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17 de janeiro de 2019

  • Ferramentas de precisão podem aumentar a produtividade

    Um texto publicado no portal agronegocios.co indicou que a utilização de ferramentas de precisão na agricultura garante uma grande probabilidade para que os agricultores aumentem a produtividade de suas lavouras. De acordo com a publicação, 2 bilhões de toneladas de alimentos, que respondem por quase metade dos alimentos produzidos por ano, acabam como resíduos, enquanto estima-se que 124 milhões de pessoas em 51 países enfrentam falta de segurança alimentar.

    “Acrescente a isso a falta de terra arável, declínio do abastecimento de água, as alterações climáticas e o crescimento da população projetada de 7.600 milhões para 9.800 milhões para 2050, disse a Microsoft em um relatório sobre a importância das novas tecnologias para o setor agrícola e segurança alimentar”, diz o texto.

    Nesse cenário, essas tecnologias que aprofundam a agricultura de precisão aumentam e ampliam o conhecimento profundo dos produtores sobre suas terras, o que torna a produção mais sustentável. A tecnologia avançada pode aumentar a produtividade de uma fazenda em 45% e reduzir o consumo de água em 35%, informa a publicação.

    “Os agricultores implantam robôs, sensores sem fio instalados no solo e drones para avaliar as condições de plantio. Em seguida, eles aproveitam os serviços em nuvem e a computação do ambiente para processar os dados. Até 2050, a fazenda típica deverá gerar uma média de 4,1 milhões de novos dados por dia”, completa.

    O acesso a conectividade de alta velocidade e energia confiável ainda são desafios em muitas partes do mundo. Essa é uma razão pela qual a Microsoft e seus parceiros promovem a disponibilização de banda larga acessível para comunidades rurais em países como a Colômbia por meio da iniciativa Airband.

    Fonte: MassaNews

  • Nova soja transgênica é apresentada no RS

    A Bayer reuniu em Passo Fundo, nesta semana, cerca de 450 produtores gaúchos para conhecer o que a multinacional classifica como terceira geração da soja transgênica no Brasil. Em uma área demonstrativa a empresa apresentou ao grupo os diferenciais da tecnologia Intacta 2 Xtend. Para que seja comercializada no Brasil, onde já tem aprovação da CTNBio e do Ministério da Agricultura, porém, a nova cultivar ainda depende da aceitação por parte da China. O país compra hoje cerca de 80% de toda a soja exportada pelo Brasil.

    “Como a China é o maior comprador de soja do Brasil, antes de colocar essa tecnologia efetivamente nas lavouras daqui, precisamos ter a certeza da aprovação deles. Mas trabalhamos com a perspectiva de termos tudo certo para a safra 2021/2022”, explica o responsável da Bayer para o lançamento da Intacta 2 Xtend no Brasil, Fábio Passos.

    Entre as inovações da nova cultivar de oleaginosa está a maior possibilidade de combate à buva, uma erva daninha que tem presença crescente nas lavouras gaúchas (e que pode reduzir a produtividade em até 30%). Além disso, a Bayer também reforçou em seu pacote mais forças no combate a lagartas (seis ao todo) com três proteínas. A ideia é, assim, proteger melhor a lavoura e com menos custos e se resguardar até mesmo dos ataques da temida Helicoverpa armigera. “No caso da buva, a nova tecnologia é especialmente interessante ao Rio Grande do Sul. Enquanto a média nacional de aplicação de herbicidas contra a buva é de 40% das áreas, no Rio Grande do Sul chega a 90%”, diz Passos.

    Fonte: Jornal do Comercio 

  • Milho: Bolsa de Chicago segue com altas nos preços nesta quinta-feira

    A Bolsa de Chicago (CBOT) segue a tendência apresentada no início do dia e se mantem com leves altas nos preços internacionais do milho. As principais cotações registram valorizações entre 1 e 1,25 pontos por volta das 12h12 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,75 e o maio/19 valia US$ 3,83.

    Segundo a Agência Reuters, os vencimentos do milho seguem a tendência da soja e do trigo e registram altas com o clima adverso na América do Sul sustentando os preços. “As previsões de safra do Brasil estão sendo reduzidas, o que está sustentando os preços, mas não esperamos que o mercado se recupere, já que a guerra comercial EUA-China está pesando no sentimento”, disse um trader de Cingapura.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja testa novas tímidas altas em Chicago nesta 5ª, mas ainda espera por novidadades

    Os preços da soja voltam a subir nesta manhã de quinta-feira (17) na Bolsa de Chicago, dando continuidade aos leves ganhos registrados no final da sessão anterior. Assim, por volta de 8h55 (horário de Brasília), subiam entre 2,75 e 3,25 pontos, com o março cotado a US$ 8,97 e o maio a US$ 9,11 por bushel.

    O mercado ainda encontra dificuldade para oscilações mais intensas, com falta de combustível vindo das informações que não chegam aos traders. A história se repete dia a dia.

    “Sem os números oficiais do USDA e notícias sobre a guerra comercial EUA/China, a quebra de safra na América do Sul impede um recuo para níveis ainda mais baixos”, explica Steve Cachia, diretor da Cerealpar.

    E como explicam analistas e consultores, essa falta de direção das cotações e do andamento dos negócios deverá permanecer até que notícias concretas, principalmente sobre essas duas situações, voltem a aparecer no mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas