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abril 2019

  • Plantio de milho avança nos EUA, o que é bom para o sojicultor brasileiro

    Apesar de toda a inundação de que foram vítimas em março, os produtores americanos já semearam 6% da área que será destinada ao milho, um percentual próximo do de 2018.

    O solo ainda não é o ideal, mas está mais aquecido, e os produtores acreditam que a germinação do cereal será normal. O plantio do milho se iniciou na primeira semana de abril, atingirá o pico na primeira de maio e terá de ser feito até a primeira de junho.

    Se não consegue semear o milho dentro dessa janela de tempo, o produtor aciona o seguro ou opta pela soja. O plantio ideal desta começa na terceira semana de abril, atinge o pico na última de maio e termina na primeira de julho.

    Uma eventual alta na área de soja nos Estados Unidos afetaria muito o produtor brasileiro. O Usda (Departamento de Agricultura) estima, por ora, uma redução de 1,9 milhão de hectares na área de soja.

    Se o produtor de milho ocupasse essa área com soja, devido a impedimentos no plantio do cereal, a produção da oleaginosa seria maior, conturbando ainda mais os preços internacionais.

    O Usda ainda não tem dados de produção de soja para 2019/20. Com uma área prevista de 34,2 milhões de hectares —1,9 milhão menos do que na safra 2018/19—, a produção ficaria próxima de 113 milhões de toneladas, segundo Daniele Siqueira, da AgRural.

    Mesmo com essa queda de produção —a do ano anterior foi de 123,7 milhões de toneladas—, os estoques finais dos americanos seriam de 22 milhões em agosto de 2020.

    Se o total de 1,9 milhão de hectares de redução de área de soja voltasse para o cultivo da oleaginosa, a produção aumentaria para 120 milhões de toneladas, considerando a linha histórica de produtividade.

    Nesse caso, os estoques subiriam para 28 milhões em 2020, e os preços cairiam ainda mais. Com tanta soja, os produtores certamente não pagariam as contas.

    ​ABRIL AQUECIDO
    As exportações brasileiras de soja deverão superar os 10 milhões de toneladas neste mês, repetindo o mesmo desempenho registrado pela oleaginosa nos meses de abril de 2016 a 2018. As vendas externas dos primeiros meses deste ano continuam aquecidas, como as de 2018, mas o país não terá o mesmo volume para exportar neste ano. A Abiove (associação das indústrias) estima uma queda das receitas externas para US$ 32 bilhões neste ano para o complexo soja, após o recorde de US$ 41 bilhões em 2018.

    Demanda maior O volume exportado de carnes teve um bom impulso neste mês, em relação a abril de 2018. O de carne bovina cresceu 52%, e o de carnes de frango e de suínos aumentou 31% e 27%.

    Preços Os preços, porém, principalmente os da carne bovina, recuaram, segundo a Secex. O valor médio da tonelada de carne bovina está em US$ 3.739 neste mês, com queda de 7% em relação a abril de 2018.

    Argentina O governo estima uma safra recorde de grãos neste ano: 145 milhões de toneladas. O volume será atingido graças a uma recuperação da produção de soja e de aumentos nas de milho e de trigo.

    Escala vertical A febre suína na China provocará mudanças no sistema de produção de ração. Haverá uma concentração da produção em larga escala para garantir a segurança dos alimentos.

    Fonte: Folha de S.Paulo

  • Nova opção para controle de lagarta-do-cartucho

    A lagarta-do-cartucho é a principal praga do milho e os agricultores buscam, cada vez mais, alternativas para controlar. Sendo assim, a Embrapa ampliou a oferta de produtos biológicos, que reduzem a exposição dos trabalhadores, dos consumidores e do meio ambiente a resíduos químicos. A praga também acomete outras culturas, como como soja, sorgo, algodão e hortaliças.

