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dezembro 2018

  • 8 tecnologias que mudaram as atividades no campo de uma vez por todas

    Descubra quais são as 8 principais tecnologias que estão transformando o campo e que ajudam os agricultores a obter os melhores resultados.Entender quais são as principais novidades e os pilares mais importantes para a nova agricultura, a agricultura de precisão, também chamada agricultura 4.0, é uma obrigação para o produtor que quer ter os melhores resultados e estar na frente nessa caminhada.

    1. GPS Agrícola
    Seria injusto começar nossa lista sem ser com essa ferramenta incrível. Desde 1990, quando começou a ser usado na agricultura, o GPS ajuda de diferentes formas o dia a dia dos operadores e produtores agrícolas.

    O GPS agrícola não só facilita o trabalho do agricultor, mas também faz com que esse esforço seja mais preciso e com que os resultados sejam melhores.

    Essa tecnologia de satélite, pioneira para a agricultura de precisão, permite com que o produtor ligue seu trator e comece a trabalhar literalmente a qualquer momento.

    Vale lembrar que o GPS, que significa Sistema de Posicionamento Global, já não é a tecnologia mais avançada no que diz respeito à localização. O GNSS (Sistema de Navegação Global por Satélite) usa mais satélites e consegue ser mais preciso que o GPS.

    2. Dispositivos Móveis na Agricultura
    Pode parecer fora de lugar, mas a utilização de dispositivos móveis está diretamente relacionada à aplicação da tecnologia no campo e na agricultura de precisão.

    Os dispositivos móveis mudaram as formas de interação entre as pessoas e as formas de trabalho. É praticamente impossível imaginar viver hoje em dia sem um celular.

    Receber e controlar as informações do campo sempre foi importante, mas, com as novas tecnologias, fica cada vez mais significativo fazer com que essas informações cheguem rápido ao produtor. Os dispositivos móveis conseguem cumprir muito bem essa função.

    3. Robótica na Agricultura
    Mesmo estando disponíveis na agricultura nas mais diversas a atividades, a tecnologia no campo mais conhecida e bem sucedida até hoje para a robótica é a utilização de máquinas autônomas, controladas remotamente por telemetria.

    4. Irrigação Agrícola
    A escassez de água é um tema que tende a ficar cada vez mais comum, e a agricultura vem se adaptando dia após dia para minimizar os prejuízos. Os sistemas de telemetria permitem que agricultores controlem remotamente e precisamente a irrigação da lavoura.

    As novas tecnologias no campo para a irrigação conseguem economizar água, tempo, combustível e o desgaste nos veículos. Cada vez mais os agricultores conseguem integrar os dados de umidade e meteorológicos para aplicação da rega de taxa variável (VRI).

    5. Internet das Coisas na Agricultura
    A Internet das Coisas (IoT) tem sido um tema muito discutido nos últimos anos. Simplificadamente definida pela conexão de aparelhos gerando uma rede de informações úteis ao usuário, essa tecnologia já vem sido usada há muito tempo em outras áreas, e a agricultura não ficou para trás.

    Sendo um dos pilares para a agricultura de precisão, a Internet das coisas consegue integrar diversas informações do campo, como:
    Localização geográfica
    Previsões meteorológicas
    Dados do solo
    Dados das máquinas em atividade
    Com esses dados, dependendo da necessidade do solo ou da máquina, ou mesmo da previsão meteorológica, o agricultor consegue tomar decisões mais rápidas que impactam diretamente nos resultados.

    6. Sensores na Agricultura
    Do que adianta conseguir controlar todas as máquinas e ter a irrigação toda automatizada se não se tem informações sobre o que está acontecendo no campo?

    Os sensores conseguem avaliar a umidade, a compactação, a fertilidade e a temperatura das plantas, além de dados meteorológicos, localização de ervas daninhas e infestação de doenças e pragas. Todas essas informações fazem com que o agricultor esteja preparado e consiga planejar bem melhor o cultivo.

    7. Aplicação em taxas variáveis
    Mesmo sendo uma tecnologia já há mais tempo no mercado agro, a aplicação de insumos em taxas variáveis garante uma produção mais uniforme e ajudam a aumentar o rendimento médio de sacas por hectare nas lavouras.

    Para aplicação dessa tecnologia é necessário fazer todo um estudo da região, com mapas de fertilidade, mapas diagnósticos e mapas de aplicações. Essas informações são essenciais para o sucesso da agricultura de precisão.

