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junho 2019

  • Influência do trigo e tarifas mexicanas empurram milho para baixo em Chicago nesta quarta-feira

    A quarta-feira (05) começa com os preços internacionais do milho futuro se desvalorizando na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam quedas entre 6,75 e 7,00 pontos por volta das 09h02 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,18, o setembro/19 valia US$ 4,27 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,37.

    Segundo informações da Agência Reuters, o milho segue a tendência do trigo e se desvaloriza nesta quarta-feira a medida em que os temores diminuíram devido ao potencial de danos generalizados às colheitas, depois das fortes chuvas recentes.

    “O mercado estava preocupado com os danos das plantações depois das fortes chuvas recentes, mas o relatório da safra do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostrou uma melhora na qualidade”, disse Angus Thornton, analista de commodities da Profarmer.

    Apesar da queda, analistas ouvidos pela Reuters disseram que o milho continua sendo sustentado por preocupações com o lento plantio nos Estados Unidos, que já registra recordes históricos de atrasos.

    O analista Tony Dreibus da Successful Farming destaca ainda que algumas preocupações comerciais ganharam os holofotes nesta madrugada para influenciar negativamente nas cotações do cereal.

    “Embora o tempo úmido contínuo que impediu os proprietários de plantar tenha impulsionado os preços, investidores e hedgers mantiveram um olho nas guerras comerciais entre os EUA e o México e os EUA e a China”, diz Dreibus.

    O presidente Donald Trump disse durante sua viagem a Londres que as novas tarifas começarão de fato na próxima semana, a menos que o México garanta a ele que conterá a onda de imigrantes na fronteira dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja: Mercado recua em Chicago nesta 4ª e divide atenções entre clima e guerra comercial

    Nesta quarta-feira (5), os preços da soja recuam na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h35 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 5,25 e 6,25 pontos, com o julho valendo US$ 8,76 e o agosto, US$ 8,82 por bushel.

    Segundo explicam analistas internacionais, o mercado recua realizando lucros, mas mantém como focos principais os desdobramentos da guerra comercial China x EUA – e as tensões crescentes – o clima adverso nos Estados Unidos e as especulações sobre a real área da temporada 2019/20.

    De acordo com as informações da agência internacional Reuters, “os importadores chineses estão preparando pedidos de isenção de tarifas de importação cobradas sobre mais de 700 produtos norte-americanos na guerra comercial sino-americana, depois que o Ministério das Finanças disse que começaria a receber propostas”.

    Na última semana, o Ministério divulgou uma lista de bens para os quais poderiam ser concedidas tais isenções, entre eles carnes, soja e carvão. O mercado segue atento aos movimentos seguintes dos dois países.

    Os traders seguem atentos também à demanda da nação asiática. Segundo explicou o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commmodities, o consumo de ração na China tem mostrado um aumento e a demanda pela oleaginosa tende a ganhar força.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • EUA precisam plantar 40 milhões de hectares de soja e milho

    Os produtores norte-americanos precisam semear mais de 40 milhões de hectares de milho e soja nas próximas semanas. O valor considera a área reservada para os dois grãos nos Estados Unidos nesta temporada, mas está difícil de seguir com esse plano. A previsão da Informa Economics FNP, consultoria de origem americana e escritório no Brasil, é de que a redução da safra para as duas culturas seja de pelo menos 10%. A queda ocorre em função do atraso no cultivo. As lavouras plantadas mais tarde devem ser impactadas pelo clima quente e seco de agosto, o que tende a reduzir a produtividade média das plantas. Além disso, boa parte da safra será colhida somente em outubro e novembro, quando o país já começa a enfrentar riscos de chuvas e nevascas.

    “Caso os estragos na lavoura americana se confirmem, poderá haver oportunidades para produtores brasileiros exportarem para os Estados Unidos”, diz Pereira. A guerra comercial entre a China e os Estados Unidos, que provocou um aumento de 25% nas tarifas de produtos agrícolas e outros milhares de itens da pauta comercial dos dois países, também joga a favor dos agricultores brasileiros. “Nos Estados Unidos, a maior preocupação agora é o clima e como as lavouras de soja e milho vão se desenvolver’, afirma Aedson Pereira, analista da empresa.

    Sucessivas frentes frias levara chuvas intensas para todo o cinturão de grãos nos Estados Unidos e ainda preocupam os agricultores. O atraso é histórico no plantio de milho. Com isso, os preços estão subindo na Bolsa de Chicago. Só na última semana de abril, o milho já registrava uma valorização de 20%, inaugurando uma nova fase de alta nos preços de grãos. Em relação à soja, o cenário é igualmente alarmante.

