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agosto 2019

  • Agronegócio 4.0, o “novo petróleo” do mundo, antecipa pesquisadora da Embrapa Informática

    O agronegócio brasileiro vem intensificando a aplicação de tecnologia no campo. Segundo a Embrapa Informática Agropecuária, no Brasil, em 10 anos, o uso do celular e do smartphone cresceu 1.790% no campo.

    — “Hoje já se diz que os dados são o novo petróleo”, afirmou Silvia Massruhá, diretora chefe do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Informática Agropecuária

    O próximo passo vem no caminho da análise de dados, baseada em internet das coisas, que permitirá antecipar decisões em várias etapas do processo.

    “Estamos falando de fazendas conectadas e um agronegócio baseado em cultura digital, o que abre diversas possibilidades para o setor, que já assimilou processos como robotização, blockchain, big data, analytics.

    Fabricio Pezente, CEO da Traive Finance, ressaltou que este é um bom momento para os investimentos em tecnologia voltada para o setor agrícola e que ainda não existe, inclusive nos Estados Unidos, um hub que tenha consolidado o campo de desenvolvimento tecnológico dentro desse segmento.

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    — “O setor ainda é um dos menos digitalizados”. Atualmente, segundo ele, 29% das soluções para o campo estão voltadas para a área de sistemas de gestão, 22% para análises de dados e 18% para o setor do marketplace.

    O agronegócio brasileiro vem intensificando a aplicação de tecnologia no campo. Segundo a Embrapa Informática Agropecuária, no Brasil, em 10 anos, o uso do celular e do smartphone cresceu 1.790% no campo.

    — “Hoje já se diz que os dados são o novo petróleo”, afirmou Silvia Massruhá, diretora chefe do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Informática Agropecuária

    O próximo passo vem no caminho da análise de dados, baseada em internet das coisas, que permitirá antecipar decisões em várias etapas do processo.

    “Estamos falando de fazendas conectadas e um agronegócio baseado em cultura digital, o que abre diversas possibilidades para o setor, que já assimilou processos como robotização, blockchain, big data, analytics.

    Fabricio Pezente, CEO da Traive Finance, ressaltou que este é um bom momento para os investimentos em tecnologia voltada para o setor agrícola e que ainda não existe, inclusive nos Estados Unidos, um hub que tenha consolidado o campo de desenvolvimento tecnológico dentro desse segmento.

    — “O setor ainda é um dos menos digitalizados”. Atualmente, segundo ele, 29% das soluções para o campo estão voltadas para a área de sistemas de gestão, 22% para análises de dados e 18% para o setor do marketplace.

    — “Um dos grandes gargalos existentes no setor agrícola está na área do crédito e essa é a tendência de onde devem surgir novas soluções”, afirmou.

    Uma nova era para os CRA

    O escritório VBSO Advogados assessorou a Belagrícola na operação de emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (“CRA”), no valor de R$ 74.892.000,00, lastreados em recebíveis advindos de vendas de insumos agrícolas realizadas pela Belagrícola junto à produtores rurais (“Oferta”).

    Os recebíveis foram representados por mais de 14.000 (quatorze mil) duplicatas com valor médio de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), acompanhadas das notas fiscais e comprovantes de recebimento dos insumos fornecidos.

    A Oferta representou um marco nas operações de CRA pois contou com uma pulverização de lastros nunca antes vista em operações semelhantes do setor, o que tornou a estruturação e formalização da Oferta ainda mais desafiadora.

    Para tornar viável a formalização e gestão do fluxo dos recebíveis devidos por milhares de produtores rurais, o VBSO AGRO (Vaz, Buranello, Shingaki e Oioli), na qualidade de agente de formalização e cobrança, contou com a plataforma tecnológica AGRODOCS.

  • Manejo de ervas no inverno

    Buscar alternativas que diminuam os custos, mantendo ou melhorando a eficiência do controle de plantas daninhas está diretamente ligado ao sistema integrado de práticas agrícolas. Pensando nisso, é importante atentar-se em alguns manejos:

    Manejos de outono/inverno: meses de abril, maio e junho, atuar no controle de invasoras que sobraram pós-colheita, recém-emergidas e sementeira, diminuindo fluxo para primavera/verão.

    Manejos de inverno/primavera: meses de agosto e setembro, controle de sobras da primeira época, preparando a lavoura para uma boa dessecação.

