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20 de dezembro de 2018

  • Veja como a transformação digital está mudando o agronegócio brasileiro

    Responsável por 23,5% do PIB brasileiro, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio tem sido impactado pela transformação digital. Um dos termos em alta, o conceito de smart farms traz negócios que apostam em inteligência da informação para elevar as produções e garantir o controle de pragas, automação das rotinas e coleta de informações de qualidade e em tempo hábil.

    Cintia Leitão de Souza, diretora de Agronegócio da Senior, empresa referência em soluções de gestão empresarial, destaca o diferencial que a transformação digital traz ao segmento. “Quando pensamos no agro, temos que levar em consideração toda a cadeia ligada à produção alimentícia, que traz uma série de negócios. E as novas tecnologias exercem um papel fundamental de compartilhamento e coleta de informações fundamentais para a tomada de decisão, dos silos até a comercialização dos produtos”, comenta a executiva.

    Um dos exemplos de transformação digital, de acordo com Cintia, é o uso da internet das coisas (IOT) e da inteligência artificial. “São duas questões que cada vez mais ganham espaço no agro. Na primeira podemos citar como exemplo dispositivos que avaliam a capacidade de estoque de silos, que antes eram medidos manualmente. Essa velocidade e precisão das informações garantem uma tomada de decisão eficaz e mais rapidez à rotina. Já o segundo ponto nos leva a ver como a indústria 4.0 também chega ao segmento. A automação, o uso de chatbots, máquinas cada vez mais inteligentes e autônomas reduzem a necessidade de intervenção humana, alavancando a produção agrícola em novos níveis”, destaca Cintia.

    A diretora da Senior também acredita que a integração de dados é outro destaque da transformação digital no agronegócio. “Hoje temos a digitalização dentro e fora das porteiras. Há, por exemplo, o rastreamento de produtos do campo à mesa do consumidor e uma série de dados que apoiam o produtor e empresário na mensuração de custos, lucro, produtividade. A partir daí temos processos melhorados, técnicas aprimoradas e uma rotina muito mais eficiente que nos permite atingir performances antes impossíveis”, conclui.

    Fonte: iPNews

  • Brasil já soma mais de 100 casos de ferrugem asiática nesta safra

    Os casos de ferrugem asiática seguem avançando rápido no país. Ao todo foram registrados 104 casos da doença até dia 19 dezembro, maior volume para o período desde a safra 2009/2010. Mato Grosso registrou o primeiro caso da doença e se junta a outros importantes estados produtores que já apontaram ocorrências. O excesso de chuvas no início de dezembro dificultou o manejo de soja e agora deixa os produtores preocupados.

    O Paraná é o estado que mais casos registrou até o momento, 43. Depois aparece o Rio Grande do Sul com 26. Seguido por Mato grosso do Sul com 11, Santa Catarina e São Paulo com 7 cada um, Goiás com 5, Minas Gerais com 3 e por fim Rondônia e Mato Grosso com 1 registro cada.

    Segundo o sojicultor matogrossense, Murilo Degasperi Fritz, o tempo nublado e chuvoso tem contribuído para o avanço dos esporos da doença. “O tempo está muito nublado, muito fechado, chovendo muito, está faltando luz, principalmente para a soja na fase de enchimento de grão. Aqui, para se ter uma ideia, não ficou mais do que cinco dias sem chover, desde quando começou o plantio”, diz.

    A situação está deixando produtores da região tensos com o risco de surgimento da doença, principalmente a ferrugem asiática. “Em alguns talhões tivemos que entrar novas aplicações com 18 dias após ter feito a primeira e logo começa a chover de novo. Tem que ficar alerta, principalmente por causa desse intervalo entre as aplicações de fungicidas, porque o ideal é quinze dias, começar a passar disso daí, já começa não fazer tanto efeito as aplicações de fungicidas”, afirma.

    Um consultor que atende produtores da região sudeste do estado afirma que as dificuldades quanto à pulverização tem sido semelhantes na maioria das áreas. “Nesse momento se a doença entrar e o produtor vacilar com a aplicação, seja por atraso ou outro motivo, essa disseminação vai acontecer”, conta o engenheiro agrônomo, Rodrigo Dezordi.

    Fonte: Soja Brasil/Canal Rural

  • Soja trabalha estável nesta 5ª feira em Chicago e ainda espera por informações novas

    O mercado da soja segue caminhando de lado na Bolsa de Chicago e testa ligeiras baixas na manhã desta quinta-feira (20). Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações perdiam pouco mais de 0,25 ponto. O janeiro/19 lutava para manter os US$ 9,00 por bushel, enquanto o maio/19 valia US$ 9,26.

    A falta de novidades continua tirando a força do andamento dos preços e mantém os traders e fundos investidores ainda muito cautelosos, evitando variações mais intensas.

    A guerra comercial entre China e Estados Unidos permanece no foco central do mercado, e qualquer movimento dos dois países mexe com as cotações, mas ainda de forma limitada. Segundo explicam analistas e consultores, uma mudança mais intensa nos preços virá de um acordo firmado entre as duas maiores economias do mundo ou da confirmação de que não chegarão a um consenso.

    Paralelamente, a nova safra da América do Sul também começa a ganhar um pouco mais de atenção no mercado internacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Preços iniciam a quinta-feira estáveis na Bolsa de Chicago

    Após fecharem o pregão de quarta-feira com quedas entre 3 e 3,6 pontos, os preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (20) operando praticamente estáveis, com baixíssimas movimentações. As principais cotações apresentavam valorizações entre 0,25 e 0,5 pontos por volta das 07h05 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,82 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,90 por bushel.

    Segundo Bem Potter da Farm Futures, os preços desceram em meio a dúvidas sobre a demanda por etanol e negociações comerciais entre Estados Unidos e China na quarta-feira. Os analistas esperam que o USDA divulgue o aumento das vendas de milho em seu próximo relatório semanal, na manhã de hoje, com estimativas que variam entre 90,5 milhões e 114,2 milhões de bushels para a semana encerrada em 13 de dezembro.

    Fonte: Notícias Agrícolas