    8. Drones na Agricultura
    O uso de drones na agricultura se torna cada vez mais comum. Os chamados VANTs (Veículos Aéreos não Tripulados) são drones que conseguem identificar pragas e doenças, além de localizar deficiência nutricional em partes específicas da lavoura. Com essas informações, o agricultor pode controlar precisamente a distribuição dos insumos.

    Fonte: Blog Tecnologia no campo

  • Quem fará a diferença no agronegócio em 2019

    No epicentro da retomada da economia em 2019, o agronegócio poderá ser protagonista também em iniciativas que elevem as atividades no campo para patamares acima da média em produtividade, qualidade e eficiência. As ações que farão a diferença no novo ano envolvem investimentos em inovação tecnológica, alimentos mais elaborados e valorizados, certificações de procedência, produções sustentáveis e biossegurança.

    – As tecnologias para redução da mão de obra e a gestão de custos da propriedade são as grandes chaves para a competitividade do setor leiteiro – diz Darlan Palharini, diretor-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat-RS).

    Além de diminuir o esforço físico, a agricultura familiar precisa apostar em itens que despertem o interesse do consumidor – em uma relação cada vez mais próxima.

    – E o diferencial pode vir da apresentação do produto à exclusividade dele – indica Jocimar Rabaioli, assessor de política agrícola e agroindústria da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS).

    A qualidade dos alimentos está diretamente associada à biossegurança dos processos, especialmente em setores que exigem cuidados sanitários específicos, como a produção de carnes.

    – A nossa condição, livre de influenza aviária e de peste suína, é o nosso maior patrimônio. A preservação desse status é imprescindível para o mercado externo de aves e de suínos – explica Rui Vargas, vice-presidente técnico da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

    E quem trabalha com commodities conseguirá se destacar com o uso de tecnologias que garantam altas produtividades e custos menores.

    – É preciso tocar o negócio de forma profissional, e isso exige investimentos que vão de sementes fiscalizadas, adubação, agricultura de precisão à irrigação – enumera Eduardo Condorelli, futuro superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural no Rio Grande do Sul (Senar-RS).

    Fonte: Zero Hora

  • Agricultores podem ajudar trigo a vencer o calor

    Pesquisadores do Watson Grain Research Center em New South Wales afirmam que os agricultores podem ser os principais responsáveis por auxiliar a cultura do trigo a vencer o calor, que tanto afeta a estrutura dessa planta. De acordo com Richard Trethowan, diretor do centro, uma parceria entre os produtores e as instituições de pesquisa é fundamental.

    “Se vamos fazer algo sobre as quedas nos rendimentos nos anos difíceis, temos que semear as plantações a tempo. Queremos um sistema de agricultura de conservação onde você esteja retendo restolho. Isso lhe dá solos mais frios, raízes mais frias e plantas mais capazes de lidar com o choque de temperatura”, comenta.

    Nesse cenário, Rebecca Thistlethwaite, cientista de plantas da Universidade de Sydney, disse que os criadores de plantas australianas estão adquirindo material genético de linhas que prosperam em climas quentes como Índia, México e Paquistão. Em 2016 e 2017, os criadores analisaram 4.200 linhas tolerantes ao calor de todo o mundo.

    “A agricultura de conservação também reduz o estresse de umidade. Uma planta sob estresse de umidade é menos capaz de lidar com o choque de temperatura. O controle de ervas daninhas é muito importante. É também uma questão de uso de água e nutrição adequada. Plantas que não têm uma nutrição adequada são menos capazes de lidar com choques de temperatura”, afirma Richard.

    Os pesquisadores sabem que não podem ajudar uma planta de trigo, diminuindo o forno ou fazendo chover. Mas se eles entenderem melhor como as ondas de calor afetam o trigo, estarão mais bem preparados para o que o futuro trouxer. Para ajudar nesse esforço, eles estão entrando em observações de campo em tempo real em modelos de software para talvez ajudar os produtores de grãos australianos a lidar com o aumento das temperaturas.