    O controle de ervas daninhas no período de inverno se faz necessário principalmente para evitar competição com as culturas implantadas em nossa região como aveias em geral, trigo, pastagens implantadas de azevém ou aveia, canola, entre outras.Mesmo em áreas que não destinadas para algum cultivo de inverno, é importante que se faça o controle das ervas daninhas, pois precisamos entregar as áreas limpas para o cultivo da soja na sequência.

    Na Cultura do trigo devemos estar atentos para o controle de folhas largas como Nabo e folhas estreitas como Azevém, além de outras espécies presentes nas áreas. O controle deve ser feito com produtos específicos e sempre seguindo as recomendações técnicas. Na cultura da Aveia e também nas pastagens, a atenção deve ser dada para o manejo de folhas largas.

    O manejo de ervas daninhas deve ser realizado sempre com plantas pequenas, no máximo com 2 a 3 folhas, para que se tenha a melhor eficiência dos produtos a serem utilizados, já que após determinado estágio os herbicidas existentes não apresentam a mesma eficiência nas doses recomendadas. É de suma importância também que o manejo seja feito sem demora nas áreas, principalmente pelo intervalo e residual de determinados produtos na cultura da Soja, alguns apresentam intervalo mínimo de 60 dias. Se você ficou interessado em saber mais sobre as formas e a importância de um manejo feito com capricho, procure a equipe técnica da Cotrijuc Getagri.

    Fonte: Bianca Portella e Felipe Vieira de Mello

  • Milho: quinta-feira começa com leves altas para as cotações em Chicago

    A quinta-feira (15) começa com leves altas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam ganhos entre 1,75 e 2,75 pontos por volta das 08h44 (horário de Brasília).

    O vencimento setembro/19 era cotado à US$ 3,61 com alta de 2,75 pontos, o dezembro/19 valia US$ 3,72 com ganho de 2,25 pontos, o março/20 era negociado por US$ 3,85 com valorização de 2,00 pontos e o maio/20 tinha valor de US$ 3,92 com elevação de 1,75 pontos.

    Segundo informações da Farm Futures, os preços do milho estão tentando mais uma vez manter uma modesta recuperação dos níveis de sobrevenda na esteira do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) da última segunda-feira (12).

    “Os dados de demanda continuam a fornecer uma tendência predominante de baixa para um mercado que tenta lidar com novas expectativas de aumento de oferta. Espera-se que as vendas de exportação desta manhã sejam um pouco melhores do que o total de 9,4 milhões de bushels da semana passada”, aponta o analista de grãos Bryce Knorr.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Soja testa leves altas na Bolsa de Chicago nesta 5ª feira após baixas intensas

    Nesta quinta-feira (15), o mercado da soja trabalha com leves altas na Bolsa de Chicago que, por volta de 7h40 (horário de Brasília), eram de 2 pontos nos principais de contratos. O novembro/19, posição mais negociada neste momento, tinha US$ 8,80 por bushel. O março/20 já operava acima dos US$ 9,00 e era negociado a US$ 9,05.

    O mercado encontra espaço para estes ligeiros ganhos depois das perdas de mais de 10 pontos da sessão anterior, quando as cotações reagiram a um dia de intensa avesão ao risco no exterior. As commodities caíram de maneira generalizada e as agrícolas recuaram mais de 1%.

    Apesar de fundamentos positivos do lado da oferta norte-americana, alguns outros fatores como a Peste Suína Africana na China, a continuidade da guerra comercial e a tensão que ainda ronda o mercado financeiro internacional mantêm os traders atuando com cautela.

    “O fator milho, a queda na demanda com a gripe suína e as incertezas provocadas pelo próprio EUA na guerra comercial com a China deixam traders na defensiva apesar da safra americana menor”, afirma o consultor da Cerealpar e da Agro Culte, Steve Cachia.

    Em algumas análises, a alta forte do dólar também aparece como um fator de pressão sobre os preços da oleaginosa.

    “O mercado interno, por outro lado, se firmou com o dólar pulando acima da marca de R$ 4,00 e prêmios mais firmes devido a crise na Argentina, que pode levar o produtor do país vizinho a adiar a comercialização. Com isso, sobra apenas o Brasil como grande fornecedor de soja para a China”, complementa Cachia.

