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17 de dezembro de 2018

  • Milho: Bolsa de Chicago abre a semana com leves altas nos preços futuros

    A semana se inicia com os preços futuros do milho operando próximos da estabilidade, apresentando leves altas na manhã dessa segunda-feira (17). Os principais valores apresentavam valorizações entre 0,75 e 1 ponto por volta das 08h34 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,85 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,93 por bushel.

    Segundo divulgado pela Agência Reuters, analistas disseram que o mercado foi impulsionado pelas expectativas de que a China vai comprar grandes quantidades de exportações dos Estados Unidos como parte de uma trégua temporária na guerra comercial entre as duas grandes potências mundiais. “As exportações dos EUA devem se beneficiar da flexibilização das tensões comerciais entre EUA e China “, disse Tobin Gorey, diretor de estratégia agrícola da Commonwealth Bank of Australia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Umidade é fundamental para ativação de herbicida

    Uma certa quantidade de umidade, seja da chuva ou da irrigação, nos campos após uma aplicação pré-emergência é fundamental para ativar o herbicida. De acordo com especialistas da empresa Syngenta, maioria dos herbicidas requer pelo menos meia polegada de água após um herbicida pré-emergente ter sido pulverizado.

    Segundo Joe Wuerffel, Ph.D., Gerente Técnico Global para Herbicidas da Syngenta, os produtores devem saber quais são as ervas daninhas primárias em cada campo para se certificar de que estão usando os produtos certos nos campos certos, na taxa certa e na hora certa, no caminho certo. Nesse cenário, ervas daninhas primárias, incluindo ervas daninhas de folhas largas de semeadura larga, são difíceis de controlar porque germinam de dentro do perfil do solo.

    “Isto é o que nos levou a procurar o único ingrediente ativo biciclopirona. Ele complementa os outros três ingredientes ativos do herbicida de milho Acuron para proporcionar um controle mais efetivo e consistente de ervas daninhas de folhas largas sem sementes. Os herbicidas sem biciclopirona só fornecem controle parcial, se houver, sobre essas ervas daninhas de folhas largas”, indica.

    O especialista afirma que o tipo de herbicida também é muito importante, pois eles são criados com diferentes ingredientes ativos, alguns dos quais são mais fortes contra espécies específicas de ervas daninhas do que outros, por isso é importante lembrar que nem todos os herbicidas são criados iguais. “Os produtores têm que tomar cuidado para que eles estejam cientes dessas diferenças aparentemente sutis que podem ter um grande impacto em seu controle de ervas daninhas”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Ferrugem exige atenção diferenciada, diz especialista

    A incidência de ferrugem asiática na soja brasileira, principalmente na região Sul do País, acaba exigindo uma atenção diferenciada dos produtores rurais. De acordo com o professor e pesquisador Marcelo Madalosso, gerente sênior de Desenvolvimento e inovação da UPL Brasil, é preciso que o agricultor se reorganize e fique atento a todas as recomendações dos engenheiros agrônomos, para que essa doença fúngica não prejudique a sua lavoura.

    Nesse cenário, ele diz que é preciso “evitar ao máximo aplicações de produtos isolados, evitar ao máximo a repetição de princípios ativos e rotacionar sempre que possível os princípios ativos. Multissítios, não reduzir doses e utilizar somente doses recomendadas dos especialistas sobre os multissítios”, indica.

    Além disso, ele salienta a importância de um monitoramento constante da lavoura de soja devido à grande presença da doença na região. Para ele, o acompanhamento constante, não só da sua lavoura, mas também das proximidades pode ser fundamental para uma prevenção ou um controle precoce do problema.

    “Numa situação de plantios mais tardios, em algumas regiões do País, especialmente Sul do País, está acontecendo muito replante de soja, então o produtor ainda não conseguiu estabelecer a lavoura, o que vai colocar a soja em uma situação de pressão de ferrugem mais para frente. Então nós precisamos ficar atentos e também cuidar das lavouras de soja e também cuidar da questão dos fungicidas”, conclui

    Segundo o Comitê de Ação a Resistência em Fungicidas (FRAC), essas medidas são fundamentais para a garantia da colheita, principalmente no que se refere a aplicação correta e recomendada de fungicidas.

    Fonte: Agrolink

  • Soja inicia semana em Chicago trabalhando com leves altas nesta 2ª e ainda à espera de novidades

    Nesta segunda-feira (17), os preços da soja sobem na Bolsa de Chicago, retomando parte das últimas baixas da semana passada, quando acumulou um recuo de mais de 2% entre os principais contratos. Ainda buscando seu equilíbrio, as cotações subiam entre 3 e 4,25 pontos, por volta de 7h50 (horário de Brasília). O janeiro/19 tinha US$ 9,04 e o maio/19, US$ 9,30 por bushel.

    O mercado começa a semana da mesma forma como terminou: à espera de novidades sobre a relação comercial entre China e Estados Unidos. E esse continuará sendo o fator principal de observação dos traders, já que são esperados novos movimentos de ambos os países ainda nesse ambiente de trégua entre Donald Trump e Xi Jinping.

    Paralelamente, o mercado observa também o desenvolvimento da nova safra da América do Sul, e a chegada das primeiras ofertas no Brasil. Em alguns pontos de Mato Grosso, afinal, a colheita já está sendo iniciada. Apesar de alguns problemas pontuais, a nova temporada brasileira tem se desenhado de forma bastante satisfatória para os produtores.

    A demanda também segue em atenção. Nos EUA, permanece lenta, mesmo com a China tendo feito algumas compras no final da semana passada, e no Brasil os prêmios seguem recuando de forma expressiva, mostrando que os compradores também se retraem um pouco mais neste momento.

    Fonte: Notícias Agrícolas