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dezembro 2018

  • FRAC contraria Aprosoja e defende calendário da soja

    O FRAC-Brasil (Comitê de Ação a Resistência de Fungicidas) se posicionou contrariamente à iniciativa de plantio próprio de sementes salvas fora do calendário técnico da soja. A quebra foi sugerida pelo atual presidente da Aprosoja MT (Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso), Antônio Galvan.

    O dirigente mandou carta aberta aos produtores daquele estado afirmando que, pela “ausência de pesquisas que respaldem a manutenção da norma como está” recomendava aos seus associados que “não façam seus plantios para produção de sementes próprias agora em dezembro e sim a partir de 01/02/19”.

    O FRAC defendeu a manutenção do calendário atual da soja no Mato Grosso justificando que “o combate à resistência e a manutenção da vida útil dos fungicidas para o controle da ferrugem asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi) na cultura soja, somente será possível se mantidas boas práticas agronômicas que, dentre as diversas táticas, inclui o respeito às leis que estabelecem a data limite para semeadura ou calendarização de plantio”.

    “Com fundamentação técnica, portanto, o FRAC se posiciona CONTRÁRIO ao cultivo extemporâneo de soja, mais especificamente após o período de calendarização no Estado do Mato Grosso”, afirmou o Comitê. Confira os motivos apresentados:

    A calendarização de plantio é uma ferramenta que auxilia na regulação do período em que a cultura e patógeno estão disponíveis no campo. Considerando que o inoculo de ferrugem asiática da soja aumenta exponencialmente ao longo deste período e que quanto mais extenso for este período, maior será a exposição e pressão de seleção da resistência aos fungicidas (independentemente do modo de ação e do histórico de resistência do fungicida).
    Com base no constante do programa de monitoramento realizado pelos membros do FRAC, o mesmo dispõe de dados técnico-científicos que indicam que à medida que avançamos para plantios mais tardios, maior é a adaptação e seleção da ferrugem asiática da soja aos fungicidas (populações menos sensíveis, com maior dificuldade de controle).
    Estes dados reforçam o posicionamento do FRAC e comprovam que os plantios extemporâneos vão acelerar o problema da resistência, comprometer ainda mais a longevidade dos poucos modos de ação disponíveis e tornar o controle da ferrugem mais desafiador e mais dispendioso para o produtor.
    No plantio extemporâneo proposto possivelmente haverá um cenário de aplicação curativa, em função da infecção antecipada (elevada quantidade de inoculo) aliada a alta probabilidade de ocorrência de condições climáticas suficientes para o desenvolvimento da ferrugem, propiciando um ambiente de alta pressão de seleção (favorável à evolução de resistência, acarretando em perdas de controle e de produtividade).
    O FRAC apresentou seu posicionamento quanto a este assunto em várias ocasiões, incluído comunicados disponíveis em seu website (http://www.fracbr.org).

    O controle químico através do uso de fungicidas é a principal ferramenta de manejo da ferrugem asiática da soja. Todavia, não deve ser utilizado de forma isolada, mas sim integrado a boas práticas agrícolas como a calendarização de plantio e orientações técnicas proferidas por órgãos especializados e pelo FRAC.

    Estas recomendações são essenciais para se preservar a manutenção da eficácia dos fungicidas, tecnologia indispensável para o cultivo da soja no Brasil. Respeitosamente e em conjunto a maior parte da comunidade científica, o FRAC reforça sua posição contrária a alteração da instrução normativa conjunta SEDEC/INDEA – MT N 002/2015.

    O FRAC-BR coloca-se à disposição para esclarecimentos necessários. Para maiores informações consultar www.frac-br.org

    É a presente, portanto, a cumprir o seu objetivo, sobretudo técnico, nos termos dos objetivos e finalidades do FRAC-BR.

    Atenciosamente, FRAC Brasil

    Fonte: Agrolink

  • Inseticida Imidaclopride ganha registro no Brasil

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) concedeu o registro para que o inseticida Imidaclopride, da empresa Hailir, seja comercializado no Brasil. De acordo com a empresa chinesa, desde o seu lançamento nos anos 80, a quota de mercado do imidaclopride cresceu rapidamente, graças ao seu excelente desempenho.

    O produto permaneceu como a 3ª maior variedade de inseticidas, em termos de vendas globais, tendo atingido US$ 1,02 bilhão em 2016. Nesse cenário, em 2017, o imidaclopride ficou em 9º lugar entre os 10 maiores agrotóxicos do Brasil. “É provável que a demanda por imidaclopride ainda cresça, impulsionada pelo aumento do plantio das principais culturas econômicas no Brasil e pela promoção de agentes de tratamento de sementes”, diz a empresa.

