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5 de dezembro de 2018

  • Milho: Bolsa de Chicago abre a quarta-feira apresentando leves baixas

    Os valores do milho futuro negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quarta-feira (05) registrando baixa. As principais posições apontam desvalorização entre 1 e 1,75 pontos por volta das 08h34 (horário de Brasília). O vencimento de dezembro/18 era cotado a US$ 3,72 por bushel e março/19 apontava US$ 3,83 por bushel.

    Enquanto o mercado aguarda mais informações e desdobramentos do futuro das relações entre Estados Unidos e China e da guerra comercial entre as duas maiores potências do mundo, diversos países produtores vêm registrando altas lavouras do grão. Segundo reportou a Farm Futures, a associação comercial Coceral da União Européia aumentou sua estimativa para 2018 da produção de milho da UE em 2,7%, para 2.382 bilhões de bushels.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com movimentações limitadas em Chicago nesta 4ª à espera de mais da trégua EUA x China

    Os preços da soja seguem atuando com estabilidade na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (5). Sem grandes notícias que possam seguir motivando o mercado, as cotações voltaram a trabalhar de lado após a euforia inicial depois da reunião do G20 no último final de semana.

    Perto de 8h15 (horário de Brasília), os preços recuavam entre 0,75 e 1 ponto nos principais vencimentos, com o janeiro valendo US$ 9,11 e o maio/19 cotado a US$ 9,36 por bushel.

    ” Após os pronunciamentos oficiais do lado norte-americano e as publicações na mídia do lado asiático, não houve novos passos nesta tentativa de reconciliação. A especulação demanda atividade antes de que a tendência de alta na soja possa ser revertida”, explicam analistas da ARC Mercosul.

    Do mesmo modo, há fortes rumores entre os portais internacionais de que a China estaria pronta para comprar, antes do final do ano, volumes consideráveis de soja, milho e trigo para cumprir parte da trégua do G20 onde diz que os chineses irão comprar mais produtos agrícolas americanos.

    Fonte: Notícias Agrícolas