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abril 2019

  • Trigo: Agentes se preparam para próxima safra; cotações seguem firmes

    Com o avanço da colheita da safra de verão no Brasil, o início do semeio de trigo se aproxima. No Paraná, produtores já definiram a área a ser cultivada na próxima temporada. Conforme colaboradores do Cepea, por enquanto, moinhos se mostram abastecidos, apenas avaliando o mercado para realizar aquisições nos próximos meses. Do lado vendedor, triticultores se atentam ao clima e às oscilações no câmbio e no preço, ainda incertos quanto ao mercado no segundo semestre. Nesse cenário, as cotações do trigo seguem firmes no spot, em linha com o período de sazonalidade da cultura. Os recentes aumentos mensais, inclusive, fizeram com que os valores permanecessem acima da paridade de importação em alguns estados, mesmo com dólar elevado. No acumulado de março, as valorizações no balcão (valor pago ao produtor) foram registradas no Rio Grande do Sul (1,2%), e no mercado de lotes (negociação entre empresas), em Santa Catarina (2,3%) e em São Paulo (1%).

    Fonte: Cepea

  • Cotações do milho abrem a terça-feira estáveis na Bolsa de Chicago

    A terça-feira (02) começa estável para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações máximas de 0,25 pontos negativos por volta das 08h50 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,61, o julho/19 valia US$ 3,70 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,79.

    A estabilidade vem após as cotações registrarem altas no início da semana em recuperação as grandes quedas de sexta-feira. O otimismo do mercado sobre uma possível resolução no conflito comercial Estados Unidos e China foi o fator primordial para esse movimento.

    “Uma nova rodada de encontros políticos entre EUA e China está programada para iniciar nesta quarta-feira, em Washington (DC). Além do mais, nossos contatos nos portos estadunidenses nos alertaram para o interesse chinês em cotações da soja disponível”, disseram os analistas da ARC Mercosul.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja tem leves altas na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira de olho no clima e na guerra comercial

    Os preços da soja têm leves altas nesta manhã de terça-feira (2) na Bolsa de Chicago. Os principais contratos, por volta de 8h20 (horário de Brasília), subiam entre 2 e 2,75 pontos, com o maio valendo US$ 8,98 e o agosto, US$ 9,17 por bushel.

    O mercado divide suas atenções entre as previsões para o clima no Meio-Oeste americano – com muita chuva ainda esperada para os próximos dias – e também com o andamento das questões ligadas à guerra comercial entre China e EUA.

    A partir de amanhã, o vice premier chinês Li He e sua delegação recomeçam as conversas e negociações com o time americano, em Washington. As expectativas são as mais diversas dentro de um intervalo de acordo e não acordo e dos meses em que o consenso poderia ser informado.

    Enquanto essas informações continuam sendo apuradas, o mercado mantém sua movimentação típica, marcada pela cautela e pelas oscilações pouco expressivas. Ontem, as cotações subiram mais de 10 pontos motivadas por boas novas da demanda, porém, fatores pontuais causam reações também pontuais.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: capim-amargoso pode diminuir produtividade em até 80%; saiba como evitar

    O capim-amargoso é considerado por produtores do Cerrado uma das plantas daninhas mais difíceis de se controlar. Segundo pesquisa realizada pela consultoria Kleffmann Group, a pedido da Basf, 34% dos agricultores da região revelaram ter dificuldades em combater a planta invasora no ciclo de 2017/2018. O aumento dos custos de produção criou a necessidade de mudanças nas práticas agrícolas para manter o rendimento dos grãos nas lavouras.

    De acordo com Basf, as perdas de produtividade com a incidência da planta daninha podem superar 80%, principalmente quando ocorre a partir do estágio inicial de desenvolvimento da cultura.

    Visando solucionar esse problema, a empresa apresentou durante a sexta edição da Show Safra BR-163, em Lucas do Rio do Verde (MT), um herbicida que promete ser capaz de controlar o problema nas lavouras.

