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fevereiro 2019

  • Trigo: Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

    Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro. Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel (PR), o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab. Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha.

    Fonte Cepea

  • Robôs no campo: como a tecnologia afeta a agricultura

    São cada vez mais frequentes as notícias de que máquinas inteligentes estão corroendo empregos em todo o mundo. Estudos recentes antecipam que a metade de todas as atividades desempenhadas hoje por trabalhadores poderá ser automatizada até 2050. Isso equivaleria a deslocamentos na força de trabalho sem precedentes na história da humanidade.

    A boa notícia é que o mercado de trabalho seguirá evoluindo e certamente veremos a criação de novas oportunidades e novos tipos de ocupação no futuro. Empregos vão se deslocar para regiões, faixas etárias e indivíduos que adquirirem novos atributos e competências. Nesse mesmo sentido, a demanda por trabalhadores que precisem suportar longas horas de trabalho físico ou de esforço repetitivo e exaustivo deverá se reduzir.

    As mudanças esperadas no mundo do trabalho terão enorme impacto no futuro da produção de alimentos. Em 2050, sete em cada dez pessoas viverão nas cidades e já vemos agora a mão de obra tornar-se escassa no campo. Portanto, máquinas e equipamentos deverão se tornar imprescindíveis para garantir a segurança alimentar no futuro. E a automação digitalmente pilotada trará ganhos importantes em eficiência e precisão, ajudando a agricultura a superar práticas pouco sustentáveis.

    Os avanços em inteligência artificial (IA) já estão permitindo o surgimento de máquinas capazes de executar tarefas sem envolvimento ou orientação humana direta. Já vemos o surgimento de robôs projetados para executar tarefas complexas de forma autônoma, com velocidade e precisão. Tais máquinas poderão em breve povoar o campo, monitorando o desenvolvimento de lavouras e criações, medindo performance e detectando deficiências nutricionais, ocorrência de pragas, escassez hídrica, impactos ambientais, entre muitas outras tarefas.

    Neste momento, não é demais imaginar drones ou robôs, munidos de sensores sofisticados e sistemas inteligentes, capazes de percorrer ou sobrevoar lavouras levando defensivos a serem aplicados de forma autônoma, precisa e em baixos volumes sobre plantas daninhas, insetos-praga ou partes das plantas atacadas por doenças. Tal avanço reduzirá drasticamente muitos riscos relacionados ao uso de agroquímicos nas lavouras, pois volumes extremamente baixos e aplicação direcionada e precisa tornarão possíveis utilizar a quantidade correta, apenas no local requerido, no momento mais adequado.

    Esses poucos exemplos representam a ponta do iceberg no processo de mudanças que ocorrerá no campo, cada vez mais dominado pela digitalização e pela automação. Uma nova força de trabalho adaptável a essa nova realidade precisará ser formada. Por isso, é prudente que os países invistam agora no preparo de suas forças de trabalho, com especial ênfase na capacitação dos seus trabalhadores, em substituição à prática mais comum, que é a proteção de empregos apenas.

    O futuro exigirá, por exemplo, sofisticação das políticas fiscais e trabalhistas, que precisarão criar condições que estimulem as empresas a contratar e manter trabalhadores qualificados e bem treinados, que custam mais caro. Além disso, será preciso aprimorar as capacidades desse contingente de forma contínua.

    Tais mudanças exigirão pessoas capazes de fazer bom uso dos mais nobres atributos humanos: a inteligência e a criatividade. E poderão também fazer aflorar mais empatia, humanidade e sensibilidade no mundo do trabalho, qualidades que nos diferenciam e que dificilmente serão incorporadas pelas máquinas.

    Fonte: Globo Rural

  • Novas ferramentas para combate à ferrugem asiática e mosca-branca

    A Cropchem está com novidades no seu portfólio. Em janeiro, a empresa gaúcha de defensivos agrícolas obteve o registro do Kazan Max 750 WG (Mancozeb) e do Taura 200 EC (Piriproxifeno). Os produtos são destinados ao controle de dois dos principais problemas das lavouras no Brasil: a ferrugem asiática e a mosca-branca.

    Kazan Max 750 WG é um fungicida multissítio, ou seja, sua fórmula age em diversos pontos do metabolismo do fungo. O ingrediente ativo, o Mancozeb, é um dos produtos mais utilizados no manejo de resistência da ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi).

    Já o Taura 200 EC combate ovos e ninfas da mosca-branca, uma das pragas mais nocivas das plantações de soja, algodão, tomate e citrus. O produto será comercializado com 200 g/L do ingrediente ativo Piriproxifeno, o dobro da concentração das ofertas convencionais do mercado brasileiro.

