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fevereiro 2019

  • Soja rende lucro de 17,79% no Sul

    Nos três estados da Região Sul do Brasil,  saca de 60 quilos de soja produzem um lucro 17,79% em relação aos custos de produção do Deral (Departamento de Economia Rural do Paraná), feitos sobre uma produtividade de 55 sacas/hectare. É o que aponta a T&F Consultoria Agroeconômica.

    “Nossa recomendação, assim, é colocar uma meta de lucratividade para sua atividade”, resume o analista da T&F Luiz Fernando Pacheco. De acordo com o especialista, o principal fator baixista presente no mercado é a oscilação do Dólar norte-americano, que está caindo em relação ao Real no Brasil.

    “Nesta semana caiu 2,9%, o que não é pouco. As próximas oscilações irão depender mais da reação da oposição do que do governo. Se elas ficarem amortecidas, como parecem estar agora e o governo conseguir implantar as reformas o dólar cairá”, comenta Pacheco.

    Em segundo lugar, lembra ele, pressiona a soja o acordo China/Estados Unidos, que está “longe de um acerto”: “Segundo especialistas que acompanham as reuniões, é bem mais a amplo do que simplesmente comprar ou não soja americana. O último passo foi que a China se comprometeu a comprar 5MT (ela poderia comprar bem mais), mas ainda não colocou os pedidos e isto não fez o acordo avançar. A China está dando um baile de negociação nos EUA”.

    Por fim, o analista da T&F aponta os grandes estoques de soja nos EUA como fator relevante de baixa para as cotações da oleaginosa. “Pela primeira vez, em 2018, plantaram uma área maior de soja do que de milho, mas não tiveram escoamento para toda a safra produzida por conta da disputa com a China”, conclui.

    FATORES DE ALTA

    Analistas particulares estão rebaixando, pela segunda vez, as suas projeções de produção de soja no Brasil. A média inicial era de 121MT, depois passou para 116MT e agora está em 112MT. Já na Argentina, relatório da Agritrend recebido hoje estima uma produção de 53,8MT, cerca de 52% a maios do que os 35MT do ano passado, quando o país sofreu pesada seca.

    Ainda de acordo com a T&F, a entrada da janela brasileira de fornecimento para o mercado internacional pode elevar as cotações. “Tradicionalmente o período de janeiro-julho no mercado internacional é ocupado pelo Brasil, com a consequente elevação dos prêmios. Os prêmios nos portos brasieliros para a safra 2018/19 começaram com + 60cents/bushel em setembro, para os embarques de maio, depois caíram para 35 em dezembro e agora estão novamente entre 52 e 62”, finaliza Pacheco.

    Fonte: Agrolink

  • Soja: Produtividade que começa na nutrição do solo

    A soja conquistou o status de ser o produto mais importante do agronegócio brasileiro. Em 2018, a cultura foi responsável por 17% das exportações do país, resultando em negócios estimados em US$ 40,9 bilhões. A estimativa para o próximo ano é altamente positiva para o produtor.

    Para atender a alta demanda, tanto nacional quanto internacional, o agricultor deve otimizar sua gestão para colher mais em cada ciclo, sem a necessidade de aumentar a área de plantio. Para isso, o programa nutricional SuperSoja da Yara atua como um braço forte do produtor, levando para a terra os nutrientes certos para cada etapa de crescimento da planta.

    A tecnologia da Yara vai além: os macro e micronutrientes são concentrados em um único grânulo. Isso mantém o crescimento uniforme da soja em toda a lavoura. O agricultor que investe em nutrição e aplica o programa SuperSoja em todas as etapas do desenvolvimento da planta colhe mais, obtém vagens maiores e grãos mais cheios, o que resulta em melhor resultado econômico da sua lavoura.
    Por isso, o produtor que desejar ampliar os seus resultados na colheita de soja, melhorando sua produtividade e rentabilidade, deve começar com a nutrição, com o programa SuperSoja da Yara.

    Fonte: Yara

  • Milho: Bolsa de Chicago inicia semana com leves quedas

    A semana começa com os preços internacionais do milho apresentado leves quedas, próximas da estabilidade, na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 0,25 e 0,50 pontos negativos por volta das 08h57 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,77 e o maio/19 valia US$ 3,86.

    Segundo análise de Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho encerram a semana passada com ganhos moderados em algumas compras técnicas, estimuladas pela força dos transbordamentos de soja e trigo. Já as ofertas de base de milho foram na maior parte firmes, subindo de 1 a 3 centavos acima em várias localizações do meio-oeste americano. Uma usina de etanol de Illinois provou a exceção à regra, inclinando-se 8 centavos abaixo para fechar a semana.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja corrige últimas altas e opera com leve recuo na Bolsa de Chicago nesta 2ª

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com leve queda nesta manhã de segunda-feira (4). As cotações passavam por um movimento de realização de lucros após alcançarem, na última sexta-feira (1), os mais elevados patamares em mais de seis meses.

    Assim, por volta de 8h10 (horário de Brasília), os preços cediam entre 0,25 e 0,50 nos principais contratos, com o março/19 valendo US$ 9,17 e o maio/19 tinha US$ 9,31 por bushel.

    O mercado vinha subindo em decorrência dos bons resultados das últimas reuniões entre China e Estados Unidos e depois do presidente americano Donald Trump ter anunciado que a nação asiática copmprará, ao menos, mais 5 milhões de toneladas de soja em seu país.

    Tal volume será diluído nas próximas semanas, mas já é uma boa sinalização de que a relação entre chineses e americanos começa a melhorar. No entanto, o mercado começa a semana esperando por mais detalhes do que pode vir adiante e opera com cautela nesta manhã de hoje, como vem fazendo há meses.

    Fonte: Notícias Agrícolas