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11 de janeiro de 2019

  • Drones israelenses podem auxiliar agro brasileiro

    Uma parceria entre brasileiros e israelenses pode contribuir com a implantação de mais um método tecnológico que visa modernizar o agronegócio brasileiro. Isso porque a Israel Aerospace Industries assinou um acordo com a empresa brasileira Santos Lab para usar drones israelenses em auxílio à agricultura em grande escala.

    Na primeira transação do gênero, a IAI fornecerá sistemas de drone e análise de dados, enquanto a Santos Lab operará os próprios drones, informou o site de notícias de negócios israelense Globes. O drone Bird Eye 650D será usado para monitorar culturas e florestas comerciais, bem como analisar as culturas e as condições do solo.

    Nesse cenário, os dados serão alimentados em um serviço de nuvem e submetidos a análises de alta precisão a partir de um sistema instalado no computador. Além disso, as informações divulgadas pelo laboratório indicam que esse sistema de drones se tornará operacional no final de 2019.

     O vice-presidente executivo da IAI Moshe Levy comentou sobre o acordo. “A IAI tem mais de 40 anos de experiência com UAV, principalmente para aplicações militares. Utilizar nossos sistemas para aplicações agrícolas é um bom exemplo de como procuramos comercializar nosso know-how para ampliar nossa oferta. A IAI oferece a capacidade de combinar tecnologias militares com aplicações comerciais, além da capacidade única da IAI de pilotar UAVs no espaço aéreo civil”, comenta.

    Além disso, o CEO Gabriel Klabin, do Santos Lab, afirmou que é muito importante o surgimento desse tipo de parceria para o desenvolvimento da agricultura. “Esse sistema permitirá que os agricultores tomem decisões conscientes sobre como administrar melhor suas lavouras da maneira mais eficiente, introduzindo agricultura de precisão em grande escala industrial nos campos brasileiros”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Ferramentas de precisão e big data invadem agricultura

    A tecnologia está cada vez mais imergindo na agricultura e na produção de alimentos, principalmente com as ferramentas de precisão e também a big data. De acordo com o portal especializado hortalizas.com, aplicações de dose variável, endereçamento automático, mapeamento de campo e monitoramento de desempenho foram transformados em procedimentos operacionais padrão usados por muitos produtores de culturas básicas.
    Segundo Robert Saik, fundador de “O Agri-Trend Group”, uma futurista indústria agrícola que está monitorando a tecnologia aplicável à agricultura, embora os produtores de culturas especializadas tenham ficado para trás em termos gerais ao adotar práticas de agricultura de precisão, o segmento está avançando rapidamente. Além disso, sistemas auto-endereçadores são comuns, e o mapeamento na forma de matrizes gradeadas dos campos de cultivo está avançando, permitindo a aplicação de doses variáveis de acordo com as necessidades de cada campo de cultivo.
    “A agricultura de precisão é um tipo de termo nebuloso que realmente não descrever a indústria da melhor maneira. Atualmente, há muito por trás do termo e também pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes. A decisão mais importante que os produtores devem tomar nos próximos anos, ou até antes, é escolher a plataforma de dados necessária para gerenciar suas operações”, comenta.
    Independentemente da plataforma escolhida pelos produtores, Saik diz que a agricultura está chegando a um momento muito interessante, no qual os produtores aproveitam o poder dos dados coletados por meio da amostragem da fertilidade de seus campos de cultivo. “Primeiro de tudo, precisamos de um sistema para capturar todos os dados; então precisamos de alguma maneira de interpretá-los logicamente”, conclui.
    Fonte: Agrolink
  • Milho: Bolsa de Chicago inicia sexta-feira com altas de até 3 pontos

    Após fechar a quinta-feira em baixa, o último dia útil da semana começa com os preços internacionais do milho apresentando alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Com isso, a sexta-feira (11) teve início com as principais cotações do cereal atingindo valorizações entre 2,25 e 3 pontos por volta das 08h27 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a U$ 3,79 por bushel e o maio/19 apontava U$ 3,87 por bushel.

    Segundo Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho recuaram na quinta-feira com algumas vendas técnicas parcialmente estimuladas pelo nervosismo em torno da falta de progresso em relação às negociações comerciais entre os Estados Unidos e China.

    Fonte: Notícias Agrícolas
  • Soja tem estabilidade em Chicago nesta 6ª feira, mas operando do lado positivo da tabela

    Os preços da soja retomam parte das baixas observadas ontem na Bolsa de Chicago e trabalham com leves altas no pregão desta sexta-feira (11). Os futuros da commodity, por volta de 8h55 (horário de Brasília), subiam entre 2 e 3,50 pontos nos principais vencimentos, com o o maio/19 valendo US$ 9,23 por bushel.

    “Sendo véspera de final de semana e com sentimento negativo em relação às negociações na guerra comercial EUA/China, somente alguma declaração surpreendente das partes para voltar a animar o mercado”, explica o analista de mercado da Cerealpar, Steve Cachia.

    Durante toda a semana o mercado vem esperando pela confirmação de informações sobre as quais se especulou nos últimos dias, mas a mesma não chegou e a cautela volta aos fundos investidores. Além disso, o mercado espera também pelos dados mais claros e consistentes do tamanho real das perdas na safra brasileira.

    “Ainda mais com a colheita avançando no Brasil e com o mercado na dúvida em relação ao tamanho das perdas de safra no Brasil, é possível continuarmos vendo traders na defensiva por enquanto”, completa Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas