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29 de abril de 2019

  • Soja segue estável em Chicago nesta 2ª feira, mas testa para lado negativo da tabela

    Ainda esvaziado de novidades, o mercado da soja segue trabalhando com estabilidade na Bolsa de Chicago na sessão desta segunda-feira (29). Os preços iniciaram o dia operando em campo positivo, mas logo passaram para o lado negativo da tabela e, por volta de 11h30 (horário de Brasília), perdiam entre 0,50 e 1,25 ponto.

    Com isso, o maio/19 valia US$ 8,53 por bushel, enquanto o agosto valia US$ 8,72.

    O mercado internacional segue atento à questão climática nos EUA – com as chuvas e neve que chegaram a Meio-Oeste e às Planícies no útlimo final de semanal – dividindo a atenções com as relações comerciais dos americanos.

    Uma nova rodada de negociações entre China e EUA, com uma delegação americana em Pequim, porém, está em curso, com a sinalização de que o próprio Xi Jinping estaria disposto a fazer algumas concessões para tentar impulsionar as conversas e chegar um acordo com o governo de Donald Trump.

    As informações, porém, ainda estão no campo dos rumores e o mercado já não especula tão profundamente sobre elas, desgastados por notícias não confirmadas em mais de um ano. Na próxima semana é a vez dos chineses voltarem a Washington.

    “Enquanto assuntos-chave continuam a ser discutidos, há pontecial para que um acordo aconteça mais de um ano depois do início do conflito”, diz o analista internacional Bryce Knorr, da Farm Futures.

    Ainda nesta segunda, atenção também aos dados dos embarques semanais e, no final do dia, ao boletim semanal de acompanhamento de safras que serão reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas do mercado são de o plantio de milho concluído entre 15% e 17% da área, e o da soja em 5%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Milho: saiba o que pode mexer com o mercado nesta semana

    Os modelos climáticos ainda apontam para chuvas acima do normal no Meio-Oeste norte-americano, prejudicando o trabalho de campo. Acompanhe os fatos que deverão merecer a atenção do mercado de milho na semana. As dicas são do analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

    O mercado também passa a observar atentamente a evolução das tratativas entre EUA e China no decorrer da semana, com nova rodada de negociações marcadas para Pequim no próximo dia 30;

    Além disso, outra reunião está marcada em solo norte-americano no próximo dia 08, possivelmente este encontro acontecerá em Washington;

    A demora em anunciar um acordo vem da complexidade dos temas abordados, exigindo negociações extensivas.
    Com a valorização do real nos últimos dois dias houve retração da intenção de compra nos portos, esfriando o mercado;

    No mercado doméstico, o quadro pouco mudou, com consumidores ainda sinalizando para uma posição confortável em seus estoques;

    O clima contribuiu e o desenvolvimento da segunda safra é muito bom, a produtividade aguardada para o Centro-Sul é bastante elevada, uma produtividade 5.810 Kg por hectare;

    No porto de Paranaguá, a indicação de comprador entre os meses de agosto e setembro apresentou poucas mudanças.

    O mercado se ressente de fatores consistentes de alta, restam especulações em torno do clima no Meio Oeste norte-americano, e um eventual processo de desvalorização do real que resulte em um fluxo mais intenso das exportações.

    Fonte: Canal Rural 

  • Milho: Mercado testa altas na manhã desta 2ª feira em Chicago

    Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram a sessão desta segunda-feira (29) do lado positivo da tabela. As principais posições da commodity testam altas de 3,25 pontos, por volta das 9h16 (horário de Brasília). O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,54 por bushel, enquanto o Julho/19 operava a US$ 3,64 por bushel.

    De acordo com a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão mais altos, ajudando os futuros de maio a se libertarem de sua tendência de baixa para abril. Previsões úmidas e plantio lento estão enviando fundos para as saídas. “Na semana passada, grandes especuladores estenderam sua aposta de baixa no milho para outro recorde de todos os tempos, adicionando 10.597 contratos à sua posição vendida antes de começar a reverter essas posições”, diz Knorr.

    Ainda segundo a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, negociadores dos Estados Unidos da América e da China iniciam outra rodada de negociações hoje em Pequim, com as discussões mudando para Washington na semana que vem. Embora os principais problemas permaneçam, há potencial para um acordo após mais de um ano da disputa.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leves ganhos em Chicago nesta 2ª de olho nos EUA em Pequim e no clima

    Nesta segunda-feira (29), os preços da soja operam em campo positivo na Bolsa de Chicago, porém, bem próximos ainda da estabilidade. Perto de 8h10 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 0,75 e 1,25 ponto, com o maio valendo US$ 8,54 por bushel.

    O mercado internacional segue atento à questão climática nos EUA – com as chuvas e neve que chegaram a Meio-Oeste e às Planícies no útlimo final de semanal – dividindo a atenções com as relações comerciais dos americanos.

    Uma nova rodada de negociações entre China e EUA, com uma delegação americana em Pequim, porém, está em curso, com a sinalização de que o próprio Xi Jinping estaria disposto a fazer algumas concessões para tentar impulsionar as conversas e chegar um acordo com o governo de Donald Trump.

    As informações, porém, ainda estão no campo dos rumores e o mercado já não especula tão profundamente sobre elas, desgastados por notícias não confirmadas em mais de um ano.

    Ainda nesta segunda, atenção também aos dados dos embarques semanais e, no final do dia, ao boletim semanal de acompanhamento de safras que serão reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas do mercado são de o plantio de milho concluído entre 15% e 17% da área, e o da soja em 5%.

    Fonte: Notícias Agrícolas