    Illinois e Indiana têm sido alguns dos Estados mais prejudicados pelo mau tempo. Os produtores de Indiana, que foi atingido por um tornado na última segunda-feira (27/5), conseguiram cultivar apenas 22% do total previsto da safra de milho. Em Illinois, falta cultivar quase 70% da área de milho.

    A plantação de soja também está bastante atrasada. Até agora, os agricultores só conseguiram semear 30% do espaço destinado à cultura. No mesmo período do ano passado, mais de 70% da área de soja já havia sido cultivada.

    Os meteorologistas preveem que a partir de amanhã (5/6) deve recomeçar a chover, com a chegada de uma nova frente fria. “Mesmo com toda a tecnologia e maquinários que os agricultores americanos dispõem, é praticamente impossível cultivar milhões de hectares em tão pouco tempo”, diz Pereira.

    Fonte: Globo Rural

  • Trigo: Cotações avançam no mercado externo, mas caem no doméstico

    Os preços externos e internos do trigo apresentaram comportamentos distintos em maio. Enquanto os valores avançaram no mercado internacional, no Brasil, oscilaram, influenciados pela cautela de agentes quanto a novas aquisições – como as vendas de farinhas estavam enfraquecidas no mês passado, agentes aguardam um momento mais favorável para negociar. Desta forma, conforme colaboradores do Cepea, as compras do grão foram pontuais ao longo do mês, no intuito de suprir estoques de moinhos no curto prazo. Já nos Estados Unidos e na Argentina, as cotações subiram. Nos EUA, o impulso veio do clima desfavorável às lavouras de primavera – a possibilidade de a umidade seguir elevada em áreas produtoras do país pode resultar em novos atrasos na implantação do cereal. Na Argentina, por sua vez, o maior volume de farinha comercializado nas últimas sete safras elevou os preços da matéria-prima, uma vez que indústrias tentam antecipar as aquisições do cereal no curto prazo.

    Fonte: Cepea

  • Atraso recorde no plantio eleva cotações do milho na Bolsa de Chicago

    A terça-feira (04) começa com valorização para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principias cotações apresentavam altas entre 4,50 e 5,50 pontos por volta das 09h14 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,29, o setembro/19 valia US$ 4,39 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,47.

    Após o último pregão encerrar com cotações em queda e o mercado aguardando um bom avanço no plantio do milho americano, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de progresso mostrando a semeadura em 67%, contra as estimativas de 68% e 73%.

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho estão se recuperando hoje depois de realizar um teste de sua forte tendência de alta na segunda-feira. Preocupações com hectares perdidos e rendimentos mais baixos estão contribuindo para um mercado com muito mais perguntas do que respostas.

    O ritmo de plantio do cereal bate o recorde de mais lento da história, segundo a especialista internacional Karen Braun. O índice segue muito atrasado em relação ao ano passado – quando os EUA tinham 96% do plantio concluído – e frente à média dos últimos cinco anos, que tem os mesmos 96%.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja segue avançando em Chicago nesta 3ª com plantio bem atrasado nos EUA

    Os preços da soja sobem em Chicago nesta terça-feira (4). Os futuros da commodity têm altas de pouco mais de 8 pontos nos principais contratos, por volta de 8h10 (horário de Brasília),com o julho valendo US$ 8,87 e o agosto, US$ 8,94 por bushel.

    O mercado avança ainda refletindo os problemas com o clima nos Estados Unidos. O excesso de chuvas mantém o plantio atrasado no país e as condições para a continuidade dos trabalhos de campo não são favoráveis neste momento.

    Até o último domingo (2), os EUA registraram uma evolução na semeadura de 29% para 39% até este domingo. O número ficou dentro do intervalo esperado de 39% a 44% com o qual o mercado trabalhava. Ainda assim, segue registrando o atraso. Em 2018, nessa mesma época, eram 86% e a média para o período é de 79%.

    Assim como no milho, Illinois e Indiana chamam muita atenção, assim como Iowa, que tem somente 41% do plantio concluído, contra 91% do mesmo período de 2018. No Missouri, apenas 18% da área da oleaginosa já foi semeada contra 84% do ano passado e 63% de média dos últimos cinco anos.

     

    Os traders também mantêm-se atentos às questões envolvendo o conflito comercial entre China e Estados Unidos – já que as tensões têm se agravado entre os dois países – porém, este passou a ser um fator secundário para o mercado diante do atual cenário da safra 2019/20 dos EUA.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Veja o que esperar do mercado de soja na semana

    A última semana da soja foi marcada por fortes altas na Bolsa de Chicago. Os investidores aproveitaram para realizar lucros e os contratos fecharam em baixa, na ultima sexta-feira, dia 31. A imposição de tarifas ao México, segundo maior importador de grãos dos Estados Unidos, contribuiu para a correção.

