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5 de fevereiro de 2019

  • Guerra comercial está longe do fim, diz secretário

    O secretário da Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, afirmou que a disputa comercial travada com a China ainda tem um longo caminho a percorrer antes de chegar ao fim. As declarações foram dadas em um evento sobre a indústria de carne de gado, logo após os asiáticos sinalizarem uma trégua, anunciando que comprarão mais soja norte-americana.

    Segundo informações divulgadas pelo portal agriculture.com, do outro lado, a China está cumprindo a sua promessa anunciada na Casa Branca, com algumas fontes de comércio colocando as compras em até 4 milhões de toneladas, no valor de US$ 1,35 bilhão. No entanto, o presidente Donald Trump estabeleceu o prazo de 1 de março para aumentar as tarifas sobre produtos chineses, caso não haja acordo, colocando mais dúvida em cima da situação.

    “Adoraríamos ver um relacionamento amplo e abrangente com a China restaurado”, disse Perdue na Convenção da Indústria de Gado em Nova Orleans. O governo impôs tarifas a uma ampla gama de produtos chineses como alavanca para a reforma das políticas comerciais da China, que os EUA dizem incluir o roubo de propriedade intelectual e a transferência forçada de segredos comerciais.

    Nesse cenário, o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, afirmou durante uma reunião com Trump que a China comprará cerca de 5 milhões de toneladas de soja dos EUA, sendo o anúncio classificado pelo presidente dos EUA como “sinal de boa fé”. Fontes do comércio disseram à agência de notícias AgriCensus na sexta-feira que “pelo menos 2,5 milhões de toneladas foram compradas na hora do almoço em Chicago, com algumas estimativas de 4 milhões”.

    Fonte: Agrolink

  • Trigo: Com alta do grão, preços das farinhas sobem

    As cotações do trigo em grão continuam em altos patamares, elevando os valores das farinhas, conforme indicam pesquisadores do Cepea. Agentes indicam que há oferta de trigo com boas características para processamento, utilizado para a fabricação de farinhas de qualidade superior e com tonalidade mais clara. No entanto, as negociações têm sido pontuais. Quanto às farinhas, a valorização se deve ao maior custo de aquisição da matéria-prima nesta entressafra, além de dificuldades logísticas.

    Fonte: Cepea

  • Milho: Terça-feira começa com preços internacionais estáveis na Bolsa de Chicago

    Os preços internacionais do milho começam a terça-feira (05) estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registram valorizações de 0,25 pontos por volta das 08h47 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,79 e o maio/19 valia US$ 3,87.

    Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho acumulam alguns ganhos modestos desde segunda-feira com dados de inspeção de exportação geralmente saudáveis do USDA, juntamente com alguma força de transbordamento de luz da soja.

    A necessidade de demanda desiguais mantiveram as ofertas de base de milho descontroladamente misturadas na segunda-feira, chegando a subir até 8 centavos em uma usina de etanol em Illinois e até 9 centavos a menos em um processador de Iowa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leve avanço em Chicago nesta 3ª em semana de USDA e Ano Novo Lunar na China

    O mercado da soja segue caminhando de lado na Bolsa de Chicago e, nesta terça-feira (5), as cotações testavam pequenos ganhos entre os principais contratos. Por volta de 7h55 (horário de Brasília), os preços subiam entre 0,25 e 0,75 ponto, com o março/19 valendo US$ 9,18 e o maio/19 com US$ 9,33.

    Os traders se mantêm cautelosos diante de muitos rumores que ainda rondam o mercado, ao passo em que poucas informações são efetivamente confirmadas. Mas, como explicam analistas internacionais, enquanto as compras da China que começam a ser refeitas nos EUA dão suporte aos preços, os altos estoques vistos por lá ainda exercem pressão sobre os futuros da oleaginosa.

    Além disso, a disputa comercial ainda segue entre os dois países e, até que seja encerrada e um acordo seja anunciado, os preços deverão apresentar esse comportamento, ainda de acordo com analistas e consultores.

    Ademais, nesta semana se deu início o feriado do Ano Novo Lunar na China, o mais longo do país e que mantém os mercados fechados, o que deve promover um arrefecimento dos negócios. E no paralelo, especulações e traders na defensiva à espera do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na sexta-feira, dia 8.

    Especulações também sobre a conclusão da safra da América do Sul e sobre a nova dos EUA, que já indica uma redução da área de plantio. As confirmações sobre o cenário norte-americano ainda estão distantes, porém, os primeiros sinais já podem começar a aparecer em meados deste mês, com o Agricultural Outlook Forum, do USDA.

    Fonte: Notícias Agrícolas