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16 de abril de 2019

  • ConectarAGRO promete conectar o campo brasileiro

    Um dos principais problemas enfrentados pelo agricultor hoje no Brasil é a falta de conectividade no campo. Para resolver essa questão, AGCO, Climate FieldView, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec, TIM e Trimble se reuniram para viabilizar o ConectarAGRO, uma iniciativa que visa contribuir para consolidar e expandir o acesso à internet nas mais diversas regiões agrícolas brasileiras.

    O ConectarAGRO buscará promover tecnologias abertas, abrangentes a soluções de automação no campo, conectando máquinas e pessoas, permitindo, dessa forma, mais liberdade e flexibilidade ao agricultor usuário final dessas tecnologias. Esse conceito é o diferencial do ConectarAGRO em relação às demais soluções tecnológicas disponíveis no mercado, que atualmente são fechadas, limitadas e trazem maior insegurança ao agricultor que as utiliza, dificultando sua adoção em larga escala.

    O produtor rural poderá usufruir, de forma completa, dos recursos disponíveis hoje de agricultura de precisão, digital e automação, além de ter acesso a uma infinidade de novos produtos e serviços habilitados com a existência da conectividade, podendo, assim, otimizar o seu negócio. Cada empresa que integra essa iniciativa contribuirá com suas valiosas expertises e experiências de mercado para ajudar a criar um ecossistema favorável e melhorar ou desenvolver as condições para a conectividade no campo no âmbito do ConectarAGRO, mas não haverá desenvolvimento, produção ou comercialização conjunta de equipamentos, produtos ou serviços no mercado pelas empresas, que continuarão a atuar de forma independente, sem qualquer combinação de atividades econômicas e sem o compartilhamento de riscos e resultados.

    Dessa forma, o ConectarAGRO será peça importante para o agronegócio brasileiro aumentar ainda mais a sua competitividade no cenário internacional. A diversidade, a competência e o interesse comum das empresas envolvidas numa inciativa inédita de combinação de esforços cria um ambiente para melhor entender o problema de conectividade no campo brasileiro, por seus diversos ângulos, gerando uma estratégia efetiva para solucioná-lo, beneficiando o agronegócio nacional. A estrutura para a implementação dessa iniciativa está sendo definida baseada em todas as práticas e necessidades legais vigentes no Brasil.

    Fonte: Grupo Cultivar

  • Clima preocupa, mas altos estoques mundiais mantem o milho levemente mais baixo em Chicago

    A terça-feira (16) começa com leves quedas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 1,25 e 1,50 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,61, o julho/19 valia US$ 3,70 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,78.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços de grãos em geral estão mais baixos nesta manhã uma vez que “ainda é muito cedo para os comerciantes se interessarem pela história de atrasos de plantio, especialmente com grandes estoques de milho, soja e trigo em todo o país”.

    Apesar das condições climáticas ameaçarem atrapalhar os trabalhos de plantio do milho americano, os produtores se apoiam na crença de plantar metade da colheita em uma semana, se necessário ou permitido.

    O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) disse que o plantio de milho aumentou apenas 1% na semana passada, para 3%, em comparação com a média de cinco anos.

    Os analistas da ARC Mercosul apontam que “os produtores dos Estados Unidos ainda aguardam o início do plantio generalizado. Já há regiões no Delta do Mississippi que estão avançando nos trabalhos de campo, porém sem nenhuma significância para a safra do país”.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja testa leves baixas em Chicago nesta 3ª feira e ainda sente indefinições no caso China x EUA

    Os preços da soja recuam nesta manhã de terça-feira (16) na Bolsa de Chicago. Embora ainda atuando com estabilidade, as cotações perdiam pouco mais de 1 ponto nos principais vencimentos, por volta de 8h15 (horário de Brasília), com o maio valendo US$ 8,97 por bushel. O agosto tinha US$ 9,21.

    Segue a cautela entre os traders que operam na CBOT. A falta de informações sobre as relações comerciais entre China e Estados Unidos segue pesando sobre o andamento dos negócios e dos preços, o que ainda limita as especulações sobre as adversidades climáticas no Meio-Oeste americano.

    Enquanto as declarações continuam sendo de que as negociações entre os dois países caminham bem, um acordo não é efetivado e há sinais de que a China estaria voltando a se endurecer frente a algumas questões importantes para um consenso.

    “Em linhas gerais, a especulação não possui um posicionamento específico, seguindo a neutralidade sem a definição das questões políticas de Trump e uma safra cheia proveniente da América do Sul. Fundos de gestão ativa mantêm suas posições majoritárias no lado da venda para soja, milho e trigo”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas