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abril 2019

  • Convênio que dá isenção ao ICMS de produtor rural é prorrogado por um ano

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) comemorou, em nota, a prorrogação, até 30 de abril de 2020, do Convênio ICMS 100/97 – que reduz o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de produtos agrícolas comercializados entre Estados. A decisão sobre a prorrogação foi tomada na sexta-feira (5/4) pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

    “Os Estados concordaram em prorrogar por mais um ano, segundo a recomendação técnica. Eles se sensibilizaram com a demanda do setor produtivo, diante da importância que o agro representa para a economia nacional, respondendo por quase 25% do PIB, 38% dos empregos e metade das exportações”, disse o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, ressaltando que a medida deve dar um “alívio temporário” ao setor agropecuário.

    Conchon afirmou, no entanto, que para que o setor agropecuário tenha mais “competitividade e segurança jurídica”, é preciso que haja também uma reforma tributária ampla: “Caso contrário, vamos trabalhar para uma nova prorrogação”.

    Fonte: Broadcast Agro

  • Semana começa com estabilidade para o milho em Chicago

    A semana começa com os preços internacionais do milho futuro estáveis na Bolsa de Chicago (CBOT) nessa segunda-feira (08). As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 e 0,50 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,63, o julho/19 valia US$ 3,71 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,79.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão estritamente misturados nesta manhã, já que os futuros de maio tentam manter a tendência de alta dos contrato.

    O mercado espera que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) preveja a realização de 2 bilhões de bushels no próximo relatório de oferta e demanda, que deve ser divulgado nesta terça-feira (09), com base em seu inventário de 29 de março.

    O progresso com o plantio e o trabalho de campo continua lento, enquanto as inundações continuam a fechar o rio Mississippi, ao norte de St. Louis. No entanto, a base de milho melhorou na semana passada, recebendo ajuda de melhores ofertas nos planos de etanol.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja inicia semana travada em Chicago e com pequenas altas nesta 2ª feira

    Mais uma semana começa com os preços da soja estáveis na Bolsa de Chicago. No pregão desta segunda-feira (8), os futuros da commodity registravam somente pequenas altas de menos de 1 ponto, com o maio/19 – que segue como o contrato mais negociado – valendo US$ 9,00 por bushel.

    “Os traders querem saber: há acordo ou não”, resume a consultoria internacional Allendale, Inc. As novas informações continuam vagas e só trazem a notícia de que os avanços nas conversas entre China e Estados Unidos continuam, embora afirmem ainda que também “há muito trabalho pela frente”.

    No entanto, alguns analistas internacionais acreditam que a partir de agora o mercado vai cada vez mais se focar na questão climática dos EUA às vésperas do início do plantio efetivo da safra 2019/20.

    E para esta semana, o que se espera são mais chuvas e até neve ainda chegando ao Meio-Oeste, de acordo com as últimas previsões atualizadas. Esta nova temporada, ainda segundo os especialistas, deverá começar com uma maior busca dos produtores americanos pelos recursos do seguro conhecido como “preventive planted area” diante de tantas adversidades, evitando novos prejuízos.

     

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Agronegócio passa por virada digital e pede gestão para alavancar

    O cenário atual das relações comerciais entre a China e os EUA favorecem a posição no Brasil no mercado internacional com as exportações de soja. O agronegócio brasileiro está muito bem estruturado e possui pontos fortes relevantes que garantem a competitividade no cenário internacional: recursos humanos profissionais e qualificados, boa capacidade de gestão na produção e comercialização das commodities agropecuárias, clima e topografia de solo favoráveis que nos permitem produzir mais de uma safra, bom nível de desenvolvimento tecnológico, alta capacidade de produção de maquinário e insumos agrícolas, e grande extensão de terras com potencial agrícola ainda não cultivada.

    O país também é precursor da criação do sistema de integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF), que permite, simultaneamente, o cultivo de grãos, de forma saudável e sustentável, junto com a produção pecuária e com a manutenção do eucalipto como reserva neste contexto integrado. Este sistema, um dos mais modernos no mundo, permite a geração de vários benefícios adicionais permitindo que toda a cadeia ganhe na geração de valor e que produtor possa otimizar recursos, mão-de-obra e maquinários.

    De fato, o Brasil possui pesquisadores de ponta e tem adotado o que há de mais moderno na prática agrícola, desde o desenvolvimento e uso da biotecnologia até a aplicação destes sistemas integrados de produção como acontece com o ILPF.

