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abril 2019

  • O mundo digital chegou ao campo! Você não pode ficar fora dessa

    Cada vez mais a tecnologia invade o campo e traz benefícios para os produtores. A agricultura 4.0 (Agro 4.0) – que nada mais é do que a utilização de informática para gerenciar a lavoura e melhorar a produção – oferece inúmeras possibilidades. Esse movimento de digitalização teve início na indústria automobilística da Alemanha e, com a sociedade globalizada, logo se espalhou por diversos lugares do planeta e atingiu todos os segmentos. Na agricultura, já está sendo considerada a próxima revolução.

    A agricultura digital vai MUITO além de mandar uma mensagem para o seu consultor, gravar um vídeo ou fazer uma foto no campo com o celular e postar nas redes sociais. Ela é a otimização de processos e custos por meio de ferramentas digitais, o que pode elevar os índices de produtividade e rentabilidade. Com esses dispositivos, conseguimos ter o controle detalhado do uso de insumos (como adubos e defensivos), reduzir os custos de mão de obra, monitorar as condições climáticas, além de combater pragas e doenças. A agricultura digital está até mesmo na rastreabilidade do seu produto.

    Você pode estar pensando que para ter todos esses benefícios é necessário muito investimento em máquinas caras. Mas a verdade é que com um celular, computador, tablet e acesso à internet já se pode baixar diversos desses aplicativos (muitos gratuitos) e começar a aproveitar os benefícios da modernidade. O mais importante, antes de tudo, é saber qual o problema você tem para resolver e aí então encontrar uma tecnologia para ajudar a superar esse desafio. Claro que uma nova tecnologia vai exigir um pouco de estudo e conhecimento, mas a visita a feiras e exposições pode ser um bom caminho para começar. Uma alternativa também é entrar em contato com técnicos especializados no assunto para lhe orientar no assunto.

    Fonte: Blog Chico do Boas

  • Trigo: Vendedor cauteloso e comprador retraído desaquecem mercado

    Vendedores brasileiros consultados pelo Cepea estão cautelosos quanto à comercialização no segundo semestre. Com isso, ofertam lotes de trigo remanescentes no spot – essa tentativa de liquidar estoques pode estar atrelada ao fato de os preços serem considerados satisfatórios neste momento. Já demandantes sinalizam interesse nas importações e aguardam maior oferta do produto argentino. Assim, mesmo este sendo período de entressafra brasileira, as cotações estão em queda em algumas praças acompanhadas pelo Cepea. Além disso, as recentes baixas nos valores externos do cereal de inverno e nas cotações do milho também influenciaram as leves desvalorizações internas. No campo, o cultivo tem sido limitado pela falta de chuvas. No entanto, previsões indicam precipitações nas próximas semanas, o que deve favorecer o semeio e também o desenvolvimento inicial das lavouras já implantadas.

    Fonte: Cepea

  • Milho: Mercado inicia pregão desta 3ª com ligeiras valorizações na Bolsa de Chicago

    As cotações futuras do milho iniciaram a sessão desta terça-feira (30) em campo negativo na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 9h11 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam ligeiras altas entre 1,50 a 0,75 pontos. O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,53 por bushel e o julho/19 era negociado a US$ 3,62 por bushel.

    De acordo com a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão baixos, com os futuros lutando para não voltar à tendência de baixa para abril. Boas notícias sobre exportações e previsões úmidas não conseguiram evitar o retrocesso depois de um fechamento suave na segunda-feira.

    Ainda segundo a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, o plantio de milho continua atrasado, com todos os principais estados com a semeadura abaixo do ano passado, com exceção do Texas. Os produtores, conforme o esperado, avançaram melhor no Cinturão Ocidental do Milho, com um lento progresso na região do Grandes Lagos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com pequenas altas em Chicago nesta 3ª se ajustando após últimas baixas

    Os preços da soja têm leves altas na manhã desta terça-feira (30) na Bolsa de Chicago. Perto de 8h (horário de Brasília), as cotações subiam entre 1 e 1,50 ponto, com o maio valendo US$ 8,48 por bushel.

    O mercado busca se recuperar depois de novas baixas que foram registradas na sessão anterior, quando encerrou o dia perdendo mais de 6 pontos e o março abaixo dos US$ 8,50, mas segue ainda muito estável e sem oscilações mais agressivas.