    Fonte: Agrolink

  • Milho: Após feriado americano, preços internacionais estáveis nesta terça-feira

    O mercado internacional ficou paralisado na última segunda-feira (18) em decorrência do feriado americano do dia do presidente, que interrompeu o funcionamento das principias bolsas de valores. Após esse dia sem movimentações, os preços internacionais do milho abrem a terça-feira (19) apresentando estabilidades na Bolsa de Chicago (CBOT).

    As principais cotações registravam flutuações máximas de 0,25 pontos negativos por volta das 08h53 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,74, o meio/19 valia US$ 3,82 e o julho/19 era negociado por US$ 3,90.

    O site Barchart destaca que o mercado volta a funcionar nessa terça-feira após encerrar a última semana com movimentações fracionadas em uma sexta-feira marcada pela divulgação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de uma venda privada de exportação de 205.744 milhões de toneladas de milho para entrega em 2018/19 a destinos desconhecidos.

    Já a Agência Reuters espera que o mercado reflita, no dia de hoje, o otimismo que vem crescendo com relação a um acordo comercial entre Washington e Pequim antes de uma visita à capital dos EUA pelo vice premier da China Liu He, que visitará Washington entre quinta e sexta-feira para continuar as negociações comerciais com o Estados Unidos, conforme disse o Ministério do Comércio em Pequim.

    Fonte Notícias Agrícolas

  • Mau uso de agroquímicos causa perdas de R$ 2 bilhões

    Pesquisas recentes revelam que o uso incorreto dos agroquímicos pode acarretar em perdas na ordem de R$ 2 bilhões para o agronegócio, pois são somados gastos com desperdícios e despesas de acidentes e intoxicações. Foi isso que afirmou o pesquisador científico Hamilton Ramos, coordenador da Unidade de Referência em Tecnologia e Segurança na Aplicação de Agroquímicos (UR).

    De acordo com ele, esse prejuízo pode afetar diretamente a cadeia de pequenos produtores e pessoas de baixa renda, que são maioria no Brasil, já que os dados compilados pela UR indicam que entre 25 milhões e 30 milhões de pessoas trabalham no agronegócio atualmente e, destes,5 milhões são analfabetas e 12 milhões exercem funções de contrato temporário. Além disso, 85% dos trabalhadores do setor não tem qualificação e estão trabalhando em pequenas propriedades.

    O especialista afirma que é preciso capacitar os profissionais da área “tendo em vista a sustentabilidade do uso de agroquímicos ou defensivos agrícolas. Capacitar esses profissionais, também, para transmitir conceitos-chave de tecnologia e segurança usando a linguagem simples do homem do campo. Nas pequenas propriedades, sobretudo, predomina a desinformação que leva à carência de recursos de suporte ao uso seguro de agroquímicos. Nesses locais, em geral, contatamos baixos índices de utilização de equipamentos de proteção individual, por exemplo”.

    Para finalizar, Ramos reconhece que existe uma polêmica discussão em torno do uso de defensivos agrícolas, mas ressalta que, na atualidade, é impossível praticar o agronegócio sem eles. Segundo o cientista, a extensão territorial do Brasil, que o faz ser um país tropical, torna inviável outra técnica de combate sem manejo químico de plantas daninhas, pragas e doenças que concorrem com as culturas.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Procura começa a aumentar e preços sobem no BR

    A valorização do dólar frente ao Real no acumulado de fevereiro atraiu compradores de soja para o Brasil. No entanto, as negociações foram limitadas pelo baixo interesse de venda por parte de produtores, que estão com as atenções voltadas aos trabalhos de campo e às entregas de contratos. Além dos compradores externos, algumas indústrias brasileiras já sinalizam necessidade de adquirir novos lotes de soja para abastecer os estoques. Esse cenário impulsionou os prêmios de soja no Brasil, que, por sua vez, influenciaram as altas nos preços do grão no mercado doméstico. A moeda norte-americana se valorizou 1,45% no mesmo período, na sexta. A alta nos preços do grão, no entanto, foi limitada pela baixa demanda por derivados. Alguns avicultores e suinocultores têm reduzido as aquisições do farelo, e fábricas de ração sinalizam diminuição nas vendas. No mercado interno, a retração de produtores continua atrelada às incertezas quanto ao volume a ser colhido nesta safra (2018/19), devido ao clima desfavorável no período crítico de desenvolvimento dos grãos.