    Sendo assim, a empresa informou que possui uma capacidade de duas mil e quinhentas toneladas do inseticida que, segundo ela, é autossuficiente no fornecimento de intermediário, permitindo que a empresa tenha uma vantagem integrada, sendo que recebeu inscrições para este produto em mais de 60 países e regiões. “Espera-se que as vendas do produto aumentem significativamente no Brasil no próximo ano, o que reforçará ainda mais a posição dominante da Hailir no mercado para este produto”, indica.

    A Hailir dedica-se ao desenvolvimento da indústria e à implantação de negócios globais, sendo especialista em produtos técnicos de pesticidas, tais como o tiametoxam, clotianidina e dinotefurano. Nesse meio tempo, gerenciou inscrições independentes no Brasil, na Argentina e em Mianmar, bem como o estabelecimento da sua plataforma de serviços da cadeia de produtos agrícolas em destaque.

    Fonte: Agrolink

  • Veja como a transformação digital está mudando o agronegócio brasileiro

    Responsável por 23,5% do PIB brasileiro, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio tem sido impactado pela transformação digital. Um dos termos em alta, o conceito de smart farms traz negócios que apostam em inteligência da informação para elevar as produções e garantir o controle de pragas, automação das rotinas e coleta de informações de qualidade e em tempo hábil.

    Cintia Leitão de Souza, diretora de Agronegócio da Senior, empresa referência em soluções de gestão empresarial, destaca o diferencial que a transformação digital traz ao segmento. “Quando pensamos no agro, temos que levar em consideração toda a cadeia ligada à produção alimentícia, que traz uma série de negócios. E as novas tecnologias exercem um papel fundamental de compartilhamento e coleta de informações fundamentais para a tomada de decisão, dos silos até a comercialização dos produtos”, comenta a executiva.

    Um dos exemplos de transformação digital, de acordo com Cintia, é o uso da internet das coisas (IOT) e da inteligência artificial. “São duas questões que cada vez mais ganham espaço no agro. Na primeira podemos citar como exemplo dispositivos que avaliam a capacidade de estoque de silos, que antes eram medidos manualmente. Essa velocidade e precisão das informações garantem uma tomada de decisão eficaz e mais rapidez à rotina. Já o segundo ponto nos leva a ver como a indústria 4.0 também chega ao segmento. A automação, o uso de chatbots, máquinas cada vez mais inteligentes e autônomas reduzem a necessidade de intervenção humana, alavancando a produção agrícola em novos níveis”, destaca Cintia.

    A diretora da Senior também acredita que a integração de dados é outro destaque da transformação digital no agronegócio. “Hoje temos a digitalização dentro e fora das porteiras. Há, por exemplo, o rastreamento de produtos do campo à mesa do consumidor e uma série de dados que apoiam o produtor e empresário na mensuração de custos, lucro, produtividade. A partir daí temos processos melhorados, técnicas aprimoradas e uma rotina muito mais eficiente que nos permite atingir performances antes impossíveis”, conclui.

    Fonte: iPNews

  • Brasil já soma mais de 100 casos de ferrugem asiática nesta safra

    Os casos de ferrugem asiática seguem avançando rápido no país. Ao todo foram registrados 104 casos da doença até dia 19 dezembro, maior volume para o período desde a safra 2009/2010. Mato Grosso registrou o primeiro caso da doença e se junta a outros importantes estados produtores que já apontaram ocorrências. O excesso de chuvas no início de dezembro dificultou o manejo de soja e agora deixa os produtores preocupados.

    O Paraná é o estado que mais casos registrou até o momento, 43. Depois aparece o Rio Grande do Sul com 26. Seguido por Mato grosso do Sul com 11, Santa Catarina e São Paulo com 7 cada um, Goiás com 5, Minas Gerais com 3 e por fim Rondônia e Mato Grosso com 1 registro cada.

    Segundo o sojicultor matogrossense, Murilo Degasperi Fritz, o tempo nublado e chuvoso tem contribuído para o avanço dos esporos da doença. “O tempo está muito nublado, muito fechado, chovendo muito, está faltando luz, principalmente para a soja na fase de enchimento de grão. Aqui, para se ter uma ideia, não ficou mais do que cinco dias sem chover, desde quando começou o plantio”, diz.

    A situação está deixando produtores da região tensos com o risco de surgimento da doença, principalmente a ferrugem asiática. “Em alguns talhões tivemos que entrar novas aplicações com 18 dias após ter feito a primeira e logo começa a chover de novo. Tem que ficar alerta, principalmente por causa desse intervalo entre as aplicações de fungicidas, porque o ideal é quinze dias, começar a passar disso daí, já começa não fazer tanto efeito as aplicações de fungicidas”, afirma.