    Neste ano, chega ao mercado mais uma novidade: o bioinseticida VirControl S.f., desenvolvido em parceria com a empresa Simbiose, que será lançado nesta quarta-feira, em Brasília, durante a solenidade do 46º aniversário da Embrapa. O primeiro inseticida à base de Baculovirus spodoptera, o CartuchoVIT, foi lançado em 2017, como resultado da parceria entre a Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas, MG) e o Grupo Vitae Rural. Em 2018, esse produto foi comercializado em quantidade suficiente para tratar cerca de 15.300 hectares. Para a safra 2019/2020, também será comercializado o bioinseticida BaculoMIP-Sf, elaborado com uma outra cepa de baculovírus, em parceria entre a Embrapa e a empresa Promip.

    Esses bioinseticidas têm como princípio ativo vírus de grande eficácia para controle da lagarta-do-cartucho. “Os baculovírus são agentes de controle biológico que não causam danos à saúde dos aplicadores, não matam inimigos naturais das pragas, não contaminam o meio ambiente, nem deixam resíduos nos produtos a serem vendidos nas gôndolas dos supermercados”, explica o pesquisador Fernando Valicente. Testes de biossegurança comprovaram que esses vírus são inofensivos a microrganismos, plantas, vertebrados e outros invertebrados que não sejam insetos.

    “A partir da coleção de cepas de baculovírus da Embrapa Milho e Sorgo, nos últimos anos, têm sido desenvolvidos, juntamente com o setor privado, diferentes bioinseticidas voltados para o controle da lagarta-do-cartucho, que é capaz de reduzir a produção dessa cultura em mais de 50%. Cada empresa utiliza uma formulação própria. Esse fato, aliado ao uso de diferentes cepas, permite criar mais opções de bioprodutos para o agricultor”, explica Sidney Parentoni, chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Milho e Sorgo.

    O pesquisador Fernando Valicente ressalta que a segurança dos inseticidas à base de baculovírus, aliada à facilidade de manuseio, faz desses produtos um dos melhores agentes de controle biológico disponíveis para os agricultores.

    Fonte: Agrolink

  • Pesquisas mostram como manter potencial produtivo da soja em condições de estresse hídrico

    A falta de chuvas prevaleceu em períodos importantes para o desenvolvimento da soja, impactando a safra 18/19. Para trazer esclarecimentos sobre a última safra e métodos para potencializar a produtividade, a Fundação MS realiza a apresentação de resultados de pesquisas sobre a safra 2018/2019 a partir de amanhã (24/4). O circuito de palestras começa em Maracaju e continua ao longo de todo o mês de maio em outros cinco municípios.

    Os resultados de manejo e a fertilidade do solo serão apresentados pelo pesquisador Douglas Gitti. As informações servirão para nortear o produtor rural sobre as técnicas que podem ser adotadas nas próximas safras para manter o potencial produtivo da soja em condições de estresse hídrico.

    Neste ano, as apresentações dos resultados estarão mais focadas no ambiente de produção, conforme explica o pesquisador em fitotecnia soja, André Bezerra. Ele afirma que a ideia é posicionar materiais explorando o potencial de cada ambiente. Também serão expostos aspectos importantes para que o produtor tome a decisão correta.

    Para complementar, o pesquisador de fitossanidade da Fundação MS, José Fernando Jurca Grigolli, abordará o manejo das pragas e doenças que mais atacaram a cultura no Estado na última safra. “Em geral, a safra 18/19 apresentou muitos problemas com percevejo e mosca branca. São duas pragas importantes, sendo que o percevejo já é tradicional, no entanto, em algumas ocasiões, sua população chegou a estar três vezes superior em relação ao ano passado”, comenta.

    As principais formas de controle das pragas e doenças entram em pauta nas apresentações de resultados. “Trabalhamos fortemente a questão do monitoramento junto com os agricultores. É preciso monitorar a área para aplicar o inseticida, saber escolher os melhores produtos do mercado, definir doses e horários de aplicação. Já em relação às doenças, cruzamos informações para traçar melhores estratégias de manejo”.

