarta-feira (28), os traders parecem buscar uma estabilidade e um alinhamento de posições, com as cotações com variações bem tímidas na manhã de hoje. Por volta de 8h (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam pouco mais de 1 ponto.

    O vencimento janeiro/19 valia US$ 8,77 por bushel, sendo esse o mais negociado desse momento, enquanto o maio/19, referência para os negócios aqui no Brasil, tinha US$ 9,04.

    Os líderes chinês e americano têm endurecido seus discursos nos últimos dias, afastando, segundo analistas internacionais, a possibilidade maior de um acordo entre as duas maiores economias do mundo. Caso isso de fato aconteça, pode se intensificar a pressão sobre as cotações em Chicago.

    Fonte: Notícias Agrícolas