    Um consultor que atende produtores da região sudeste do estado afirma que as dificuldades quanto à pulverização tem sido semelhantes na maioria das áreas. “Nesse momento se a doença entrar e o produtor vacilar com a aplicação, seja por atraso ou outro motivo, essa disseminação vai acontecer”, conta o engenheiro agrônomo, Rodrigo Dezordi.

    Fonte: Soja Brasil/Canal Rural

  • Soja trabalha estável nesta 5ª feira em Chicago e ainda espera por informações novas

    O mercado da soja segue caminhando de lado na Bolsa de Chicago e testa ligeiras baixas na manhã desta quinta-feira (20). Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações perdiam pouco mais de 0,25 ponto. O janeiro/19 lutava para manter os US$ 9,00 por bushel, enquanto o maio/19 valia US$ 9,26.

    A falta de novidades continua tirando a força do andamento dos preços e mantém os traders e fundos investidores ainda muito cautelosos, evitando variações mais intensas.

    A guerra comercial entre China e Estados Unidos permanece no foco central do mercado, e qualquer movimento dos dois países mexe com as cotações, mas ainda de forma limitada. Segundo explicam analistas e consultores, uma mudança mais intensa nos preços virá de um acordo firmado entre as duas maiores economias do mundo ou da confirmação de que não chegarão a um consenso.

    Paralelamente, a nova safra da América do Sul também começa a ganhar um pouco mais de atenção no mercado internacional.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: Preços iniciam a quinta-feira estáveis na Bolsa de Chicago

    Após fecharem o pregão de quarta-feira com quedas entre 3 e 3,6 pontos, os preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (20) operando praticamente estáveis, com baixíssimas movimentações. As principais cotações apresentavam valorizações entre 0,25 e 0,5 pontos por volta das 07h05 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,82 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,90 por bushel.

    Segundo Bem Potter da Farm Futures, os preços desceram em meio a dúvidas sobre a demanda por etanol e negociações comerciais entre Estados Unidos e China na quarta-feira. Os analistas esperam que o USDA divulgue o aumento das vendas de milho em seu próximo relatório semanal, na manhã de hoje, com estimativas que variam entre 90,5 milhões e 114,2 milhões de bushels para a semana encerrada em 13 de dezembro.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Altos níveis de micotoxinas no milho dos EUA

    Amostras de milho colhidas nos Estados Unidos que foram submetidas a análises laboratoriais em 2018, mostram altos níveis de micotoxinas, particularmente desoxinivalenol (DON), zearalenona, ácido fusárico, fumonisina e HT- 2. Foi isso que informou o laboratório de serviços analíticos de micotoxinas Alltech 37+, que foi responsável pelas análises.

    De acordo com Alexandra Weaver, responsável pelo suporte técnico global da equipe de gerenciamento de micotoxinas da Alltech, as micotoxinas são uma preocupação para os produtores de gado, já que possuem propriedades tóxicas que afetam a qualidade da ração, bem como a saúde e o desempenho dos animais. Segundo ela, todas essas questões estão resultando em uma série de mudanças no clima ao redor do mundo.

    “As micotoxinas prosperam em condições variáveis, com falta de chuva, chuvas excessivas ou, às vezes, uma após a outra, causando uma perfeita tempestade de contaminação. Os eventos climáticos extremos que temos visto este ano em todo o mundo levaram ao aumento da ocorrência de micotoxinas em muitos países”, comenta.

    As amostras coletadas nos Estados Unidos incluem grãos de milho contendo múltiplas micotoxinas, com uma média de 7,0 micotoxinas por amostra, mais de 3,9 micotoxinas a mais, em média, do que no mesmo período de 2017. As micotoxinas em amostras de silagem de milho dos EUA também são mostrando um aumento na ocorrência este ano, com uma média de 6,8 micotoxinas por amostra, em comparação com as 4,6 em média durante o mesmo período do ano passado.

    Para Max Hawkins, nutricionista do programa de controle de micotoxinas da Alltech, “essas micotoxinas podem afetar o desempenho e a saúde dos animais, devido ao menor consumo de ração, saúde intestinal, reprodução e resposta imunológica. Testar rações e alimentos acabados é importante para os produtores de gado entenderem esses riscos”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Anunciada nova estrutura do Ministério da Agricultura

    A futura ministra da Agricultura, deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), confirmou nesta terça-feira, 18, em comunicado divulgado pela sua assessoria, a nova estrutura da Pasta, com a reforma administrativa do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. O novo ministério terá mais atribuições e vai absorver unidades que estavam abrigadas nos Ministérios do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Social, na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural, da Casa Civil, e na Secretaria de Mobilidade Social e Cooperativismo do próprio Ministério da Agricultura. Tereza Cristina confirmou também a criação da Secretaria Especial de Assuntos Fundiários; da Secretaria da Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação; e da Secretaria de Agricultura Familiar.