    O presidente da Fundação MS, Luciano Mendes, pontua que as apresentações são ferramentas para o produtor rural se abastecer de conteúdo técnico de qualidade e potencializar os resultados de sua propriedade. “As informações são sempre atualizadas com base em estudos recentes da entidade que trazem, na prática, resultados de pesquisas que auxiliam o produtor rural na escolha dos melhores insumos para sua lavoura”, afirma Mendes.

    Ele também reitera que “os resultados são apresentados com foco em cada região, o que traz maior assertividade na escolha das práticas que vão impactar diretamente na produtividade”.

    Fonte: Jornal dia a dia

  • Soja segue com estabilidade em Chicago nesta 3ª feira e observa clima nos EUA

    Segue a estabilidade no mercado da soja nesta terça-feira (23) na Bolsa de Chicago. Os futuros da commodity trabalhavam com pequenas baixas de 0,25 a 0,50 ponto nos principais contratos, com o maio valendo US$ 8,76 por bushel, perto de 7h55 (horário de Brasília). Apenas o setembro, entre os mais negociados, ainda se mantinha na casa dos US$ 9,00.

    Os traders seguem observando a novela da guerra comercial entre China e EUA, bem como a questão climática nos EUA. As condições são um pouco melhores e tendem a melhorar ainda mais em algumas regiões nos próximos dias.

    Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu relatório semanal de acompanhamento de safras mostrando o plantio da oleaginosa concluído em 1%, contra a expectativa de 2% do mercado.

    “O cenário climático para os Estados Unidos tem melhorado, de acordo com que aproximamos do fim do mês de abril. Os mapas, que anteriormente traziam a permanência de chuvas excessivas para os primeiros dias de maio, agora trazem um padrão excepcional para o progresso inicial do plantio. A ARC lembra que já há trabalhos de campo no sul do Cinturão Agrícola norte-america- no, entretanto não trazem significância para a safra nacional”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Veja o que pode mexer com os preços da soja na semana

    Após uma semana bastante ruim para os preços no Brasil, a semana deve começar com nova pressão sobre os valores. Principalmente devido ao abate de porcos na China, causado pela gripe suína. Acompanhe abaixo os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de soja na próxima semana. As dicas são do analista de Safras & Mercado, Luiz Fernando Gutierrez.

    Chicago mantém as atenções voltadas para os novos capítulos da guerra comercial entre Estados Unidos e China. Sinais de demanda pela soja dos Estados Unidos e o clima sobre o cinturão produtor norte-americano também ficam em foco. Além disso, o mercado começa a analisar com maior atenção os problemas com o rebanho de suínos da China, que vem sofrendo grandes perdas diante do avanço da febre suína africana.

    A nova rodada de negociações entre representantes do alto escalão dos governos dos EUA e da China, que deverá ocorrer entre os últimos dias de abril e primeiros dias de maio, pode trazer novidades importantes após vários dias de “marasmo”. É possível que a data para o encontro dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping seja marcada, e que neste encontro o esperado acordo comercial seja assinado. Boatos indicam que este encontro ocorrerá ainda em maio, aproveitando uma visita já agendada do presidente americano ao continente asiático. Enquanto aguarda por novidades, Chicago deve continuar pressionado.

    O mercado também espera que novas compras de soja americana por parte da China sejam anunciadas, embora não haja indicações fortes de que isso irá ocorrer. Este fato, ocorrendo, pode trazer algum fôlego pontual no curto-prazo. Não ocorrendo, o mercado pode perder um pouco mais de terreno.

    O clima no cinturão produtor norte-americano continua não sendo favorável para a semeadura de milho. A tendência é que a umidade permaneça por mais alguns dias em boa parte dos estados, atrapalhando os trabalhos de plantio. Tal fato pode culminar em uma menor transferência de áreas de soja para o milho, elevando o potencial produtivo da nova safra da oleaginosa, sendo mais um fator negativo para Chicago. Apesar disso, se o panorama climático sobre o cinturão não for positivo após a semeadura da soja, o movimento poderá ser inverso, trazendo algum fôlego para os contratos futuros frente à possíveis perdas produtivas.

