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28 de junho de 2019

  • É inaugurada a nova Loja Cotrijuc em Júlio de Castilhos

    A Cotrijuc – Cooperativa Agropecuária Júlio de Castilhos atua para promover renda e desenvolvimento aos seus cooperados. A cooperativa vem se expandindo, aproveitando as oportunidades presentes no cenário regional, diversificando seus negócios e crescendo com responsabilidade. É mais de meio século de confiança e seriedade ao lado do produtor todos os dias.

    Assim, foi inaugurada hoje, dia 28 de junho a nova loja Cotrijuc, antiga agropecuária. As novas lojas Cotrijuc têm o principal objetivo de atender o cooperado através de novas linhas de produtos, além é claro de atender toda linha de pecuária, peças agrícolas e manutenção diária. A cotrijuc quer ser mais uma opção com preço baixo para atender o cooperado em todas as suas necessidades.

  • Milho abre a sexta-feira com leves baixas na Bolsa de Chicago

    A sexta-feira (28) começa com leves quedas nos preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações registravam desvalorizações entre 0,50 e 1,50 pontos por volta das 09h13 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,38, o setembro/19 valia US$ 4,44 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,50.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho são discretamente mais baixos após testes das maiores baixas das últimas duas semanas durante a noite. Com isso, os relatórios de hoje serão fundamentais para retomar o tom de alta do mercado.

    “Espero que o USDA registre uma área plantada em torno de 87 milhões, uma queda de quase 6 milhões em relação às intenções de março. Mas isso poderia ser apenas o começo das reduções, que poderiam cortar 4 milhões de hectares da área plantada”, aponta Knorr.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja busca manter estabilidade nesta 6ª em Chicago à espera do USDA e de olho no G20

    O dia é de novos relatórios do USDA e a reação do mercado internacional de grãos, como tradicionalmente acontece, é de estabilidade e cautela antes da chegada dos novos números. Na sessão desta sexta-feira (28), por volta de 8h15 (horário de Brasília), as cotações da soja subiam entre 1,75 e 2,50 pontos nos principais contratos.

    Dessa forma, o vencimento julho tinha US$ 8,90 por bushel, enquanto o agosto valia US$ 8,96 e as posições mais distantes lutavam para manter-se acima dos US$ 9,00. O novembro tinha US$ 9,14.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos chegam com dois boletins de extrema importância nesta sexta, sendo um com os estoques trimestrais em 1º de junho nos EUA e o outro com os ajustes na área de plantio do país depois de uma difícil temporada de plantio, a qual ainda continua em alguns locais mesmo sendo quase julho.

    EXPECTATIVAS PARA OS RELATÓRIOS

    Área de Plantio – Se espera uma área de plantio a ser reportada no dia 28 em 34,14 milhões de hectares, enquanto no último dia 10 o USDA trouxe 34,24 milhões e, em março, 34,25 milhões de hectares.

    Para o milho, a queda esperada é bem mais agressiva, uma vez que o plantio foi iniciado mais cedo – como tradicionalmente acontece – e foi ainda mais impactado pelo excesso de chuvas.

    Estoques Trimestrais – Os números dos estoques trimestrais americanos em 1º de junho de 2019 podem bater o recorde, que foi registrado na mesma data em 2018, e ficar em 50,65 milhões de toneladas. Há um ano este número era de 33,18 milhões. O intervalo esperado pelo mercado é de 46,27 a 53,4 milhões de toneladas.

    Confirmados, os estoques poderiam exercer uma pressão considerável sobre as cotações da oleaginosa na CBOT.

    G20

    Ainda nesta sexta-feira, teve início a reunião do G20, na cidade japonesa de Osaka. O encontro é a pauta dos mercados financeiros do mundo todo neste final de semana, já que estão reunidos os líderes das principais economias globais.

    Entre eles, Donald Trump e Xi Jinping, presidentes das duas maiores potências do globo e que há travam um conflito comercial que há mais de uma ano trouxe uma enorme sombra de incerteza para todo o cenário ecnonômico mundial.

    E para o agronegócio, as consequências têm sido bastante duras para os produtores norte-americanos, que esperam com atenção o encontro de seu presidente com Xi neste sábado (29). O mesmo acontece com os produtores brasileiros. Beneficiados desde o início do problema dada a demanda chinesa totalmente focada no mercado do Brasil.

    Fonte: Notícias Agrícolas