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11 de abril de 2019

  • Safra de milho receberá até 50 milímetros de chuva nos próximos dias

    Os agricultores do Centro-Oeste e do Sul que investiram na segunda safra de milho continuam se beneficiando do clima favorável. A expectativa de ampliação da área cultivada se mantém, com projeção de crescimento de mais de 10% na região central do país, responsável pela maior parte da produção de milho no país.

    As chuvas de fevereiro e março, que estiveram acima da média, devem continuar ao longo do mês de abril. Pelo menos até a segunda quinzena do mês, a previsão é que as precipitações atinjam 50 mm em boa parte da região, principalmente em Mato Grosso. A frente fria que atingiu o litoral da Região Sudeste canalizou a umidade para a região central, provocando chuvas em praticamente todo o Centro-Oeste.

    “Nos próximos dias, as nuvens devem estar mais carregadas e nas últimas semanas de abril provavelmente diminuem um pouco, seguindo o padrão previsto este ano para o período”, diz a meteorologista Graziella Gonçalves, do Climatempo. A exceção fica por conta do extremo norte do Mato Grosso, em que as chuvas deverão ser mais esparsas. Em maio, o clima continua favorecendo a safrinha de milho. A previsão é de tempo mais seco, sem ondas de frio, em quase toda a região.

    Sul
    O fenômeno El Niño, com tendência de aquecimento do oceano e diminuição do risco de ondas de frio, continua beneficiando os agricultores do Sul, assim como vem acontecendo no Centro-Oeste. Não há previsão de geadas, que poderiam prejudicar a lavoura. Apenas na segunda quinzena do mês uma frente fria vinda do Sudeste deverá passar rapidamente pela região, sem provocar estragos. O volume de chuvas esperado é de 20 mm, dentro da média esperada.

    Em maio, o produtor rural precisará ficar um pouco mais atento ao clima. São esperadas pancadas de chuva mais fortes nos três Estados da região. “A boa notícia é que o frio só deverá chegar só no inverno”, diz Gonçalves. Por enquanto, não há risco de ondas de ar mais seco que possam provocar formação de gelo.

    Em toda a região produtora da safrinha de milho no país, a expectativa é de aumento da colheita na safra 2018/2019, que deve chegar a 70,6 milhões de toneladas, segundo a consultoria Agroconsult, com resultado bastante superior ao do ciclo anterior, de 54 milhões de toneladas.

    Fonte: Globo Rural

  • Produtor de soja precisa investir em ambiente de produtividade eficiente, diz CESB

    O produtor mais preocupado com um manejo correto em suas lavouras é aquele que consegue índices maiores de produtividade. Pensando nisso, o CESB (Comitê Estratégico Soja Brasil) desenvolve o conceito chamado ambiente de produção, que por meio da engenharia reversa, busca entender que tipos de práticas são adotadas por aqueles produtores que obtém as maiores produtividades e replicar essas ações nas demais propriedades.

    “Isso envolve os fatores produtivos que são construção e manutenção do perfil de solo pensando no aspecto químico, físico e fisiológico, qualidade de sementes e semeadura, nutrição que tem tido alta resposta dentro desse processo produtivo para manter a expressão do potencial produtivo e proteção de plantas. Aí sim conseguimos atingir o máximo produtivo”, conta João Pascoalino, coordenador técnico de pesquisa do CESB.

    Para o coordenador técnico do CESB, o produtor brasileiro está cada vez mais preocupado com essas questões e em fazer um diagnóstico correto e interpretação desses dados. “Temos que ter um correto diagnostico e um correto levantamento de dados para ter uma correta interpretação e, após a interpretação, uma assertividade no manejo. Isso nos dá uma estabilidade produtiva e nos constrói um ambiente de alta produção”, afirma Pascoalino.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho segue estável e luta para retomar altas em Chicago

    A quinta-feira (11) começa com os preços internacionais do milho futuro operando dentro da estabilidade e com resultados levemente mais baixos na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações registravam movimentações entre 0,25 e 0,75 pontos negativos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,61, o julho/19 valia US$ 3,70 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,78.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho seguem estáveis enquanto maio luta para confirmar sua quebra da desaceleração da semana passada.

    “Espera-se que as vendas de exportação nesta manhã melhorem com a exibição fraca da semana passada, embora o total ainda possa ficar aquém da taxa necessária para alcançar a previsão do USDA para a safra de 2018”, diz Knorr.

    De acordo com os analistas da ARC Mercosul, a falta de entusiasmo permanece nos bastidores do mercado na CBOT. Não há novidades sobre a Guerra Comercial, nem fundamentos básicos que justifiquem uma tendência clara de alta, ou baixa. A especulação carece de uma resolução da retórica política entre EUA e China para operar com o risco calculado.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com tímidas variações em Chicago nesta 5ª feira diante da falta de novidades

    Pouco muda entre os preços da soja nesta manhã de quinta-feira (11) na Bolsa de Chicago. As cotações, perto de 7h40 (horário de Brasília), perdiam entre 0,25 e 0,50 ponto nos principais contratos, com o maio valendo US$ 9,01 por bushel. A exceção era o setembro, que tinha alta de 1 ponto para valer US$ 9,26.

    A falta de notícias novas ainda é a principal notícia de observação do mercado. “O mercado de grãos está quieto, sem grandes movimentações. Os traders seguem se perguntando se as manchetes serão suficientes para movimentar o mercado. O tempo dirá”, explicam os analistas de mercado da consultoria internacional Allendale,Inc.

    O clima adverso nos EUA também é acompanhado de perto, porém, nos preços da soja ainda não causa grandes reações. No entanto, as chuvas fortes, a neve e o frio intenso permanecem no radar dos traders.

    Ainda nesta quinta, o mercado se mostra atento também aos números das vendas semanais para exportação dos EUA que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz. O mercado espera algo entre 400 mil e 700 mil toneladas para a soja em grão.

    Fonte: Notícias Agrícolas