    O avanço da febre suína africana na China começa a chamar a atenção do mercado. O sacrifício de suínos cresce dia após dia, e há dúvidas sobre o tamanho do mesmo. Os players devem acompanhar de perto as notícias vinda do país asiático. A queda no rebanho chinês pode trazer um impacto negativo importante na demanda chinesa por soja em grão, impactando diretamente Chicago. Atenção a este fator.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja: semana será chuvosa para alguns estados e seca para outros

    A semana começa com chuvas no Sul, Norte e Centro-Oeste do país e tempo mais firme no Sudeste e Nordeste. A tendência é que a semana fique como começou em boa parte dos estados, ou seja, se teve chuva, assim terminará. A exceção é a Bahia que começa com tempo firme, mas termina com chuvas.

    SUL
    A semana começa chuvosa em toda a região Sul do país. No Rio Grande do Sul de segunda a quarta-feira os volumes de precipitações serão menores, com médias diárias abaixo dos 10 milímetros. No Paraná, a situação é diferente, com chuvas volumosas nesta segunda, dia 22, pequenos acumulados na terça e quarta e o retorno das instabilidades maiores na quinta e na sexta. No Rio Grande do Sul, aliás, os dois últimos dias da semana devem ser marcados por temporais.

    SUDESTE
    A semana começa com poucas precipitações na região. Em alguns municípios de São Paulo apenas da terça e na quarta serão registrados alguns volumes de precipitações, Depois disso o tempo ficará firme até pelo menos a sexta-feira. Em Minas gerais a situação é um pouco diferente, já que nos três primeiros dias desta semana há chance de queda de algumas chuvas, nada volumoso. Tendência que se enfraquece na quinta e na sexta, predominando o tempo firme.

    CENTRO-OESTE
    No Centro-Oeste a tendência é de uma semana com algum volume de chuvas todos os dias, nada volumoso, de fato. Os três estados terão precipitações variando de 5 mm a 15 mm. Sendo que os menores acumulados acontecerão já no final da semana.

    NORDESTE
    A semana começa com uma trégua das chuvas em boa parte dos municípios produtores de soja da Bahia, facilitando os trabalhos de colheita atrasados. No Maranhão a tendência é a mesma, se tiver chuvas serão com baixos acumulados. Já no fim da semana os volumes de precipitações se eleva na região, trazendo mais água.

    NORTE
    No Norte do país a tendência de chuvas generalizadas, mas com volumes baixos no início da semana. No decorrer dos dias as precipitações aumentam ao ponto de o Pará ter chance de enfrentar temporais a partir de quinta-feira, nos municípios localizados mais ao norte do estado.

    Fonte: Canal Rural

  • Soja volta do feriado trabalhando com leves baixas em Chicago nesta 2ª feira

    Nesta segunda-feira (22), depois do final de semana prolongado pelo feriado da Páscoa, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago retomam seus trabalhos ainda atuando com estabilidade, porém, do lado negativo da tabela. Na manhã de hoje, por volta de 7h15 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 1,25 e 1,50 ponto, com o maio valendo US$ 8,79 por bushel.

    Entre os contratos mais negociados, apenas o setembro ainda se mantinha acima dos US$ 9,00, sendo cotado a US$ 9,03. O mercado segue caminhando de forma bastante lateralizada e, claramente, ainda sem força.

    As informações que continuam movimentando o mercado – o que acontece muito timidamente – são as relativas à guerra comercial entre China e EUA e a demanda pela soja norte-americana; as condições de clima nos EUA; os trabalhos de campo no Meio-Oeste americano e os números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o desenvolvimento dos trabalhos de campo.

    Ainda nesta segunda, o mercado recebe também os números dos embarques semanais de grãos dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Bolsa de Chicago abre a semana com milho em leve queda e mercado aguardando definições

    A semana começa com os preços internacionais do milho futuro apresentando leves quedas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 2,25 e 2,50 pontos negativos por volta das 09h20 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,56, o julho/19 valia US$ 3,64 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,72 nessa segunda-feira (22).

