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19 de junho de 2019

  • Qualidade do solo foi pauta da 4ª Jornada Técnica da Soja Cotrijuc Getagri

    O dia 18 de junho foi marcado por muito conhecimento, troca de experiências e orientações quanto ao bom manejo do solo para as altas produtividades.

    As últimas décadas foram determinantes para que a agricultura pudesse provar do aumento de produtividade, entre 1975 e 2015, a taxa média de crescimento da produtividade agropecuária no Brasil foi de 3,58% ao ano.

    Essa crescente se dá através de muita tecnologia investida por meio do plantio direto, desenvolvimento genético, técnicas de manejo e controle sanitário. Mas, como fator determinante vale ressaltar o manejo de fertilidade do solo, onde muitas vezes o agricultor investe em uma tecnologia sem conseguir explorá-la em todo seu potencial.

    Pensando na importância da fertilidade do solo é que aconteceu a 4ª edição da Jornada Técnica da soja Cotrijuc Getagri com a apoio da RTC (Rede Técnica Cooperativa). O objetivo do evento foi reunir especialistas no assunto para discutir com produtores e pessoas ligadas a cadeia do agro a importância de boas práticas agrícolas, conservação e manejo adequado.

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    O presidente da Cotrijuc Caio Vianna deu as boas-vindas para os mais de 160 cooperados e assistidos da Getagri que marcaram presença, logo após, o Dr. Jackson Fiorin ministrou a palestra sobre Manejo do solo para altas produtividades e ressaltou que o interesse em maximizar a produção tem estimulado os produtores a adotarem práticas avançadas de manejo da cultura e do solo. “O sistema plantio direto (SPD) é uma das mais eficientes estratégias para melhoria do potencial produtivo. A melhoria da fertilidade do solo, através da utilização correta de corretivos e fertilizantes, é um dos fatores que determinam o sucesso da atividade agropecuária”, enfatizou.

    Logo após o engenheiro Agrônomo Felipe Michelon mostrou os resultados do campo Tecnológico COTRIJUC / GETAGRI. “O trabalho realizado no Campo Experimental é importante para os produtores, pois é a partir desses estudos que eles vão basear as escolhas para sua lavoura. Assim, eles têm a oportunidade de melhorar suas produtividades, gerando renda para si e, consequentemente, riquezas para toda a cadeia produtiva”, explica o engenheiro agrônomo, Felipe Michelon, coordenador do Campo Tecnológico.

    Dando sequência a programação, o Prof. Dr. Telmo Amado comandou sua apresentação sobre Manejo Conservacionista do Solo. Segundo o Professor, os desafios do produtor são grandes, especialmente, sob sistema plantio direto quando os insumos são aplicados em superfície ou na camada superficial, os resíduos vegetais também são depositados na superfície (nutrientes de ciclagem), existe ocorrência de camadas subsuperficiais compactadas (12 – 17 cm) caracterizadas pela elevada resistência a penetração (>2 MPa), elevada densidade e baixa porosidade e monocultivos associado ao descuido quanto a cobertura e rotação na entresafra.

    Para encerrar, nossos painelistas fizeram um debate tendo como mediador o engenheiro agrônomo, Dr. Geomar Corassa da Rede técnica Cooperativa, e o público participou sanando dúvidas e interagindo com os palestrantes.

  • Soja estagnada com realização de lucros

    O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou ontem (18/0) alta de 0,75 ponto no contrato de Julho/19, fechando em US$ 9,135 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 0,75 e 1,00 ponto.

    Os principais contratos futuros tiveram um dia de ligeiros ganhos no mercado norte-americano de soja, diante das notícias neutras sobre plantio. “Os mapas continuaram a indicar chuvas para a próxima quinzena. Quanto ao relatório de colheita de ontem, não renderam muitas surpresas. O plantio teria conseguido cobrir 77%. Em qualquer caso, o atraso mantido (em comparação com 93% histórico) cria incerteza em torno da área que acabará por ser semeada”, comenta a T&F Consultoria Agroeconômica.

    A ARC Mercosul destaca que o mercado em Chicago foi pressionado pela realização de lucros especulativos, revertendo posições recentemente compradas, apenas por definições técnicas: “Do outro lado, novidades sobre recentes encontros entre Trump e Jinping sustentaram as cotações da soja, ao longo das últimas horas da sessão na CBOT. A mídia chinesa confirmou que os presidentes irão se encontrar na reunião do G20, na próxima semana”.

    “Aqui nos bastidores do mercado, ninguém acredita que os Estados Unidos e a China poderão entrar em um acordo comercial, entretanto há esperanças de que as negociações sejam retomadas e um período de ‘cessar-fogo’ seja implementado. Recentemente, Trump ameaçou a elevação de mais US$300bi em tarifas sobre produtos chineses, o que iria desencadear uma nova rodada de retaliações por parte da gigante asiática”, concluem os analistas da ARC Mercosul.

    Fonte: Agrolink

  • Quarta-feira começa com milho desvalorizado na Bolsa de Chicago

    A quarta-feira (19) começa com os preços internacionais do milho futuro em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 3,25 e 5,00 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,46, o setembro/19 valia US$ 4,51 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,58.

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho caíram novamente nesta manhã, afetados pelos lucros recentes e com o mercado tentando avaliar o quanto da produção norte americana foi perdida.

    A estimativa da publicação aponta safra de cerca de 13,1 bilhões de bushels (436 bilhões de toneladas), 500 milhões (16 bilhões de toneladas) abaixo da última estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), mas o clima determinará o número final.

    Houve alguns sinais de que as enchentes de 2019 estão desacelerando e terminando. O CME Group disse ontem que a força maior nas estações de transporte de milho e soja nos rios Illinois e Mississippi foi suspensa, à medida que os níveis de água diminuem.

    Todas as eclusas no rio Mississippi foram reabertas, e os níveis de água em St. Louis devem cair para liberação na sexta-feira. A base de milho firmou-se novamente ontem com os terminais do Rio Illinois aumentando as ofertas à medida que o sistema se prepara.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com estabilidade em Chicago nesta 4ª e se posiciona para números da área nos EUA

    As leves baixas entre os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam nesta quarta-feira (19). Os contratos mais negociados, por volta de 7h55 (horário de Brasília), perdiam entre 3,50 e 3,75 pontos. Assim, o julho tinha US$ 9,08 e o agosto, US$ 9,15 por bushel.

    Embora os traders ainda estejam focados nas previsões climáticas que mantêm as chuvas fortes no radar, também se posicionam à espera do novo reporte de área de plantio que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no final deste mês. Os números saem na próxima sexta-feira, dia 28.

    Outro fator que segue sendo acompanhado mais de perto há alguns dias é a guerra comercial e a possibilidade de uma retomada das negociações entre China e Estados Unidos. Xi Jinping e Donald Trump devem se encontrar na próxima reunião do G20, no Japão, no final deste mês, e podem trazer novas informações relevantes ao mercado.

    Fonte: Notícias Agrícolas