    Fonte Cepea

  • Milho: Demanda firme e recuo vendedor sustentam altas

    Compradores de milho vêm, aos poucos, retomando as negociações, visto que sinalizam ter estoques mais curtos para as próximas semanas. Já vendedores seguem retraídos, fundamentados na redução da oferta e em dificuldades logísticas – na semana passada, a Conab divulgou novos números para a temporada 2018/19 que reforçam a queda na produção da safra de verão e o aumento da estimativa de produção para a segunda safra. Este cenário de demanda firme e retração vendedora têm mantido as cotações em alta. Conforme colaboradores do Cepea, os valores estão em elevação na maior parte das regiões brasileiras, exceto no Rio Grande do Sul, onde a safra de verão é mais representativa e a colheita vem ocorrendo de maneira satisfatória. Além da retração de produtores dos estados de São Paulo e Santa Catarina, produtores do Centro-Oeste, que vinham ofertando volumes maiores até as semanas anteriores, já têm limitado os lotes e/ou aumentado o valor de venda. Assim, entre 8 e 15 de fevereiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP) subiu 2,8%, fechando a R$ 41,10/sc de 60 kg na sexta-feira, 15. No acumulado do mês, a alta é de 4,5%.

    Fonte Cepea

  • Soja vê mercado ainda confuso sobre relação EUA x China e opera com cautela nesta 5ª na CBOT

    Os preços da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam trabalhando com estabilidade nesta quinta-feira (14) ainda na espreita à espera de novidades que possam direcioná-los de forma mais clara.

    As informações sempre desencontradas e divergentes sobre as relações comerciais entre China e Estados Unidos são, segundo analistas e consultores, principal combustível para manter os traders ainda na defensiva.

    Assim, depois de fecharem o pregão anterior com perdas tímidas de pouco mais de 0,50 ponto, os futuros da commodity subiam entre 0,50 e 0,75 ponto nas posições mais negociadas. Por volta de 9h10 (horário de Brasília), o março tinha US$ 9,17 e o maio, US$ 9,31 por bushel.

    Nesta quinta-feira, a agência internacional de notícias Bloomberg informou que o presidente americano Donald Trump pretende estender o prazo para não subir as tarifas sobre as importações chinesas por mais 60 dias. O objetivo é dar mais tempo às negociações.

    Fonte Notícias Agrícolas

  • Justiça confirma proibição da venda de agrotóxicos no Mercado Livre

    A 11ª Vara Federal de Curitiba confirmou esta semana que a plataforma de vendas online Mercado Livre está proibida de vender agrotóxicos pela internet. O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) multou a Ebazar.com.br, titular da marca Mercado Livre, pela venda de insumos em desacordo com as exigências legais.

    De acordo com o procurador federal João Paulo Bohler, do Paraná, o Ibama notificou o Mercado Livre para que removesse os anúncios dos produtos vendidos ilegalmente. A determinação, no entanto, não foi atendida no prazo fixado pela empresa, que alegou ser apenas “mero intermediador” e não comercializa produtos.

    “Diante dos fatos, da venda indiscriminada de agrotóxicos, da verificação que os produtos são transportados com declaração de conteúdo de forma diferente da realidade e diante do risco à saúde da população e ao meio ambiente, não restou outra alternativa ao Ibama senão a aplicação da medida acautelatória de embargo desta atividade, qual seja, a venda de produtos agrotóxicos sem a devida receita agronômica. Não se trata de forma alguma de censura prévia dos anúncios, mas de precaução contra a venda irregular”, explicou Bohler.

    O Mercado Livre chegou a conseguir a suspensão da proibição na Justiça, fato que mobilizou a Advocacia-Geral da União (AGU) a ingressar na 11ª Vara Federal de Curitiba. Foram acolhidas as razões apresentadas pelo Ibama e foi reformada a decisão anterior, decidindo improcedente o mandado de segurança impetrado pela empresa.

    A Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama sustenta que a venda de agrotóxicos no Mercado Livre está em desacordo com exigências de órgãos federais responsáveis pelos setores da saúde, do meio ambiente e da agricultura. Segundo os promotores, o comércio desse tipo de produto deve ser feito apenas mediante receita assinada por agrônomo ou engenheiro florestal, sob risco de haver prejuízos ao meio ambiente e à saúde humana.

    “O Ibama não possui outra maneira de fazer cessar o risco, senão através do embargo da atividade. Não há como fiscalizar diariamente todos os produtos para detectar a irregularidade e solicitar a retirada da estante virtual. A exposição dos produtos é o objeto social da empresa impetrante e é sua a responsabilidade pelo anúncio”, argumentou a AGU.

