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25 de janeiro de 2019

  • Solo fértil para a inovação

    O tradicional e bilionário mercado de fertilizantes está mudando. Onde antes imperavam sozinhas multinacionais como a norueguesa Yara Internacional e a americana Mosaic – além de brasileiras como a Fertipar, do Paraná, e a Heringer, de Minas Gerais –, estão cada vez mais em evidência empresas de pequeno e médio porte, caso das paranaenses Superbac e Redi, e das mineiras Yoorin e Geociclo. O motivo? Uma onda de inovação de fórmulas em nutrição vegetal, desenvolvidas por essas empresas, passou a atrair o produtor.

    Nessa competição com as formulações sintéticas, entram os chamados fertilizantes biotecnológicos, organominerais, orgânicos e biológicos. “Somos classificados como fertilizantes especiais, mas estamos na briga por espaço na agricultura de grande escala”, afirma o administrador de empresas Luiz Chacon, 43 anos, CEO e fundador da Superbac. “A nossa tecnologia pode competir por igual com a das grandes.” O executivo está atrás de uma fatia dos R$ 29 bilhões movimentados pelo setor de fertilizantes no ano passado, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).

    A oportunidade é grandiosa para um setor formado prioritariamente por formulações importadas. Dos 34,4 milhões de toneladas vendidos ao produtor rural no ano passado, 76,5% vieram de fora do País, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). Com sede em Mandaguari (PR) e especializada em biotecnologia, a Superbac atende, além do agronegócio, os setores de higiene, saneamento e óleo e gás. “O agronegócio é o carro-chefe da companhia.” O campo responde por 80% do faturamento da empresa. No ano passado, a receita foi de R$ 286,2 milhões. Este ano, a expectativa é faturar R$ 450 milhões e, em 2019, a projeção é chegar a R$ 740 milhões.

    Fonte: Dinheiro Rural – veja reportagem completa: http://tempuri.org/tempuri.html

  • Importações chinesas de soja dos EUA atingem menor patamar

    As importações chinesas de soja dos Estados Unidos caíram 99 por cento em dezembro para apenas 69.298 toneladas, mostraram dados alfandegários nesta sexta-feira, levando as importações de todo o ano de 2018 para o nível mais baixo desde 2008 em meio à guerra comercial.

    Foi o segundo mês consecutivo em que as importações chinesas dos Estados Unidos ficaram praticamente estacionadas em meio à disputa, embora algumas aquisições tenham sido retomadas conforme as negociações seguem em curso entre as duas maiores economias do mundo.

    Os embarques norte-americanos em dezembro caíram de 6,19 milhões de toneladas no ano anterior. A China não importou nenhum grão dos EUA em novembro.

    Olhando para o ano inteiro, as importações vindas dos EUA foram de 16,6 milhões de toneladas, cerca de metade das 32,9 milhões de toneladas de 2017.

    Em contraste, a China comprou 4,39 milhões de toneladas de soja do Brasil em dezembro, um aumento de 126 por cento ante o patamar de 1,94 milhão de toneladas um ano antes, de acordo com os dados da Administração Geral das Alfândegas.

    A China geralmente obtém a maior parte de suas importações de oleaginosas no último trimestre do ano dos Estados Unidos, já que a colheita dos EUA chega ao mercado nesta época.

    Mas as compras caíram substancialmente depois que Pequim implementou uma tarifa adicional de 25 por cento sobre as importações de soja dos EUA em 6 de julho, como parte da disputa comercial. Para preencher a lacuna, a China intensificou suas importações do Brasil.

    Fonte: Reuters

  • Safra de milho no Rio Grande do Sul já foi 17% colhida

    A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio Grande do Sul (Emater RS) divulgou seu informativo conjuntural com a atualização do estágio das principais safras do estado até esta quinta-feira (24).

    Segundo o levantamento da Emater RS, o plantio de milho já foi finalizado no total da área prevista para esta safra. Aproximadamente 17% dessa área já está pronta para a colheita, 33% em enchimento de grãos, 13% em floração e 20% em germinação e 17% já foi colhido no estado.

    No relatório divulgado no último dia 17 de janeiro o índice plantado já era de 100%, apenas 12% já havia sido colhido. No mesmo período da safra anterior a área plantada também já totalizava 100% do total e 18% já estavam colhidos.

    Fonte: Notícias Agrícolas