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9 de janeiro de 2019

  • Milho: Bolsa de Chicago permanece em alta nessa quarta-feira

    Os preços futuros do milho fortificaram a tendência de alta apresentada desde o começo do dia na Bolsa de Chicago (CBOT) nessa quarta-feira (09). As principais cotações se apresentaram valorizações entre 1,75 e 2,25 pontos por volta das 13h08 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,82 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,90 por bushel.

    Segundo a Agência Reuters, os futuros do milho seguem ampliando as altas em meio a continuidade das conversas entre China e Estados Unidos para resolverem as questões da guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais. Em um sinal positivo na terça-feira, a China aprovou cinco culturas geneticamente modificadas para importação, a primeira em cerca de 18 meses, o que poderia impulsionar suas compras no exterior e facilitar pressão dos Estados Unidos para abrir seus mercados

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja: Em Chicago, mercado volta a subir nesta 4ª feira e foca boa finalização das conversas China x EUA

    Os preços da soja voltaram a subir na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (9). As cotações, depois de passarem por uma leve realização de lucros ontem, subiam por volta de 2 pontos nos principais contratos, por volta de 8h50 (horário de Brasília).

    Assim, o janeiro/19 valia US$ 9,08, equanto o maio/19 – importante referência para a nova safra do Brasil – tinha US$ 9,34 por bushel.

    O mercado amanheceu com a notícia da finalização das negociações entre China e Estados Unidos e, segundo representantes dos dois países, foram “bons dias”, com uma boa evolução das conversas. Os detalhes do acordado nos últimos três dias serão conhecidos nos próximos dias.

    “O mercado de grãos esrtá esperando pelo compromisso de ambos os países depois destes dias de negociação”, disseram os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc. No paralelo, “alguma atenção continua sendo direcionada também à situação climática na América do Sul”.

    Além disso, o mercado se vê ainda limitado pela falta de dados oficiais vindos dos EUA, uma vez que a paralisaçã parcial do governo de Donald Trump continua.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Instituto de Economia Agrícola desenvolve app para Agricultura

    Atualmente, a maioria das pessoas consegue resolver questões pelo computador ou pelo celular. Por conta disso e pensando em facilitar a vida do agricultor, o Instituto de Economia Agrícola (IEA) desenvolveu o primeiro aplicativo da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado.
    “O app auxilia o agricultor a recolher corretamente os impostos, comprar e vender um imóvel e resolver questões ligadas à Justiça, de forma gratuita. Isso é inovação, compromisso social e segurança jurídica”, explica Celso Vegro, diretor do IEA.
    Imagine pegar o celular, informar o município, área e categoria da terra rural, e, em questão de segundos, ter em mãos o valor venal de sua propriedade.
    “O levantamento dos preços de terra rural no Estado de São Paulo ocorre desde 1969, o que demonstra sua importância histórica. A partir de 2015, veio sofrendo avanços metodológicos que culminaram nessa ferramenta que é o primeiro aplicativo da Secretaria de Agricultura”, explica Felipe Pires de Camargo, pesquisador científico do Instituto e desenvolvedor do app.
    O ano de 2018 foi bastante produtivo para o IEA que, além de desenvolver o primeiro aplicativo da Secretaria de Agricultura, também avançou na modernização da metodologia para cálculo dos índices de preços.
    Também em 2018, foi iniciado o contato com as prefeituras municipais com o objetivo de estabelecer convênios junto à Receita Federal visando a internalização do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) nos municípios.
    Com o Levantamento das Unidades de Produção Agropecuária (Lupa), que é o censo agropecuário realizado pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), praticamente concluído, começa a fase de diagnóstico.
    “Trata-se de uma iniciativa, creio eu, inédita no mundo, uma plataforma que reúna informações socioeconômicas e ambientais de todas as propriedades agrícolas paulistas em um mesmo banco de dados. É um esforço que deve ser conduzido ao longo de 2019”, conclui Celso Vegro.
    Fonte: Portal São Paulo
  • Bolsonaro cogita anistia de dívidas do Funrural

    O novo presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que é favorável a anistia de dívidas com o Fundo de Assistência e Previdência do Trabalhador Rural (Funrural). Foi isso que afirmou a atual ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante uma entrevista que concedeu para a Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira (07.01).

    Na ocasião a ministra afirmou que essa é uma das principais demandas do setor, já que o perdão das dívidas que está sendo estudado por Bolsonaro representa um montante de R$ 17 bilhões nas contas públicas. Além disso, ela disse ainda que a decisão não depende apenas do Palácio do Planalto, sendo que o Congresso Nacional precisa também dar o aval positivo para a medida entrar em vigor.

    “Existe um grupo estudando, porque tem que estar no orçamento (…) Não é uma decisão do Executivo sozinho. Precisa saber como pode ser feito, se é por medida provisória, e encaminhar ao Congresso. Aí é o congresso que precisa entender que é uma pauta importante do agronegócio brasileiro e votar a favor. E o presidente com certeza não vetará, se ele mandar a medida provisória é porque ele tem certeza que não acarretará na Lei de Responsabilidade Fiscal”, comentou Tereza Cristina.

     Nesse cenário, ela lembrou também que a Câmara já havia aprovado pedido de urgência na tramitação de um projeto que trata justamente desta questão. “O governo anterior não fez a prorrogação porque teve impedimentos legais para isso, porque entrava no mandato do novo presidente e então não pode ser prorrogado até 30 de março, o que era pedido pelo setor”, conclui.
    Fonte: Agrolink