    Fonte: Agrolink

  • Onde o Brasil pode ganhar na guerra comercial entre EUA e China

    Um estudo da Unctad – Key Statistics and Trends in Trade Policy 2018 – mostra que em caso de continuação da guerra comercial entre China e Estados Unidos, o Brasil poderia ganhar mais US$ 10,5 bilhões em exportações adicionais. Os maiores ganhos (80%) seriam para o mercado americano e seriam mais compensadores do que os ganhos adicionais nas exportações de soja para a China.

    Os maiores ganhos no mercado americano, segundo a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), se devem às diferenças entre as listas americana e chinesa de produtos sobretaxados. A americana, formada por cerca de 800 produtos, principalmente industrializados, é formada por itens que o Brasil consegue ser competitivo no mercado americano, como máquinas e equipamentos, artigos plásticos, autopeças e químicos.

    Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que, no ano passado, as exportações para os Estados Unidos cresceram 7,08%, atingindo US$ 28,77 bilhões. Os principais itens negociados com a maior economia mundial são semimanufaturados de ferro ou aços, petróleo e aviões. E os que tiveram maior expansão nas vendas em 2018, comparativamente a 2017, foram os semimanufaturados de aço (+69,97%) e as partes de motores e turbinas para aviação (131,33%).

    Já a chinesa, diz Fabrízio Panzini, gerente de negociações internacionais da CNI, é formada em sua maior parte por produtos do agronegócio, itens em que o Brasil é competitivo. Mas a China já é um importante comprador brasileiro de produtos que estão nesta relação, como a soja e a carne. No ano passado, as exportações para a segunda maior economia mundial tiveram um crescimento de 35,2%. O total de negócios atingiu US$ 64,2 bilhões.

    Distorções
    A guerra comercial vem provocando distorções em alguns mercados. O estudo citou como exemplo a elevação de alíquotas impostas pela China à soja americana. “Devido à importância destes dois mercados – a China é responsável por mais da metade das importações mundiais de soja e os Estados Unidos são o maior produtor -, as tarifas sobre a soja afetaram o mercado mundial da commodity”, destaca o estudo.

    Segundo a Unctad, uma das consequências foi o favorecimento de outros exportadores, particularmente o Brasil que, repentinamente, tornou-se o maior fornecedor da oleaginosa para a segunda maior economia mundial. “Entretanto, nem todos estão felizes”, aponta o estudo.

    Uma das preocupações dos produtores é que os preços mais elevados gerados pelas tarifas chinesas” possam minar a competitividade do produto brasileiro no longo prazo. Em um cenário em que a magnitude e a duração da guerra tarifária não é clara, eles estão relutantes em tomar decisões de investimentos que podem se tornar não rentáveis caso as tarifas sejam revogadas.

    Além disso, empresas brasileiras que operam em setores que usam a soja como matéria-prima perderiam competitividade devido aos altos preços gerados pelo aumento na demanda por soja brasileira por parte de compradores chineses.

    Outra preocupação, segundo Panzini, é em relação à imprevisibilidade geral causada pelo conflito comercial entre as duas maiores economias mundiais. O presidente americano, Donald Trump, descartou uma reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, antes do dia 1º, quando vence a trégua de 90 dias na guerra comercial entre as duas potências.

    Sem medo de retaliação
    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) não acredita que, se mantida a guerra comercial e as exportações brasileiras continuem a crescer para os EUA, haja algum tipo de retaliação americana, além das sobretaxas aplicadas ao aço. A principal justificativa, de acordo com a entidade empresarial, é que o Brasil não tem um superávit com o país. O déficit, no ano passado, foi de US$ 193,6 milhões.

    É uma situação diferente da vivida por outros três países – a China, o México e a Coreia do Sul -, com os quais os Estados Unidos têm pesados déficits comerciais e com os quais Donald Trump, de uma forma ou outra, se indispôs.

    Segundo o Bureau of Economic Analysis (BEA) – órgão americano de estatísticas econômicas -, o saldo na balança comercial com os chineses foi negativo em US$ 275 bilhões nos três primeiros trimestres do ano passado. Com os mexicanos, o saldo negativo foi de US$ 57,2 bilhões e com os sul-coreanos, US$ 3,7 bilhões. “Os Estados Unidos têm claros os seus alvos”, afirma Panzini.

    Fonte: Gazeta do Povo