    Agora, o mercado internacional aguarda novidades relacionadas à guerra comercial entre Estados Unidos e China. Enquanto isso, os investidores centralizam as atenções na situação climática sobre o cinturão produtor norte-americano para a reta final dos trabalhos de semeadura da nova safra.

    Luiz Fernando Roque, analista da Safras & Mercado, dá dicas do que pode acontecer na próxima semana. Os fatos elencados têm potencial para mexer com os preços.

    Na semana que se encerra, o governo chinês anunciou a proibição da compra de novas cargas de soja norte-americana por importadores do país. Apesar da proibição, o governo não indicou que irá solicitar o cancelamento das compras já registradas para embarque nos EUA, o que ameniza um pouco o sentimento negativo;

    A notícia, embora importante, não chegou a surpreender o mercado, que desde a última elevação de tarifas por parte dos EUA não esperava por novas compras com volumes relevantes de soja norte-americana por parte dos chineses;

    O panorama climático sobre o cinturão produtor dos EUA muitas incertezas com relação à qual será o verdadeiro tamanho da área semeada com soja nesta temporada. O fechamento da janela ideal para a semeadura do milho, que ocorre nesta sexta-feira, dia 31, indica que boa parte da área destinada ao cereal não foi semeada, o que abre espaço para transferências de áreas para a soja;

    Apesar disso, os mapas continuam indicando que o clima deverá permanecer úmido na primeira quinzena de junho, o que também pode impedir que toda a área destinada à oleaginosa seja semeada;

    As especulações crescem. O momento indica que ambas as áreas, de soja e de milho, serão menores que as estimadas inicialmente. Chicago busca amparo fundamental neste ponto para a busca de patamares mais elevados;

    O mercado demonstra fôlego, mas o rompimento da linha de US$ 9 na posição spot não é tarefa fácil. Há espaço para correções técnicas negativas.

    Fonte: Canal Rural

  • Milho: Preços têm forte reação em maio

    Os preços do milho, que estavam em movimento de queda desde março, passaram a subir em maio, especialmente na segunda quinzena. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) registrou elevação de 14,66% no acumulado de maio (de 30 de abril a 31 de maio). Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem da retração de vendedores, que estão atentos ao atual maior ritmo das exportações e também à possibilidade de que as vendas externas sigam aquecidas nos próximos meses. Do lado comprador, muitos agentes, desabastecidos, precisam aumentar os valores para conseguir fechar negócios – que, por sua vez, se restringem a pequenos lotes.

    Fonte: Cepea

  • Semana começa com milho futuro em queda na Bolsa de Chicago

    A semana começa com a Bolsa de Chicago (CBOT) operando em queda para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam desvalorizações entre 0,75 e 1,25 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília).

    O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,25, o setembro/19 valia US$ 4,35 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,43 nesta segunda-feira (03).

    Segundo análise da Farm Futures, os preços do milho estão um pouco mais baixos à medida que o mercado tenta se recuperar da reversão de baixa de sexta-feira. Os futuros de julho mantiveram-se bem acima do suporte de sua forte tendência de alta de maio, esfriando um pouco os indicadores de momento.

    Os produtores que reportaram o Feedback From The Field na semana passada notaram um progresso de plantio de até 13%, o que levaria o total nacional para 71%. Em média, os produtores normalmente estão 95% concluídos neste momento. Os prazos finais de plantio de milho foram atingidos na sexta-feira em Iowa e em boa parte de Wisconsin e Minnesota, com o restante do leste do Cinturão do Milho marcado para quarta-feira.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha estável nesta 2ª à espera de novas informações sobre a safra dos EUA

    Os futuros da soja trabalham com leves baixas na manhã desta segunda-feira (3) na Bolsa de Chicago. Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 1,75 e 2,50 pontos nos principais contratos, com o julho cotado a US$ 8,76 eo o agosto, US$ 8,82 por bushel.

    O mercado opera bem próximo da estabilidade neste início de semana e de mês, esperando, principalmente, pelas próximas informações sobre a nova safra dos Estados Unidos.

    De acordo com informações apuradas pela Labhoro Corretora, o fim de semana norte-americano registrou menos chuvas do que as previsões indicavam, o que poderia permitir um ligeiro avanço do plantio nos próximos dias.

    No entanto, os traders estão atentos ainda aos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta segunda-feira com o avanço dos trabalhos de campo na última semana. As chuvas foram muito intensas e não permitiram um grande progresso, segundo analistas e consultores.

    A expectativa é de que a área plantada da soja venha reportada em algo entre 41% e 43%. Os novos números saem às 17h (horário de Brasília), após o fechamento do pregão em Chicago.

    No cenário político e macroeconômico, atenção à guerra comercial, já que começam a valer hoje as tarifas de 25% dos EUA sobre produtos da China. A nação asiática já está retaliando.

    Fonte: Notícias Agrícolas