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22 de maio de 2019

  • USDA: aumento da produção de milho para o ciclo 2019/2020

    O relatório de maio de oferta e demanda de grãos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe as expectativas para a safra 2019/2020.

    De acordo com o relatório para o milho a produção mundial deverá aumentar 1,3% frente a safra 2018/2019. Para o grão norte americano o relatório estima aumento de 4,1% na produção. Serão 381,8 milhões de toneladas frente as 366,3 milhões de toneladas do ciclo anterior.

    Para o Brasil as revisões para a produção também foram para cima, com acréscimo de 1,0%, porém, o destaque brasileiro é para o consumo interno e exportações.

    De acordo com o relatório, o Brasil consumirá 4,5% a mais de milho frente à temporada anterior, aumento de 3,0 milhões de toneladas. Já as exportações somarão 34,0 milhões de toneladas, o que representa acréscimo de 6,3%.

    Fonte: Agrolink

  • Agricultura vai mapear área rural para instalação de antenas de celular

    Os ministérios da Agricultura e da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTIC) irão fazer um mapeamento de todo o relevo das regiões agricultáveis para identificar os melhores locais para a instalação de antenas de celular, anunciou ontem (21/5), o diretor do departamento de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Luis Claudio França.

    “Iremos também fazer o levantamento das necessidades de licenças ambientais, para que possamos acelerar o investimento com a conectividade no campo ainda este ano”, afirmou ele.

    Segundo França, o acesso à internet é o principal desafio da agricultura de precisão. E a proposta do ministério para a política de conectividade é que ela se transforme em alternativa para os agricultores de todos os tamanhos. “Não pode haver isolamento”, afirmou.

    Entre as iniciativas do ministério, estão sendo criados o fórum de Inovação Agropecurário; serão fortalecidos os polos tecnológicos agropecurários; e políticas para a difusão de inovação e melhoramento de recursos genéticos.

    NB Iot
    A dificuldade para as redes de telecomunicações avançar para as áreas rurais, apontou Jueliton Silveira, diretor de Relações Públicas e Comunicações da Huawei. Segundo o executivo, a tecnologia NB-IoT (Narrow Band Internet das Coisas) traz mais vantagens para os investimentos nas áreas rurais em relação à tecnologia LTE (4G). Entre elas, a bateria da NB dura mais de 10 anos, ou 20 vezes mais do que a LTE, a área de cobertura é mais ampla (alcança quatro vezes mais do que a LTE) e é capaz de receber 100 mil sensores por célula. Os executivos participam do painel Telebrasil 2019.

    Fonte: Telesíntese

  • Após sequência de ganhos, milho abre o dia em baixa na Bolsa de Chicago

    A quarta-feira (22) começa com os preços internacionais do milho apresentando desvalorizações na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 2,75 e 5,00 pontos por volta das 09h17 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 3,89, o setembro/19 valia US$ 3,97 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,06.

    O analista Tony Dreibus da Successful Farming destaca a queda nas cotações do milho após os valores atingirem o patamar mais alto em quase um ano. Isso levou alguns investidores que fizeram apostas otimistas sobre as safras a vender seus contratos e contabilizar lucros.

    Já Bryce Knorr da Farm Futures aponta que os contratos futuros de milho estão apresentando perdas modestas, digerindo os ganhos das últimos dias.

    Enquanto isso, os produtores continuaram a relatar o progresso do plantio aos trancos e barrancos. Aqueles no leste do Cinturão do Milho enfrentaram os maiores obstáculos à medida que mais chuvas varriam a região. “O lote do milho que foi plantado foi plantado em solo que foi aberto e depois plantado, ainda debaixo de terra”, relatou um agricultor no oeste de Illinois, que tinha 65% de sua cobertura. Apenas 10% emergiram.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com estabilidade em Chicago nesta 4ª feira com olhos no clima e na política

    Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago caminham bem próximos da estabilidade nesta quarta-feira (22). Perto de 8h10 (horário de Brasília), as cotações tinham variações somente nos dois primeiros contratos de 0,25 ponto, com o julho valendo US$ 8,22 e o agosto, US$ 8,29 por bushel.

    Dividido entre as questões da guerra comercial e do clima no Corn Belt, o mercado se atenta agora também à real área plantada da safra 2019/20 e também à questões políticas norte-americanas.

    Ontem, notícias de que o programa de ajuda do governo Trump aos produtores que estão sendo impactados pela guerra comercial e que poderia pagar até US$ 2,00 por bushel de soja de subsídio movimentou o mercado e provocou muita especulação. As informações, porém, ainda são divergentes e os preços terminaram o dia perdendo mais de 9 pontos.

    O mercado agora espera por esclarecimentos, mais detalhes sobre os próximos pagamentos e, principalmente a confirmação desses valores – que para o milho poderia ser de US$ 0,04 por bushel e para o trigo, US$ 0,63.

    O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) se posicionou e disse que essas informações chegaram mais a frente.

    Enquanto isso, o mercado segue atento ao clima muito úmido nos EUA e com previsões indicando a chegada de mais chuvas – de elevados volumes – no curto prazo. A janela para o plantio da soja no país ainda está aberta, porém, com os atrasos causados pelo clima se mostra cada vez mais estreita.

    Paralelamente, nesta quarta, a China afirmou que está pronta para novas conversas comerciais com os Estados Unidos. A declaração foi do embaixador da China nos Estados Unidos, Cui Tiankai.

    Fonte: Notícias Agrícolas