    Desafios
    Apesar de investir no que há demais moderno em tecnologia de campo, o agricultor brasileiro ainda não se profissionalizou em gestão de tecnologia. Este profissional ainda precisa se preparar para a revolução digital – seja na adoção da agricultura de precisão, no uso da inteligência artificial ou big data.

    Junto com o desafio da gestão deste universo agro e tecnológico, outro obstáculo é instruir os agricultores a lidar com o compartilhamento de informação. Este público ainda teme que seus dados sejam compartilhados ou vendidos, muitos ainda não vêm vantagens em compartilhar as informações. A deficiência de compreensão é facilmente notada na subjetividade que ainda é muito presente na produção e no processo de classificação de sementes e grãos; na falta de automação na coleta de informações; na baixa precisão na coleta atual de dados e falta ou deficiência de conectividade nas fazendas. Quando se fala em conectividade o ponto também é crítico, a grande maioria dos agricultores ainda possuem internet a rádio em suas fazendas e um grupo mínimo deles possui via satélite. A dificuldade de aquisição e os preços são os principais entraves.

    Virada digital no campo
    O mundo é tecnológico e digital. Os sistemas e tecnologias são desenvolvidos e se multiplicam todos os dias para facilitar todas as relações da sociedade mundial. Conexão e uso de dados, de forma inteligente, não apenas impulsionam os negócios, mas os mantém sustentáveis e competitivos hoje e nos próximos anos. Dados precisam ser gerados, armazenados e cruzados para que produzam, em tempo real, informações precisas que suportem as tomadas de decisão e melhorem a rentabilidade dos negócios em todos os mercados. Diante deste atual cenário é preciso que se invista em sistemas de gestão em toda a cadeia do agronegócio.

    Não basta gerar dados, é preciso conectá-los e analisá-los da forma correta para que sejam usados de forma eficiente. Não adianta ter dados se não tivermos sistemas de gestão. Não adianta ter sistemas se não existir conexão.

    Tendências
    O uso da Inteligência Artificial (AI) proporcionará o aprendizado de máquinas e o aprimoramento de sistemas e processos produtivos, redução de perdas e desperdícios na produção de alimentos até a orientação na tomada de decisão do produtor rural, posicionamento de produtos agrícolas nos mercados internos e externos, bem como para a agregação de valor aos produtos. A AI Influenciará nas decisões de toda a cadeia.

    Ainda como tendência, o controle de decisões ligadas à cadeia produtiva, como irrigação e aplicação de fertilizantes e insumos, poderá ser realizado de forma automatizada, possibilitando um maior controle das condições da lavoura.

    Primeiros passos
    Enquanto uns engatinham, outros despontam e investem pesado para serem referência na adoção de tecnologia no setor agro, como é o caso da SCL Agrícola, que adota desde 2016 investimentos e testes de todos os novos conceitos de tecnologia como IoT (internet das coisas), cloud, drones e big data em suas fazendas. Assim como a SCL o grupo Scheffer investe pesado e tem a meta de se tornar referência e liderar a vanguarda tecnológica nos próximos dois anos.

    A virada digital tende a favorecer as empresas que investem em inovação e que deverão, por esta razão, alçarem o topo em performance em seus segmentos.

    Fonte: Grupo Cultivar

  • Em Chicago, mercado da soja trabalha com leves altas nesta 5ª e mantém defensiva

    Nesta quinta-feira (4), segue a estabilidade dos preços da soja na Bolsa de Chicago. A commodity tinha pequenas altas de pouco mais de 2 pontos nos principais vencimentos, por volta de 7h55 (horário de Brasília), com o maio valendo US$ 9,01 e o agosto, US$ 9,20 por bushel.

    O mercado seua na defensiva e de olho nas possibilidades que podem aparecer depois do encontro entre China e EUA iniciado ontem em Washington. No entanto, já não se abala com as dezenas de manchetes que chegam diariamente sobre o assunto e anseiam por alguma notícia concreta.

    No paralelo, com o início do plantio americano cada vez mais próximo, os traders também mantém um olho sobre os mapas climáticos para o Meio-Oeste americano. Ainda são esperadas muitas chuvas para os próximos dias e a situação preocupa. Porém, o sinal de alerta para a safra nova, principalmente para a soja, ainda não se acendeu de forma muito preocupante.

    A elevada capacidade de semeadura dos produtores americanos e, consequetemente de recuperação, é conhecida pelo mercado e considerada na hora da especulação, afinal.