    Fonte: Notícias Agrícolas

  • Mercado Comercial: Preço da Soja – Clima EUA e Relatório USDA

    Preços para hoje: 15/08/2019
    Soja: R$ 73,50
    Milho: R$ 34,00
    Trigo PH 78 ou + : R$ 42,00

    Mercado (14/08/19): Setembro -10,75 ponto a US$ 8,65 por bushel / Novembro -11 ponto a US$ 8,78 por bushel.

    Dólar (14/08/19): +1,85% à R$ 4,04.

    Ontem, uma queda generalizada nos mercados financeiros foi observada, decorrente do receio de um enfraquecimento nas principais economias mundiais. Os resultados divulgados hoje apontam que a Alemanha, maior economia da Europa, já não está mais crescendo, e que a China vem enfrentando um rápido processo de desaceleração. Com isso a percepção de risco financeiro foi ampliada, o que afetou também as commodities agrícolas negociadas em Chicago, em função de novas vendas de contratos realizadas pelos fundos investidores.

    Tal risco também vem afetando o câmbio, especialmente das moedas emergentes. O Real ontem retomou patamar acima de R$4,00, o que deu espaço para altas nos preços da soja no mercado interno, que se favorecem também dos prêmios aquecidos neste momento. O Peso argentino também segue em forte desvalorização.

    CLIMA – ESTADOS UNIDOS
    As atualizações desta tarde voltaram a trazer um cenário mais favorável para as lavouras americanas nos próximos dias. As atuais previsões ampliaram as expectativas da chegada de chuvas mais intensas já a partir deste final de semana no Cinturão Agrícola. Com isso as partes mais afetadas pelo déficit hídrico no leste da região devem registrar melhora, diminuindo o risco de avanço nas perdas de potencial produtivo. Neste momento, o risco de um novo problema climático no país se mostra mais distante.

    RELATÓRIOS – USDA
    É improvável uma mudança na área cultivada no próximo relatório, fato que não ocorreu nos últimos 10 anos. Já nas produtividades a expectativa de cortes de pelo menos 3-6 bushels por acre nas produtividades do milho, e de 1-2 bu/ac na soja.

    Pregão noturno agora: Setembro +2,5 ponto a US$ 8,68 por bushel / Novembro +3 ponto a US$ 8,80 por bushel.

  • Desafio de Produtividade da Soja: os segredos para alcançar melhores resultados

    Foram quatro mil produtores inscritos na edição 2018/2019 do Desafio de Máxima Produtividade de Soja, iniciativa do Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB).

    Ao todo, 4,14 milhões de hectares de área plantada, o que representa 11,5% das lavouras da cultura no Brasil. Cinco desses agricultores se destacaram com produtividades bem acima da média nacional. Quatro deles contaram com a assessoria direta do time de especialistas da BASF para o manejo eficiente de pragas, doenças e plantas daninhas. Maurício De Bortolli foi consagrado Campeão Nacional e Irrigado, com 123,88 sacas por hectare.

    Na vice-liderança Nacional e destaque Sul de Sequeiro, Rafael Tolotti, com 123,5 sacas/ha. Matheus Grossi Terceiro conquistou o título de Campeão Sudeste Sequeiro, com 110,45 sacas/ha. E João Antônio Gorgen, o título de Campeão Norte/Nordeste de Sequeiro, com 96,86 sacas/ha.

    Cada um deles tem uma especificidade na condução da lavoura. Enquanto Gorgen investe pesado no manejo de solo, com rotação de cultura entre soja, milho e algodão a fim de melhorar o perfil da terra e proporcionar condições ideais para altas produtividade, Matheus Grossi tem um planejamento muito bem-feito, com tomadas de decisão pontuais na parte de fertilidade e de manejo fitossanitário. Rafael Tolotti acredita que para atingir a meta é preciso ter ajuste fino em todos os fatores da cultura, começando por uma correta distribuição espacial de plantas.

    Já Maurício De Bortolli procura conhecer bem o ambiente que explora e quais são as pragas e doenças que desafiam suas lavouras, para ter condições de escolher as melhores ferramentas. Em comum, eles têm à disposição as soluções da BASF em todas as fases da cultura.

    “Com o apoio da empresa na tomada de decisão para o controle sanitário, utilizamos os produtos corretos, na hora certa, para alcançarmos o melhor vigor da lavoura”, comenta Tolotti, fazendo referência à recomendação da BASF para o manejo de pragas, doenças e plantas daninhas.