    Fonte: Agrolink

  • Soja testa lado positivo da tabela em Chicago nesta 5ª feira após baixas da última sessão

    Os preços da soja sobem na Bolsa de Chicago no pregão desta quinta-feira (27), após baterem em suas mínimas de 1 mês no pregão anterior. Nesta quarta (26), as cotações terminaram o dia perdendo mais de 1,5% em suas posições mais negociadas. Assim, em um movimento de recuperação, hoje as cotações registravam pequenas altas de pouco mais de 2 pontos.

    Por volta de 8h20 (horário de Brasília), os futuros da commodity tinham US$ 8,72 no janeiro e US$ 8,99 por bushel no contrato maio/19. Mais cedo, a oleaginosa subia mais de 5 pontos na CBOT.

    Essas mínimas em um mês continuam refletindo a preocupação do mercado com a falta de novidades positivas e com a fraca demanda pela soja norte-americana, principalmente por parte dos chineses. Em novembro, pela primeira vez, as compras da nação asiática de soja nos EUA ficaram em zero.

    Na primeira quinzena de dezembro, os chineses até realizaram algumas compras no mercado americano, porém, via estatais e com volumes bem mais baixos do que o mercado esperava. Os traders agora esperam pela nova reunião entre líderes da China e dos EUA irão realizar no começo de janeiro. Donald Trump e Xi Jinping deverão voltar a se encontrar para retomar suas negociações.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Exportações de milho cresceram nas duas primeiras semanas de dezembro

    Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o Brasil exportou, em média, 231,1 mil toneladas de milho grão por dia em dezembro (até a segunda semana).

    O volume aumentou 15,6% em relação à média diária de novembro deste ano e foi 15,7% maior que o embarcado diariamente em dezembro de 2017.

    Para as duas semanas restantes, a expectativa é de que o ritmo dos embarques diminua, frente ao registrado na primeira quinzena, ainda assim, o país deverá exportar próximo de 4,0 milhões de toneladas no acumulado de dezembro.

    Se confirmado esse volume no último mês do ano, no total de 2018, o Brasil terá exportado 23,9 milhões de toneladas de milho, 18,3% menos em relação às 29,3 milhões embarcadas em 2017, recorde.

    Para 2019, os preços mais competitivos do milho brasileiro no mercado internacional e um câmbio ainda favorável às exportações são fatores que deverão puxar o crescimento das exportações nacionais.

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima 31,0 milhões de toneladas de milho exportadas na temporada atual.

    Fonte: Scot Consultoria

  • Estudo da Embrapa desvenda história do cultivo do milho pela humanidade

    O milho tem uma história muito mais complexa do que o imaginado. Segundo um consórcio de pesquisadores americanos e brasileiros, a domesticação do grão não ocorreu apenas no México. A partir de dados genéticos e evidências arqueológicas, os investigadores descobriram que agricultores do sudoeste da Amazônia também trabalharam no melhoramento da colheita há mais 6.500 anos, dando os primeiros passos para uma das maiores culturas da atualidade. Detalhes do trabalho foram divulgados recentemente na revista Science.

    O ancestral selvagem do milho, chamado teosino, tinha espigas menores, poucos grãos e era protegido por uma espécie de capa extremamente dura, difícil de ser quebrada. Os primeiros agricultores foram selecionando características desejáveis e, com o tempo, começaram a surgir espigas maiores, com grãos macios e abundantes. Até então, geneticistas e arqueólogos acreditavam que essas transformações ocorreram apenas nas terras baixas tropicais — hoje, o sul do México — há cerca de 9 mil anos. “Podíamos dizer que parecia haver um único evento de domesticação no México e que, depois, indivíduos espalharam o milho domesticado”, resume, em comunicado, Logan Kistler, pesquisador do Museu Nacional de História Natural Smithsonian, nos Estados Unidos.

    O trabalho atual, porém, coloca em xeque essa teoria. Os cientistas descobriram que, há cerca de 5 mil anos, os grãos não estavam totalmente domesticados em terras mexicanas. “Eles seguiram semidomesticados para Amazônia”, conta ao Correio Fabio Freitas, etnobotânico, pesquisador da Embrapa em Brasília e coautor do estudo. Os grãos chegaram às mãos de indivíduos que já cultivavam arroz e mandioca, entre outras culturas. Provavelmente, foi adotado como parte da agricultura local e continuou a evoluir sob influência humana até que, milhares de anos depois, se tornou uma cultura totalmente domesticada.

