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17 de abril de 2019

  • Soja volta ao campo negativo nesta 4ª feira e mercado já reduz ritmo antes do feriado

    Os futuros da soja passaram a recuar nesta quara-feira (17) na Bolsa de Chicago. Depois de iniciarem o dia com pequenas baixas, por volta de 11h30 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 3,75 e 4,50 pontos e o vencimento maio/19 já operava com US$ 8,83 por bushel. O agosto ainda lutava para manter os US$ 9,00, enquanto o julho já atuava com US$ 8,97.

    O mercado e os traders precisam de novas notícias. Até que elas não apareçam, o andamento das cotações deve seguie lateralizado, sem mostrar grandes mudanças. Enquanto isso, segue dividido entre o andamento das relações entre China e EUA e as informações sobre o clima no Corn Belt.

    “A ARC alerta que, apesar do ritmo semanal (dos trabalhos de campo, com o milho já semeado em 3% da área) se mostrar atrás da média multianual, ainda é muito prematura a preocupação com o progresso de plantio latente. Entretanto, problemas climáticos (chuvas e neve excessivas) continuam impedindo o avanço dos trabalhos de campo, e atrasos poderão ser empilhados nas próximas semanas”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    Os fundos ainda atuando na ponta vendedora do mercado também exigem atenção do mercado neste momento. Ontem, mais vendas ajudaram a pesar sobre os preços, que só no trigo perderam mais de 3% na CBOT.

    Além disso, como explica o analista sênior do portal internacional Farm Futures, Bryce Knorr, o mercado também já vai adotando um ritmo mais calmo com a semana curta e às vésperas do feriado. Na sexta-feira, 19, a Bolsa de Chicago não opera com o feriado da Sexta-Feira Santa, ou Holy Friday para os americanos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Projeção de safra de soja do Brasil 2018/19 sobe a 115,8 mi t, diz Céleres (REUTERS)

    SÃO PAULO (Reuters) – A safra de soja do Brasil em 2018/19 foi estimada em 115,8 milhões de toneladas pela consultoria Céleres nesta quarta-feira, alta frente às 113,8 milhões de toneladas na projeção anterior.

    Já a safra total de milho do país foi projetada em 97,9 milhões de toneladas, estável ante a previsão anterior, acrescentou a consultoria em comunicado.

    Fonte: Reuters

  • Movimentações misturadas nessa noite deixam o milho estável no início da 4ªfeira na Bolsa de Chicago

    A quarta-feira (17) começa com estabilidade nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações entre 0,50 e 0,75 pontos por volta das 09h03 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,59, o julho/19 valia US$ 3,68 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,76.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho são pouco alterados após o comércio alterar entre os dois lados durante a noite.

    Taiwan, como esperado, preencheu um concurso para uma carga de milho que pode ser proveniente do Brasil ou dos EUA em um mercado mundial competitivo. Porém, isso é uma notícia é leve, apropriada para um mercado tranquilo.

    Knorr aponta que o mercado deve apresentar mais movimentações entre hoje e amanhã, com os mercados buscando negociações antes da sexta-feira santa, quando os pregões não vão funcionar.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem 4ª feira de estabilidade em Chicago após baixas intensas na sessão anterior

    Nesta quarta-feira (17), por volta de 7h40 (horário de Brasília), os preços da soja testavam leves altas de pouco mais de 1 ponto na Bolsa de Chicago. A estabilidade segue permeando os negócios internacionais e o mercado busca se reequilibrar depois das perdas de mais de 10 pontos no pregão anterior.

    Assim, o contrato maio/19 tinha US$ 8,89 por bushel, enquanto o agosto valia US$ 9,09.

    O mercado e os traders precisam de novas notícias. Até que elas não apareçam, o andamento das cotações deve seguie lateralizado, sem mostrar grandes mudanças. Enquanto isso, segue dividido entre o andamento das relações entre China e EUA e as informações sobre o clima no Corn Belt.

    “A ARC alerta que, apesar do ritmo semanal (dos trabalhos de campo, com o milho já semeado em 3% da área) se mostrar atrás da média multianual, ainda é muito prematura a preocupação com o progresso de plantio latente. Entretanto, problemas climáticos (chuvas e neve excessivas) continuam impedindo o avanço dos trabalhos de campo, e atrasos poderão ser empilhados nas próximas semanas”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    Os fundos ainda atuando na ponta vendedora do mercado também exigem atenção do mercado neste momento. Ontem, mais vendas ajudaram a pesar sobre os preços, que só no trigo perderam mais de 3% na CBOT.

    Fonte: Notícias Agrícolas