    Entre as orientações estão a escolha de sementes de procedência e certificadas; a realização do plantio em clima favorável e respeitando o ciclo da variedade; a garantia de qualidade das aplicações de defensivos, utilizando equipamentos conservados, dosagem correta com taxa de pulverização adequada ao estágio da planta; a rotação de agroquímicos com diferentes modos de ação; e a adoção de uma estratégia de monitoramento constante das lavouras.

    “O manejo correto facilita, por exemplo, o controle de doenças como a ferrugem asiática, uma das principais barreiras para o alcance de altas produtividades de soja”, ressalta Hélio Cabral, gerente de Marketing Soja da BASF.

    A aplicação preventiva de fungicidas é uma das estratégias da empresa para evitar grande incidência da ferrugem, por isso nesta safra a recomendação de aplicação dos produtos Ativum®, Versatilis® e Orkestra® SC foi importante no manejo feito pelos agricultores campeões de produtividade. Associado a isso, o tratamento de sementes com Standak® Top é mais uma referência utilizada há alguns anos pelos vencedores do Desafio do CESB. A solução protege o potencial genético das sementes de soja fazendo com que atinjam altas produtividades. Por conter em sua formulação inseticida e fungicidas, ele blinda as sementes contra o ataque de pragas e doenças de solo que interferem no processo de germinação e de desenvolvimento das plantas.

    “A premiação do CESB é uma referência para o mercado de soja. Para a BASF, é o reconhecimento da consistência do nosso portfólio e do trabalho feito em prol da sojicultura brasileira. Cada vencedor deixa um legado de boas práticas da lavoura e a empresa atua junto a eles nessa construção”, finaliza o gerente de Marketing Soja da BASF.

    Uso exclusivamente agrícola. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e os restos de produtos. Incluir outros métodos de controle do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. Restrições temporárias no Estado do Paraná. Registro MAPA: Standak® Top nº 01209, Ativum® nº 5916, Pirate® SC nº 05898, Orkestra® SC nº 08813, Versatilis® nº 001188593, Status® nº 6210 e Fastac® Duo nº 10913.

  • A Força Feminina no Agronegócio: Conquistas e Desafios

    A sociedade e o mercado de trabalho evoluíram positivamente nos últimos anos em relação à atuação feminina no agronegócio. Mesmo sendo reconhecida como uma área predominantemente masculina, o número de mulheres ocupando cargos de liderança vem
    aumentando. Devido a sua visão sistêmica, direcionada para pessoas e não somente para produtos, engajamento e inovação oferecidos no campo, e fora dele, auxiliam os produtores e assim, se destacam fortemente no ramo agrícola.

    O estudo do Perfil da Mulher do Agronegócio Brasileiro realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e Instituto de Estudos do Agronegócio (IEag) em 2016, indicou que a atuação do sexo feminino na agricultura é mais popular na cultura da soja e na
    bovinocultura. 73% ocupam o cargo de administração e utilizam suas redes de contatos como ferramenta de apoio para o sucesso nas decisões da empresa, seguindo a tendência de compartilhar conhecimento. As mulheres têm revolucionado a maneira de gerir seus negócios na era da agricultura da informação.

    Neste cenário de crescimento e empoderamento feminino destaca-se uma iniciativa do Ministério da Agricultura, o Plano Agro + Mulher, que tem como objetivo fortalecer o trabalho delas no campo, capacitando-as através de ações institucionais e parcerias, gerando igualdade de oportunidades aos espaços de tomada de decisão no agronegócio brasileiro.

    O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) da ESALQ/USP, em pesquisa realizada em 2019, avaliou o cenário feminino na agricultura brasileiro entre 2004 e 2015. Concluiu que o número de mulheres atuando nesta área cresceu em 8,3%, porém essa participação ainda é baixa e abrangendo principalmente agroindústrias e agrosserviços. Dentre os desafios ainda enfrentados por elas no campo, estão o preconceito e a desigualdade de gênero. Embora os rendimentos médios das empregadas no setor agro tenham aumentado no período, nota-se que os índices permaneceram entre 21 a 30% abaixo do recebido por homens na mesma categoria analisada.

    A pesquisa indicou uma maior intensidade feminina no negócio agrícola do que em outros setores da economia, sendo uma influência positiva, pois abre possibilidades para o desempenho delas em um ambiente que antes era dominado pelos homens, tornando-as agente de mudanças.

    As barreiras para alcançar a equidade de gêneros existem, no entanto, avanços foram dados, como exemplifica a Engenheira Agrônoma Patrícia Cristine Severo. “Quando me formei em 2002, comecei a trabalhar numa empresa da área de tabaco e convivi com colegas homens.

