Daily Archives

20 de fevereiro de 2019

  • Robótica agrícola viverá “boom” nos próximos anos

    As empresas de tecnologia agrícola estão investindo cada vez mais para que a robótica cresça e consiga trazer inúmeros resultados positivos para o setor, segundo o portal espanhol eleconomista.es. O “boom” real a curto prazo já começou com estufas inteligentes e tratores autônomos que, unidos pela coleta de robôs, são capazes de fazer um maior controle das atividades do campo.

    Nas plantações de morangos extensas da Califórnia, por exemplo, o principal produtor desta fruta depois da China, a tecnologia resolveu o grave problema da falta de mão de obra que ameaçou esta cultura. A Huelva Agricultural Robotic Solutions (Agrobot) desenvolveu um harvester, um tipo de colheitadeira, equipado com braços robóticos capazes de identificar morangos prontos para serem colhidos.

    O surgimento de startups em robótica agrícola está produzindo o chamado efeito das grandes empresas, que buscam um posicionamento estratégico na nova revolução que o campo vivenciará. Não só os gigantes de máquinas, até agora focado principalmente no trator autônomo, mas as empresas também de engenharia, farmacêuticas para suas divisões de fundos fitofarmacêuticos e de investimento estão de olho nas possibilidades oferecidas pelas pequenas e médias empresas inovadoras em robôs em desenvolvimento capaz de fazer todos os tipos de tarefas.

    Um dos casos mais recentes é a aquisição pela John Deere, da Blue River Technology, que desenvolveu uma máquina capaz de fazer aplicações individualizadas de herbicidas em cada planta. “Você tem que levar em conta que é uma tecnologia transversal: quando você tem robôs capazes de manipular, visão artificial para reconhecer e uma plataforma móvel você pode fazer qualquer coisa, e é isso que está acontecendo, alguém que começa no tomate acaba em Pimenta ou pepino Em dois ou três anos, as grandes empresas vão liderar essa indústria emergente integrando essas startups “, diz o portal.

    O engenheiro industrial Antonio Barrientos, responsável pelo Centro de Automação e Robótica do Politécnico de Madri, garante que a robótica agrícola seja mais desenvolvida do que todo mundo imagina. “Na verdade, você pode robotizar uma boa parte da atividade, existem muitas experiências piloto que validam os desenvolvimentos para dizer que é viável, outra coisa é que agora é rentável”, conclui.

    Fonte: Agrolink

  • Demanda começa a aumentar e preços da soja sobem no Brasil

    A valorização do dólar frente ao real no acumulado de fevereiro atraiu compradores de soja para o Brasil. No entanto, as negociações foram limitadas pelo baixo interesse de venda por parte de produtores, que estão com as atenções voltadas aos trabalhos de campo e às entregas de contratos.

    Além dos compradores externos, algumas indústrias brasileiras já sinalizam necessidade de adquirir novos lotes de soja para abastecer os estoques. Esse cenário impulsionou os prêmios de soja no Brasil, que, por sua vez, influenciaram as altas nos preços do grão no mercado doméstico.

    A alta nos preços do grão, no entanto, foi limitada pela baixa demanda por derivados. Alguns avicultores e suinocultores têm reduzido as aquisições do farelo, e fábricas de ração sinalizam diminuição nas vendas.

    o mercado interno, a retração de produtores continua atrelada às incertezas quanto ao volume a ser colhido na safra 2018/2019, devido ao clima desfavorável no período crítico de desenvolvimento dos grãos.

    Fonte: Canal Rural 

  • Soja em Chicago atua com estabilidade nesta 4ª e foca relações entre China e EUA

    Nesta quarta-feira (20), as cotações da soja trabalham com leve baixa na Bolsa de Chicago. Por volta de 9h (horário de Brasília), as perdas variavam entre 1,50 e 1,75 ponto, com o março valendo US$ 8,99 e o maio, US$ 9,12.

    O mercado segue no aguardo de novas informações sobre as relações comerciais entre China e Estados Unidos, atento ao novo encontro que acontece nesta semana em Washington com as delegações de ambos os países. Novidades concretas, porém, ainda não foram divulgadas.

    Entretanto, o ministro da Agricultura da China se posicionou afirmando que mantém sua posição de comprar mais soja americana, como já havia sido dito há algumas semanas. “Para alguns é uma tentativa fraca de amenizar as tensões comerciais entre os dois países, mas para outros é um sinal de que um acordo na guerra comercial ainda é possível”, explica o diretor da Cerealpar, Steve Cachia.

    Agora, o mercado espera por novos encontros entre os dois presidentes que serão realizados, possivelmente, em março. No dia 1º de março, afinal, termina o período de trégua firmado, em dezembro último, entre Donald Trump e Xi Jinping.

    Os traders se atentam ainda a todas as informações que chegam da conclusão da safra da América do Sul, com a colheita evoluindo bem no Brasil, apesar das perdas causadas pelas adversidades climáticas e de números que ainda divergem sobre qual será a produção real do país.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: quarta-feira começa com preços internacionais em alta de até 3 pontos

    Após encerra o último pregão com baixas de 5 pontos, os preços internacionais do milho pegaram o caminho contrário e abrem a quarta-feira (20) apresentando ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam valorizações entre 2,75 e 3,25 por volta das 09h11 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotada a US$ 3,73, o maio/19 valia US$ 3,81 e o julho/19 era negociado por US$ 3,89.

    Segundo a Agência Reuters, os preços do trigo no último pregão foram os menores desde o final de outubro e isso pressionou tanto o milho quanto a soja. A falta de demanda pelo trigo dos EUA está pressionando os preços. Em vez de optar pelo trigo dos Estados Unidos, o Estabelecimento Geral da Síria para processamento de cereais e comércio comprou 200.000 toneladas de trigo com origem no Mar Negro.

    Conforme análise de Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho sofreram preção do trigo na última terça-feira, em uma rodada de vendas técnicas. As licitações à base de milho foram, em sua maioria, estáveis, mas misturadas na terça-feira, com queda de até 2 centavos em um processador de Iowa, mas chegando a subir até 7 centavos em um terminal do rio Iowa.

    Outra informação que atuou no mercado foi uma pesquisa realizada pela Agência Reuters, juntamente com 12 analistas, que apontou que a safra de milho 2018/19 do Brasil aumentou 21% em relação ao ano anterior, atingindo uma produção estimada de 2,571 bilhões de bushels, em parte devido ao maior plantio e clima mais agradável nesta temporada.

    Fonte: Notícias Agrícolas