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18 de abril de 2019

  • Tratamento de sementes promete controlar nematoides

    Responsável por causar prejuízos de até R$ 16,2 bilhões por ano aos sojicultores brasileiros, os nematoides são considerados atualmente como uma praga de difícil controle devido aos poucos recursos existentes para o combate aos ataques. Invisíveis a olho nu, os animais consomem as raízes das plantas, reduzindo a absorção de nutrientes e comprometendo o desenvolvimento das lavouras.

    Segundo Luis Fernando Andrade, gerente de Produtos Fungicidas da Ihara, existem atualmente mais de 100 espécies de nematoides em todo o planeta atuando apenas nas culturas de soja, sendo que quatro possuem maior incidência no Brasil. Com isso, a empresa desenvolveu um tratamento de sementes específico para as lavouras do país e com capacidade de controlar a população de nematoides no solo.

    “O Certeza N representa uma maior comodidade para o agricultor durante o manejo, já que oferece um controle simultâneo das principais doenças de solo e nematoides. Sendo assim, o produto promove uma importante redução do operacional e custos, já que o tratamento das sementes com CERTEZA N dispensa o uso de outros defensivos”, afirma Andrade.

    O produto é o primeiro tratamento de sementes-fungicida capaz de controlar a praga nas culturas de soja e milho. Segundo a Ihara, a formulação do produto inclui uma tecnologia que protege a semente da lavagem pela chuva, proporcionando maior aderência e eficácia.

    Segundo a Embrapa a severidade do ataque dos nematoóides depende muito da suscetibilidade da cultivar plantada, da espécie e raça do nematóide presente na lavoura, do potencial de inóculo do nematoide na área e do tipo de solo cultivado – em geral, terrenos arenosos ou franco-arenosos são mais favoráveis, por facilitarem a movimentação e a migração dos nematoides.

    Para reduzir a população de nematóides no solo, a Embrapa recomenda, além do uso de nematicidas e o plantio de espécies resistentes, a rotação de cultura com gramíneas; fazer aração profunda; deixar o solo exposto ao sol antes de fazer a gradagem e incorporar os restos culturais imediatamente após a ultima colheita.

    Fonte: Portal DBO

  • Bolsa de Chicago abre quinta-feira com estabilidade no milho

    A quinta-feira (18) começa com estabilidade nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 e 0,50 pontos por volta das 09h10 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado à US$ 3,58, o julho/19 valia US$ 3,67 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,75.

    Segundo os analistas da ARC Mercosul, as cotações são lideradas pelo sentimento de que o conflito comercial entre Estados Unidos e China deverá perdurar por mais tempo do que a especulação previa. “As cotações são lideradas pelo sentimento de que o conflito comercial entre EUA e China deverá perdurar por mais tempo do que a especulação previa”, dizem.

    Para Bryce Knorr da Farm Futures, o mercado aguarda que as vendas de exportação que vão ser divulgadas pelos USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) superem a morna exibição de 21,6 milhões de bushels na semana passada, mas ainda há dúvidas sobre a força da demanda americana em relação ao que parece ser boas colheitas da América do Sul que competirão por negócios neste verão.

    A produção de etanol de milho americano aumentou na semana passada, mas os estoques caíram, ajudando os preços firmes à medida que o pico da temporada de verão se aproxima. Ainda assim, o etanol precisará de um aumento na demanda do E15 para atender ao já mais baixo consumo de milho do USDA para a safra de 2018.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leves altas nesta 5ª em Chicago depois de perder mais de 10 pts na sessão anterior

    Os preços da soja trabalham com leves altas no pregão desta quinta-feira (18) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h45 (horário de Brasília), subiam pouco mais de 1 ponto, como maio valendo US$ 8,80 e o agosto, US$ 9,00 por bushel.

    O mercado se ajusta antes do final de semana prolongado, uma vez que as bolsas norte-americanas não funcionam nesta Sexta-Feira Santa (19). A cautela é mantida, como explicam analistas internacionais, porque três dias sem mercado em tempos de mercado climático – e frente a tantas adversidades – podem aumentar as incertezas.

    Os traders seguem acompanhando o cenário de condições desfavoráveis e temem pelo atraso no plantio do milho. No entanto, todas essas preocupações ainda não chegam efetivamente aos preços.

    Ontem, o mercado chegou a romper o nível técnico dos US$ 8,90 por bushel no maio, o que ajudou a dar mais espaço para novas baixas na CBOT, onde os preços terminaram o dia perdendo mais de 10 pontos.

    Paralelamente, o mercado acompanha também a evolução – ou não – das discussões entre China e EUA e, há alguns dias, já não se fala mais tanto na proximidade de um acordo.

    As vendas semanais para exportações dos EUA serão atualizadas nesta quinta pelo USDA (Deparatmento de Agricultura dos Estados Unidos) e as expectativas do mercado variam de 350 mil a 850 mil toneladas.

    Fonte: Notícias Agrícolas