    “O Amplexus é uma ferramenta eficiente no manejo para o controle do capim-amargoso. O químico é capaz de evitar perdas nas lavouras e contribui para a longevidade do cultivo”, afirmou Alessandro Gazzineli, gerente sênior de Marketing. O herbicida também atua no manejo de dessecação pré-plantio da soja, com eficiência no controle de plantas daninhas de folhas estreitas e largas.

    Como identificar?
    Segundo o engenheiro agrônomo Cleverson Vaz, é fácil identificar o capim-amargoso no meio da lavoura. “É muito comum a planta atingir áreas de pastagem e do Cerrado, que são áreas predominantes aqui na região. O amargoso é uma planta invasora, que serve de hospedeiro para pragas e doenças no período de pousio da área, sendo necessário o controle para redução de fonte de inóculos”, diz

    Nas lavouras de soja, Vaz afirma que o problema é ainda maior. “Essa planta daninha tem o que chamamos de touceira vigorosa, ou seja, ela toma o espaço de plantio da oleaginosa, diminuindo a produtividade, além de sugar boa parte dos nutrientes e água do solo”, comenta.

    Aplicação do produto
    Na hora da aplicação, é importante o produtor levar em conta alguns procedimentos, explica o engenheiro. “É sempre bom salientar que na hora de aplicar o herbicida, o melhor período é o outonal, ou seja, assim que você colhe a cultura, é recomendado entrar com aplicação do produto”, diz o agrônomo.

    “Depois, para o próximo plantio, é importante que a área tenha recebido pelo menos 100 milímetros de chuva, aí sim, passado 30 dias, o produtor pode efetuar o plantio, para não ocorrer o risco de sobrar algum resíduo do herbicida”, finaliza.

    Fonte: Canal Rural

  • Falta de internet no campo barra crescimento da agricultura de precisão

    Produtores que se destacam no desenvolvimento da agricultura de base mais tecnológica têm acesso à internet nas sedes das propriedades e boa conectividade em pleno campo, afirma o Ministério da Agricultura. Contudo, essa realidade não é presente para a maior parte dos agricultores do país.

    Sabendo disso, a pasta ganhou uma nova secretaria: a de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, que tem entre seus objetivos desenvolver a agricultura de precisão no Brasil. “Nós temos que ter conectividade a preços compatíveis com os pequenos e médios produtores, para que utilizem todas tecnologias e inovações”, declara o coordenador da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão, Fabrício Juntolli.

    O coordenador ressalta ser possível colocar internet em qualquer lugar do Brasil por meio do satélite geoestacionário, mas a tecnologia é muito cara.

    “Só nos grandes centros há conectividade razoável. Mas no interior do Brasil, não tem sinal. Se você tem um equipamento que precisa obter e mandar dados rápidos, telemetria, por exemplo, tem dificuldade”, relata Álvaro Salles, diretor executivo do Instituo Mato-Grossense do Algodão (IMA).

    O pesquisador José Paulo Molim ressalta que o acesso à internet, especialmente a conexão entre os técnicos que atuam na área de produção e a sede da propriedade, é fundamental para facilitar o processo de tomada de decisões do produtor. “Há a conectividade do proprietário à internet, por meio do celular ou do computador, e tem a conectividade da área de produção com a sede. A primeira é mais óbvia e muita gente consegue resolver. A segunda é mais operacional, mais desafiadora e muito mais limitada. Pouquíssimos, para não dizer praticamente ninguém, tem essa abertura da área de produção com internet”, comenta.

    Atualmente, o mapa de cobertura feito pelos provedores de internet segue o contorno dos municípios como referência, o que dificulta saber como está o acesso nas áreas rurais.

    Produtores também relatam que o acesso à internet poderia aumentar a segurança no campo. “Se houvesse conectividade, seria possível montar sistemas inteligentes de segurança e monitoramento mais abrangente, adotar rastreabilidade de produtos químicos, por exemplo. Hoje há muito roubo, principalmente, no nosso estado que faz divisa com outros países”, comenta Salles.

