Daily Archives

30 de abril de 2019

  • O mundo digital chegou ao campo! Você não pode ficar fora dessa

    Cada vez mais a tecnologia invade o campo e traz benefícios para os produtores. A agricultura 4.0 (Agro 4.0) – que nada mais é do que a utilização de informática para gerenciar a lavoura e melhorar a produção – oferece inúmeras possibilidades. Esse movimento de digitalização teve início na indústria automobilística da Alemanha e, com a sociedade globalizada, logo se espalhou por diversos lugares do planeta e atingiu todos os segmentos. Na agricultura, já está sendo considerada a próxima revolução.

    A agricultura digital vai MUITO além de mandar uma mensagem para o seu consultor, gravar um vídeo ou fazer uma foto no campo com o celular e postar nas redes sociais. Ela é a otimização de processos e custos por meio de ferramentas digitais, o que pode elevar os índices de produtividade e rentabilidade. Com esses dispositivos, conseguimos ter o controle detalhado do uso de insumos (como adubos e defensivos), reduzir os custos de mão de obra, monitorar as condições climáticas, além de combater pragas e doenças. A agricultura digital está até mesmo na rastreabilidade do seu produto.

    Você pode estar pensando que para ter todos esses benefícios é necessário muito investimento em máquinas caras. Mas a verdade é que com um celular, computador, tablet e acesso à internet já se pode baixar diversos desses aplicativos (muitos gratuitos) e começar a aproveitar os benefícios da modernidade. O mais importante, antes de tudo, é saber qual o problema você tem para resolver e aí então encontrar uma tecnologia para ajudar a superar esse desafio. Claro que uma nova tecnologia vai exigir um pouco de estudo e conhecimento, mas a visita a feiras e exposições pode ser um bom caminho para começar. Uma alternativa também é entrar em contato com técnicos especializados no assunto para lhe orientar no assunto.

    Fonte: Blog Chico do Boas

  • Trigo: Vendedor cauteloso e comprador retraído desaquecem mercado

    Vendedores brasileiros consultados pelo Cepea estão cautelosos quanto à comercialização no segundo semestre. Com isso, ofertam lotes de trigo remanescentes no spot – essa tentativa de liquidar estoques pode estar atrelada ao fato de os preços serem considerados satisfatórios neste momento. Já demandantes sinalizam interesse nas importações e aguardam maior oferta do produto argentino. Assim, mesmo este sendo período de entressafra brasileira, as cotações estão em queda em algumas praças acompanhadas pelo Cepea. Além disso, as recentes baixas nos valores externos do cereal de inverno e nas cotações do milho também influenciaram as leves desvalorizações internas. No campo, o cultivo tem sido limitado pela falta de chuvas. No entanto, previsões indicam precipitações nas próximas semanas, o que deve favorecer o semeio e também o desenvolvimento inicial das lavouras já implantadas.

    Fonte: Cepea

  • Milho: Mercado inicia pregão desta 3ª com ligeiras valorizações na Bolsa de Chicago

    As cotações futuras do milho iniciaram a sessão desta terça-feira (30) em campo negativo na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 9h11 (horário de Brasília), as principais posições da commodity exibiam ligeiras altas entre 1,50 a 0,75 pontos. O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,53 por bushel e o julho/19 era negociado a US$ 3,62 por bushel.

    De acordo com a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão baixos, com os futuros lutando para não voltar à tendência de baixa para abril. Boas notícias sobre exportações e previsões úmidas não conseguiram evitar o retrocesso depois de um fechamento suave na segunda-feira.

    Ainda segundo a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, o plantio de milho continua atrasado, com todos os principais estados com a semeadura abaixo do ano passado, com exceção do Texas. Os produtores, conforme o esperado, avançaram melhor no Cinturão Ocidental do Milho, com um lento progresso na região do Grandes Lagos.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com pequenas altas em Chicago nesta 3ª se ajustando após últimas baixas

    Os preços da soja têm leves altas na manhã desta terça-feira (30) na Bolsa de Chicago. Perto de 8h (horário de Brasília), as cotações subiam entre 1 e 1,50 ponto, com o maio valendo US$ 8,48 por bushel.

    O mercado busca se recuperar depois de novas baixas que foram registradas na sessão anterior, quando encerrou o dia perdendo mais de 6 pontos e o março abaixo dos US$ 8,50, mas segue ainda muito estável e sem oscilações mais agressivas.

    As atenções dos traders ainda mantêm o mesmo foco, com um olho nos encontros entre líderes chineses e americanos e o outro nas condições de clima dos EUA, que ainda são desfavoráveis em boa parte do Corn Belt neste momento.

    O plantio da soja nos EUA foi concluído, até o último domingo (28), em 3% da área, de acordo com números do boletim semanal de acompanhamento de safras reportado nesta segunda-feira pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O índice ficou ligeiramente abaixo da média esperada pelo mercado de 5%. Na semana passada eram 1%, no ano passado 5% e na média plurianual, 6%.

    O estado da Louisiana continua sendo o mais adiantado, com 24% da área já semeada, porém, atrasado em relação a 2018, quando eram 38% e frente aos últimos cinco anos, que tem média de 43%. Alguns estados como Indiana e as Dakotas ainda não registram percentuais de plantio.

    A demanda fraca é outro fator de pressão sobre as cotações, com a Peste Suína Africana preocupando muito na China e em demais países onde também tem sido detectada.

    Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

    Fonte: Notícias Agrícolas