    As atenções dos traders ainda mantêm o mesmo foco, com um olho nos encontros entre líderes chineses e americanos e o outro nas condições de clima dos EUA, que ainda são desfavoráveis em boa parte do Corn Belt neste momento.

    O plantio da soja nos EUA foi concluído, até o último domingo (28), em 3% da área, de acordo com números do boletim semanal de acompanhamento de safras reportado nesta segunda-feira pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O índice ficou ligeiramente abaixo da média esperada pelo mercado de 5%. Na semana passada eram 1%, no ano passado 5% e na média plurianual, 6%.

    O estado da Louisiana continua sendo o mais adiantado, com 24% da área já semeada, porém, atrasado em relação a 2018, quando eram 38% e frente aos últimos cinco anos, que tem média de 43%. Alguns estados como Indiana e as Dakotas ainda não registram percentuais de plantio.

    A demanda fraca é outro fator de pressão sobre as cotações, com a Peste Suína Africana preocupando muito na China e em demais países onde também tem sido detectada.

    Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue estável em Chicago nesta 2ª feira, mas testa para lado negativo da tabela

    Ainda esvaziado de novidades, o mercado da soja segue trabalhando com estabilidade na Bolsa de Chicago na sessão desta segunda-feira (29). Os preços iniciaram o dia operando em campo positivo, mas logo passaram para o lado negativo da tabela e, por volta de 11h30 (horário de Brasília), perdiam entre 0,50 e 1,25 ponto.

    Com isso, o maio/19 valia US$ 8,53 por bushel, enquanto o agosto valia US$ 8,72.

    O mercado internacional segue atento à questão climática nos EUA – com as chuvas e neve que chegaram a Meio-Oeste e às Planícies no útlimo final de semanal – dividindo a atenções com as relações comerciais dos americanos.

    Uma nova rodada de negociações entre China e EUA, com uma delegação americana em Pequim, porém, está em curso, com a sinalização de que o próprio Xi Jinping estaria disposto a fazer algumas concessões para tentar impulsionar as conversas e chegar um acordo com o governo de Donald Trump.

    As informações, porém, ainda estão no campo dos rumores e o mercado já não especula tão profundamente sobre elas, desgastados por notícias não confirmadas em mais de um ano. Na próxima semana é a vez dos chineses voltarem a Washington.

    “Enquanto assuntos-chave continuam a ser discutidos, há pontecial para que um acordo aconteça mais de um ano depois do início do conflito”, diz o analista internacional Bryce Knorr, da Farm Futures.

    Ainda nesta segunda, atenção também aos dados dos embarques semanais e, no final do dia, ao boletim semanal de acompanhamento de safras que serão reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas do mercado são de o plantio de milho concluído entre 15% e 17% da área, e o da soja em 5%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: saiba o que pode mexer com o mercado nesta semana

    Os modelos climáticos ainda apontam para chuvas acima do normal no Meio-Oeste norte-americano, prejudicando o trabalho de campo. Acompanhe os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

    O mercado também passa a observar atentamente a evolução das tratativas entre EUA e China no decorrer da semana, com nova rodada de negociações marcadas para Pequim no próximo dia 30;

    Além disso, outra reunião está marcada em solo norte-americano no próximo dia 08, possivelmente este encontro acontecerá em Washington;

    A demora em anunciar um acordo vem da complexidade dos temas abordados, exigindo negociações extensivas.
    Com a valorização do real nos últimos dois dias houve retração da intenção de compra nos portos, esfriando o mercado;

    No mercado doméstico, o quadro pouco mudou, com consumidores ainda sinalizando para uma posição confortável em seus estoques;

    O clima contribuiu e o desenvolvimento da segunda safra é muito bom, a produtividade aguardada para o Centro-Sul é bastante elevada, uma produtividade 5.810 Kg por hectare;

    No porto de Paranaguá, a indicação de comprador entre os meses de agosto e setembro apresentou poucas mudanças.

    O mercado se ressente de fatores consistentes de alta, restam especulações em torno do clima no Meio Oeste norte-americano, e um eventual processo de desvalorização do real que resulte em um fluxo mais intenso das exportações.