    O documento traz os nomes dos secretários indicados, exceto o de Inovação. Não cita, também, mudanças no nome da Pasta, como foi discutido pela equipe de transição.

    A nova Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação vai, segundo informou o documento, “articular, facilitar, promover e alinhar a inovação voltada para o desenvolvimento rural, por meio da Embrapa, das empresas de pesquisa agropecuária estaduais, instituições federais de ensino e de apoio financeiro à pesquisa”. Caberá ao órgão coordenar programas nacionais de irrigação e das questões relativas à produção sustentável, como a agricultura de baixo carbono.

    A Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo será comandada por Fernando Henrique Kohlmann Schwanke. Engenheiro florestal e superintendente regional da Companhia de Pesquisas e Recursos Minerais em Santa Catarina, foi consultor da Organização das Nações Unidas para a Agricultura (FAO). Ex-prefeito de Rio Pardo (RS), Schwanke é indicado pelo deputado federal Alceu Moreira (MDB).

    “A secretaria vai abrigar programas hoje dispersos em diversos ministérios. Vai trabalhar na busca de alternativas de negócios para os produtores e dará nova abordagem à assistência técnica e à extensão rural. Irá também reforçar o cooperativismo e o associativismo rural”, informou a assessoria da futura ministra.

    A Secretaria Especial de Assuntos Fundiários, terceira a ser criada no Ministério da Agricultura, será comandada por Luiz Antônio Nabhan Garcia, nome anunciado antecipadamente. Ele é empresário rural, presidente da União Democrática Ruralista (UDR) e foi um dos principais aliados de Bolsonaro durante a campanha. Chegou a ser cotado para o ministério. A secretaria terá orçamento independente e tratará “da regularização fundiária, incluindo as atividades de identificação e demarcação de terras indígenas e quilombolas, o licenciamento ambiental e as políticas de reforma agrária”, informou.

    A Secretaria da Aquicultura e Pesca, que volta para o Ministério da Agricultura, será comandada por Jorge Seif, produtor rural e proprietário de um terminal pesqueiro e de embarcações em Santa Catarina. Seif foi indicado pelo próprio Bolsonaro, que é amigo da família e entre as metas da secretaria “estão a busca de garantias para dar maior segurança jurídica às atividades e a ampliação do mercado internacional”.

    Tereza Cristina confirmou também os nomes do secretário de Comércio e Relações Internacionais (antiga Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio), o economista e diplomata Orlando Leite Ribeiro; do secretário de Política Agrícola, o engenheiro agrônomo Eduardo Sampaio Marques, e do secretário de Defesa Sanitária (novo nome Secretaria de Defesa Agropecuária), José Guilherme Tollstadius Leal. Assim como Ribeiro, Leal também é engenheiro agrônomo e funcionário do ministério.

    O documento não cita, mas o deputado federal Marcos Montes (PSD-MG) será o secretário-executivo. Ele foi o primeiro indicado pela futura ministra.

    Fonte: Estadão Conteúdo/Portal DBO

  • Milho: quarta-feira começa com leves baixas na Bolsa de Chicago

    Os preços futuros do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quarta-feira (19) apresentando leves baixas, com movimentações próximas da estabilidade. As principais cotações apresentavam desvalorização entre 0,4 e 0,6 pontos por volta das 08h51 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a U$ 3,84 por bushel e o março/19 apontava U$ 3,92 por bushel.

    Segundo a Agência Reuters, o milho também se firmou desde ontem, com os comerciantes antecipando as compras de importação pela China como parte do détente, que incluiu uma promessa de Pequim de comprar produtos agrícolas dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja mantém estabilidade na Bolsa de Chicago nesta 4ª feira e fundos buscam bom posicionamento

    Os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago seguem bem próximos da estabilidade nesta quarta-feira (19). Os investidores seguem buscando uma direção para as cotações, bem como um bom posicionamento antes da chegada do novo ano.

    Assim, por volta de 8h15 (horário de Brasília), o mercado subia entre 0,25 e 0,75 ponto, com o janeiro/19 a US$ 9,08 e o maio/19, que continua servindo como referência para os negócios da nova safra brasileira, valia US$ 9,34 por bushel.

    Falta força para que o mercado dê continuidade aos ganhos das últimas sessões. Os traders precisam de mais novidades – fortes e concretas – para garantir um direcionamento mais claro para as cotações.

    Até que a guerra comercial entre China e Estados Unidos continue, esse deverá continuar sendo o principal fator de observação do mercado. Os próximos movimentos das duas nações serão determinantes para o andamento do mercado.

    No paralelo, o mercado acompanha o desenvolvimento e início da chegada da nova safra brasileira, bem como as tensões que rondam o macrocenário internacional, com o sentimento de um crescimento mais lento da economia global.

    Fonte: Notícias Agrícolas