    Segundo analistas da ARC Mercosul, a semana começa com baixas nas cotações do milho após a semana passada, mais curta devido ao feriado de páscoa, se encerrar apática. O mercado se acomodou com resultados baixos e dentro do esperado para o relatório de exportações americanas divulgado na quinta-feira.

    De acordo com a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão baixos nesta manhã, enviando o contrato de maio abaixo do suporte de baixa de 9 de abril. Os grandes estoques de culturas antigas continuam a ser um obstáculo no mercado, com previsões inconstantes limitando as compras.

    Já a Agência Reuters, informa que os agentes do mercado devem iniciar a semana no aguardo da publicação do próximo relatório semanal de progresso do plantio americano pelo USDA, para depois tomar uma direção.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Tratamento de sementes promete controlar nematoides

    Responsável por causar prejuízos de até R$ 16,2 bilhões por ano aos sojicultores brasileiros, os nematoides são considerados atualmente como uma praga de difícil controle devido aos poucos recursos existentes para o combate aos ataques. Invisíveis a olho nu, os animais consomem as raízes das plantas, reduzindo a absorção de nutrientes e comprometendo o desenvolvimento das lavouras.

    Segundo Luis Fernando Andrade, gerente de Produtos Fungicidas da Ihara, existem atualmente mais de 100 espécies de nematoides em todo o planeta atuando apenas nas culturas de soja, sendo que quatro possuem maior incidência no Brasil. Com isso, a empresa desenvolveu um tratamento de sementes específico para as lavouras do país e com capacidade de controlar a população de nematoides no solo.

    “O Certeza N representa uma maior comodidade para o agricultor durante o manejo, já que oferece um controle simultâneo das principais doenças de solo e nematoides. Sendo assim, o produto promove uma importante redução do operacional e custos, já que o tratamento das sementes com CERTEZA N dispensa o uso de outros defensivos”, afirma Andrade.

    O produto é o primeiro tratamento de sementes-fungicida capaz de controlar a praga nas culturas de soja e milho. Segundo a Ihara, a formulação do produto inclui uma tecnologia que protege a semente da lavagem pela chuva, proporcionando maior aderência e eficácia.

    Segundo a Embrapa a severidade do ataque dos nematoóides depende muito da suscetibilidade da cultivar plantada, da espécie e raça do nematóide presente na lavoura, do potencial de inóculo do nematoide na área e do tipo de solo cultivado – em geral, terrenos arenosos ou franco-arenosos são mais favoráveis, por facilitarem a movimentação e a migração dos nematoides.

    Para reduzir a população de nematóides no solo, a Embrapa recomenda, além do uso de nematicidas e o plantio de espécies resistentes, a rotação de cultura com gramíneas; fazer aração profunda; deixar o solo exposto ao sol antes de fazer a gradagem e incorporar os restos culturais imediatamente após a ultima colheita.

    Fonte: Portal DBO

  • Bolsa de Chicago abre quinta-feira com estabilidade no milho

    A quinta-feira (18) começa com estabilidade nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 e 0,50 pontos por volta das 09h10 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,58, o julho/19 valia US$ 3,67 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,75.

    Segundo os analistas da ARC Mercosul, as cotações são lideradas pelo sentimento de que o conflito comercial entre Estados Unidos e China deverá perdurar por mais tempo do que a especulação previa. “As cotações são lideradas pelo sentimento de que o conflito comercial entre EUA e China deverá perdurar por mais tempo do que a especulação previa”, dizem.

    Para Bryce Knorr da Farm Futures, o mercado aguarda que as vendas de exportação que vão ser divulgadas pelos USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) superem a morna exibição de 21,6 milhões de bushels na semana passada, mas ainda há dúvidas sobre a força da demanda americana em relação ao que parece ser boas colheitas da América do Sul que competirão por negócios neste verão.

    A produção de etanol de milho americano aumentou na semana passada, mas os estoques caíram, ajudando os preços firmes à medida que o pico da temporada de verão se aproxima. Ainda assim, o etanol precisará de um aumento na demanda do E15 para atender ao já mais baixo consumo de milho do USDA para a safra de 2018.

    Fonte: Notícias Agrícolas