    Ainda nesta quinta, o mercado se atenta também as números das vendas semanais a serem reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). As expectativas variam de 800 mil a 1,8 milhão de toneladas de soja.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • TIM vai usar satélites de parceiro para oferecer 4G em áreas rurais

    A TIM Brasil e a Gilat Satellite Networks, fornecedora de soluções de redes de satélite, anunciaram o uso do backhaul por satélite do Gilat para oferecer serviços 4G a áreas não atendidas, tais como rodovias e pequenas cidades, bem como ao agronegócio. Inicialmente, a Gilat fornecerá mil VSATs para complementar o programa de cobertura de celular da TIM chamado “4G TIM no Campo”.

    Segundo a operadora, a parceria será o habilitador para o programa, estendendo a cobertura 4G da costa litorânea ao interior do país em benefício do mercado Internet das Coisas (IoT) do agronegócio. O monitoramento em tempo real de equipamentos como colheitadeiras e tratores pode melhorar a eficiência no campo, lembra a TIM.

    Além do projeto “4G TIM no Campo”, que já oferece conectividade para grandes parceiros agrícolas e de usinas, a operadora está planejando uma completa cobertura nacional para levar seus serviços 4G ao interior do país e contribuir para aumentar a produtividade do Brasil rural. O projeto permitirá a comunicação entre o campo e os escritórios, abordando um dos principais desafios do agronegócio. Também fornecerá conectividade em tempo real e automação para possibilitar a entrega mais rápida de produtos aos mercados corretos.

    Em parceria com a TIM, a Gilat fornecerá um backhaul 4G sobre um satélite de banda Ku com feixe multiponto para atingir as áreas mais remotas do Brasil. Além de apoiar o mercado IoT do agronegócio, o backhaul vai estender a cobertura para rodovias e elevar a qualidade de vida da população nessas regiões ao oferecer acesso à conectividade móvel 4G pela primeira vez.

    Fonte: iP News

  • Observar para controlar: os segredos do controle eficiente de pragas no milho

    Se você adota tecnologia Bt na sua semente de milho, já sabemos que o sistema de manejo de pragas difere um pouco do manejo de uma lavoura convencional. Falei um pouco sobre isso na semana passada, quando abordei a importância das áreas de refúgio. Nelas, precisamos ter um cuidado especial no que se refere ao manejo integrado de pragas (MIP) e ao manejo de resistência de insetos (MRI).

    O princípio básico do MIP é monitorar a lavoura e só aplicar inseticidas um pouco antes das pragas atingirem o nível de dano econômico (nível em que a população de insetos é grande o suficiente para prejudicar a rentabilidade). Isso ajuda a manter a eficiência da tecnologia Bt porque permite que insetos sensíveis à tecnologia sobrevivam, cruzem com os resistentes e gerem uma prole também sensível. É assim que evitaremos o surgimento de insetos resistentes.

    O monitoramento de pragas da lavoura tem que ser uma prática rotineira desde o início da lavoura. Com o monitoramento você consegue identificar as pragas presentes na lavoura, acompanhar a sua população e decidir quando e como fazer o controle. Uma informação que ajuda muito no monitoramento é conhecer o histórico da área, identificando os principais problemas fitossanitários que ocorreram com o passar das safras.

    Para monitorar a lavoura, os pontos de monitoramento e amostragens devem ser feitos em zigue-zague, em “V” ou em “W”. O número de amostras vai depender do estágio da cultura – em alguns, o ataque de pragas é maior – e do custo. O monitoramento de pragas é fundamental em todos os estágios da cultura, desde a implantação até a colheita.

    Além disso, todas as partes da planta precisam ser vistoriadas (folhas, colmo e raízes). Cada grupo de pragas possui um padrão de amostragem específico e diferentes níveis de dano econômico. É essencial que, para um bom monitoramento, o técnico ou a pessoa que for fazê-lo conheça os insetos. Isso porque existem espécies que são benéficas para a cultura do milho e diferenciá-las é importante.

    A utilização de softwares (programas de computador) de monitoramento pode ajudar bastante o produtor no monitoramento da lavoura. Por meio desses programas, é possível acompanhar as áreas que já foram monitoradas, se o tempo gasto está dentro do planejamento e a rota percorrida pelo técnico. Essa abordagem digital também contribui para facilitar o registro dos dados, tornando o processo mais rápido e transparente.

    Essa agilidade faz com que a tomada de decisão – de adotar ou não alguma medida de controle – seja realizada de maneira rápida e eficiente. O uso do software, entretanto, não dispensa o trabalho do técnico especializado.

    Portanto, o uso de estratégias integras (monitoramento, identificação e momento correto da aplicação) pode fazer com que sua lavoura fique livre de pragas e possa atingir um alto nível de produtividade.