    Havia um certo preconceito na época por eu ser uma profissional feminina em uma área tão masculina. Com o passar do tempo, fui ganhando confiança e meu trabalho reconhecido por todos. Atualmente, coordeno a área de assuntos regulatórios no ramo de defensivos agrícolas, onde as mulheres ocupam 90% dos cargos”, comenta Patrícia. O equilíbrio de direitos e oportunidades entre homens e mulheres tem um longo caminho para ser trilhado. A presença feminina no avanço do agronegócio deve ser valorizada, deixando de ser coadjuvante e passando a ter seu merecido destaque no mercado agrícola mundial.

    Por: Marciele Pandolfo

  • Equipe da Cotrijuc estreia com goleada no campeonato municipal de futsal 2° Divisão em Júlio de Castilhos

    Equipe da Cotrijuc estreia com goleada no campeonato municipal de futsal 2° Divisão em Júlio de Castilhos.

    Na noite de Segunda-feira dia 12 de Agosto a Cotrijuc venceu na estreia por 7 x 1 contra a equipe do Buteco Do Bigode, destaque para Rafael com 4 gols, Jordan, Jobson e Felipe Michelon fecharam o placar. Próximo jogo será no dia 26 de Agosto numa Segunda Feira contra a equipe do Perimetral.

    Texto e Fotos: Luiz Eduardo Chagas – Acadêmico do Curso de Jornalismo UNICRUZ e colaborador da Cotrijuc.

  • Trigo: Custo de trigo importado cai, mas ainda supera preço interno

    As cotações mais baixas do trigo na Argentina e a desvalorização do dólar frente ao Real em julho resultaram em novas oportunidades de fixação de preços para os moinhos nacionais, que, tradicionalmente, dependem das importações. As aquisições do trigo no mercado externo seguem crescentes e os volumes que chegaram aos portos brasileiros em julho foram realizados nos menores preços dos últimos cinco meses. Mesmo assim, levantamento do Cepea aponta que o valor do produto importado ainda ficou acima do registrado no mercado disponível brasileiro. Em dólar, o preço médio do importado foi de US$ 228,93/tonelada. Ao adicionar os custos logísticos e despesas portuárias, a média do trigo importado supera a nacional, fator de sustentação aos preços internos.

    Fonte: Cepea

  • Soja busca se recuperar em Chicago nesta 3ª feira após tensão gerada pelo USDA

    O mercado da soja trabalha em alta nesta terça-feira (13) na Bolsa de Chicago, se recuperando das baixas de mais de 12 pontos registradas no pregão anterior. Os futuros da oleaginosa, por volta de 8h05 (horário de Brasília), subiam 6,75 pontos, para levar o novembro a US$ 8,86 por bushel.

    A terça é de uma tentativa de recuperação para a commodity, depois do dia tenso que o mercado internacional de grãos teve ontem após os números trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), especialmente para o milho. É o chamado movimento “turnaround tuesday” ou, “terça-feira da virada”.

    “O governo trouxe um surpreendente aumento em suas estimativas de milho e trigo, apesar das preocupações com uma primavera úmida e um verão seco. Os traders agora mudarão seu foco para os índices de produtividade, enquanto continuam a ficar de olho nas preocupações com o clima, à medida em que os agricultores se aproximam da colheita”, explicam os analistas da consultoria internacional Allendale, Inc.

    E para a soja, os números nem foram tão agressivos, porém, o mercado foi profundamente pressionado pelas cotações do milho, que terminaram a sessão com limite de baixa na CBOT nesta segunda-feira (12).

    A produção norte-americana caiu de 104,64 para 100,15 milhões de toneladas, enquanto a produtividade foi mantida em 54,35 por hectare. A média da safra esperada pelo mercado era de 103,42 milhões de toneladas.

    As áreas plantada e colhida foram também reduzidas e ficaram em, respectivamente, 31,04 e 30,72 milhões de hectares. Há um mês, o boletim mostrava 32,38 e 32,09 milhões.

    Com a baixa da safra, os estoques finais norte-americanos recuaram de 21,64 para 20,55 milhões de toneladas. Por outro lado, reduziu sua estimativa para as exportações da safra nova de 51,03 para 48,31 milhões de toneladas, também em função do conflito comercial.

    Fonte: Notícias Agrícolas