    A partir daí, o milho mudou-se para o leste, como parte de uma expansão e intensificação da agricultura. Segundo Kistler, análises arqueológicas mostram que, por volta de 4.000 anos atrás, o grão havia se espalhado amplamente pelas terras baixas da América do Sul. Evidências genéticas e arqueológicas também se alinham para sugerir que o cultivo se expandiu para o leste uma segunda vez, desde o sopé dos Andes até o Atlântico, cerca de 1.000 anos atrás.

    Ajuda indígena
    A equipe chegou às conclusões fazendo comparação genética de mais de 100 variedades do milho moderno que crescem nas Américas, incluindo 40 variedades recém-sequenciadas. Fabio Freitas ressalta que muitas dessas variedades foram coletadas em colaboração com agricultores indígenas nos últimos 60 anos. “É importante destacar o papel desses grupos indígenas. Sem eles não teríamos esses dados conservados”, diz o pesquisador da Embrapa.

    Os genomas de 11 plantas antigas, incluindo nove amostras arqueológicas recentemente sequenciadas, também fizeram parte da análise. A equipe mapeou as relações genéticas entre as plantas e descobriu várias linhagens distintas, cada uma com o próprio grau de semelhança com seu ancestral comum, o teosino.

    Os resultados reforçam que os estágios finais da domesticação do milho aconteceram em mais de um lugar. “Esse trabalho muda fundamentalmente a nossa compreensão das origens desse alimento. Mostra que o milho não tem uma história de origem simples”, ressalta Robin Allaby, pesquisadora da Escola de Ciências da Vida da Universidade de Warwick, no Reino Unido, e coautora do trabalho.

    Futuro
    Para os cientistas, além de ajudar a recontar a história do milho, o estudo poderá ser usado no melhoramento dos cultivos atuais. “É a história evolutiva a longo prazo das plantas domesticadas que as torna aptas para o ambiente humano hoje. A história nos fornece ferramentas para avaliar o futuro do milho na medida em que continuamos a remodelar drasticamente o nosso ambiente global e a aumentar nossas demandas agrícolas”, explica Kistler.

    Os pesquisadores pretendem dar continuidade ao trabalho, já que uma série de informações colhidas ainda não foi completamente estudada. “Temos muitos dados a analisar nessa área genética. Eles, futuramente, também poderão ajudar a entender detalhes evolutivos de outras espécies semelhantes, como o amendoim”, aposta Freitas.

    Fonte: Correio Brasiliense

  • Cenário é positivo para grãos em 2019

    Para o próximo ano, as tendências são positivas para o mercado de grãos a nível interno”. A afirmação é o analista chefe de grãos da DATAGRO Consultoria, Flávio Roberto de França Júnior, que apresentou informações sobre o andamento da safra atual (2018/19) de soja e milho no Brasil e as tendências do mercado interno para 2019.

    De acordo com o especialista da consultoria, a forte demanda e as áreas menores de cultivo no Brasil, devem sustentar a Bolsa de Chicago, além dos câmbios e prêmios mais altos: “Os portos brasileiros registram demanda firme, fretes acomodados e melhores logísticas. Existem alguns fatores contrários, como as maiores áreas de cultivo na Argentina, as incertezas sobre a guerra comercial, o aumento dos custos de produção e os impasses dos fretes. As margens serão mais justas, porém, ainda positivas pelo 13º ano consecutivo e os produtores capitalizados”.

    A estimativa de crescimento de França Júnior neste mês é próxima à da realizada em novembro. As áreas de cultivo e produção deverão crescer 3% e 1%, respectivamente, nas duas principais culturas brasileiras. França Júnior destacou que o plantio está adiantado, com bom nível tecnológico, e que o padrão climático de La Niña está fraco, provocando um inverno e verão sem grandes anomalias.

    Segundo a DATAGRO, a soja possuía 35,2 milhões de hectares na safra 2017/18 e estima-se 36,1 milhões ha na safra atual. Já a produção saltará de 121,4 milhões de toneladas para 122,9 milhões de tons neste ano comercial. O milho possuía 17,3 milhões ha na safra anterior, passando a ter 16,8 milhões na safra 2018/19 e a produção aguardada é de 94,6 milhões de tons, frente as 81,1 milhões na safra anterior.

