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28 de agosto de 2019

  • Milho: Mercado futuro inicia a sessão desta 4 ª feira em campo misto na Bolsa de Chicago

    As cotações futuras do milho iniciaram a sessão nesta quarta-feira (28) em campo negativo na Bolsa de Chicago (CBOT). Às 09h44 (Horário de Brasília), o contrato setembro/19 operava a US$ 3,57 por bushel com uma ligeira queda de 0,25 pontos, enquanto, o vencimento dezembro/19 trabalhava a US$ 3,65 por bushel com um recuo de 0,75 pontos.

    Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os contratos futuro da milho e soja lutaram por pequenos ganhos durante a noite. “Os preços do milho diminuíram na terça-feira, mas se estabilizaram praticamente na mesma quantidade durante a noite, enquanto algumas manobras técnicas leves continuam”, afirma Knorr.

    De acordo com uma pesquisa preliminar realizada pela a Farm Futures para safras de 2020, os agricultores disseram que esperam plantar 94,1 milhões de acres de milho, um aumento de 4,5% em relação aos 90 milhões que o USDA disse plantar em seu relatório de 12 de agosto.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja trabalha com leves altas em Chicago nesta 4ª se ajustando após perdas anteriores

    Nesta quarta-feira (28), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com leves altas, recuperando parte das perdas registradas na sessão anterior. Por volta de 8h10 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 2,75 e 3,75 pontos nos principais contratos, levando o novembro a US$ 8,62 por bushel. O março/20, referência importante para a safra brasileira, tinha US$ 8,90.

    O mercado encontra espaço para leves altas depois dos recuous do pregão anterior causados por uma leve melhora nas condições da safra norte-americana divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no início da semana.

    No entanto, os traders sabem dos problemas, principalmente de desenvolvimento das plantas de soja nos campos do Corn Belt, e por isso esperam por mais informações que tragam uma realidade mais próxima do futuro da produção. O Pro Farmer estimou a safra em pouco mais de 95 milhões de toneladas.

    A atenção ainda está voltada também para as questões climáticas, com as temperaturas mais baixas que são esperadas para o Meio-oeste americano nas próxima semanas e diante das possibilidades de geadas, que poderiam tirar ainda mais da produtividade não só da soja, mas também do milho americano.

    Paralelamente, olhos voltados às questões da guerra comercial e aos movimentos de Xi Jinping, Donald Trump e suas equipes. As sinalizações são de que as negociações irão continuar nos próximos meses.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Agricultura lidera preservação do meio ambiente no Brasil

    Dados divulgados pela Embrapa, resultantes do Cadastro Ambiental Rural (CAR), demonstram que os agricultores brasileiros lideram preservação ambiental no Brasil.

    Criado pela Lei 12.651/12, o novo Código Florestal, o CAR mostra que mais de 4,1 milhões de imóveis rurais estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

    A área é superior a 410 milhões de hectares, sendo que em média, apenas 50,1% da superfície das propriedades são usadas na agricultura.

    Segundo os dados, os agricultores preservam mais vegetação nativa na área agrícola do que todas as unidade de conservação, que juntas representam 13%, enquanto que os imóveis dos agricultores 20,5% do Brasil.

    Ao todo, o Brasil tem mais de 66% de seu território coberto por vegetação nativa, sem falar nas áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados, que agregadas chegariam a 75% de área preservada.

    Para se adequar ao Código Florestal, os agricultores brasileiros informam com base em imagens de satélite e demarcações, todo o uso e ocupação das terras.

    Fonte: MT+

  • Rio Grande do Sul pode ter novo recorde de produção soja, com quase 20 mi de t

    O Rio Grande do Sul poderá colher uma safra recorde de quase 20 milhões de toneladas de soja em 2019/20, estimou nesta terça-feira a Emater, órgão ligado ao governo gaúcho, prevendo aumentos de cerca de 2% no plantio e de 4,3% na produtividade média, na comparação com a temporada passada.

    A área plantada chegaria a 5,9 milhões de hectares de soja, com uma rendimento agrícola de 3,3 toneladas por hectare, informou a Emater nesta terça-feira, ao apresentar em Esteio (RS), durante a 42ª Expointer, a primeira estimativa de área, produção e produtividade das principais culturas de verão no Estado.

    Caso a estimativa de produção de soja de 19,7 milhões de toneladas seja atingida, dependendo das condições climáticas para a safra que ainda será plantada, o Rio Grande do Sul disputaria com o Paraná o posto de segundo maior produtor de soja do país, atrás de Mato Grosso.

    Na safra passada, o Rio Grande do Sul superou o Paraná, mas devido a uma quebra pela seca.

    A produção do Paraná atingiria 19,772 milhões de toneladas em 2019/20, ante 16,2 milhões na temporada anterior, com a recuperação das produtividades. Embora a produção paranaense possa subir mais de 20%, a área plantada está estimada para crescer 1%, de acordo com o governo do Estado.

    O Mato Grosso, por sua vez, tem a safra de soja estimada em um recorde de 32,83 milhões de toneladas em 2019/20, alta de 1% ante a temporada passada, quando algumas regiões tiveram problemas climáticos, segundo a mais recente estimativa do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

    (Por Roberto Samora)