    Fonte: Canal Rural 

  • Milho: Mercado testa altas na manhã desta 2ª feira em Chicago

    Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram a sessão desta segunda-feira (29) do lado positivo da tabela. As principais posições da commodity testam altas de 3,25 pontos, por volta das 9h16 (horário de Brasília). O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,54 por bushel, enquanto o Julho/19 operava a US$ 3,64 por bushel.

    De acordo com a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão mais altos, ajudando os futuros de maio a se libertarem de sua tendência de baixa para abril. Previsões úmidas e plantio lento estão enviando fundos para as saídas. “Na semana passada, grandes especuladores estenderam sua aposta de baixa no milho para outro recorde de todos os tempos, adicionando 10.597 contratos à sua posição vendida antes de começar a reverter essas posições”, diz Knorr.

    Ainda segundo a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, negociadores dos Estados Unidos da América e da China iniciam outra rodada de negociações hoje em Pequim, com as discussões mudando para Washington na semana que vem. Embora os principais problemas permaneçam, há potencial para um acordo após mais de um ano da disputa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leves ganhos em Chicago nesta 2ª de olho nos EUA em Pequim e no clima

    Nesta segunda-feira (29), os preços da soja operam em campo positivo na Bolsa de Chicago, porém, bem próximos ainda da estabilidade. Perto de 8h10 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 0,75 e 1,25 ponto, com o maio valendo US$ 8,54 por bushel.

    O mercado internacional segue atento à questão climática nos EUA – com as chuvas e neve que chegaram a Meio-Oeste e às Planícies no útlimo final de semanal – dividindo a atenções com as relações comerciais dos americanos.

    Uma nova rodada de negociações entre China e EUA, com uma delegação americana em Pequim, porém, está em curso, com a sinalização de que o próprio Xi Jinping estaria disposto a fazer algumas concessões para tentar impulsionar as conversas e chegar um acordo com o governo de Donald Trump.

    As informações, porém, ainda estão no campo dos rumores e o mercado já não especula tão profundamente sobre elas, desgastados por notícias não confirmadas em mais de um ano.

    Ainda nesta segunda, atenção também aos dados dos embarques semanais e, no final do dia, ao boletim semanal de acompanhamento de safras que serão reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas do mercado são de o plantio de milho concluído entre 15% e 17% da área, e o da soja em 5%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho abre o dia estável na Bolsa de Chicago com comerciantes se preparando para o vencimento de maio

    A quarta-feira (24) começa com os preços internacionais do milho futuro operando praticamente estáveis e com leves altas em alguns contratos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,50 pontos por volta das 08h53 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,51, o julho/19 valia US$ 3,60 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,68.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão mais estáveis ​​nesta manhã, depois de negociados em uma faixa de apenas um centavo e um quarto durante a noite.

    “O volume está acelerado, mas a maior parte do comércio está chegando novamente em maio-julho, com os comerciantes se preparando para o vencimento das opções de maio na próxima sexta-feira, e o início das entregas na próxima semana”, aponta Knorr.

    Após as quedas das cotações de ontem, as notícias que os Estados Unidos e a China vão se reunir para semanas consecutivas de negociações comerciais ajudaram a finalmente elevar os ânimos da noite para o dia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com leves altas em Chicago nesta 4ª feira após mínimas em 5 meses

    Os futuros da soja trabalham com leves altas na Bolsa de Chicago na manhã desta quarta-feira (24) na tentativa de se ajustar depois das baixas de mais de 15 pontos no pregão anterior. O mercado fez suas mínimas em cinco meses.

    Perto de 8h (horário de Brasília), os preços subiam pouco mais de 2 pontos, com o maior sendo cotado a US$ 8,64 e o agosto, US$ 8,84 por bushel.

    As previsões de condições melhores para o clima nos EUA nos próximos dias pesa sobre as cotações neste momento e o mercado se apega à estas previsões diante de um mercado esvaziado de novas notícias de outras frentes.

    “Os traders estão se pergutando agora o que poderá estabilizar o mercado neste momento. Um acordo comercial? Sinais de nova demanda? Problemas climáticos? O tempo irá dizer”, explicam on consultores da Allendale, Inc.

    O surto de peste suína na China que já dizimou milhões de porcos também é outro ponto de preocupação entre os traders, já que tem reduzido de forma considerável as compras de soja do país.

    Fonte: Notícias Agrícolas