    “A instabilidade do câmbio com a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, além de outros entraves econômicos como a taxa de juros do Fed e a preocupação com a desaceleração da economia global irão influenciar os próximos rumos das cotações’’, diz França. Ele finaliza dizendo que o mercado brasileiro está bastante entusiasmado com a montagem da nova equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro e, que 2019 será um ano de boa fluidez para o agronegócio.

    Fonte: Agrolink

  • Brasil colhe a segunda maior safra de grãos da história, segundo a Conab

    A produção brasileira de grãos fechou o ciclo 2017/2018 com 228,3 milhões de toneladas colhidas. Foi a segunda maior safra de grãos, atrás apenas da safra anterior, conforme o 12º levantamento da safra divulgado em setembro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    A produção de soja alcançou recorde de 119,3 milhões de toneladas (4,6% superior à safra passada). O milho registrou produção de 54,5 milhões de toneladas, o arroz, 12,07 milhões de toneladas, o algodão resultou em 2 milhões de toneladas de pluma, e o trigo, com aumento de 6,4% na área semeada em relação à safra anterior, resultou na produção de 5,2 milhões de toneladas.

    Apesar de a estiagem ter atrasado o plantio, a soja foi um dos destaques da safra. O espaço destinado ao grão nas lavouras cresceu, sobretudo em áreas destinadas anteriormente à produção de milho 1ª safra, devido à melhor rentabilidade proporcionada ao produtor.

    O desempenho da safra só não foi melhor devido à produtividade, que registrou queda nacionalmente de 5,2%, impulsionada, principalmente, pelo desempenho do milho segunda safra em quase todas as regiões brasileiras. A área plantada foi estimada em 61,7 milhões de hectares, com crescimento de 1,4%, ou 852,8 mil hectares, se comparada à safra 2016/17.

    Próxima safra
    Para a próxima safra (2018/2019), o 3º Levantamento divulgado neste mês, revela que o país deverá colher 238,4 milhões de toneladas, o que representa aumento de 10,6 milhões de toneladas ou de 4,6% de um ano para outro. Os principais produtos responsáveis pelo resultado são soja, milho, arroz e algodão, as maiores culturas do país, que juntas correspondem a 95% da produção total.

    Caso a estimativa se confirme, praticamente, se repetirá o resultado recorde da safra 2016/2017, de 238,8 milhões de toneladas.

    Fonte: UOL

  • Produtores inscritos na DAU podem liquidar débito até dia 27

    Termina no próximo dia 27 de dezembro o prazo para produtores rurais com débitos de operações de crédito rural ou fundiário, inscritos ou encaminhados para inclusão na Dívida Ativa da União (DAU), possam liquidar os passivos com descontos de 60% a 95%.

    Estes benefícios estão previstos no artigo 4º da Lei 13.340/16. “Aquele produtor que tiver condições de fazer a liquidação que faça até o dia 27”, explica o coordenador de Assuntos Estratégicos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Joaci Medeiros.

    A regra vale para quem foi incluído ou encaminhado para inscrição na DAU até 31 de julho deste ano, que tiveram inadimplência ocorrida até 31 de dezembro do ano passado.

    Segundo o coordenador, os interessados podem regularizar a situação na Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

    Fonte: CNA – CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL

  • Abrafrigo contesta valores da dívida do Funrural divulgados pela Receita

    A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) distribuiu nota contestando o valor de R$ 17 bilhões para o passivo do Funrural dos produtores rurais e frigoríficos e divulgado segundo dados da Receita Federal. “Este número não é verdadeiro e está sendo utilizado apenas para se atribuir culpa aos produtores rurais e frigoríficos pela existência de uma dívida que não é deles e que, por sinal, nem deveria existir”, afirmou o Presidente Executivo da Abrafrigo, Péricles Salazar.

    Ele lembrou que quem criou o problema foi o Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 2010, julgou inconstitucional a cobrança do Funrural e, com isso, que os produtores rurais ficaram desobrigados de fazer o recolhimento do imposto devido. “Em 2017, o STF reformulou esta decisão, voltando atrás e reconhecendo como constitucional essa cobrança. O setor aceitou isso e, desde então, os produtores rurais e frigoríficos vem cumprindo normalmente com este compromisso, num total de R$ 300 milhões mensais somente no setor da carne bovina.

    Mas, a bem da verdade, esta dívida que se aponta acumulada aponta nos sete anos em que o Funrural não foi exigido, não existe”, afirmou o Presidente Executivo da Abrafrigo.

    Fonte: Agrolink