    Financiamento
    A Secretaria de Inovação deve firmar parceria com a Embrapa e a iniciativa privada para identificar as áreas com potencial a serem alcançadas. Segundo Fabrício Juntolli, a comissão tem feito reuniões com várias empresas, como a Microsoft, Google, Anatel, Telebrás para conhecer as tecnologias disponíveis a fim de atender aos produtores rurais.

    A expectativa no ministério é de que as empresas e indústrias do agro se desenvolvam e que a dificuldade de acesso às tecnologias deixe de ser um obstáculo a um maior avanço. “O Brasil, em termos tecnológicos, não deve nada a outros países, Estados Unidos, União Europeia. Tudo o que eles têm lá, nós temos aqui. O que muda é o nível de adoção de tecnologia”, comenta Juntolli.

    Outro benefício esperado pelo governo com a popularização da internet no interior é evitar o êxodo rural e garantir a permanência do jovem no campo para trabalhar com as novas tecnologias e garantir a sucessão do comando nas propriedades.

    A pasta também busca ampliar a oferta de linhas de financiamento para que os produtores adquiram antenas e outros equipamentos de telecomunicação e incorporem inovações tecnológicas.

    Um dos programas disponíveis é o Inovagro, oferecido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que dispõe crédito de até R$ 3,9 milhões a cooperativas ou empreendedores individuais para adquirir computadores para gestão, monitoramento ou automação, equipamentos, adequação e construção de instalações para diferentes segmentos de produção, consultorias para capacitação técnica, material genético e assistência técnica.

    Fonte: Canal Rural

  • Cotações do milho em Chicago buscam recuperação após grandes quedas da semana passada

    A semana começa com os preços internacionais do milho futuro tentando se recuperar das grandes quedas da semana passada na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam valorizações entre 2 e 2,75 pontos por volta das 09h17 (horário de Brasília).

    O vencimento maio/19 era cotado a US$ 3,59, o julho/19 valia US$ 3,68 e o setembro/19 era negociado por US$ 3,77.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, o milho tenta subir as cotações após apresentar a maior baixa dos últimos três anos na última sexta-feira após o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) apresentar números com aumento dos estoques de milho americano e expectativa de mais área plantada para a próxima safra.

    “Embora o USDA tenha feito sua pesquisa antes das enchentes de março, que provavelmente cortarão as plantações finais, a estimativa de estoques mais alta pode significar um carregamento de 2 bilhões de bushels ou mais quando o governo atualizar sua previsão na próxima semana”, diz Knorr.

    Conforme informações da Agência Reuters, o USDA apontou o fornecimento de milho, a partir de 1 de março, como o terceiro maior já registrado. O departamento também disse que os agricultores planejavam aumentar suas plantações de milho, mas as inundações severas no meio-oeste dos EUA ainda podem reduzir a área final.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja dá início à semana com recuperação e opera em alta na CBOT nesta 2ª feira

    Os preços da soja sobem na Bolsa de Chicago nesta manhã de quinta-feira (1). O mercado começa um novo mês se recuperando das perdas da última sessão, buscando um bom posicionamento e ainda atento às incertezas que rondam os negócios.

    Por volta de 8h30 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 4,75 e 5,25 pontos nos principais contratos, com o maio sendo cotado a US$ 8,89 e o agosto, US$ 9,09 por bushel. A recuperação do milho – que perdeu mais de 17 pontos na última sexta – também contribui para a oleaginosa.

    Além disso, o mercado segue terminando de digerir os dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre área de plantio 2019/20 – que deverá ser cerca de 5% menor do que a do ano passado – e os estoques trimestrais americanos recordes em 74 milhões de toneladas.

    No parelelo, atenção às questões ligadas à guerra comercial – com uma delegação da China a caminho de Washington nesta semana – ao andamento do dólar e também à chegada dos dados dos embarques semanais que o USDA traz nesta segunda-feira.

    Fonte: Notícias Agrícolas