    Fonte: Blog Chico do Boas

  • Milho: Mercado inicia pregão desta 4ª feira em alta na CBOT

    Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho iniciaram a sessão desta quarta-feira (3) do lado positivo da tabela. As principais posições da commodity testam alta entre 3,00 e 3,25 pontos, por volta das 9h06 (horário de Brasília). O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,64 por bushel, enquanto o julho/18 operava a US$ 3,74 por bushel.

    De acordo com a análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão um pouco mais altos, já que o contrato maio tenta se recuperar da baixa de terça-feira. A surpreendente estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para estoques de 1 de março continua sendo uma âncora que pode elevar a safra de 2018 para 2 bilhões de bushels quando o USDA atualizar sua previsão na próxima semana.

    “Os compradores sul-coreanos continuam engolindo pechinchas, com mais três empresas de ração adicionando as compras da semana passada antes da divulgação dos relatórios. Embora essa demanda seja encorajadora, todas as compras foram feitas em uma base de origem opcional e as origens dos EUA não são as mais baratas no mercado mundial agora para a entrega no verão”, diz Knorr.

    Nesta quarta-feira (2), a Datagro divulgou que o Brasil produzirá 94,1 milhões de toneladas em 2018/19, bem acima dos 81,8 milhões de 2017/18, quando as lavouras foram muito impactadas por condições climáticas adversas, sobretudo no Paraná. Para o chefe de grãos da consultoria, Flávio França Júnior, dado o plantio da segunda safra, a “safrinha”, dentro de uma janela ideal, “diria que não tem mais como perder” o potencial produtivo no ciclo deste ano.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Chicago: Soja tem ligeira alta e observa início de novo encontro entre China e EUA nesta 4ª

    Os preços da soja sobem ligeiramente na Bolsa de Chicago nesta manhã de quarta-feira (3). Os futuros da oleaginosa, por volta de 6h55 (horário de Brasília), as cotações subiam pouco mais de 2 pontos nos contratos mais negociados, com o maio valendo US$ 9,02 por bushel. O agosto, no mesmo momento, tinha US$ 9,21.

    A lateralização e cautela permanecem ditando o ritmo dos negócios na Bolsa de Chicago. Nesta quarta, China e EUA retomam suas conversas em Washigton e os traders acompanham a movimentação, mas sem grandes expectativas ou esperanças depois de meses de negociações frustradas.

    No mais, os participantes seguem observando os fundamentos já conhecidos pelo mercado, principalmente a elevada oferta de soja disponível nos EUA neste momento.

    “Os operadores do Mercado aqui em Chicago entendem que a abundância de grãos em oferta hoje, limitam a capacidade de alta agressiva, levando em conta o cenário político estabilizado”, explicam os analistas da ARC Mercosul.

    Ainda segundo os executivos, assim como outros analistas vêm dizendo, a firmação de um acordo concreto entre as duas nações seria o único caminho para alterar a trajetória da soja na Bolsa de Chicago.

    “O acordo comercial entre EUA e China mudaria a matriz de demanda e o perfil de exportação norte-americano. O fim desta retórica política trará um sustento altista para os preços do milho, soja, trigo e algodão estadunidenses. Este novo direcional, se concretizado, será o principal fator de composição aos preços durante os próximos 2-3 anos, pelo menos”, diz a ARC.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Fungicida multissítio fortalece o combate à ferrugem asiática

    A ferrugem asiática da soja tem se tornado cada vez mais resistente nas últimas safras. Fungicidas de ação específica já não conseguem conter sozinhos infestações dessa doença – a principal da cultura da soja no Brasil. Essa é uma das principais preocupações dos produtores na atualidade.

    Kasan Max 750 WG, fungicida e acaricida multissítio recém-lançado pela Cropchem, foi desenvolvido para atacar esse problema. Seu ingrediente ativo, o Mancozebe, é considerado hoje uma das principais soluções no manejo de resistência. Com formulação granulada, não faz poeira no preparo da calda e favorece a eficácia de produtos sistêmicos.

    kasan Max – CropChem – Ferrugem

    Chama-se de multissítios aquelas moléculas que agem em vários pontos do metabolismo do fungo, impedindo que a doença se manifeste. Mas além de inibir o desenvolvimento de células fúngicas, o Mancozebe potencializa a ação de fungicidas de sítio específico, que devem ser associados no manejo para um controle completo.

    A CROPCHEM

    A CropChem é uma empresa brasileira que desenvolve e comercializa produtos genéricos para proteção de cultivos. Através de pesquisa e inovação, busca soluções globais para a agricultura local. Atende em todo o território agrícola do país, com uma equipe de vendas estrategicamente localizada para sempre estar próxima ao produtor.

    Fonte: CropChem